19 de setembro

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Destaques

Começou nesta quinta-feira (16) o processo democrático para aprimoramento da política de assistência social do Distrito Federal, com a realização da primeira de sete conferências regionais preparatórias para a XIV Conferência Distrital de Assistência Social, marcada para o dia 21 de outubro.

Nesses encontros serão apresentadas e debatidas propostas para a política e eleitos delegados(as) que vão representar os participantes no debate distrital e nacional, previsto para dezembro. Nesta primeira conferência, 230 pessoas, entre usuários, servidores e trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) dessas regiões, se inscreveram para contribuir para o fortalecimento da política pública.

A primeira Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul teve como foco ouvir as propostas de usuários e trabalhadores de entidades e unidades socioassistenciais das regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

“As conferências são um momento de avaliarmos o que está sendo feito na política de assistência social e pensarmos, conjuntamente, em um processo de aprimoramento dos nossos serviços, programas, ações e benefícios. Precisamos pensar, dialogar e construir propostas para que tenhamos um Suas mais eficiente para quem dele necessita, mais atuante no Distrito Federal”, ressaltou a presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves, durante a abertura do evento.

Segundo a gestora, também subsecretária de Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), um dos pontos de destaque das conferências será o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos profissionais da assistência social para manter o suporte às famílias em risco social e ampliar a capacidade de atendimento, tendo em vista que houve um aumento expressivo do número de pessoas que perderam a renda e passaram a depender do Estado por causa da pandemia da covid-19.

“O CAS-DF reconhece o trabalho feito neste período de pandemia pelos profissionais do Suas, tanto da Sedes quanto da rede parceira, as Organizações da Sociedade Civil. Foi um trabalho essencial. Nós estávamos vivenciando incertezas, houve um agravamento da situação de vulnerabilidade de muitas famílias, de muitas perdas e os trabalhadores responderam a isso, se colocaram não linha de frente”, reforça Kariny Alves.

Na abertura do processo conferencial, ao fazer um balanço das ações da Sedes durante a pandemia, a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou a contratação de mais de 500 novos servidores para área social neste último ano, incluindo os nomeados que foram também para a Secretaria de Justiça (Sejus) e a Secretária da Mulher, além da criação do Programa Cartão Prato Cheio, que garante alimentação de quase 40 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.

Ana Marra destacou ainda que a atual gestão conseguiu tirar do papel e  implementou deliberações de conferências anteriores. “É com muita alegria que digo que o DF implementou a primeira República LGBTQI+ do país, uma reivindicação antiga e já apresentada em outros processos conferenciais. Também conseguimos abrir o Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) em São Sebastião. Tudo isso só mostra o comprometimento desse governo com a área social”, afirma.

Região Central e Centro-Sul

A Região Central e Centro-Sul abrange o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Brasília e o Creas Brasília; o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade; o Centro POP Brasília, que atende população em situação de rua; a UPS 24 horas; o Cras, Creas e Centro de Convivência Estrutural; Cras Varjão; Cras e Creas Núcleo Bandeirante e o Centro de Convivência Divineia; Cras Candangolândia; Cras Guará e a República para Jovens.

“É o momento de discutirmos questões e propostas relativas ao nosso território, que, por exemplo, tem um desafio em relação ao grande número de pessoas em situação de rua e combate ao trabalho infantil”, explica a gerente do Creas Brasília, Juliana Castro, que foi a representante do território na conferência desta quinta.

A servidora, no entanto, pontua que as conferências também são um momento de reflexão. “Quando nós paramos para avaliar o que está sendo feito e o que precisa ser feito, nos damos conta do que nós já fazemos. Muitas vezes, na angústia do dia a dia, não prestamos atenção nisso. Quando paramos para analisar, como agora, podemos ver que o trabalhador do Suas dá o máximo de si ali, temos que olhar isso também e não só olhar o que falta”, avalia Juliana.

Problema na rede

Devido a problemas técnicos e em respeito aos participantes, a Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul teve de ser interrompida, após sucessivas quedas na conexão de internet. Os debates, a eleição dos delegados (as) e a plenária final dessa regional serão realizados nos próximos dias, em data a ser divulgada pelo Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), responsável pela organização dos eventos.

Como a conferência é on-line para manter o distanciamento social não foi possível concluir o debate. “Nós, da comissão organizadora e a Mesa Diretora do CAS-DF, chegamos ao entendimento de que é melhor suspendermos a realização da Conferência Regional de Assistência Social Região Central e Centro-Sul considerando a instabilidade do sistema, na plataforma de transmissão.

“Consideramos que esse é um trabalho extremamente importante. Por isso, retornaremos em outro momento, em outra data para que realmente vocês possam contribuir, consigam apresentar propostas e fazer uma discussão de qualidade. Agradeço a compreensão de todos”, informou Kariny Alves, presidente do CAS-DF.

A próxima Conferência Regional de Assistência Social Região Leste, que abrange São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá, está mantida para a próxima terça-feira (21), a partir das 8h.

Fonte: Agência Brasília

A eficientização do sistema de iluminação pública do Distrito Federal, além de economia aos cofres públicos, gera conforto e segurança a quem trafega pelas cidades. Foi com esse foco que, na noite desta quarta-feira (15), o governador Ibaneis Rocha acionou o botão para inaugurar o funcionamento das 233 lâmpadas de LED instaladas na Praça dos Cristais e nas vias adjacentes, no Setor Militar Urbano (SMU).

Localizada em frente ao Quartel General do Exército, a praça teve seu fluxo de visitação aumentado durante a pandemia, quando os moradores de Brasília passaram a usar espaços públicos ao ar livre para recreação e lazer. Além da procura por mais de 60 mil pessoas desde que o posto noturno de vacinação drive-thru foi aberto no local.

“A gente vem instalando a iluminação de LED em vários pontos da cidade, principalmente naqueles com focos de insegurança. No caso da Praça dos Cristais, se trata de um ponto turístico que tem sido bastante explorado e que vai ser ainda mais com esse novo sistema”, afirmou o governador Ibaneis.

R$ 40 milhões

De acordo com o diretor-técnico da CEB, Fabiano Cardoso, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem reforçado a modernização do sistema de iluminação pública. “Ao longo dos últimos dois anos e nove meses foram investidos cerca de R$ 40 milhões na substituição de 50 mil pontos de luz”, disse Cardoso. A troca das lâmpadas convencionais por LED na Praça dos Cristais foi gerenciada pelo CEB Iluminação Pública (CEB Ipes) ao custo de R$ 212 mil.

Para o comandante do Exército Brasileiro, general Paulo Sérgio Nogueira, a eficientização do sistema de iluminação pública no SMU é o resultado de uma parceria eficiente das Forças Armadas com o GDF. “Esse trabalho em conjunto tem gerado excelentes frutos para a população do DF, principalmente para as milhares de pessoas que passam pelo posto noturno para se vacinar.”

Participaram também da solenidade de inauguração da nova iluminação da praça o vice-governador Paco Brito; os secretários de Governo, José Humberto Pires; de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus de Oliveira; de Saúde, Manoel Pafiadache; da administradora regional do Plano Pilo, Ilka Teodoro; além de autoridades do Exército.

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional juntamente com o GDF Presente, por meio do Polo Central Adjacente III, trabalharam intensamente nesta terça-feira (14) com serviços de obra e manutenção no Plano Piloto.

Veja quais foram as ações de conservação feitas hoje, no Polo Central Adjacente III pela região do Plano Piloto:

  • Retirada de lixo verde na Praça 21 de Abril e no Jardim da Infância 21 na 708 Sul

 

  • Retirada dos bancos e mesas danificados no Parque Deck Sul (L4 Sul) para substituição pela NOVACAP/DE

 

  • Substituição das lâmpadas, fios e postes furtados ou danificados no Parque Deck Sul pela CEB/Neo Energia.

 

  • Recolhimento de placas na W7 do Setor Noroeste

 

  • Limpeza das bocas de lobo na W3 SUL, seguindo efetivamente o plano de preparação para às próximas chuvas.

 

Sofá, pneu, óleo de cozinha, restos de construção e comida, animais mortos são algumas das coisas encontradas dentro das bocas de lobo do Distrito Federal. Nesta terça-feira (14), equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) iniciaram um mutirão de serviços preventivos para limpar os locais antes que o período chuvoso comece – facilitando o curso da água.

Dezoito reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), vinculada a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), e 17 funcionários da Novacap começaram a limpeza de bocas de lobo, desobstrução de redes de água pluvial e reposição de peças que estão danificadas – como tampas de bueiros – pela quadra 710 da W3 Norte.

Valdeir Cardoso, 40 anos, é funcionário de uma loja de construção na quadra há 22 anos. O morador de Planaltina acredita que esses serviços preventivos são essenciais para evitar danos causados por tempestades. “Onde eu moro não tem tanto alagamento como acontece no Plano Piloto, por isso é muito importante que sejam feitos esse tipo de trabalho antes das chuvas chegarem”, comenta.

Serviço diário

Os serviços não começaram só esta semana. O trabalho da companhia é diário, principalmente na parceria com os polos do GDF Presente. O Departamento de Parques e Jardins (DPJ), por exemplo, executa várias ações preventivas há cerca de 90 dias. São mais de 20 equipes com 200 pessoas pelo Plano Piloto. “É a cidade que tem uma arborização mais antiga. Todos esses serviços têm o objetivo de evitar acidentes, mas vale lembrar que a força da ventania pode ser maior do que a resistência da árvore”, explica o diretor do DPJ, Raimundo Silva.

Segundo Raimundo Silva, este ano já foram podadas mais de 60 mil árvores pela capital. “Retiramos mais de 6 mil espécies que estavam em risco, além de aparar mais de 500 milhões de metros quadrados de grama – o que equivale a 46.297 mil campos de futebol”, informa o diretor da DPJ.

Já a Diretoria de Urbanização (DU) desobstruiu 17 mil metros de tubulação de rede de águas pluviais; limpou 3,2 mil bocas de lobos e  1.040 bueiros; reconstruiu 314 metros de tubulação e reparou 585 bocas de lobos e 384 bueiros. “Estudamos os pontos mais críticos das cidades para realizar essas ações”, comenta o engenheiro civil da área de Manutenção e Obras Diretas da DU, Lanio Trida.

Fonte: Agência Brasília

Com entrega prevista para março de 2022, os viadutos da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) começam a ganhar forma com o avanço da fundação e da escavação. Já são mais de 25% dos serviços concluídos. Atualmente, as obras se concentram na armação das estacas e baldrames, na conclusão do estaqueamento e na escavação dos blocos. A obra gera 122 empregos diretos e 400 indiretos.

“A construção simultânea dos viadutos é uma atividade complexa, mas tudo está de acordo com o cronograma estabelecido. Estamos trabalhando arduamente para entregar os viadutos dentro do prazo estabelecido. É mais uma obra visando à melhora da mobilidade na região”, declarou Luciano Carvalho, secretário de Obras do GDF.

A ESPM será revitalizada para compor o chamado Corredor Eixo Oeste. A obra, dividida em duas partes por questões de logística e segurança, teve início pelo trecho localizado entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e o Terminal da Asa Sul (TAS), onde estão sendo construídos dois viadutos.

Um dos viadutos será construído na alça de acesso da ESPM ao Eixo W, conhecido como “Eixinho de cima”. Terá 8 metros de altura, 33 metros de comprimento e 19 metros de largura. O outro, situado na alça de acesso ao Eixo Rodoviário Leste (ERL), sentido L4, terá 29 metros de comprimento, 15 metros de largura e altura aproximada de 8 metros.

“A novidade é que o nível para circulação dos ônibus será todo em pavimento rígido [concreto], com maior durabilidade. Além disso, os novos viadutos irão desafogar o trânsito na região, minimizando os engarrafamentos e os transtornos enfrentados diariamente pelos motoristas que trafegam por ali, especialmente nos horários de pico”, explica o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras, Ricardo Terenzi.

Corredor Eixo Oeste

Com 38,7 km de extensão, o corredor prevê o alargamento de pistas e a construção de faixas exclusivas nas principais vias de ligação do Sol Nascente com o Plano Piloto, como a avenida Hélio Prates, a Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e a ESPM, que leva ao Terminal da Asa Sul. O objetivo é reduzir em meia hora o tempo de deslocamento até o Plano Piloto.

As obras serão feitas por trechos, uma vez que seria inviável fazer as intervenções de uma vez no trânsito. Além da revitalização da Avenida Hélio Prates, o corredor contempla diversas outras obras, tais como a construção de viadutos e do túnel de Taguatinga.

Fonte: Agência Brasília

Para abrir o ciclo de Conferências Regionais de Assistência Social do Distrito Federal, preparatórias para a XIV Conferência Distrital, está marcada para esta quinta-feira (16) a Conferência da Região Central e Centro-Sul. Este primeiro encontro abrange as regiões administrativas do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

As Conferências Regionais de Assistência Social são realizadas a cada dois anos. Serão dois dias de encontros durante a semana, divididos em regiões, para avaliar a atual política e reunir propostas de usuários, entidades, servidores e trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

“É uma oportunidade de usuários e trabalhadores do Suas participarem da construção da política de assistência social do DF e até do país, já que parte das propostas será levada também para a Conferência Nacional, marcada para dezembro”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha.

Regionais

No total, serão realizadas, entre 16 de setembro e 7 de outubro, sete Conferências Regionais de Assistência Social, considerando as 33 regiões administrativas, com até 200 participantes em cada encontro. As reuniões começam às 8h com o credenciamento dos participantes. As inscrições estão abertas no site da Sedes.

As conferências também terão espaço aberto para apresentações culturais de servidores, trabalhadores e usuários do Suas. “Quem tiver interesse em participar deve preencher formulário no site da Sedes”, reforça a presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves.

“As conferências não são somente um momento de debate, mas de celebração e de envolvimento de todos na busca por uma assistência social justa, que combata as desigualdades”, destaca a gestora. O CAS-DF é quem organiza as conferências no âmbito distrital

A cada conferência regional, serão eleitos 42 delegados titulares e suplentes para participar da XIV Conferência Distrital de Assistência Social. Serão eles os responsáveis por levar as propostas.

Conferências

Os encontros serão on-line para prevenir a disseminação da covid-19 e abertos aos usuários residentes nas regiões administrativas abrangidas pela respectiva conferência regional e aos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social que atuam nas unidades da Sedes e instituições localizadas nessas regiões.

Podem participar: representantes do governo, dirigentes ou representantes de entidade de assistência social inscrita no CAS-DF, trabalhadores que atuam na política de assistência social, usuários e beneficiários dos serviços socioassistenciais, convidados e observadores (estudantes, estagiários e interessados no assunto).

Para facilitar o debate e garantir que todos os temas pertinentes sejam discutidos de forma igualitária, as conferências, incluindo a distrital e nacional, foram divididas em cinco eixos temáticos:

1. Proteção social não contributiva e o princípio da equidade como paradigma para a gestão dos direitos socioassistenciais no enfrentamento das desigualdades;

2. Financiamento e orçamento como instrumento para uma gestão de compromissos e corresponsabilidades dos entes federativos para garantia dos direitos socioassistenciais;

3. Controle social: o lugar da sociedade civil no Suas e a importância da participação dos usuários;

4. Gestão e acesso às seguranças socioassistenciais e articulação entre serviços, benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais e proteção social;

5. Atuação do Suas em situações de calamidade e emergências.

Calendário

Confira as datas das Conferências Regionais de Assistência Social do DF:

16/09 – Conferência da Região Central e Centro-Sul: Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia.

21/09 – Conferência da Região Leste: São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã e Paranoá.

23/9 – Conferência da Região Norte: Sobradinho II, Sobradinho, Fercal e Planaltina.

28/9 – Conferência da Região Sudoeste: Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Samambaia

30/9 – Conferência da Região Centro-Oeste: Vicente Pires, Taguatinga, Águas Claras e Arniqueiras.

5/10 – Conferência da Região Oeste: Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia.

7/10 – Conferência da Região Sul: Gama e Santa Maria.

Fonte: Agência Brasília

Quem caminha pela W3 Sul agora tem onde jogar o lixo de maneira adequada. Novas 39 lixeiras foram instaladas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) nas quadras 507 e 508 Sul, que passaram recentemente por uma grande reforma de urbanização e acessibilidade. Ao longo da avenida, já foram instalados um total de mais 89 equipamentos. Antes eram apenas 42. Agora, já são 131 papeleiras, tanto do lado das quadras 500 como das 700, facilitando o descarte correto de lixo.

Os novos depósitos, tecnicamente batizados de papeleiras, são feitos de plástico, pintados na cor cinza, têm o logotipo do SLU e são fixados em postes, presos com uma alça metálica. Cada lixeira possui 74,5 cm de altura, 42,5 cm de largura e 32 cm de profundidade, com uma abertura de 31 cm x 9,5 cm para o descarte de objetos de pequeno porte, como embalagens de balinhas ou panfletos, com capacidade de 50 litros.

Desde o ano passado, o GDF investe R$ 2,5 milhões para ajudar a manter a cidade limpa. A meta é instalar 21 mil lixeiras até maio de 2022. Até agora, já foram colocados 10.136 equipamentos em todo o DF. As papeleiras já existentes, mas que apresentem desgastes ou danos físicos, além das que foram arrancadas em consequência de atos de vandalismo, serão substituídas pelas novas.

“Fazer parte da revitalização da W3 Sul nos deixa muito felizes, pois as papeleiras são equipamentos fundamentais para compor e agregar a todas as melhorias feitas pelo GDF no local. As papeleiras são uma demanda antiga da população e chegaram na hora certa. Todos devemos preservá-las para que durem muitos anos”, disse o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, a instalação de papeleiras atende também a uma reivindicação dos empresários da região. “Por ser uma área com grande fluxo de pessoas, a instalação de lixeiras é fundamental para a manutenção da limpeza da avenida”, diz.

A maior quantidade de lixeiras também vai beneficiar os frequentadores do Viva W3, projeto que leva centenas de pessoas para praticar atividades físicas na avenida aos domingos. “Quanto mais perto tem uma papeleira, maior a possibilidade de as pessoas descartarem o lixo de forma correta”, diz a subsecretária de Políticas Públicas e uma das coordenadoras do projeto, Meire Motta. “Essa colocação de lixeiras, junto com esse projeto de urbanização que está sendo feito na avenida, mostra a preocupação do governo com a qualidade de vida da população”.

Fonte: Agência Brasília

Entre pessoas pedalando, praticando exercícios e caminhando com familiares, o Eixão do Lazer, na altura da Quadra 108 Norte, foi o cenário, na manhã deste domingo (12), da segunda edição da Ouvidoria Itinerante. A iniciativa do Instituto Brasília Ambiental teve o objetivo de levar o órgão mais próximo dos brasilenses, com o serviço de intermediação prestado à comunidade, e esclarecimentos sobre poluição sonora, maus tratos à fauna e outros assuntos ligados à temática ambiental e a distribuição de materiais informativos.

A servidora pública e estatística, Maria do Socorro, esteve no ponto de apoio e aprovou o projeto itinerante. “Este tipo de trabalho é muito bom para a comunidade, pois já presenciei situações nas ruas, como maus tratos a animais, mas não sabia a que lugar recorrer para falar e nem de que forma”, comentou a moradora da Asa Norte.

A função educativa da Ouvidoria Itinerante é ponto chave para o auditor fiscal e ouvidor do Brasília Ambiental, Alan Ferreira. “Essas abordagens propiciam às pessoas conhecerem mais sobre o que o órgão faz e, também, saber que existe um site , o  https://www.ouv.df.gov.br/#/ ou o telefone 162, nos quais elas podem fazer as suas manifestações” esclareceu.

O aposentado Jarvas Martins também aproveitou a presença da Ouvidoria do Instituto no Eixão do Lazer e teceu elogios. “Foi muito bom o atendimento. Além de pegar folhetos explicativos sobre temas importantes também fui direcionado qual órgão procurar, pois se tratava de outro assunto de meu interesse”, comemorou o também morador da Asa Norte.

A ação deste domingo fez parte das comemorações da Semana do Cerrado, que ocorre entre os dias 11 a 19 de setembro de 2021, sob a coordenação da Secretaria do Meio Ambiente e conta com a parceria do Brasília Ambiental.

Denúncias

O tema recordista junto à Ouvidoria do Brasília Ambiental é a poluição sonora e o Plano Piloto foi eleito para sediar essa nova etapa do projeto por ser a região administrativa campeã no número de reclamações.

De janeiro até setembro deste ano, foram recebidas 990 manifestações, de um total de 2.468, representando mais de um terço dos registros sobre os variados assuntos relacionados ao meio ambiente e demonstrando a importância do órgão em interagir mais com a comunidade, levando conteúdo informativo.

Devido ao sucesso junto ao público na primeira versão, realizada no mês de maio em Águas Claras, a Ouvidoria Itinerante incluiu os maus tratos aos animais no plano de conscientização, por ser também um tema de grande repercussão junto ao órgão executor da política ambiental no DF.

O Instituto Brasília Ambiental é responsável por receber e fiscalizar tanto as denúncias de agressões à fauna quanto à poluição sonora proveniente do exercício das atividades de bares, restaurantes, igrejas, shows, academias, clubes (sons mecânico ou ao vivo), e por maquinários (ar-condicionado, exautores, entre outros).

Os registros, sobre ambos, são acolhidos pelo número 162 ou também por meio da internet, pelo site do Sistema de Ouvidoria do Distrito Federal: https://www.ouv.df.gov.br/#/

 

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

A partir do primeiro sábado de outubro a população poderá participar de oficinas temáticas, presenciais e virtuais, para debater os principais problemas enfrentados no Distrito Federal. Entre eles, o déficit habitacional, questões com o transporte coletivo, meio ambiente, desenvolvimento econômico, entre outros.

O objetivo é apresentar à comunidade as principais problemáticas levantadas pela leitura técnica do território feita pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com vários órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), para colher as contribuições da comunidade e fechar um diagnóstico compartilhado do Distrito Federal.

O debate com a comunidade servirá de base para a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), ferramenta fundamental para orientar o desenvolvimento do território. A revisão vem sendo conduzida pela Seduh há dois anos e meio.

“Nós fizemos essa leitura técnica, apontamos alguns desafios que precisam ser resolvidos e a população vai avaliar e complementar o trabalho que fizemos no levantamento dessas problemáticas, trazendo sua visão de cidade”, explicou a subsecretária de Políticas e Planejamento Urbano (Suplan), Sílvia de Lazari.

Cronograma

Ao todo, serão sete oficinas organizadas pela Seduh, sempre aos sábados, nos dias 2, 9, 16 e 23 de outubro, nos períodos da manhã e tarde. Cada uma delas será em uma região administrativa que representa um grupo de locais, intitulada Unidade de Planejamento Territorial (UPT). Confira ao final da matéria o cronograma com as regiões onde cada reunião será promovida.

A construção do texto da revisão do Pdot é coletiva, ou seja, nesses encontros não será apresentada uma proposta fechada elaborada pelo governo. O objetivo é que o documento final represente os anseios da população, que enfrenta no dia a dia os problemas em suas cidades.

“Quando falamos em cidade, falamos de todos os problemas que ela comporta. Inclusive déficit habitacional, questões do meio ambiente, entre outros. Esses são alguns temas que precisamos abordar no Pdot. E para isso, precisamos da participação da população”, afirmou a secretária executiva de Planejamento e Preservação (Seplan), Giselle Moll.

Desafios

Um exemplo de desafio levantado pela equipe é o déficit habitacional de 108.316 domicílios para atender a população no DF. Nesse caso, Ceilândia se destaca como a região administrativa de maior déficit absoluto, com 14.937 domicílios.

Com relação à mobilidade, o levantamento apontou a predominância crescente do uso do transporte individual motorizado. A realidade do DF ainda desfavorece modos sustentáveis, como o transporte coletivo e trajetos feitos a pé e de bicicleta.

Além disso, o DF possui elevada concentração de empregos e renda na sua área central. O Plano Piloto concentra a maior parte dos empregos formais (52,2%) e também a maior parte da massa salarial do Distrito Federal (74,7%).

Na semana passada esse levantamento foi apresentado à Comissão de Governança, constituída pelo Decreto n° 41.004/2020 e que faz parte da estrutura de revisão do Pdot.

No dia 23 de setembro esse mesmo documento será apresentado ao Comitê de Gestão Participativa (CGP), composto de 34 membros da sociedade civil, também instituído pelo Decreto nº 41.004, como forma de garantir a participação popular desde o início do processo.

Pdot

Como uma cidade pode se desenvolver melhor? Qual o perfil dos seus habitantes? E como esses habitantes querem viver na sua cidade nos próximos anos? Para responder essas e outras perguntas, é preciso ter um plano que oriente o seu melhor desenvolvimento.

Por isso existe o Pdot, revisado a cada década para atualizar as diretrizes do planejamento territorial. Afinal, as cidades são dinâmicas e passam por constantes mudanças. E o DF de hoje é muito diferente do de dez anos atrás, com novos desafios que a população enfrenta diariamente.

“Estamos em um momento crucial de reflexão sobre a cidade que queremos, com a pandemia e as mudanças climáticas que o mundo está passando. Por isso, é muito importante que a população e a sociedade organizada participem e se engajem nas discussões”, destacou Giselle Moll.

Ao todo, o Plano Diretor contempla oito eixos temáticos para debates: Meio Ambiente e Infraestrutura; Ruralidades; Mobilidade; Habitação e Regularização; Território Resiliente; Gestão Social da Terra; Desenvolvimento Econômico Sustentável e Centralidades; Participação Social e Governança.

O último Plano Diretor para o DF é de 2009 e teve mudanças incorporadas em 2012. A revisão desse normativo, também conhecido como Lei Complementar nº 803, de 25 de abril de 2009, deve ocorrer a cada dez anos, conforme determinação do Estatuto da Cidade.

Confira o cronograma das oficinas temáticas:

Fonte: Agência Brasília 

Titulares de precatórios expedidos em face do DF ou de qualquer de suas autarquias e fundações poderão receber os valores devidos antecipadamente, por meio do Acordo Direto de Pagamento de Precatório.  

O Edital nº 1/2021, com as regras de adesão à sexta rodada do acordo, foi publicado na edição nº 165/2021 do Diário da Justiça/TJDFT, disponibilizada nesta terça-feira, 31 de agosto. 

Neste Chamamento, poderão aderir os credores de precatórios alimentares expedidos até 31/12/2020 e credores de precatórios comuns expedidos até 1º/07/2020.  

O pagamento antecipado é feito após deságio de 40% sobre o valor atualizado do precatório. Quando houver incidência de imposto de renda e/ou de contribuições à seguridade social, conforme cada caso, a dedução é feita após aplicação do deságio.    

O prazo para aderir à conciliação inicia em 1º de setembro e encerra em 1º de outubro. A proposta de adesão é feita por meio de formulário eletrônico, diretamente pelo interessado ou por meio de procurador ou advogado, no endereço www.acordoprecatorio.pg.df.gov.br 

Desde 2018, quando iniciou essa modalidade de pagamento de precatórios no DF, já foram pagos mais de R$ 310 milhões de forma antecipada a pouco mais de 6.600 credores. No mesmo período, o DF economizou quase R$ 220 milhões.  

Nesta sexta rodada, a proposta de acordo alcança pouco mais de 65 mil credores, dos quais aproximadamente 38 mil foram emitidos no ano passado e têm, agora, a oportunidade de aderir ao acordo. Vale lembrar que, para aderir ao Acordo, o precatório não pode ter sido cedido a terceiros, total ou parcialmente, ou apresentado em processo de compensação.

Fonte: PGDF

O Polo Central Adjacente III do GDF Presente está concentrando os trabalhos na Asa Sul nesses dias para fazer a limpeza das bocas de lobo, por causa da proximidade das chuvas. O serviço já começou com a retirada de 33 toneladas de terra, entulhos e folhas de 79 bocas de lobo da região.

O trabalho ajuda a prevenir possíveis alagamentos e até inundações, situações que ocorrem geralmente quando as bocas de lobo estão entupidas por causa de lixo descartado nas ruas.

O serviço é minucioso. Para a retirada de toda a sujeira, as bocas de lobo são abertas, limpas e depois recebem um jato de água de alta pressão do caminhão-pipa, que é essencial para a retirada de materiais que porventura ainda possam estar incrustados nos equipamentos que protegem os bueiros.

Força-tarefa

Nas quadras 500, 700 e 900, o foco dos trabalhos foi o recolhimento de galhos e folhas. A força-tarefa reuniu 96 homens do Polo Central Adjacente III e trabalhadores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e de reeducandos da Secretaria de Administração Pública do Distrito Federal (Seap-DF).

Nesta época do ano, as folhagens caem naturalmente das árvores e cobrem os gramados da cidade. Essas folhas também chegam às calçadas e pistas. Com isso, elas podem acabar abrigando bichos peçonhentos, como aranhas, escorpiões e vespas. Além disso, existe o risco de as pessoas derraparem e sofrerem quedas, principalmente as mais idosas.

O Polo Central Adjacente III do GDF Presente começou também a retirada do mato e folhagens que insistem em brotar nos canteiros centrais, como no viaduto do Setor Policial Sul, que fica no final da Asa Sul.

A pintura dos meios-fios não foi esquecida. Do balão do aeroporto, passando pelo Eixão e eixinhos Sul, até o Eixo Monumental, os meios-fios receberam pintura nova.

Na W3 Sul, os trabalhos foram direcionados também para a limpeza das calçadas. Ao longo das quadras 506 até a 516, as equipes fizeram um pente-fino para a retirada de restos de concreto, pedras e outros materiais usados nas obras de construção das novas calçadas, que ficaram pelo caminho. Confira o vídeo das ações do GDF Presente:

“O Polo Central Adjacente III do GDF Presente está empenhado em cumprir a determinação do nosso governador, Ibaneis Rocha, de realizar as obras e serviços para a melhoria da cidade. Neste primeiro momento, estamos trabalhando na Asa Sul, mas vamos também para a região da Asa Norte”, disse o coordenador do polo, Alexandro César.

A presença do GDF Presente faz a diferença, qualquer que seja a cidade. “As ações do GDF Presente são um reforço fundamental na conservação do Plano Piloto”, afirma a arquiteta e urbanista Gaby Galvão, diretora de Obras da administração do Plano Piloto.]

Fonte: Agência Brasília

A Vila Telebrasília completa, neste sábado(4), 65 anos. Situada às margens da Via L4 Sul, a comunidade tem como cartão de visitas um disputado campo de futebol sintético. Abriga ruas estreitas, diversas esquinas – o que não é comum na capital – e cerca de 5,5 mil moradores.

Um café da manhã organizado pela comunidade marcou a comemoração da data, na Praça da Resistência, a mais conhecida do local. Antigo acampamento onde moravam funcionários de construtoras que ergueram Brasília, a pequena vila hoje está urbanizada e recebe cuidados do Governo do Distrito Federal (GDF). Serviços intensificados ao longo da semana passada.

O programa GDF Presente reuniu um conjunto de órgãos nos preparativos para a festa de aniversário. Novacap, Detran, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Administração Regional do Plano Piloto participaram. As ruas e quebra-molas foram todos sinalizados. Árvores foram podadas e servidores trabalharam reforçando a capina, a limpeza dos parquinhos e de espaços comuns, além das ações de manutenção de vias e do tapa-buracos.

“Foi um grande mutirão para manutenção e conservação dos espaços públicos da vila. Um cuidado especial para o dia”, explica a administradora Ilka Teodoro. Além disso, as sete praças do bairro também estão sendo reformadas por meio de um projeto da Terracap, que investirá R$ 1,2 milhão na empreitada.

Trata-se de espaços que mexem com a memória afetiva da comunidade. A pracinha da Capela São Pedro Nolasco já está de calçadas novas, paisagismo em andamento e bancos de concreto serão logo instalados. Ali, há três décadas, morava o aposentado Geraldo Arão, 64. Com a construção da igrejinha, ele se mudou para outra rua.

Tranquilidade e resistência

A família Arão se instalou em 1976 na Vila Telebrasília e de lá não saiu mais. Geraldo, seus quatro irmãos, e os filhos André (31) e Aline (35) são conhecidos na comunidade. “Eu falo que ter chegado aqui na vila e conseguido fazer minha casa foi como ganhar na loteria”, orgulha-se. “Aqui é muito tranquilo, todo mundo se conhece e foi onde criei meus três filhos”, completa.

A próxima praça da lista é a da Resistência, em frente à residência de Neide Peixoto. A aposentada de 65 anos é popular no bairro, onde desembarcou há 41 anos. “No início, aqui era considerada uma área irregular e os governantes queriam nos tirar. Resistimos nessa praça. Era nela que nos reuníamos e pensávamos em soluções”, explica Neide.

Ela se recorda de como a vila mudou nas últimas quatro décadas. “Quando cheguei junto com meu esposo, era muita poeira e barracos beirando o Lago Paranoá. Parecia uma fazenda”, revela Neide. “Com o passar dos anos, ficou bom demais e somos agradecidos ao governo. Melhor que aqui, só o céu”, arrisca.

Creche será construída

Uma benfeitoria que a população logo receberá é a primeira creche da região. Ela será construída em uma parceria do GDF com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e está em fase de licitação. Caberá à Novacap erguer o espaço infantil que terá investimentos de aproximadamente R$ 4 milhões.

E os cuidados estão em dia no vilarejo onde andar a pé é um hábito. Semanalmente, o Polo Central Adjacente 3 do GDF Presente passa pelo bairro do Plano Piloto.

“Temos feito serviços intensos na região. Cuidando de parquinhos, reformando as calçadas, poda de árvores. E tapamos todos os buracos das pistas. Foram 20 toneladas de massa asfáltica usadas para ‘zerar’ as ruas”, finaliza o coordenador do polo, Alexandro César.

Fonte: Agência Brasília

Uma das praças mais bonitas e conservadas do Distrito Federal, a Praça dos Cristais, localizada em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano (SMU), teve um aumento considerável no número de visitantes. Isso porque o local virou um ponto de vacinação noturno, que funciona na modalidade drive-thru. Com o objetivo de gerar mais segurança para quem opta pela imunização à noite, a CEB Iluminação Pública (CEB Ipes) iniciou a troca de todas as luminárias convencionais por modelos de LED na praça e nas avenidas adjacentes.

O projeto consiste na eficientização de 233 luminárias pelo valor de R$ 212 mil e está sendo executado com recursos da CIP – Contribuição de Iluminação Pública. O presidente da CEB, Edison Garcia, reforça a importância da iluminação pública para a segurança da população. “Os postos de vacinação costumam ter filas e as pessoas precisam se sentir seguras para esperar a sua vez. Pensando nisso, a CEB desenvolveu o projeto e começou a executar a substituição da iluminação antiga por uma mais potente e eficaz”, disse o presidente.

Para o general de Divisão e Comandante Militar do Planalto, Rui Yutaka Matsuda, um dos projetos prioritários do Exército para o Setor Militar Urbano é transformar a área num espaço para que a população possa desfrutar da segurança, limpeza e organização. “A contribuição da CEB está sendo fundamental para este projeto, sendo que a nova iluminação de LED, na Avenida do Exército e na Praça dos Cristais, compõe um ambiente de muito maior percepção de segurança e claridade”, disse Matsuda.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, afirma que a nova iluminação traz muitos benefícios. “Toda a população ganha com esse investimento. Mais segurança, acessibilidade e visibilidade”, disse. Além disso, a conta de energia da região administrativa com o LED reduz em até 40% do valor, necessita de menos manutenção e a lâmpada dura mais tempo.

Frequentadora da Praça dos Cristais, a técnica da área da saúde, Ana Eduardo Bezerra, de 22 anos, afirma que o local ficou ainda melhor. “Essa é uma praça segura, por ser localizada em frente ao Quartel do Exército. Mas quando está escuro fica difícil para os soldados e as pessoas se identificarem. Com a nova iluminação, a praça terá ainda mais segurança”, disse.

As equipes da CEB já concluíram a troca das luminárias da Praça dos Cristais e vão iniciar a eficientização das ruas adjacentes.

Novos canais de atendimento da CEB

A CEB Ipes lançou novos canais de atendimento para a população. Para solicitar manutenção em pontos de iluminação pública no Distrito Federal, o chamado deve ser aberto por meio do call center 155, pelo aplicativo Ilumina DF ou no site www.brasilia.cidadeiluminada.com.br

Vacinação na Praça dos Cristais
O posto de vacinação na Praça dos Cristais funciona das 18h às 22h, de segunda a sexta-feira.

Fonte: Agência Brasília

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) participou da live “Conversa com SLU”, promovida pela Administração Regional do Plano Piloto sobre gestão de resíduos sólidos na região. O evento, realizado nesta sexta-feira (3), no Espaço Conexão, no Shopping Venâncio, foi transmitido ao vivo no Instagram da administração. A live foi apresentada pela administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, e contou com participação do diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, e da diretora de Limpeza Urbana interina, Andrea Almeida. Além disso, lideranças comunitárias da região participaram do encontro.

O objetivo do evento foi esclarecer dúvidas da população sobre a gestão de resíduos e os equipamentos de limpeza no Plano Piloto. A conversa foi aberta à comunidade, que pôde compartilhar experiências e participar – presencialmente ou de forma on-line – com perguntas sobre o tema.

Ao longo da live foram abordados assuntos como coleta seletiva, uso de equipamentos públicos do SLU (papa-entulho, papa-lixo, papa-reciclável e lixeiras), posicionamento de contêineres de prédios residenciais, contêineres de grandes geradores, descarte e coleta de lixo verde, varrição de calçadas, fiscalização e descarte de vidro.

Para o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, a iniciativa da conversa foi muito importante. Segundo ele, o contato do SLU com a população é fundamental. “É muito importante que a comunidade participe mesmo e cobre a gente. Quero agradecer, especialmente, a presença das lideranças comunitárias. Nós estamos aqui para isso, para trabalhar e atender a comunidade. Tenho aprendido muito e sei que podemos fazer muitas coisas. O SLU está à disposição da população”, frisou.

A diretora de limpeza urbana interina do SLU, Andrea Almeida, teve a oportunidade de esclarecer quais são e como a população deve usar os equipamentos públicos do SLU. “Os papa-recicláveis são equipamentos azuis destinados aos nossos recicláveis, como papel, papelão e metal, por exemplo. Nos papa-entulhos a população pode fazer a destinação correta dos resíduos da construção civil, podas, galhadas e volumosos. Inclusive temos um papa-entulho, aqui, no Plano Piloto, que fica na via L4 Sul. Outro equipamento nosso é o papa-lixo, contêiner semienterrado que tem capacidade de receber até 5m³ de resíduos orgânicos e indiferenciados. E temos também as lixeiras públicas. Já são quase 10 mil instaladas em todo o Distrito Federal”, explicou Andrea.

“A gente resolveu fazer a live pois a gestão de resíduos é uma das demandas que mais chegam na nossa administração. Todos esses assuntos são muito importantes e estamos juntos com o SLU e a comunidade por uma cidade mais harmônica, limpa e com qualidade de vida”, destacou a administradora Ilka Teodoro.

O presidente da Associação de Moradores das quadras 700 da Asa Sul, Carlos Cézar, elogiou o evento e ressaltou a importância da comunicação entre governo e sociedade. “Quero agradecer o convite e parabenizar a administração e o SLU. Me lembro quando houve uma vez alteração nos horários da coleta e o SLU passou com carro de som nas quadras distribuindo folhetos. Esse contato e o trabalho de comunicação são muito importantes para melhorar a gestão de resíduos”.

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Maria do Chapéu, moradora pioneira da Vila Planalto, que faleceu nesta sexta-feira, 3/9.


Dona Maria foi das fundadoras do Centro Social, da Creche Comunitária e do Grupo de Idosos. Ela também foi responsável por criar um grupo de mulheres da Vila.


A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Maria do Chapéu nesse momento de dor.

Nesta terça-feira, 31/08, integrantes da Acadêmicos da Asa Norte compareceram à Administração Regional do Plano Piloto para discutir soluções para a agremiação manter suas atividades, uma vez que o Carnaval foi paralisado em virtude da pandemia. A reunião acontece após visita da administradora regional, Ilka Teodoro, à sede da Acadêmicos, ocorrida em agosto, na qual foram identificadas série de ações voltadas à melhoria do acesso ao espaço.

Estiveram na reunião o presidente da Acadêmicos, José Luiz, o vice-presidente, Robson Souza, a produtora da Acadêmicos e do Carnavalesca, Juliana Lima, e o conselheiro fiscal, Tadeu.

O presidente da Acadêmicos da Asa Norte agradeceu a receptividade e a administradora ressaltou a disponibilidade em conceder todo o suporte possível: “Que bom que tivemos essa oportunidade de estarmos juntos e desde já me coloco à disposição”.

O grupo, surgido em 1969, busca alternativas viáveis para dar continuidade às atividades interrompidas com a pandemia além de melhorias para a sede, localizada no Setor de Clubes Sul.

Entre as demandas discutidas estão a criação de projetos que promovam conhecimento sobre o Carnaval e aproximem a comunidade, além do interesse do grupo em se tornar patrimônio imaterial. Foram solicitadas melhorias na iluminação da sede e na urbanização das imediações, apoio no registro como patrimônio e apresentação de ideias para que seja dada continuidade ao trabalho desenvolvido pela Acadêmicos da Asa Norte. 

 

Texto: Ana Luiza Santos – Ascom/RA-PP

Fotos: Emanuelle Sena – Ascom/RA-PP

Clique aqui e confira todas as fotos desta e outras agendas no nosso Flickr.

O governador Ibaneis Rocha afirmou que repudia a depredação na Praça dos Orixás, próxima à Ponte Costa e Silva. A afirmação foi feita durante visita feita ao local na manhã deste sábado (28). Na última quinta-feira (26), uma das esculturas das divindades africanas, a estátua de Ogum, amanheceu incendiada. O caso está sendo investigado como ato de intolerância religiosa pela Polícia Civil do DF.

“Temos aqui no Distrito Federal um ambiente de muita convivência entre todas as religiões. Em vários momentos, principalmente nos processos de regularização fundiária, recebemos representantes de todas elas. Ficamos muito tristes de ver um ato de intolerância religiosa de tamanha gravidade”, afirmou o governador.

Acompanhado do secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e da administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, o chefe do Executivo local disse que os dois órgãos estão trabalhando para a recuperação da imagem queimada.

“Também vamos partir para um processo de revitalização total da Prainha, que já vem sendo estudado pela administração. Fica aqui nosso total repúdio a este ato de vandalismo que ocorreu aqui. A gente espera ter toda essa situação reparada o mais rápido possível ”,disse.

A Praça dos Orixás tem 16 estátuas que representam as divindades africanas. Elas foram feitas pelo artista baiano Tatti Moreno e são as mesmas que flutuam no Dique do Tororó, em Salvador. No ano-novo de 2015, a estátua de Oxalá também foi queimada e, atualmente, uma roupa feita de TNT esconde os estragos na escultura.

Para uma das lideranças do candomblé do DF, Adna Santos, mais conhecida como mãe baiana, a depredação não foi um ato de vandalismo comum, mas trata-se de um caso de “racismo religioso”. “Eles serraram a cabeça da estátua, a penduraram na árvore e colocaram fogo no corpo”, disse. “Respeita meu axé que eu respeito sua fé”, pediu.

Fonte: Agência Brasília

A campanha "Vem Brincar Comigo" está de volta para trazer solidariedade para as crianças do nosso Distrito Federal.

O objetivo desta ação é fazer o Dia das Crianças mais feliz. Para que isso seja possível, entre os dias 30 de agosto e 30 de setembro serão arrecadados brinquedos e livros infantis nas Administrações Regionais, Batalhões do Corpo de Bombeiros, Palácio do Buriti e anexo, Secretarias e demais órgãos do GDF, bem como na sede da Defesa Civil do DF. Cada brinquedo ou livro doado cumprirá sua função social levando esperança para as crianças de todo o Distrito Federal.
 
Vale ressaltar que doação não é descarte. Portanto, antes de fazer sua doação verifique se os brinquedos e livros estão em condições de serem utilizados. Ainda, se possível, higienize os brinquedos e acondicione em sacolas plásticas transparentes para facilitar a identificação.     

Cuidar das nossas crianças é cuidar do nosso futuro. Faça você também a diferença! 

*Com informações da Subchefia de Política Sociais e Primeira Infância da Governadoria.

Conforme publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (30), nesta semana a Administração Regional do Plano Piloto, ao lado da Secretaria de Cidades, anuncia a terceira etapa da ampliação dos pontos de iluminação pública no Setor Hoteleiro Sul.

Nesta fase, foram investidos R$ 775.776,00. O deputado distrital Roosevelt Vilela direcionou metade dos recursos para a execução do projeto e a outra metade partiu da Administração Regional do Plano Piloto.

Segundo a administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, os esforços para continuidade da obra foram no sentido de ampliar com a maior brevidade possível a iluminação do local, considerando a importância do Setor Hoteleiro Sul para o turismo, a economia e a manutenção da cidade, especialmente da área central.

Nesta sexta-feira (3), a partir das 9h30, a Administração Regional do Plano Piloto e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) vão promover um debate sobre gestão de resíduos e equipamentos de limpeza no âmbito do Plano Piloto, Museu da Limpeza Urbana (MLU) itinerante, no Shopping Venâncio.

berta à comunidade, a conversa poderá ser acompanhada tanto presencialmente como de forma on-line, pois será transmitida pela página da administração regional no Instagram. O público poderá participar com perguntas, tendo a chance de esclarecer todas as dúvidas sobre os temas em questão.

Serviço
Evento: Conversa com SLU
Data: 3/9 (sexta-feira), às 9h30
Local: Museu do SLU, no Shopping Venâncio, com transmissão no Instagram

Após a conclusão das reformas do Setor Hospitalar Sul e no Setor de Rádio e TV Sul, o Governo do Distrito Federal (GDF), agora, trabalha na requalificação do Setor Comercial Sul (SCS). Na quadra 3, a Praça do Povo é um dos locais onde os trabalhos já foram iniciados, frutos de um investimento de mais de R$ 1,5 milhão do GDF e que geram mais de 100 empregos.

A reforma na Praça do Povo marca a primeira vez que o local, inaugurado na década de 70, recebe um serviço de reforma completa. Ao redor da praça, novas calçadas foram feitas, e a parte interior conta com piso completo de placas de concreto vibro prensado (técnica de moldagem das estruturas), além de trechos com marcadores de acessibilidade. “Já completamos cerca de 75% de toda a obra”, afirma a engenheira civil da Secretaria de Obras e Infraestrutura e fiscal da obra, Cláudia Mansur.

A técnica aponta ainda que a reforma, além de proporcionar maior acessibilidade para os frequentadores do SCS, vai beneficiar ainda os amantes da prática esportista do skate. “O projeto tem algumas coisas piramidais, tem várias quinas nas estruturas de cimento, pensando nos eventos e nos skatistas. É um lugar onde vão ter muitos pontos para se divertirem”, destaca.

O projeto da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) para a Praça do Povo prevê ainda um espaço multiúso, com equipamentos urbanos que serão utilizados dia e noite. O objetivo é gerar diversidade e integração com a sociedade. A arquitetura vai permitir ainda a realização de feiras e espetáculos culturais, como shows musicais e peças de teatro.

Outras obras virão

A requalificação da Praça do Povo é apenas um dos projetos urbanísticos que o GDF vai realizar na região, como esclarece o diretor de espaços públicos e qualificação urbana da Seduh, Clécio Nonato Rezende. “O SCS está dentro das estratégias de revitalização das áreas centrais do Plano Piloto. Já estamos tratando de outras intervenções, como na quadra 5, que é um projeto que está quase pronto para ser licitado, além da quadra 4 e a continuação da quadra 3”, conta.

Estima-se que cerca de 150 mil pessoas passem diariamente pelas ruas do SCS. Além do R$ 1,5 milhão que o GDF já aplicou na Praça do Povo, as outras obras de requalificação do setor vão gerar novos aportes. Para o projeto da quadra 5, a previsão de investimento é de cerca de R$ 4,2 milhões.

Já os trabalhos da quadra 4, o governo estuda a possibilidade de realizar a reforma por meio do programa Adote uma Praça. A proposta é buscar a iniciativa privada para financiar a execução dos serviços a exemplo do Setor Hospitalar Sul.

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional do Plano Piloto vem a público repudiar todo e qualquer ato de intolerância religiosa e vandalismo na cidade. 

Lamentamos profundamente o ocorrido no dia de hoje, na Praça dos Orixás,    
declarada patrimônio imaterial do Distrito Federal, onde imagens de orixás foram queimadas.  

A Administração Regional reforça seu compromisso com a preservação dos espaços culturais na cidade e informa que já está tomando as devidas providências para restauração do local, incluindo a reposição das imagens, e para impedir que estes atos de vandalismo e intolerância religiosa se repitam. 

A Polícia Civil do DF já foi acionada para investigar materialidade e autoria, bem como será solicitada a instalação de vigilância. 

A Administração conclama toda a comunidade para o combate à intolerância religiosa e defesa da preservação do patrimônio público, denunciando atos dessa natureza no DF.

A partir do dia 1º de setembro, a rede pública de saúde do Distrito Federal começará a disponibilizar medicamentos de prevenção ao HIV. O remédio de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), que atualmente só pode ser prescrito pela rede privada, poderá ser retirado nas Unidades Dispensadoras de Medicamentos de antirretrovirais (UDM).

A mudança ocorre após o Ministério da Saúde eleger o DF como uma das unidades federativas piloto do Projeto “PrEP na Saúde Suplementar”. A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV.

“Com essa disponibilidade para o setor privado, a oferta da PrEP irá aumentar, beneficiando mais pessoas. É um avanço importante para as estratégias de prevenção ao HIV. No Distrito Federal, o atendimento e a dispensação para PrEP no SUS estão disponíveis no Hospital Dia, no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e a partir de 1º de setembro na Policlínica de Taguatinga. A dispensação dos medicamentos da PrEP prescritos por médicos da rede privada estará disponível nas UDM da Policlínicas de Taguatinga, do Lago Sul, de Ceilândia e na Farmácia Escola do HUB, a partir de 1º de setembro”, explica a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Beatriz Maciel Luz.

A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV consiste no uso de antirretrovirais (ARV) para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. Essa estratégia mostrou-se eficaz e segura em pessoas com risco aumentado de adquirir a infecção. A PrEP faz parte das estratégias de prevenção combinada do HIV.

Dentro do conjunto de ferramentas da prevenção combinada, inserem-se  também: testagem para o HIV; Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP); uso regular de preservativos; diagnóstico oportuno e tratamento adequado de infecções sexualmente transmissíveis (IST); redução de danos; gerenciamento de vulnerabilidades; supressão da replicação viral pelo tratamento antirretroviral; imunizações.

“No Brasil, a epidemia de HIV/Aids é concentrada em alguns segmentos populacionais que respondem pela maioria de casos novos da infecção, como gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas trans e profissionais do sexo. Além disso, destaca-se o crescimento da infecção pelo HIV em adolescentes e jovens”, explica a gerente.

De acordo com Beatriz, além de apresentarem maior risco de adquirir o HIV, essas pessoas frequentemente estão sujeitas a situações de discriminação, sendo alvo de estigma e preconceito, o que aumenta, assim, sua vulnerabilidade ao HIV/Aids.

“Para esses casos, a PrEP insere-se como uma estratégia adicional de prevenção disponível no SUS, com o objetivo de reduzir a transmissão do HIV e contribuir para o alcance das metas relacionadas ao fim da epidemia”, afirma.

Fluxo

Para a prescrição da PrEP, o profissional será cadastrado no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos Antirretrovirais (Siclom) pelo farmacêutico da Unidade Dispensadora de Medicamentos (UDM), portanto, o nome e CRM deverão estar legíveis. Cabe ao profissional que prescreve acompanhar com o usuário a marcação das consultas de forma a garantir a continuidade do cuidado, da oferta dos medicamentos e do cumprimento da regularidade da testagem para HIV.

O usuário deverá comparecer a uma das UDM e entregar os documentos. Além disso, cumprir o prazo de até sete dias após a realização do teste rápido para HIV ou anti-HIV laboratorial (com resultado não reagente) para retirar a PrEP na UDM (preferencialmente o mais breve possível).

Caso o usuário perca o prazo acima, ele deverá realizar novo teste e apresentá-lo ao médico prescritor para preenchimento de novo formulário. O usuário também deve atentar-se para não perder os prazos das consultas de seguimento de forma a garantir a continuidade da PrEP sem interrupção por falta de medicamentos. Depois, basta retirar os medicamentos preferencialmente na UDM onde foi inicialmente cadastrado.

A PrEP não é para todas as pessoas. Ela é indicada para aquelas que têm maior risco de entrar em contato com o HIV.

* Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

A cada dois anos, a população e os trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) têm a oportunidade de avaliar e sugerir mudanças para aprimorar a política de assistência social do Distrito Federal. Todas as contribuições são debatidas e apresentadas nas Conferências Regionais de Assistência Social do DF, entre os dias 16 de setembro e 7 de outubro. As inscrições começam a partir desta segunda-feira (30).

Os encontros vão ser on-line, como medida para prevenir a disseminação da covid-19, abertos aos usuários residentes nas regiões administrativas abrangidas pela respectiva conferência regional e aos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas) que atuam nas unidades da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e instituições localizadas nessas regiões.

Para participar, basta preencher e enviar o formulário que vai ficar disponível no site da Sedes a partir de segunda-feira (30). São sete conferências regionais com 80 participantes por região, onde ocorrem discussões dos cinco eixos temáticos. Ao final, são produzidos documentos com as contribuições dos participantes que servem de base para a XIV Conferência Distrital de Assistência Social, marcada para o dia 21 de outubro.

“As conferências regionais avaliam a política atual, analisam os avanços, desafios e as dificuldades para a construção e a consolidação do Suas em cada região administrativa; além de indicar propostas para o aperfeiçoamento da política em âmbito distrital. Também são indicadas propostas para Conferência Nacional de Assistência Social”, reforça a subsecretária de Assistência Social da Sedes e presidente do Conselho de Assistência Social do DF (CAS-DF), Kariny Alves.

Eixos temáticos

Os participantes das conferências regionais são divididos em grupos para discutir cinco eixos temáticos: a proteção social não contributiva e o princípio da equidade como paradigma para a gestão dos direitos socioassistenciais no enfrentamento das desigualdades; financiamento e orçamento como instrumento para uma gestão de compromissos e corresponsabilidades dos entes federativos para garantia dos direitos socioassistenciais; controle social: o lugar da sociedade civil no Suas e a importância da participação dos usuários; gestão e acesso às seguranças socioassistenciais e articulação entre serviços, benefícios e transferência de renda como garantias de direitos socioassistenciais e proteção social; e atuação do SUAS em situações de calamidade e emergências.

Essa divisão em grupos facilita o debate e garante que todos os temas sejam debatidos de forma igualitária. Confira as datas das Conferências Regionais de Assistência Social do DF 

REGIÃO ABRANGÊNCIA DATA

1 CENTRAL E CENTRO SUL Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Varjão, SIA, SCIA-Estrutural, Núcleo Bandeirante, Park Way, Guará e Candangolândia 16/9/2021
2 REGIÃO LESTE São Sebastião, Jardim Botânico, Itapoã, Paranoá 21/9/2021
3 REGIÃO NORTE Sobradinho II, Sobradinho, Fercal e Planaltina 23/9/2021
4 REGIÃO SUDOESTE Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Samambaia. 28/9/2021
5 REGIÃO CENTRO-OESTE Vicente Pires, Taguatinga, Águas Claras e Arniqueiras. 30/9/2021
6 REGIÃO OESTE Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia 5/10/2021
7 REGIÃO SUL Gama e Santa Maria 7/10/2021

Quem pode participar:

– Representantes do governo
– Dirigentes ou representantes de entidade de assistência social inscrita no CAS-DF
– Trabalhadores que atuam na política de assistência social
– Usuários e beneficiários dos serviços socioassistenciais
– Convidados
– Observadores (estudantes, estagiários e entusiastas no assunto)

* Com informações da Sedes

Fonte: Agência Brasília

No próximo domingo (29), o Lago Paranoá estará em festa para celebrar a retomada da tradicional Procissão Náutica de Dom Bosco, que desde 2011 não é realizada. Na programação, está prevista também a missa campal em homenagem ao copadroeiro de Brasília.

A Procissão Náutica de Dom Bosco celebra os 138 anos do sonho do padre italiano e dez anos de operações da Capitania Fluvial de Brasília. Foi no século 19 que Dom Bosco teve a visão de que uma nova e revolucionária civilização nasceria no local onde Brasília foi construída, às margens de um lago, de onde jorrariam leite e mel.

Para a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, a retomada da procissão é um momento único para a história e o desenvolvimento da cidade. “O nosso governo está resgatando não apenas a Procissão Náutica de Dom Bosco, mas também a história da nossa cidade”, afirma.

Para a secretária, é o resgate também do turismo náutico, “valorizando o nosso querido lago, que é um patrimônio, e queremos, cada vez mais, que a população possa desfrutar, que empresas possam gerar emprego e renda, e que os turistas possam conhecer e saber que o Paranoá é o maior lago artificial do mundo”, afirma a secretária.

A procissão terá início às 8h, com uma carreata que sairá do Santuário São João Bosco (702 Sul) até a Ermida Dom Bosco (QL 28 do Lago Sul). Em seguida, acontecerá a missa campal na Ermida Dom Bosco, com início às 10h. A saída da procissão náutica, com embarques no deck da Ermida Dom Bosco, está prevista para às 12h.

O cortejo náutico passará pela Ponte JK por volta das 13h30, retornando para a Ermida Dom Bosco às 14h. A dispersão das embarcações está programada para as 15h30. A etapa seguinte será uma carreata da Ermida até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante), onde o evento será encerrado com uma missa às 18h.

O evento é uma realização da Secretaria de Turismo (Setur), com o apoio institucional da Secretaria de Governo (Segov), o suporte logístico da Marinha do Brasil e a participação do Brasília Ambiental e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema).

Conta ainda com a parceria da Arquidiocese de Brasília; Salesianos; Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília (Asbranaut); Federação Náutica de Brasília (FNB) e Sindicato de Clubes e Entidades de Classe Promotoras de Lazer e Esportes do Distrito Federal (Sinlazer).

Programação:

8h: Saída da carreata do Santuário São João Bosco (Asa Sul) até a Ermida Dom Bosco (Lago Sul);
10h: Missa Campal na Ermida Dom Bosco;
12h: Saída da Procissão Náutica de Dom Bosco, a partir do deck da Ermida Dom Bosco;
13h30: Passagem pela Ponte JK;
14h: Retorno para Ermida Dom Bosco;
15h30: Dispersão das embarcações na Ermida Dom Bosco;
16h30: Carreata da Ermida de São João Bosco até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante);
18h: Missa na Paróquia São João Bosco.

*Com informações da Secretaria de Turismo do DF

Fonte: Agência Brasília

As equipes do GDF Presente estiveram no Plano Piloto na semana passada e se concentraram na manutenção e limpeza de bocas de lobo e na reposição de grelhas no centro da capital da República. A ação é um preparativo para a chegada das chuvas, previstas para meados de setembro.

O Polo Central Adjacente III iniciou as atividades no viaduto entre a W3 Norte e Sul; SGAS 901, nas imediações do estacionamento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF); na SGAS 912, próximo aos colégios Sigma e Santo Antônio. O trabalho, no entanto, vai se estender para outros pontos com tradição no acúmulo de águas pluviais. A ideia é deixar tudo bem limpo para ajudar na drenagem das vias.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, lembra a importância da realização desses serviços para garantir mais comodidade para a população. “São serviços que previnem acidentes e contribuem para a manutenção da cidade bem cuidada, limpa e segura”, resume.

As grelhas – que funcionam como um filtro, permitindo o escoamento da água das ruas – estão sendo trocadas. Além da limpeza das bocas de lobo, em muitos casos os servidores estão trocando as grades danificadas ou furtadas. “O furto de grelhas está aumentando no DF em uma velocidade muito grande. Essas maiores custam, cada uma, cerca de mil reais”, explica Edivaldo Oliveira do Amaral, chefe da seção de Manutenção de Redes de Drenagem da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

Amaral destaca que o furto desses equipamentos é um problema maior pois, além de evitar que a sujeira siga para rede de águas, as grelhas são componentes fundamentais para a segurança da população. “Com ela no lugar, a gente evita acidentes para pedestres, corredores, ciclistas, crianças e até bichinhos de estimação. Com a grelha no lugar, não há buraco aberto via pública”, detalha.

Somente em 2021, a Novacap já repôs 300 tampas e grelhas padrões (que são menores). Um prejuízo de mais de R$ 150 mil. O custo estimado destes equipamentos menores é de R$ 500 a unidade.

Reparos

GDF Presente está atento ao problema. Levantamento feito pelo Polo Central Adjacente III identificou mais de 70 grelhas em bocas de lobo precisando de reparos ou de substituição, somente no Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e W3 Sul. “Desse total, mais de uma dúzia já foram consertadas ou substituídas. E as outras estão programadas para a gente ir consertando”, informa Alexandro César, coordenador do polo. 

Fonte: Agência Brasília

E se a Catedral Metropolitana de Brasília ficasse no meio da Praça dos Três Poderes ou a torre do Congresso fosse uma só com detalhes em alto relevo na parede externa? E se o Palácio do Planalto trocasse de lugar com o Superior Tribunal Federal ou a cúpula da Câmara dos Deputados tivesse a forma da casca em concreto armado localizado no Setor Militar Urbano?

Todas essas possibilidades foram imaginadas e esboçadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer antes de apresentar o projeto definitivo da nova capital brasileira ao presidente Juscelino Kubistchek, no final dos anos 1950. Quem conta essa história é o pioneiro mineiro, Gervásio Cardoso de Oliveira Filho, 78 anos.

Ele foi estagiário de Niemeyer durante as construções dos primeiros edifícios da capital e detentor de 14 traços que revelam as transformações sofridas no projeto original do Congresso Nacional. Os rascunhos datam de 1957 e até agora estavam inéditos para o público. “É a Brasília que ninguém viu”, brinca o arquiteto, que guardou esse segredo histórico por 44 anos.

“São obras que revelam o processo criativo de Oscar Niemeyer, a evolução de cada ideia até chegar ao projeto original de uma obra”, conta Gervásio, que doou o material para o Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF). Os esboços irão compor a coleção Projeto Pioneiros, novo programa da instituição arquivística.

Dividido em duas linhas de pesquisas, o Projeto Pioneiros visa resgatar, além de divulgar, a história da construção, inauguração e consolidação de Brasília por um olhar mais romântico e mais humano, que foge dos registros oficiais.

“O Arquivo Público é a casa da memória do DF, é uma instituição que tem a vocação, missão de guardar a história dos protagonistas que fizeram parte da história desta cidade”, comenta o historiador do órgão, Elias Manoel da Silva, há 17 anos servidor do espaço.

Na etapa, Olhar Pioneiro, serão recolhidos registros de fontes diversas como, por exemplo, vídeos, textos e fotografias, sobre o surgimento da nova capital. Noutra fase, intitulada Pioneiros – A História que Ninguém Contou, serão feitas entrevistas que trazem à luz fatos inéditos ou curiosos sobre a história de Brasília.

“O ArPDF entrou em contato com mais de dez pioneiros e estamos nos articulando para buscar essas imagens e as histórias inéditas que eles têm para contar. São pessoas que estiveram à margem ou não tiveram tanto espaço midiático quanto as grandes figuras do início da cidade, mas que merecem e devem ter seus feitos imortalizados porque também fazem parte dessa história”, avalia o superintendente do espaço, Adalberto Scigliano.

Encontros históricos

A primeira vez que Gervásio Cardoso ouviu falar sobre a construção de Brasília foi na escola, no final dos anos 1950, em Patos de Minas. Ele tinha 16 anos e a partir da inusitada notícia começou a traçar os destinos de sua vida profissional, intrinsecamente, ligada com a capital do país.

O pioneiro não esconde as lágrimas quando se lembra do episódio. “A professora nos disse que tinha se hospedado na cidade o arquiteto que estava planejando a nova capital do Brasil”, recorda. “Aquilo mexeu com a minha cabeça, me interessou de tal forma que falei para o meu pai que eu queria ser arquiteto”, conta ele, que já gostava de fazer alguns rabiscos.

Quando menos esperava, lá estava ele no coração do Planalto Central, no meio de um dos canteiros de obras da Esplanada, trazendo debaixo do braço uma caricatura de Oscar Niemeyer. O ano? 1959. Meses depois, já integrava a equipe de urbanismo e arquitetura do ídolo, colaborando com esboços e desenhos de prédios.

“Ele me recebeu da maneira mais carinhosa possível, olhou com atenção os desenhos, perguntou se eu gostava de desenhar, se queria aprender e mandou alguém trazer uma prancheta”, lembra Gervásio Cardoso.

Quase duas décadas depois, em meados dos anos 1970, depois de se formar na Universidade de Brasília (UnB) e passar temporada de um ano na França, o pupilo voltaria a se encontrar novamente com o mestre em Brasília. Agora experiente na profissão, recebeu a incumbência de dar sequência ao projeto de construção do anexo do Senado Federal e colaborou na finalização do edifício do Palácio da Justiça.

Foi mais ou menos nessa época, em 1977, que recebeu de presente os 14 rascunhos das ideias que teve para o Congresso Nacional com a simples dedicatória: “Para Gervásio, com um abraço de Oscar Niemeyer”. “Só de ele ter concordado que eu desenvolvesse um projeto dele, era a maior prova de que confiava em mim”, diz, orgulhoso.

Cerzindo história

Moradora há 51 anos da Vila Planalto, a paraense Icila Damasceno de Sena, 87 anos, tem muitas histórias para contar sobre os primórdios da construção de Brasília. Chegou aqui com o pai, o militar paraense Antônio Pereira Damasceno, que acabou se tornando um dos primeiros fotógrafos da nova capital.

Tal qual o mineiro Gervásio Cardoso, a família logo aprendeu a importância de registrar os fatos que a cercava. Afinal, não era todo dia que uma cidade nascia do nada bem diante dos olhos. Uma urbe, diga-se de passagem, que estava sendo projetada para ser a nova capital do país. Como o pai era fotógrafo, tudo ficou mais fácil.

“Ele era militar, tinha organização e anotava tudo que registrava com sua câmera. Nos ensinava a valorizar o resgate da memória das pessoas, dizia que era história”, comenta a pioneira, uma das primeiras moradoras da Candangolândia. “Quando ele veio trabalhar na Novacap, morava nos alojamentos; quando ganhou a casa, fez uma placa com os dizeres: ‘Retiro do Damasceno’. Depois fomos para uma casa na W3 Sul”, diz.

Entre as preciosidades que a família reservou para o Projeto Pioneiro, do ArPDF, estão imagens do antigo Rio Paranoá, antes de virar o lago, além de experiências como uma das primeiras cerzideiras de Brasília, atendendo uma clientela de peso, formada por presidentes como Costa e Silva, João Figueiredo e, veja só, até Fernando Henrique Cardoso. “Eu cerzia muito, tinha muito serviço”, destaca.

Fonte: Agência Brasília

O processo seletivo para as vagas não preenchidas no primeiro processo eletivo do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), ocorrido entre os meses de fevereiro e maio, terá início neste mês. As inscrições serão abertas a partir do dia 23 de agosto e poderão ser feitas até o dia 15 de setembro.

O edital com as regras e os prazos foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal, desta sexta-feira (13). Como no primeiro  processo seletivo, toda a tramitação ocorrerá de forma virtual em função da pandemia.

No total, seis vagas poderão ser preenchidas. São elas: Entidades de caráter associativo ou sindical representantes dos praças da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) – 1 vaga; Entidades ou organizações da sociedade civil –  2 vagas; Núcleos de estudo e grupos de pesquisa – 1 vaga; Conselhos comunitários – 2 vagas.
 
“Daremos continuidade ao processo de escolha dos membros do Conselho e, para melhor efetividade dos trabalhos, precisamos do envolvimento de todas as entidades previstas. Não haverá nenhum prejuízo quanto ao formato escolhido, que será on-line, pois os critérios de escolha e desempate estão bastante claros na portaria que define as regras de escolha. Além disso, seguirá o mesmo formato do primeiro processo realizado”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

Nesta segunda-feira (16), a primeira fase do processo já é iniciada, de acordo com o calendário eleitoral. Desta forma, até o dia 20 de agosto, ocorre o processo de impugnação do edital.

O pedido de inscrição no processo eleitoral deve ser realizado por meio eletrônico, conforme calendário eleitoral previsto. Não serão aceitos pedidos de inscrição apresentados fora do prazo ou dos meios previstos pelo edital.

Uma das finalidades do Condisp é propor diretrizes para políticas públicas de segurança pública e defesa social. Além disso, é responsável pela realização de estudos e ações com objetivo de aumentar a eficiência na execução da política distrital de segurança pública e na prevenção e repressão da violência e criminalidade. As reuniões do Conselho são bimestrais e o calendário com as datas dos encontros já está definido
 
Sobre o Condisp

O Condisp é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP, previsto na Lei Federal n.º 13.675, de 11 de junho de 2018, e na Lei Distrital n .º 6.430, de 19 de dezembro de 2019. Sua natureza é consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a Política de Segurança Pública do Distrito Federal, com a participação de órgãos públicos, entidades de classe e sociedade civil.
 
Além disso, a instalação do Condisp, juntamente com a implementação da Política Distrital de Segurança Pública e o funcionamento do Fundo se Segurança Pública do DF, constituem contribuições do Distrito Federal à necessidade de o Estado brasileiro fazer cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável(“ODS”), iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas, que consolida conjunto de 17 objetivos e 169 metas que 193 países acordaram após dois anos de discussão e que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2016.
 
Formado por um representante titular e o respectivo suplente dos seguintes órgãos, associações, sindicatos e entidade da sociedade civil:

Secretaria de Estado da Segurança Pública do Distrito Federal – SSP/DF;
Polícia Militar Do Distrito Federal – PMDF;
Polícia Civil Do Distrito Federal – PCDF;
Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal – CBMDF;
Departamento de Trânsito do Distrito Federal – DETRAN/DF;
Casa Civil do Distrito Federal – CACI/DF;
Secretaria de Estado de Educação – SEDF;
Secretaria de Estado de Saúde – SES/DF;
Defesa Civil do Distrito Federal.

Acesse a regulamentação e os documentos para inscrição nos links abaixo:

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO 2º processo eleitoral Condisp

Portaria 110 de 27_07_2021 Disciplina o processo de eleição para a composição do CONDISP

* Com informações da SSP/DF

Durante toda a semana foram prestados serviços de consultoria aos ambulantes e microempreendedores que se dirigiram ao ônibus do Sebrae, que esteve ao longo da semana estacionado no Setor Comercial Sul (SCS) para atendimento. A 1ª Semana de Sensibilização dos Ambulantes é fruto de uma parceria entre a Administração Regional do Plano Piloto e o SEBRAE e contou com a presença de uma consultora e o apoio da equipe da Coordenação de Desenvolvimento da RA-PP para realização dos atendimentos, tais como formalizações, emissão de declarações e boletos, incentivo ao microcrédito, entre outros serviços.

Danilo Diniz, gerente de desenvolvimento econômico da Coordenação de Desenvolvimento, ressaltou os objetivos da ação planejada para atender os ambulantes do Setor Comercial Sul. “Trouxemos o caminhão itinerário do SEBRAE com o intuito de formalizar o maior número de ambulantes possível, oferecendo a eles seus direitos e obrigações como microempreendedor individual. ”, disse.

Sandra Estrela, consultora do SEBRAE, ressaltou a importância da Semana de Sensibilização para incentivar o incentivo e melhoria das atividades dos ambulantes e microempreendedores. “Entre outros serviços, oferecemos o acesso ao crédito, informações de acesso ao crédito. Muitos empreendedores, principalmente os ambulantes não têm essas informações, então aproveitamos para dar essas informações para crescerem e ampliarem seu negócio”.

Antonio Marcos, ambulante, atuante no SCS, foi atendido no ônibus do SEBRAE e aprovou a iniciativa sugerindo, inclusive, que seja algo frequente: “Achei muito legal, fiz meu cadastro de microempreendedor e gostaria que [a ação] continuasse na semana, o mês direto, porque às vezes a gente quer imprimir um boleto e não temos, e o caminhãozinho uma vez por semana ou uma vez por mês fica bem melhor pra gente.”, contou ele.

 

Foto: Xocolate Magalhães/ASCOM-RA-PP

Texto: Ana Luiza Santos/ASCOM-RA-PP

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue ampliando a sua malha viária de ciclovias e pretende licitar, ainda em 2021, mais 130 quilômetros de novas pistas. Atualmente, existem 586,5 quilômetros de ciclovias na capital, o que coloca o Distrito Federal como segunda unidade da federação com maior extensão em pistas seguras para ciclistas.

Com os novos quilômetros que serão licitados, o governo pretende ampliar a malha viária e integrar as existentes em todo o DF. Desde 2019, mais de 140 quilômetros de pistas novas foram construídas.

“Dentro desse projeto enxergamos a necessidade de integrar as ciclovias existentes. Temos diversos projetos para as Regiões Administrativas, inclusive construir 30 quilômetros de ciclovias em Samambaia. Vamos ampliar toda a malha viária do DF”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro.

Antes mesmo de a licitação sair do papel, o GDF tem dado atenção às ciclovias. Estão em execução, por exemplo, pistas para bicicletas em Arniqueira e no Itapoã. A primeira será integrada ao Parque Ecológico do Areal, com uma extensão de 2,4 quilômetros e previsão de entrega para o próximo mês. A outra, próxima à Rota do Cavalo, terá 1,5 quilômetros.

Outras ciclovias foram finalizadas este ano, como a de 14 quilômetros de extensão no Complexo Viário Governador Roriz, na Saída Norte; além de outra de cinco quilômetros, às margens da Avenida W9, no Noroeste.

O Setor de Indústrias de Ceilândia também vai receber esses passeios para ciclistas para melhorar a mobilidade na região, ainda carente de infraestrutura. Recentemente, o governador Ibaneis Rocha inaugurou 4,8 quilômetros de pavimentação no Núcleo Rural Lamarão, local que também recebeu a mesma extensão em ciclovias.

“O GDF tem dado ênfase e importância ao modal cicloviário, incentivando o uso de bicicletas nas nossas vias, ajuda a melhorar o trânsito e traz comodidade e conforto para quem utiliza esse meio de transporte para os deslocamentos. As ciclovias são importantes para fazer ligações entre as regiões administrativas”, explica o Superintendente de Obras do DER/DF, Cristiano Cavalcante.

Adepto do pedal há oito anos, o educador físico Washington Luiz Camargo, de 27 anos, elogia as mudanças já feitas nos trajetos do DF. “Tenho utilizado muito as ciclovias do centro de Brasília. Tanto da L2 Norte como da L4 Sul. As ciclovias melhoraram muito. Antigamente elas não ligavam nada, hoje em dia elas têm uma ligação maior entre elas. Por exemplo, se eu quero sair da Asa Norte e subir para o Lago Norte com mais segurança e sem precisar passar pelo meio do Eixão, há uma ciclovia que liga as duas regiões”, explica.

Também na região Norte, o professor observa que os percursos foram mais bem pensados. “Na Saída Norte fizeram uma ciclovia sem paradas, ou seja, quem está de bike não precisa esperar o trânsito fechar. Ela cruza na lateral do viaduto e segue. Encontraram uma forma de o ciclista não ter que parar para atravessar para o outro lado”, observa Washington.

Planos

O governo, por meio da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), executa o Plano de Mobilidade Ativa 2020, que visa orientar e coordenar ações voltadas à Mobilidade a Pé e à Ciclomobilidade.

O foco do plano é melhorar as infraestruturas de mobilidade para a população que se desloca a pé ou por bicicleta; incentivar a migração dos usuários dos modos motorizados para os modos ativos de deslocamento; e melhorar e fomentar a integração entre os modos ativos e o transporte público coletivo.

A primeira ciclovia do DF foi construída pelo DER-DF em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), em 2006. Com extensão de 12,5 quilômetros, ela liga o Lago Norte ao Varjão, seguindo até a subida do Paranoá. Desde então, o número cresceu e o DF chegou a  586,5 quilômetros, ocupando a segunda colocação do país, atrás somente de São Paulo, que tem 651,9 km de ciclovias/ciclofaixas.

Bicicletas compartilhadas

Neste segundo semestre está prevista para iniciar a operação de bicicletas compartilhadas, que será retomada e operada pela empresa Tembici.

O contrato prevê oferta de 500 bikes distribuídas em 70 estações. Em um primeiro momento elas vão ficar disponíveis nas Asas Sul e Norte, Universidade de Brasília e Sudoeste.

As bicicletas compartilhadas ficarão disponíveis nos locais com maior demanda de usuários, de forma a integrar os deslocamentos dos pedestres com o transporte coletivo. O sistema será uma alternativa de transporte e mobilidade para a população.

O sistema contará com planos que atendem diferentes perfis de uso e todos poderão ser adquiridos via aplicativo no momento de uso ou antecipadamente.

A Secretaria de Transporte e Mobilidade também trabalha em uma licitação para instalação de três mil paraciclos no DF.

A operação DF Livre de Carcaças foi realizada nesta quarta-feira (18) no Plano Piloto. As equipes, sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), estiveram nas Asas Sul e Norte e recolheram oito veículos na região. Com a ação, chega a 683 o número de carcaças retiradas das ruas do DF desde fevereiro de 2020, quando a operação foi lançada.

Além da retirada dos materiais, é feito um trabalho educativo com moradores e comerciantes próximos. Os carros são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER/DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial.

“As equipes conversam com os moradores e explicam a importância de não deixar esses materiais nas ruas, pois incide na sensação de segurança das pessoas que circulam diariamente na região e, ainda, podem ser criadouros do Aedes aegypti, mosquito causador da dengue e outras doenças. Este é um aspecto muito relevante, pois atuamos alinhados às medidas da Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle Para o Enfrentamento de Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, do Governo do Distrito Federal”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

Participam da DF Livre de Carcaças as secretarias Executiva de Cidades e DF Legal, o Departamento de Trânsito (Detran), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), da Secretaria de Saúde. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) também participam da operação.

“A continuidade da operação mostra o comprometimento dos participantes, que desde o início são praticamente os mesmos. Além disso, temos o apoio integral das administrações regionais em que a operação é realizada e também dos representantes do Conselho de Segurança”, ressalta o coordenador dos Consegs da SSP/DF. Marcelo Batista.

DF Livre de Carcaças teve início em fevereiro de 2020 e já foi realizada em Samambaia, Candangolândia, Guará, Sudoeste, Taguatinga, SIA, Plano Piloto, Paranoá, Ceilândia, Águas Claras, Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Sobradinho, São Sebastião, Núcleo Bandeirante, Arniqueira, Riacho Fundo II, Cruzeiro e Planaltina. Também foram contempladas as faixas de domínio do DER, pátios da 15ª e 19ª delegacias de polícia e Setor de Oficinas Sul (SOF).

 

*Com informações da SSP

Fonte: Agência Brasília

No coração de Brasília, pulsa uma região por onde passam 40 mil pessoas diariamente. Localizado em área nobre, centro da capital da República, o Setor de Rádio e TV Sul (SRTVS), um conjunto urbanístico formado por pessoas e edifícios, passou pela primeira grande obra. O Governo do Distrito Federal (GDF) investiu cerca de R$ 4,5 milhões em infraestrutura no local. A reforma será oficialmente inaugurada na manhã desta quinta-feira (19).

Diversas obras e intervenções arquitetônicas foram feitas para recuperar esse patrimônio da capital, com vistas a melhorar o acesso das pessoas e o tráfego de veículos. Foi uma completa reurbanização, que contou com a ampliação e organização dos espaços. Foram criadas novas vagas de estacionamento, alguns quilômetros de calçadas foram construídos ou recuperados e o paisagismo é todo novo, com novas praças e área livres. Iniciada em setembro do ano passado, a reforma do SRTVS gerou mais de 300 empregos.

“As obras proporcionaram melhorias na acessibilidade, organização do trânsito, solução das ocupações irregulares de área pública, estacionamentos e segurança para facilitar o acesso aos estabelecimentos em funcionamento na região”, avalia a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro.

Para Alexandre Lins, operador de áudio, trabalhando há 13 anos em uma emissora de televisão sediada na região, agora é preciso que os cidadãos respondam às benfeitorias com educação. “Temos que fazer a nossa parte e manter esse patrimônio bem organizado. A partir do momento em que houve a reforma do setor, todos precisam contribuir com a conservação”, enfatiza.

Veículos motorizados

O número de vagas para carros e motos foi ampliado. O local passou a oferecer 475 vagas, um aumento de 64% na oferta no estacionamento público. Até então, eram 288 vagas. Os motociclistas também receberam novas vagas e, agora, são 58 locais exclusivos para as motos. Bicicletas também foram lembradas, com a instalação de 36 paraciclos, as estruturas metálicas que permitem apoiar e trancar as bikes com segurança.

“Colocamos cerca de 100 placas no setor, que indicam desde as vagas exclusivas de pessoas com deficiência (PCD) e idosos até as específicas de trânsito”, atesta o chefe do Núcleo de Sinalização Estatigráfica do Departamento de Trânsito (Detran), Rodrigo Salgado Pires.

A partir de agora, o SRTVS passa a ser uma Zona 30. A exemplo do que já ocorre no Setor Hospitalar Sul, a velocidade máxima permitida no local será de 30 quilômetros por hora, medida que vai permitir a humanização do espaço, já que, além dos ciclistas, os pedestres foram priorizados na readequação de espaços.

Cuidado com o pedestre

Foram construídos quase 11 mil metros² de calçadas em concreto. Esses acessos, mais largos, não têm degraus ou obstáculos, facilitando assim o deslocamento das pessoas com dificuldade de locomoção. Os locais de travessia para pedestres também foram melhorados, com uma plataforma elevada, que nivela o asfalto à calçada.

Nas cinco praças, os pisos foram revestidos com placas de vidro prensado, com tons de vermelho, cinza e branco, formando diferentes desenhos. O paisagismo incluiu o plantio de 85 mudas de árvores do cerrado. Todo o espaço recebeu também 46 lixeiras duplas, com capacidade para 60 litros.

“O SRTVS faz parte da história da cidade. Não podíamos fechar os olhos para a situação de completo abandono em que o local se encontrava. Essa reforma trouxe cara nova para a região, estimulando o comércio e o tráfego de bens e pessoas. Estamos trabalhando duro para recuperar todos os espaços públicos do DF”, afirma o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Para a secretária-executiva da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Janaína Vieira, a reforma do setor é “mais uma obra importante a ser entregue para a população, com o objetivo de requalificar toda a região central de Brasília.”

Fonte: Agência Brasília

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Dona Albaniza, moradora pioneira da Vila Planalto, que faleceu nesta terça-feira, 17/8.


Muito querida por toda comunidade, fará muita falta para todos e todas que a conheceram. A Dona Albaniza foi líder comunitária e costureira em Brasília e contribuiu para o desenvolvimento da nova capital ao lado de muitas mulheres que protagonizaram a luta por moradia e outras melhorias na Vila Planalto.


O velório da Dona Albaniza será amanhã, 18/8, no Cemitério Campo da Esperança, na Capela 1, com início às 12:30. O sepultamento será às 15h.


A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Dona Albaniza nesse momento de dor.

 

 

A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) publicou nesta segunda-feira (16), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o edital do chamamento público nº18/2021, que credencia entidades sem fins lucrativos para ocupar espaços públicos sob a sua gestão, desenvolvendo atividades de esporte e lazer, em concordância às políticas públicas da pasta. Serão disponibilizadas áreas na Asa Sul (EQS 102/103 e 114/115), sete salas individuais no Complexo Aquático Cláudio Coutinho e uma no Estádio Augustinho Lima.

De acordo com o cronograma, a sessão pública para entrega das propostas ocorrerá em 2 de setembro, das 10h às 17h. O resultado definitivo da classificação das propostas sai em 5 de outubro. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição com toda a documentação exigida e formalizar a inscrição no protocolo da SEL (Setor Comercial Sul, Quadra 4, Bloco A, 7º andar). As visitas aos locais ocorrerão de 25 a 27 de agosto, com horários específicos para cada endereço e definidos no edital.

“Dentro da maior prioridade na secretaria, que é trabalhar em conformidade com a legalidade e a transparência, nós estamos regularizando todos os nossos espaços públicos internos para serem ocupados com base legal por entidades sem fins lucrativos que tenham atividades nas áreas de esporte e lazer na cidade. Isso faz parte da nossa missão de democratizar o esporte em todo o Distrito Federal”, especifica a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

As propostas deverão conter Registro do Estatuto Social e Ata de Constituição na Junta Comercial do DF ou no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, ou documento aceito pela Receita Federal para expedição do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ); indicação da área pública pretendida; indicação da atividade a ser desenvolvida, com dias e horários de funcionamento; registro no CNPJ; certificado de regularidade perante a Seguridade Social e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS); comprovante de regularidade fiscal junto à Receita Federal e à Secretaria de Fazenda do DF; e comprovante de regularidade de débitos trabalhistas.

 

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Fonte: Agência Brasília

Onde há fumaça, há fogo. O dito popular, no contexto do período de seca mais intensa no Distrito Federal, é um convite para a população ajudar no combate aos focos de incêndios florestais e queimadas irregulares. E a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), que coordena o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), intensifica esse convite.

O objetivo é que os cidadãos alertem o Instituto Brasília Ambiental e o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) ao avistar focos de fogo. “Em 2021, a meta é diminuir o total de área queimada nas Unidades de Conservação (UCs) em relação ao ano passado, quando houve 50% de redução se comparado ao período anterior”, diz o titular da Sema, Sarney Filho.

O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF) do Brasília Ambiental, Pedro Cardoso, explica que, entre agosto e setembro, 99% dos focos correspondem a incêndios ambientais, ou seja, ocorrem de forma acidental, geralmente motivados por queima de restos de podas ou por bituca de cigarro.

“Nesta época de baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas, a propagação do fogo é favorecida. Em contato com material combustível do Cerrado, que é propenso a incêndios, as chamas podem se alastrar rapidamente”, ele explica.

Assim, quem detectar um foco de incêndio pode entrar em contato direto com o Corpo de Bombeiros, pelo número 193. Se houver certeza de que o fogo ocorre em uma UC, o Brasília Ambiental também deve ser informado, por meio do telefone (61) 99224-7202, que funciona 24 horas.

“Pedimos que, se possível, as pessoas mandem mensagem no WhatsApp, enviando a localização, foto e até um breve relato da situação. Isso vai ajudar a dimensionar a equipe e os equipamentos necessários para o combate”, afirma Pedro Cardoso.

De acordo com ele, em caso de dúvidas, a pessoa pode entrar em contato com um dos dois órgãos: “Estamos em linha direta com os bombeiros. Acompanhamos todos os protocolos e o deslocamento de viaturas e juntos realizamos a triagem das informações e definimos os procedimentos adequados”.

O Brasília Ambiental coordena o trabalho de 150 brigadistas florestais que atuam nas UCs, que incluem os parques ecológicos e distritais, frequentados pela população como opção de lazer, e unidades de uso restrito, que servem como reserva ecológica, por exemplo.

A DPCIF conta com três grandes eixos de atuação: Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq); Gestão de Brigada Florestal e Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais nas Unidades de Conservação geridas pelo instituto.

A Brigada Florestal está distribuída em 16 locais, sendo dez bases e seis postos avançados. As bases contam com cinco ou seis profissionais por dia e estão localizadas na sede do Brasília Ambiental, Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), Parque Distrital do Gama, parques ecológicos Águas Claras, Veredinha (Brazlândia), do Cortado (Taguatinga), do Riacho Fundo, Ezechias Heringer (Guará), do Lago Norte e do Paranoá.

Já os postos avançados contam com dois profissionais, diariamente, e estão localizados nos parques ecológicos Três Meninas (Samambaia), Saburo Onoyama (Taguatinga), Olhos d`Água (Asa Norte) e Jequitibás (Sobradinho), além do Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul) e Jardim Botânico de Brasília.

Serviço:

Corpo de Bombeiros Militar do DF: Ligar 193
DPCIF – Instituto Brasília Ambiental: Ligar (61) 99224-7202

*Com informações da Secretaria de Meio Ambiente do DF e do Instituto Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

No lugar do antigo terrão, o formato de um novo campo de futebol já está demarcado no chão. Por enquanto, os únicos “jogadores” em atividade são os operários da obra, mas em breve as ferramentas serão trocadas por bolas e os uniformes não serão de trabalho, e sim de futebol. Sonho antigo dos moradores e frequentadores da Praça Rabelo, na Vila Planalto, a construção do campo de futebol sintético segue a todo vapor.

Para a obra, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu mais de R$ 883 mil via emenda do ex-senador Hélio José. A Secretaria de Obras e Infraestrutura é a responsável por fazer a licitação e fiscalizar o andamento dos trabalhos, que geraram cerca de 60 empregos. Atualmente, os operários estão finalizando os serviços de terraplanagem e construção da base do campo.

“Estávamos nessa briga para construir o campo há mais de 12 anos”, destaca o presidente da Associação de Moradores da Vila Planalto, Vantuil Santana. “Era um campo de terrão, que foi muito frequentado nos anos 1970, mas que depois foi se deteriorando. Estava completamente abandonado”, conta ele, que mora há 54 anos na região.

Juntamente com a iluminação por holofotes, já instalada no local, a Praça Rabelo agora vai ter um campo de 89 metros de comprimento por 54,5 metros de largura, feito de grama sintética. No entorno, será erguido um alambrado de proteção, e o projeto também prevê a construção de calçadas e a inclusão de bancos e lixeiras, para melhorar ainda mais a urbanização do local.

A conclusão da obra vai marcar o renascimento do lazer para os amantes do futebol e também de toda a área da Praça Rabelo. “O futebol na Vila Planalto vai ser reativado, e vai ser muito bom tanto para as pessoas que querem praticar um esporte quanto para o comércio da praça, vai trazer o movimento de pessoas de volta”, explica Vantuil.

O secretário de Obras, Luciano Carvalho, se diz satisfeito com os trabalhos, que contemplam um desejo de toda a comunidade. “Além de oferecermos espaço coletivo adequado para a prática desportiva, vamos reforçar a função social desta importante praça para a comunidade”, afirma.

A administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro, celebra o bom andamento das obras e destaca outros trabalhos que vão ser feitos na Vila Planalto. “Aqui é um espaço muito simbólico e temos tido um olhar supercarinhoso. Vamos começar a recuperar os parquinhos infantis, as praças e em breve colocaremos mais iluminação pública”, afirma.

De acordo com a Associação de Moradores da Vila Planalto, está sendo discutida a formação de uma liga de futebol do bairro, que tomará conta do campo quando ele estiver apto para uso.

* Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

Fonte: Agência Brasília

Nesta segunda-feira, iniciou-se o curso “Boas práticas para servidores comissionados das Administrações Regionais”, realizado remotamente. O curso, voltado para servidores públicos comissionados, é promovido pela Escola de Governo (EGOV).

O curso visa o compartilhamento de vivências, informações e instrução aos servidores sobre melhores práticas de gestão, visando o atendimento das diretrizes governamentais e a melhoria da gestão pública. Participam das aulas online servidores e empregados públicos de órgãos da Administração Direta e Indireta e militares do Governo do Distrito Federal (GDF), especialmente agentes públicos que ingressaram no serviço público pela posse em cargo comissionado, ou seja, que não possuem vínculo com a administração pública do GDF.

A capacitação teve duração total de 20 horas, divididas em módulos, quais sejam: competências das Administrações Regionais, Redação Oficial, Sistema Eletrônico de Informações (SEI) – Módulo: Usar, Fluxo de Processos, Lei Complementar nº 840, de 23/12/2011, Atendimento ao cidadão, Assédio na Administração Pública, Introdução à Nova Lei de Licitações e Contratos.

A abertura do curso se deu com módulo ministrado pela administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, intitulado “Competências das Administrações Regionais”. Durante a explanação, foi abordado o regimento interno das Administrações Regionais bem como as atribuições de cada setor dentro das Regionais.

 

Texto: Ana Luiza Santos – ASCOM/RA-PP

Imagem: Xocolate Magalhães – ASCOM/RA-PP

A Biblioteca Digital (BDI) do Instituto Brasília Ambiental registrou um aumento significativo no número de consultas ao seu acervo. Enquanto em todo o ano de 2020 ocorreram 2.481 consultas, somente no primeiro semestre deste ano já foram realizadas 2.092 consultas. Em todo o ano de 2019, foram 1.579 consultas; em 2018, 1.198 e, em 2017, seu primeiro ano de funcionamento, 297 títulos foram consultados.

Para o bibliotecário da BDI Yuri Guimarães, o crescimento nas consultas revela a importância do acervo e a eficácia do seu funcionamento, sendo uma prova de que o serviço está se consolidando. “A BDI disponibiliza, de forma ágil e eficaz, acesso remoto, simultâneo e ilimitado, ao conteúdo digital completo para consulta de toda sociedade, democratizando o acesso às informações ambientais do DF e auxiliando no processo decisório do instituto”, explica.

Na BDI é possível encontrar textos integrais de legislações, atos administrativos, publicações institucionais, planos de manejo, educação ambiental e estudos ambientais, além de teses, dissertações e monografias dos servidores do órgão. Seu acervo é composto por 4.564 legislações, além de 937 estudos ambientais, 101 obras de conhecimentos gerais e 269 publicações institucionais, totalizando, assim, 5.871 publicações disponíveis ao público.

Bibliotecas virtuais

Para Yuri Guimarães, o caminho digital é certamente uma demanda dos tempos atuais, mas isso não quer dizer que a biblioteca tradicional deva desaparecer. Entre as vantagens do novo modelo estão a questão da sustentabilidade ambiental, com o incentivo ao uso de publicações digitais em detrimento das impressas, a acessibilidade e a economia orçamentária.

“Na maioria dos casos o acesso de usuários de forma simultânea e ilimitada é suportado sem limites geográficos, o que pode implicar em mais acessos e usabilidade do acervo. Não há também a necessidade de compra de vários exemplares de uma mesma obra com o intuito de possibilitar maior uso pelo maior número de usuários ao mesmo tempo”, explica o bibliotecário.

Mas o bibliotecário enfatiza que o modelo híbrido parece ser o melhor caminho a se adotar: uma biblioteca tradicional que ofereça serviços e informação de maneira digital.

“Nada substitui o espaço de encontro, estudo, pesquisa, reflexão e entretenimento de uma biblioteca. Mas são demandas que têm maior ou menor relevância, a depender da tipologia de biblioteca. Uma biblioteca pública, especializada ou universitária, atende a demandas diferentes”, finaliza Guimarães.

Democratização

A Biblioteca Digital é um serviço da biblioteca física do Brasília Ambiental, que funciona na sede da autarquia, na Asa Norte. Foi criada com a missão de sistematizar, processar e disponibilizar informações bibliográficas sobre meio ambiente e recursos hídricos no âmbito do Distrito Federal.

A BDI está disponível 24 horas e pode ser acessada pelo site do Brasília Ambiental; banner na intranet (para servidores do órgão) ou diretamente neste endereço.

* Com informações do Brasília Ambiental

Uma grande ação do GDF Presente contempla o Setor de Diversões Sul do Plano Piloto, próximo ao Conic, importante centro comercial da região central da capital. São melhorias como limpeza total da área, operação tapa-buraco, podas de árvores, pinturas de sinalizações horizontal e vertical, além de higienização, com desratização e dedetização.

“Realmente, era um cenário de abandono, tristeza. Tivemos muito trabalho por aqui. Cada dia há uma ação de melhoria no local”, comenta o coordenador do Polo Adjacente III do GDF Presente, Alexandro Cesar.  A administradora do Plano Piloto, Ilka Soares, reforça: “Acredito que o trabalho em conjunto terá impacto muito positivo na segurança e no cotidiano dos que transitam pelo local”.

Cerca de 60 homens trabalharam em atividades coordenadas, envolvendo parceiros das equipes da Administração Regional do Plano Piloto, Novacap, Secretaria de Governo (Segov), Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), Detran, Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e Serviço de Limpeza Urbana (SLU). A partir de visitas técnicas, os trabalhos são planejados e depois executados.

“Esse trabalho de educar a população sobre os trabalhos de inspeção e dedetização de um ambiente é rotina da Dival”, explica a agente sanitária Lucimara Serrão. Cinco agentes da diretoria atuaram na desratização do local com o uso de produtos químicos nas bocas de lobo e bueiros.

Imagem transformada

As açõse se estenderam também na parte de trás do centro comercial Conic, com operação tapa-buraco envolvendo 13 homens ao longo de três dias. Ao todo, foram usadas 21 toneladas de massa asfáltica no estacionamento. Depois de uma limpeza geral com jatos d’água – inclusive nas escadas que dão acesso ao Setor Hoteleiro Sul, calçadas e meios-fios -, toda a área ganhará nova sinalização horizontal.

Funcionária de uma das lojas de doces do setor, Pamela Rodrigues Santos, 32 anos, agradece a intervenção do GDF Presente. “Estava bem bagunçado, cheio de buracos que dificultavam estacionar, e esperávamos ansiosos por essas melhorias por parte do GDF”, conta.

Com intervenção do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, foram podadas galhas de árvores altas, que, com os ventos fortes, ofereciam perigo nas cercanias do prédio comercial. Grandes folhas caídas de coqueiros existentes atrás do histórico Hotel Nacional, que fica bem próximo ao Conic, também foram removidas, tendo sido cortadas as árvores mortas.

“O Conic é um lugar muito frequentado pela população de nossa cidade e que merece ser cuidado”, salienta o presidente da Novacap, Fernando Leite. “Esse mutirão vai transformar a imagem do local e levar mais segurança, limpeza e condições de circulação para as pessoas que o frequentam.”

Ainda esta semana, a coordenação do Polo Adjacente III do GDF Presente deve finalizar os serviços de capina, roçagem e reparos de calçadas na parte superior do centro comercial, além de pintar a passarela que liga o fundo do espaço ao Setor Hoteleiro Sul (SHS).

“Todas essas ações que estamos realizando no Conic visam, além da saúde com a limpeza e higienização, à construção de uma imagem positiva de toda a área”, ressalta Alexandro Cesar.

Você sabia que o vidro é um material totalmente reciclável e, ainda assim é um dos materiais que mais sofre descarte incorreto? No entanto, é possível fazer a correta gestão dos materiais vítreos depositando-os nos Pontos de Entrega Voluntária (PEV), no qual o vidro é recolhido para beneficiamento e triagem e posteriormente encaminhado para a indústria de reciclagem.

Aqui no prédio da Administração, temos um Ponto de Entrega Voluntária (PEV) para o recolhimento de potes, garrafas e outras embalagens de vidro, instalado em parceria com a Green Ambiental. No card abaixo, você encontra todos os pontos para descarte de materiais em vidro instalados no Plano Piloto.

 

Caso você, comerciante tenha interesse em instalar um contêiner da Green Ambiental no seu estabelecimento, acesse o site: https://www.greennambiental.com.br/pevs/

 

Texto: Ana Luiza Santos/ASCOM-RA-PP

Desenvolver programações que envolvam a população em eventos culturais, educacionais e turísticos em um mesmo espaço é uma tendência nas grandes cidades do mundo. E Brasília não vai ficar de fora. O Governo do Distrito Federal (GDF) vai criar um corredor cultural entre o Museu da República, a Biblioteca Nacional e o edifício do antigo Touring, onde vai funcionar o Sesi Lab.

Um grupo executivo foi criado nesta terça-feira (10) para desenvolver e acompanhar toda a programação desse corredor, cuja revitalização será feita dentro do programa Adote Uma Praça, pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). A entidade comprou o edifício do Touring, onde já começou a construir um espaço que vai unir ciência, tecnologia, arte e inovação. O investimento é de aproximadamente R$ 160 milhões, com previsão de entrega para abril de 2022, mês do aniversário de Brasília.

Para o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, esse corredor vai inserir Brasília numa agenda extremamente importante, contemporânea e relevante de revitalização e requalificação do espaço urbano em favor da sociedade. “Grandes cidades, no Brasil e no mundo, como acontece com a Avenida Paulista, em São Paulo, tem atividades como essa. O que cria um transbordamento para a manifestação cultural em espaços públicos, valorizando esses locais”, explica Lucchesi.

O grupo executivo é formado por representantes das Secretarias de Projetos Especiais (Sepe), que vai coordenar os trabalhos, de Turismo (Setur), de Cultura e Economia Criativa (Secec), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a Administração Regional do Plano Piloto. Também farão parte, como convidados, a Secretaria de Educação (Seedf) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) – Departamentos Nacional e Regional do DF.

Além de desenvolver e acompanhar os roteiros culturais, turísticos e educacionais do corredor, o grupo será responsável por dirimir dúvidas e acompanhar o desenvolvimento e a execução dos projetos a serem realizados na área.

De acordo com o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, este governo trabalha integrado e também junto à iniciativa privada para melhorar a cidade. “Somos um governo coeso, que trabalha unido, e quem ganha com isso é a cidade e a população do DF. Toda essa região do corredor, cuja passagem subterrânea de pedestre também faz parte, pois foi adotada pelo Sesi, vai se transformar num espaço multiúso, interativo e tecnológico, aumentando as opções para o morador e para o turista”, afirma Andrade.

“Essa área ganhará uma dinâmica inteiramente nova, principalmente quando tivermos de volta ao cenário cultural o Teatro Nacional. Na prática, estamos efetivando o ideário de Lúcio Costa, que concebeu uma cidade essencialmente cultural”, destaca o secretário de Cultura, Bartolomeu Rodrigues.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, “essa é uma iniciativa inédita para curadoria das ocupações culturais, turísticas e educativas na área mais central da cidade. Uma parceria que nos enche de orgulho.”

Segundo o assessor especial da Secretaria de Ciência e Tecnologia, Eduardo de Oliveira Castro, o plano é que o corredor cultural se torne um dos principais pontos de divulgação cultural e científica do DF, junto com espaços como o Planetário de Brasília e o Museu Nacional. “Espaços como esses são essenciais para que possamos promover uma maior democratização do conhecimento e da cultura junto à população, que carece de espaços acessíveis e gratuitos, além de incentivar uma aproximação dos jovens com a pauta da ciência, tecnologia e inovação”, destacou o assessor.

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, afirma que o projeto Esplanada Cultural vai ressignificar ainda mais as experiências do morador e do visitante. “Entendemos que uma cidade só é boa ao turista se ela for boa para o morador. Ao revitalizar esse espaço que liga o Touring ao Complexo Cultural da República, equipamento turístico e cultural icônico para a cidade, tanto a população como os visitantes poderão explorar atividades múltiplas dentro do turismo, educação, tecnologia e cultura”, ressalta a secretária.

*Com informações da Sepe

Fonte: Agência Brasília

Para marcar o Dia Mundial do Pedestre, data instituída como 8 de agosto, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) marcou presença no domingo na W3 Sul, participando do projeto Viva W3. O órgão levou ações educativas e minipalestras com orientações voltadas à segurança dos pedestres e ciclistas, proporcionando também atividades em comemoração ao Dia dos Pais.

A equipe de Educação de Trânsito do órgão contou com o apoio de quatro professores palestrantes, mímicos e repentistas. Cerca de 150 pessoas foram abordadas durante a ação.

Estatísticas

No primeiro semestre deste ano, foi registrada uma redução de 35% de mortes de pedestres em relação ao mesmo período do ano passado, quando 28 pedestres morreram atropelados.

 

*Com informações do Detran

Fonte: Agência Brasília

Os artesãos de Brasília amanheceram mais fortalecidos na sexta-feira (30). Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) a Lei nº 6.924, de 29 de julho de 2021, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. O documento institui as diretrizes para a política distrital de fomento ao artesanato.

O Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) é responsável pela elaboração de políticas públicas em nível nacional. Para a execução, conta com a parceria das Coordenações Estaduais de Artesanato, responsáveis pela intervenção e execução das atividades de desenvolvimento do segmento.

No Distrito Federal, esse papel é desempenhado pela Secretaria de Turismo do DF (Setur). Com a nova lei, o artesanato passa a ter um programa local específico para desenvolver, qualificar e promover a atividade como instrumento de trabalho e empreendedorismo.

A secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, declarou que a medida é resultado do trabalho integrado e diuturno de um governo que olha para todas as necessidades da população.

“Não houve um dia em que a palavra artesanato deixou de ser trabalhada, seja pela qualificação ou pela busca de novos espaços e formas para o artesão comercializar seus produtos. O artesanato de Brasília representa o Brasil por meio de muitas técnicas. Assim, nos fortalece como destino turístico. Por isso, a minha voz é a voz do artesanato”, afirmou a dirigente.

Qualificação

“A lei de fomento ao artesanato é uma vitória e resultado de uma luta antiga nossa, pois a capacitação é muito importante para que nós artesãos tenhamos segurança para criar novos produtos com qualidade e encontrar a nossa identidade. Além disso, ensina o artesão a andar com os próprios pés, empreender e colocar preços nos produtos”, disse a artesã Maria de Fátima Rodrigues Lima.

Maria de Fátima borda lendas brasileiras em livros. Para ela, os cursos de qualificação que realizou ao longo da vida profissional foram essenciais para ela se posicionar de forma estratégica no mercado e encontrar uma atividade que representa a sua identidade, a sua alma. Assim, ela acredita que a Setur vai fortalecer o segmento por meio da sua qualificação.

A lei agora sancionada dá maior base para estruturar uma política distrital de fomento ao artesanato. Com ela, o setor será valorizado por meio do incremento de ações para qualificar, desenvolver e promover a atividade como instrumento de trabalho e empreendedorismo.

Muitas das diretrizes da política distrital de fomento ao artesanato já são desenvolvidas pela Setur, como a realização de feiras e exposições para a venda de produtos artesanais, integração de iniciativas relacionadas ao artesanato e à troca de experiências e aprimoramento de gestão de processos e produtos artesanais, realização de oficinas e ações educativas para aprimorar o trabalho artesanal, mapeamento do setor artesanal, por meio de estudos técnicos e do cadastro do artesão em sistema próprio, entre outras.

Promoção do artesanato

O artesanato é um dos principais segmentos da produção associada ao turismo no DF. Atualmente, existem mais de 11 mil profissionais cadastrados na Setur, com atuação e planejamento definidos. O projeto Loja do Artesanato é coordenado pela Setur em parceria com o Pátio Brasil Shopping, no Plano Piloto, e com o Alameda Shopping, em Taguatinga.

A seleção é feita por edital. Para concorrer ao processo seletivo, os artesãos precisam ter a carteira nacional do artesão. O documento é emitido pela Setur e possibilita ao profissional participar de todas as feiras das quais a instituição participa, no Distrito Federal ou em outras cidades.

“Desde o início da nossa gestão, trabalhamos diuturnamente para assegurar locais para a venda desses produtos, é uma meta prioritária. Conseguimos as Lojas do Artesanato localizadas nos shoppings Pátio Brasil e Alameda e em todas as ações e eventos apoiados pela Setur, a condição é a garantia de dar um espaço o artesão expor e vender o seu trabalho”, declarou a secretária Vanessa Mendonça.

As ações da Setur visam oferecer recursos para incluir os artesãos da cidade na cadeia produtiva, oferecendo os mecanismos necessários para a geração de renda e autonomia financeira pela atividade.

 

* Com informações da Secretaria de Turismo do DF

Fonte: Agência Brasília

ADMINISTRAÇÃO DO PLANO PILOTO COMPARECE À INAUGURAÇÃO DO MUSEU DO SLU

Nesta terça-feira, 03/08, a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, compareceu à inauguração do Museu do SLU, que está localizado no Venâncio Shopping. O evento contou com a presença do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, da Secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, e do diretor-presidente do SLU, Sílvio Vieira, e outras autoridades.

O evento ocorreu no dia em que o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) completa 60 anos de prestação de serviços. O acervo do museu reúne peças descartadas a partir da década de 60, ano da inauguração de Brasília, o que resgata memórias daqueles que visitam o local. Além dessas peças, também estão expostos uniformes utilizados pelos garis ao longo dos anos, o que visa aproximar a população do serviço prestado pelo SLU.

A administradora ressalta a importância da gestão de resíduos: “Sustentabilidade, meio ambiente, gestão de resíduos sólidos estão entre os assuntos mais importantes na gestão urbana. Essas pautas precisam estar no centro, prioridade. E hoje temos a área central da cidade recebendo o Museu da Limpeza Urbana, demonstrando a importância do trabalho desenvolvido pelo SLU. Que avancemos muito rumo à sustentabilidade e uma gestão de resíduos exemplar”, disse.

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP

Texto: Ana Luiza Santos /ASCOM-RA-PP

Acesse: Clique aqui e acesse o álbum completo no nosso Flickr.

Na próxima terça-feira (3) será inaugurada, no térreo do Venâncio Shopping, a exposição itinerante do Museu da Limpeza Urbana. A data escolhida marca a comemoração do aniversário de 60 anos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Na mostra, serão exibidos documentos e objetos desde a década de 1960, muitos deles encontrados no lixo.

O Museu da Limpeza Urbana funciona desde 1996 em uma casa situada na Usina de Tratamento Mecânico Biológico de Ceilândia, na QNP 28 (Usina do P Sul), e conta com um acervo de 600 peças. Foi idealizado pelo servidor do SLU Cícero de Lacerda, que hoje atua no Papa-Entulho de Santa Maria.

A ideia do Museu da Limpeza Urbana itinerante é aproximar a população desse cenário, contando a história do SLU, não somente com essas peças encontradas no lixo, mas também mostrando o novo, com o que há de melhor atualmente na limpeza urbana do Distrito Federal.

“É uma oportunidade de conhecer objetos que contam a evolução dos tempos e também a história do SLU na gestão dos resíduos sólidos do Distrito Federal. Uma forma de sensibilizar e abordar temas sobre conscientização ambiental”, diz o diretor-presidente do SLU, Silvio de Morais.

São seis décadas de atuação do SLU e de lá para cá muita coisa aconteceu na gestão de resíduos sólidos. A limpeza pública do DF vem se aprimorando a cada ano com novas tecnologias e equipamentos de limpeza pública que muitas vezes passam despercebidos pela população.

Os visitantes vão conhecer os uniformes dos garis ao longo dos anos, telefones antigos, como orelhão, celulares analógicos e os primeiros digitais; quadros e fotografias das décadas de 1980 e 1990 com vários equipamentos de limpeza da época.

Será uma viagem com muita informação e novidades da gestão dos resíduos sólidos de antes até os dias de hoje, inclusive com maquetes do Papa-Entulho, Papa-Lixo, Papa-Reciclável, Aterro Sanitário de Brasília e antigo Lixão da Estrutural.

O selo dos Correios da série Profissões em homenagem aos garis também estará compondo o acervo do museu. Todas as peças estão catalogadas e cada uma contará sua história através de uma linha do tempo.

No Venâncio Shopping, a exposição ocupará uma loja ampla, de 92 metros quadrados, localizada próximo à praça de alimentação.

*Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

Fonte: Agência Brasília

Os frequentadores do Deck Sul, localizado próximo ao acesso à Ponte das Garças, na L4 Sul, vão encontrar um espaço mais organizado e seguro graças à ação do GDF Presente. As equipes do Polo Central Adjacente III, em parceria com a Administração Regional do Plano Piloto, atuaram na limpeza de estruturas físicas e desinfecção dos banheiros do local, que agora contam com vigilância 24 horas por dia.

O abrigo dos vigilantes é um velho conhecido dos brasilienses: uma antiga cabine da Polícia Militar do DF (PMDF) que, depois de desativada, permaneceu no local e foi reaproveitada. A Administração do Plano Piloto contratou a empresa de vigilância, que iniciou os trabalhos no último dia 19, e colocou à disposição uma equipe de quatro profissionais para trabalhar no Deck Sul.

Para o coordenador do Polo Central Adjacente III, Alexandre César de Oliveira, a presença dos vigilantes será vital para a preservação do local. “Esse serviço de segurança vai intimidar um pouco os vândalos e assegurar que os serviços que vínhamos fazendo aqui rotineiramente durem por mais tempo”, afirma. “Vão pensar duas vezes antes de vandalizar”.

Um dos locais que mais sofriam com a depredação eram os banheiros. Nesta passagem do GDF Presente pelo Deck Sul, eles foram completamente limpos e desinfetados. Além disso, foi feita a limpeza do abrigo de ônibus que dá acesso ao parque, bem como das quadras de esporte e outros espaços físicos.

A presença do GDF Presente foi comemorada pelo comerciante Vinícius Pereira, que trabalha no Deck Sul vendendo açaí. “Fiquei muito feliz ao ver as equipes na área, limpando os banheiros e cuidando do nosso parque. Aqui é muito frequentado e precisa muito de cuidados básicos”, afirma.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, reforça a expectativa de Alexandre César de Oliveira de que o posto de vigilância vai coibir atos de vandalismo, uma constante reclamação dos frequentadores do espaço: “O Deck Sul é uma área vulnerável nos horários de menor movimento. Além de permitir uma melhor zeladoria, manutenção, conservação e limpeza, a instalação da vigilância vai permitir a reforma dos equipamentos que foram objeto de depredação”.

Ilka informa que a administração trabalha em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em um projeto para permitir a locação de quiosques no local e para a construção de mais ciclovias e calçadas, que vão atrair mais visitantes ao Deck Sul.

“É uma área mais isolada, com acesso praticamente apenas por carro. A gente tem essa constatação de que as áreas mais usadas e acessadas pela população acabam sendo mais bem-cuidadas”, afirma.

* Colaborou Gizella Rodrigues

Fonte: Agência Brasília 

Fotos por: Emanuelle Sena/ ASCOM RA-PP 

Clique aqui e acesse o álbum completo no nosso Flickr.

Hoje, 26/7, a Administradora do Plano Piloto Ilka Teodoro foi mais uma vez a entrevistada do programa CB.Poder — parceria do Correio Braziliense com a TV Brasília. O jornalista Alexandre de Paula tratou de diversos assuntos na entrevista. Vistoria de edificações que oferecem riscos à população, revitalização e ocupação qualificada de espaços públicos, representatividade e diversidade nos espaços de poder foram algumas pautas abordadas.

Veja a entrevista completa no vídeo:

Veja aqui as fotos da entrevista.

Ao dirigir um veículo, o motorista é responsável não só pela sua própria vida, mas, também, pelos outros usuários da via pública. Para que os condutores da capital tenham cada vez mais consciência de sua responsabilidade ao volante, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) investe em campanhas educativas e sinalização.

O governo local também cuida das pistas. Desde 2019, 240 mil toneladas de massa asfáltica foram utilizadas para melhorar a mobilidade – o que equivale a cerca de 270 quilômetros de pistas novas.

Segundo o diretor-geral do Detran-DF, Zélio Maia, desde o início da gestão, o órgão investe na inovação, educação e humanização. Entre janeiro e junho deste ano, por exemplo, foram investidos R$ 8,6 milhões em sinalização, instalação e remoção de quebra-molas e manutenção de semáforo, entre outros.

“Intensificamos nossas ações educativas a fim de resgatar essa consciência dos condutores em relação ao respeito ao próximo, de que o maior protege o menor. Respeitar as normas de trânsito é uma questão de cidadania”, destaca.

Vias e estradas

O resultado das ações está refletindo nos números. De janeiro a junho de 2020 foram registradas 61.383 multas pelo avanço do sinal vermelho. Já este ano, no mesmo período, foram contabilizadas 19.441 mil, ou seja, uma diminuição de 68,32%. No ano passado, uma pessoa morreu em acidente de pedestre. Em 2021, ainda não foi contabilizada nenhuma morte.

Além disso, o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER/DF) atua para que as vias e estradas da capital estejam em condições de tráfego. Das 240 mil toneladas de massa asfáltica utilizadas, 30% foram para a zona urbana. “Fazemos o monitoramento constante para garantir que tanto o pedestre quanto o motorista tenham conforto e segurança na hora de transitar”, ressalta o superintendente de Obras do DER-DF, Cristiano Cavalcante.

Ações educativas

O diretor de Educação de Trânsito substituto, Régis Otávio Ramos, explica que o cronograma de campanhas educativas é definido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). “Fazemos ações nas ruas diariamente, inclusive aos domingos na W3 Sul e no Parque da Cidade, com foco em todos os usuários da via pública. Há a campanha de voltas às aulas, Maio Amarelo, respeito à faixa de pedestre, estacionamento irregular, álcool e direção”, informa.

“O objetivo é fazer com que a população entenda por que aquilo é errado. Se a pessoa estaciona de forma irregular, ela está tirando o direito de outras ir e vir, de um idoso, de um deficiente”, alerta. “Se um motociclista trafega pelo corredor, é perigoso. Os carros têm o ponto cego e podem não ver a moto ao fazer uma ultrapassagem”, diz.

Ramos reforça que o condutor precisa se antecipar a situações que podem surgir e, para isso, precisa estar atento. “Tudo que tira a atenção do motorista é perigoso, como o celular. Ele precisa de 5 a 10 segundos para ler uma mensagem, por exemplo. Em um segundo, um carro percorre 22 metros, ou seja, seriam cerca de 220 metros olhando para o aparelho. O álcool também diminui a capacidade de reação da pessoa a uma situação de perigo”, salienta.

Fonte: Agência Brasília

Entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Setor Comercial Sul, o Conic se impõe cheio de opções, mesmo que seja para uma espiada rápida de quem precisa fazer esse caminho. A diversidade de estabelecimentos comerciais, a presença de representações, como sindicatos e associações, os sebos e outras dezenas de atividades garantem um movimento enorme de pessoas no local.

Por isso mesmo, a equipe do Polo Central Adjacente III arregaçou as mangas, literalmente, para realizar uma faxina geral nas proximidades daquele centro comercial.

“Hoje a nossa atenção e cuidados foram para o Conic, para melhorar a circulação dos pedestres e trabalhadores que passam pela área”, disse Alessandro César, coordenador do Polo Central Adjacente III do GDF Presente.

Ao redor do local, as equipes investiram no reforço da varrição, lavagem das calçadas e na fresagem do pavimento. Também foi realizada a retirada de lixo e entulhos.

“Uma limpeza como essa que foi feita pelo GDF Presente traz muitos benefícios para os nossos clientes e para os nossos trabalhadores que, ao chegarem aqui, vão encontrar as calçadas limpas e tudo bem asseado. O nosso setor Conic estava um pouco esquecido”, comemorou José Severino, dirigente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília.

Rodoviária

Concluída a faxina no Conic, foi a hora da limpeza da Rodoviária. A equipe do Polo Central Adjacente III retirou o lixo e entulhos e fez a lavagem das calçadas que dão acesso à Rodoviária pelo Eixão Sul. O trabalho contou com a participação de uma equipe de reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

“O polo Central Adjacente III trabalhou para deixar limpas as alças, acessos e calçadas da Rodoviária do Plano Piloto, como o cidadão merece, que é do melhor jeito para que todos possam fazer a travessia”, disse o coordenador do polo, Alessandro Cesar.

Para o administrador da Rodoviária, Josué Martins, o trabalho do GDF Presente ajuda a melhorar o aspecto do terminal. “Estávamos mesmo precisando desse trabalho de limpeza na área central de Brasília e nas alças da Rodoviária”, comemorou o administrador.

Funarte

A limpeza chegou também ao prédio da Funarte. O Polo Central Adjacente III, com a participação de reeducandos, retirou lixo e entulhos e fez a lavagem geral do edifício, das calçadas às paredes. “É o GDF Presente colaborando para a reintegração do prédio, que passa a integrar a Secretaria de Cultura do DF”, informa Alessandro Cesar.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, aprovou o trabalho feito pelo Polo Central Adjacente III o GDF Presente. “As ações de limpeza realizadas nesta época de seca devolvem vida para área central da cidade. A lavagem dos prédios da Funarte e paredes do Buraco do Tatu e Rodoviária garantem a visibilidade dessas importantes edificações da cidade”, disse.

Fonte: Agência Brasília

Foi realizada nesta quinta-feira, 22/7, mais uma reunião da Administradora Regional do Plano Piloto Ilka Teodoro com lideranças comunitárias da Vila Planalto, desta vez de forma presencial. O encontro aconteceu nesta manhã, no Clube de Vizinhança da Vila Planalto.

 
Atendimento de ocorrências na Vila pela equipe do 6º Batalhão, localizado no Setor de Garagens e Manutenção Norte, na Asa Norte, projeto de cinema a céu aberto voltado para comunidade local, programa Adote uma Praça, vistoria de equipamentos públicos e destinação de emendas parlamentares e recursos para executar melhorias na região foram alguns dos assuntos tratados na reunião.

A Administradora agradeceu a presença das lideranças presentes e destacou que o diálogo da comunidade com o poder público é fundamental para melhoria dos espaços públicos. Após a reunião, Ilka realizou vistoria em alguns locais da região a pedido das lideranças presentes.

Veja as fotos de hoje: https://flic.kr/s/aHsmWfvjMe
Veja as fotos da última reunião online: https://flic.kr/s/aHsmUKaRNi

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP
Texto: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

A presença de 100 artistas visuais numa área de aproximadamente 1.500 metros quadrados da Galeria do Estados provoca de imediato uma sensação: Brasília ficou mais diversa e inclusiva. Com 92% de criadores vindos das Regiões Administrativas fora do centro político-administrativo do Plano Piloto, a arte espalhada pelos vãos do viaduto provoca um mosaico de sensações.

Numa ação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o IV Encontro do Graffiti é um projeto que reflete a política pública de valorização dessa arte urbana, uma das pioneiras no país. Foram investidos R$ 255.714,63 (sendo R$ 150 mil só de cachês). O legado da Galeria dos Estados transformada por 2 mil sprays de tinta em dois fins de semana é de pertencimento e valorização artística.

Muitos grafiteiros imprimem pela primeira vez a sua arte na capital federal. Antes, nunca tiveram essa oportunidade. Fazem esse processo após serem selecionados num edital de chamamento público, com recebimento de cachê (R$ 1, 5 mil por pessoa) e cercado de todos os cuidados de produção para a sua criação (infraestrutura de andaimes, segurança, matéria-prima, alimentação). Uma equipe da Subsecretaria de Economia Criativa, responsável pela execução do IV Encontro do Graffiti, esteve a serviço desses profissionais, numa valorização artística que muitos nunca tinham experimentado.

O resultado artístico fala por si. A representatividade negra, por exemplo, está estampada nas figuras e no imaginário das crenças, dos mitos e das matrizes africanas, bem como na tradução de seus cotidianos. A presença de elementos culturais de Brasília (lugares, fauna, comportamento) e da influência nordestina também estão presentes nas criações

A exclusão social é tratada em diversos painéis, como num grafite em que um jovem negro e em situação de rua é observado tendo o movimento frenético e bem-sucedido da capital federal como cenário. A presença feminina de grafiteiras, garantida graças à cota de 30% do edital, reflete-se em desenhos de empoderamento da mulher. Figuras fortes, de deusas e de mulheres comuns, explodem em cores nas paredes, trazendo questões como a equidade de gênero e a denúncia contra a violência. Outra vertente forte é a exaltação à natureza e a denúncia contra os crimes ambientais.

Os estilos também se misturam nas paredes, provocando um passeio à parte. É possível observar o estêncil, grafite feito no molde, convivendo com o 3D, aquele desenho que parece sair do muro. Há ainda as telas mais figurativas e realistas, as de influências surreais que parecem dialogar com o universo das tatuagens e o grafite mais tribalista e codificado por estilos conhecidos como Wild (setas e letras, às vezes indecifráveis), thrown up (vômito em inglês, feito rapidamente e que remete a letras) e bombing (um thrown up com letras bem mais arredondadas). Há ainda o diálogo com artistas visuais modernos, como Rubem Valentim e os grafites tags, que representam a assinatura dos artistas e revelam seus estilos.

Dez estilos

Há 100 telas na Galeria dos Estados, cada uma mais intrigante que a outra. Num passeio pelos trabalhos, os dez criadores falam dos seus estilos.

Argo

Roberto de Oliveira, de Santa Maria, conhecido na cena urbana como Argo, resolveu grafitar letras que mesclam com todos os elementos do grafite.

“O encontro reúne letras, desenhos e personagens de diversos estilos. Cada grafiteiro tem um codinome que remete à sua assinatura, e dessa vez vou deixar a minha marca em um letrado que significa a tag do artista, uma espécie de impressão digital artística”, esclarece.

Ganjart

Natural do Gama, a artista Kainan Campos – Ganjart participa pela segunda vez do evento e considera hoje o grafite não só um trabalho, mas algo que move sua vida.

“Nesse painel quis homenagear o conceito de mãe natureza. Meu trabalho busca retratar a força da biodiversidade como nossa mãe, que tudo nos provê, e os ataques que os recursos naturais têm sofrido”, contemplou a jovem.

Guga Baygon

De Recife, Guga Baygon traz toda a experiência com a arte de tatuar para o grafite e brinca com elementos do universo onírico e surreal.

“Gosto dessa mistura do sonho com cores muito fortes. O resultado é essa viagem intensa aos olhos”, frisa.

Leandro Vidão

De Ceilândia (19% dos selecionados foram da cidade, um dos berços do rap no Brasil), Leandro Vidão trabalha com o grafite desde os 13 anos. Ele trouxe a força de sua diversidade de estilos.

“Faço todo o tipo de desenho, do realismo às letras. Considero esse encontro uma grande oportunidade de fazer uma conexão com a arte e os colegas envolvidos neste trabalho feito especialmente para o público, como um museu a céu aberto, representando a verdadeira arte de rua”, revela o artista, com obras espalhadas por dez estados.

Carlos Astro

O artista, morador de Ceilândia e grafiteiro há 32 anos, traz a importância do grafite como um transformador de vidas para o painel que produziu.

“Hoje vivo da arte. O grafite me salvou e continua salvando vidas, formando novos artistas. Para este encontro, fiz uma homenagem ao Comitê Permanente do Grafite e o quanto este trabalho dá força para a nossa arte urbana”, destacou o veterano da arte urbana no DF.

Mathê

Moradora do Sudoeste, Mathê Avelar é professora de Artes Visuais na UnB e considera o grafite uma das principais fontes de expressão do seu trabalho. Em sua obra, Mathê trouxe uma mulher negra e empoderada, com um cabelo que revela sua beleza e identidade. Essa é sua primeira participação no Encontro do Graffiti, que foi motivada também por dançar hip-hop.

“Para grafitar esse painel, me inspirei também em Rubem Valentim, que tem uma tendência muito marcante de remeter com potência toda a simbologia do povo afro brasileiro”, explicou.

Nabrisa

Residente em Samambaia, Sabrina Falcão, conhecida na cena como Nabrisa, revela a sensação de poder grafitar em um mural feito completamente por mulheres. Com um desenho de uma mulher segurando uma lâmpada, que significa “a mulher sendo a luz na vida de outras mulheres”, a artista quis transmitir o alerta para as causas enfrentadas pela população feminina diariamente.

“Esse foi um projeto histórico destinado exclusivamente pro grafite que contemplou artistas com material, cachê e visibilidade. A localização escolhida também representou muito para a cena”, celebrou.

Iasmin Kali

De Planaltina, a grafiteira Iasmim Kali destaca que sua participação na intervenção tem o intuito não só de revitalizar o local, mas, também, de dar visibilidade ao grafite feminino e das artistas mulheres como um todo. Ela buscou representar as mães e filhas que passam todos os dias pela Galeria.

“Estes painéis representam o nosso sagrado feminino, a maternidade, para que mulheres possam se enxergar e se sentirem representadas pela nossa arte”, conta.

Oliver Onk

O artista urbano de Sobradinho Alain Silva, conhecido como Oliver Onk, trabalha no grafite há 19 anos e grafitou o foguete do Parque da Cidade e a Torre de TV.

“Estou muito admirado com a união e com o empenho que todos os grafiteiros estão tendo com esse projeto e com o estímulo para colorir a cidade e movimentar o segmento artístico”, arrematou.

Priscila Peçanha

Moradora de Samambaia, Priscila Peçanha revela que sempre buscou participar de eventos como o Encontro do Graffiti. Grávida de sete meses de uma menina que se chamará Dora, a artista atua no grafite há sete anos e seu desenho retrata o poder místico do sagrado feminino e seu encontro com a natureza.

“Combinamos uma conexão para que este painel coletivo transmita todos os nossos anseios e lutas”, acrescenta a artista.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

As equipes do GDF Presente estão trabalhando, nesta semana, nas proximidades do Hospital Materno Infantil (Hmib,) com serviços de poda de árvores. A proposta é garantir segurança a pedestres e preservar a rede de energia elétrica, já que as plantas cresceram muito e ameaçam alcançar a fiação.

Na sexta-feira passada (16), 44 grandes árvores foram podadas. Nesta segunda (19), os trabalhos prosseguem. “Atendemos logo a essa demanda da direção do Hmib, que era mais urgente, porque essas árvores estão localizadas muito próximo à rede de energia elétrica e havia perigo de curto-circuito”, explicou o coordenador do Polo Central Adjacente III, Alexandre Cesar de Oliveira.

Os técnicos da Novacap precisaram avaliar o local para mapear os cortes que precisam de atenção e mais urgência. “Dois pontos eram os mais vulneráveis, e isso já fizemos na semana passada”, informou Alexandre Cesar.

Segundo ele, as equipes também vão colocar fim a uma erosão na calçada de acesso ao Hmib. O buraco está próximo a uma boca de lobo e precisa de uma obra de contenção. “Vamos finalizar a erosão e depois partimos para a demarcação de vagas e sinalização do estacionamento”, completou o coordenador do polo.

Agenda cheia

GDF Presente também recolheu quatro toneladas de lixo verde nas quadras 700 e 900, da Asa Sul. Esse tipo de resíduo é originário da poda ou remoção de árvores e plantas.

É composto de troncos, galhos e cascas de árvores, folhas verdes ou secas, flores, grama e demais materiais orgânicos de jardins ou plantações. No parque Burle Max, no Noroeste, foi realizada a roçagem manual da área.

O Polo Central III esteve ainda na Vila Planalto. As equipes fizeram a limpeza de dez bocas de lobo e a lavagem da praça da paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompéia.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, elogia as ações realizadas pelo GDF Presente durante a semana. “Essa ação demonstra que estamos olhando com carinho as demandas da comunidade. O GDF Presente nos auxilia a zerar as demandas acumuladas”, enfatiza.

Fonte: Agência Brasília

As passagens subterrâneas do Eixo Rodoviário (Eixão) passaram por uma boa limpeza nessa semana. O reforço na higienização dos espaços foi tarefa realizada pelo programa GDF Presente, que, até sexta-feira (16), vai concluir a faxina dos oito túneis da Asa Sul. Até agora, foram retiradas 6 toneladas de lixo da rede de drenagem pluvial. As da Asa Norte já haviam sido limpas na semana passada, em parceria com a Administração Regional do Plano Piloto.

As 16 passagens, construídas a cada duas quadras residenciais, garantem a travessia segura de pedestres sob os eixos W, L e o Eixão. Todas as canaletas para drenagem de águas pluviais, além do piso e paredes dos espaços, estão sendo higienizadas por servidores da Novacap e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU).

A ação também é executada por um grupo de oito operários, composto por reeducandos do programa Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), e servidores da administração regional, sob a coordenação do Polo Central Adjacente III do GDF Presente.

“As passagens subterrâneas bem-cuidadas são essenciais para a segurança e conforto das pessoas que passam por ali diariamente”, explica a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Esse trabalho demonstra o comprometimento do governo com a mobilidade e segurança da população.”

Segundo o coordenador do polo, Leandro Cardoso, as equipes recolheram milhares de garrafas plásticas e latas e papelão. Cobertores deixados por pessoas em situação de rua também estavam abandonados pelo caminho. Além disso, as equipes encontraram restos de fezes e urina.

“Infelizmente, muitos cidadãos preferem se arriscar e atravessar o Eixão, pois não se sentem confortáveis em usar as passagens”, aponta Cardoso. “O mau-cheiro e a sujeira [nas passagens subterrâneas] afastam os usuários, mas estamos entregando todas bem limpas.”

Operação tapa-buraco

Com apoio da Novacap, a operação tapa-buraco chegou às vias de acesso que levam até a Universidade de Brasília (UnB). As ruas da comercial da 713 Norte também foram reparadas.

Nas duas ações, foram usadas 11 toneladas de massa asfáltica. Já na Asa Sul, alguns pontos de encontro comunitário (PECs) foram lavados, entre esses, o da SQS 106.

Fonte: Agência Brasília

O viaduto da Galeria dos Estados deixou de ser só uma estrutura de concreto cinza que sustenta a passagem de veículos. Em seus vãos, cores, formas e estilos se misturaram uma centena de mãos de artistas selecionados para o IV Encontro de Graffiti. Desde a quinta-feira (8), ocupam seus metros quadrados em estado de felicidade. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e tem apoio da Administração Regional do Plano Piloto.

Um dos veteranos do grafite no Distrito Federal e membro do Comitê Permanente de Grafite, Carlos Astro considera a oportunidade de grafitar na Galeria dos Estados um privilégio, em se tratando de um local com histórico e recém entregue à população. Em seu painel, o artista resolveu homenagear o Comitê Permanente do Grafite. “Trabalhamos pelo fortalecimento dos valores da cultura Hip Hop, em que um dos principais deles é o resgate social. Este evento valoriza os pilares da arte urbana e age efetivamente no processo de reinserção social dos moradores de rua, que estão nos auxiliando neste processo”, declara.

Neste sábado (10), o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, e a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, foram conferir os trabalhos.

“Reinaugurada, a Galeria dos Estados é um destaque no coração de Brasília. O encontro traz para a comunidade e os artistas participação e inclusão. A Galeria dos Estados recebe essas cores da alegria das expressões artísticas e Brasília se tornará a capital do Grafitite. Viva à arte urbana do DF!”, celebra o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Ilka Teodoro, Administradora do Plano Piloto esteve presente durante as intervenções e ressaltou que grafite é arte urbana, uma arte superimportante para o Distrito Federal. “Expressões artísticas como essas são muito relevantes para a cidade, além de contribuir fortemente com a economia criativa local”, completou.

Em tempos de pandemia, os artistas selecionados estão cumprindo as normas recomendadas pelas autoridades de saúde. Além de receberem os devidos suportes de higiene, equipamentos de proteção individual e de segurança, os grafiteiros atuam em modo de revezamento, a fim de garantir o distanciamento social. Durante toda a ação que vai até este domingo (11), os artistas também recebem alimentação e insumos para a realização das obras.

De Planaltina, a artista plástica e grafiteira Iasmim Kali destaca que sua participação na intervenção tem o intuito de não só revitalizar o local, mas de dar visibilidade ao grafite feminino e das artistas mulheres como um todo. “Apesar de termos nomes muito importantes na cena da arte urbana feminina, ainda acho que o movimento das mulheres dentro da arte precisa ganhar mais força e proporção. Estes painéis representam o nosso sagrado feminino, maternidade, conquistas e desafios enfrentados por nós mulheres”, conta.

O artista urbano de Sobradinho, Alain Silva, conhecido como Oliver Onk, trabalha no grafite há 19 anos e grafitou o foguete do Parque da Cidade, Torre de TV e deu destaque ao contexto do segmento turístico. “Estou muito admirado com a união e com o empenho que todos os grafiteiros estão tendo com esse projeto e com o estímulo que a arte atua para colorir a cidade e movimentar o segmento artístico”, arrematou.

O edital lançado pela Secec selecionou 100 artistas para realizarem intervenção artística de tema livre em uma área de 10 a 20 m² do novo viaduto da Galeria dos Estados. Com investimento total de R$ 150 mil, cada artista selecionado recebeu R$ 1,5 mil.

Coordenadora da iniciativa, a subsecretária de Economia Criativa da Secec, Érica Lewis, considera o evento uma grande oportunidade de dar visibilidade ao grafite e estimular a interação dos artistas com os espaços públicos da cidade. “Este é um passo de um projeto maior, de estímulo ao empreendedorismo cultural, valorização da arte urbana e ressignificação  de espaços, sendo a Galeria muito representativa pelo grande fluxo de pessoas todos os dias”, relata

Érica Lewis lembra, ainda, que grandes cidades do mundo passaram por esse processo e conseguiram resgatar a identidade local, recuperar bairros inteiros com a arte urbana e se transformaram”, acrescenta.

Recém reinaugurada, a Galeria dos Estados se transforma em uma grande exposição de arte a céu aberto. Renovada, com acessibilidade garantida a pessoas com mobilidade reduzida, calçadas, pisos e banheiros novos, paisagismo refeito e, agora, repleta de arte urbana.

 

*Com informações da Secec DF

Fonte: Agência Brasília

Em virtude do Decreto Presidencial n° 10.731, de 28 de junho de 2021, fica prorrogado o prazo para o alistamento militar para 31 de agosto, para quem deverá se alistar no ano de 2021.

Interessados (as) devem acessar o site: alistamento.eb.mil.br.

O atendimento presencial na Junta Militar deverá ser agendado previamente por meio do e-mail:
jsm@planopiloto.df.gov.br

As paredes internas do túnel que liga o Eixo Sul ao Eixo Norte, conhecido popularmente como Buraco do Tatu e localizado no Eixo Rodoviário (DF 002), passaram por processo de limpeza no último domingo (4). O serviço foi feito entre as 8h e as 17h.

Durante a operação, houve a interdição da faixa no sentido em que a parede era lavada, enquanto a faixa do lado contrário seguiu liberada normalmente para pedestres e ciclistas, como ocorre tradicionalmente aos domingos e feriados nacionais.

O trabalho de conservação do túnel – realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) – já havia sido feito há três meses e foi reforçado agora. Nos serviços são utilizados água, sabão e solvente comuns.

O superintendente de Operações do DER, Murilo de Melo Santos, destaca a importância da manutenção periódica da estrutura: “Aproveitamos que aos domingos não há fluxo de veículos, por causa do Eixão do Lazer, para fazer a conservação desse espaço, que fica no coração de Brasília e precisa constantemente de manutenção. É importante manter um visual bonito da cidade”.

Na avaliação da nutricionista Aline Pacheco, de 28 anos, moradora da Asa Norte, a manutenção deixa o local mais bonito e convidativo para as atividades de lazer e esportivas. “Com essa limpeza das paredes do Buraco do Tatu, eu me sinto ainda mais motivada para praticar minha caminhada. A gente sabe que existem pessoas que vandalizam o bem público, mas espero que esse pensamento mude com o passar do tempo”, comentou.

*Com informações do DER

Fonte: Agência Brasília

O que fazer com os seus equipamentos eletrônicos que não possuem mais condições de uso?

Sabia que eles ainda podem promover a inclusão digital de alunos de baixa renda?

O Conjunto Nacional realizará, nos dias 08 e 09, das 10h às 19h, o Drive Thru do Resíduo Eletrônico, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a Administração Regional do Plano Piloto, a OSC Programando o Futuro e a Green Eletron.

Separe seus equipamentos eletrônicos, como computador, impressoras, telefones, carregadores e eletrodomésticos, e descarte com segurança. Para isso basta levá-los para a
Praça Lúcio Costa, em frente ao Conjunto Nacional.


Além de descartar de maneira adequada seus resíduos, você estará contribuindo para que jovens possam estudar com o material doado, uma vez que os equipamentos que apresentarem condições de uso serão recondicionados e posteriormente doados.


O Drive Thru do Lixo Eletrônico faz parte do RECICLOTECH, que alinha capacitação profissional de jovens, recondicionamento de resíduos eletrônicos, doação de equipamentos, educação ambiental e preservação do meio ambiente.

Serviço:
Drive Thru do Lixo Eletrônico
Dias 08 e 09 de julho
Horário: 10h às 19h
Local: Praça Lúcio Costa – Em frente ao Conjunto Nacional
Informações: 61. 99231-1923 (Valéria)
Redes Sociais: @conjuntonacional, @reciclotech, @sectidf, @admplanopiloto,
@greeneletron, @programandoofuturo

O Governo do Distrito Federal (GDF) e a União assinaram um protocolo de intenções para que seja construído um novo bairro dentro do Plano Piloto, na área chamada de Pátio Ferroviário de Brasília (PFB), localizada no extremo Oeste do Eixo Monumental. O terreno, pertencente ao Exército e à União, pode ganhar 21 mil imóveis para abrigar 63 mil pessoas numa área de mais de 4,2 milhões de metros quadrados.

Nesta segunda-feira (5), o GDF e a União, por meio da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), também assinaram cooperação técnica para dar andamento ao projeto do novo bairro. O acordo vai permitir o aperfeiçoamento do Plano de Uso e Ocupação do Solo, bem como o parcelamento e o projeto de alienação do imóvel, etapas essenciais dentro do cronograma de nascimento do novo bairro. Pelo GDF, esse trabalho conta com o apoio técnico da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Não haverá repasse de recursos financeiros, sendo que caberá a cada uma das partes cumprir suas atribuições e utilizar recursos próprios. A área pertence ao Exército Brasileiro desde 2006, sendo ele o responsável pelo patrulhamento patrimonial, manutenção e conservação do terreno. A intenção é que seja construído um bairro com conceitos de sustentabilidade e de cidade inteligente.

“Nós tínhamos uma preocupação muito grande com o que poderia ser feito ali naquela área. A cerimônia de hoje tem um significado muito grande porque poderemos ter um dos bairros mais bonitos da cidade, atendendo todas as necessidades. Vamos transformar Brasília”, disse o governador Ibaneis Rocha.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, “a assinatura do protocolo de intenções define, regulamenta e formaliza a conjunção de esforços no sentido de criar um novo bairro”, diz. Ainda segundo o titular da pasta, a estruturação financeira para desenvolvimento do projeto e venda dos futuros lotes será realizada pelo Banco de Brasília (BRB).

O chefe do departamento de Engenharia e Construção do Exército, General Júlio César Arruda, destaca que a criação do novo bairro vai possibilitar a construção de novas estruturas para os militares, como moradias e hospital. “Esse projeto representa uma grande esperança para o Exército Brasileiro porque vai possibilitar novos aquartelamentos, entre eles o de um novo hospital para as Forças Armadas. Queremos fazer novas moradias aqui no DF e em todo o Brasil e isso vem dos recursos que vamos angariar com esse projeto, um dos mais importantes em andamento”, afirmou.

Ordenamento territorial

O Plano de Ocupação do Pátio Ferroviário foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com os militares e com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU). O documento estabelece diretrizes urbanísticas do novo bairro, como quais áreas e altura máxima que as construções poderão ter, assim como a delimitação do uso.

Conforme o plano, a ideia é valorizar os espaços públicos que devem ser amplos e arborizados, além dos investimentos em mobilidade, como construção de vias, calçadas e ciclovia. Haverá uma área destinada ao comércio e setores de saúde e educação.

Também será feita a integração com o sistema de transporte público, como ônibus, Veículos Leve sobre Trilhos (VLT) e trem para a conexão de outras áreas – DF-010, Eixo Monumental e os setores de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), de Indústria e Abastecimento (SIA) e Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia).

A proposta obedece aos parâmetros previstos na Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos) e o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot).

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)

Fonte: Agência Brasília

As hepatites virais B, C e D são doenças infecciosas que atacam principalmente o fígado e, embora nem sempre apresentem sinais e sintomas, quando não diagnosticadas, podem acarretar complicações das formas agudas e crônicas, muitas vezes levando à cirrose ou ao câncer de fígado. Entre 2016 e 2020, foram notificados 2.290 casos confirmados de hepatites virais no Distrito Federal.

Desse total, foram 877 (38,3%) de hepatite B, 1.410 (61,6%) de hepatite C e 3 (0,1%) de hepatite D. Nos quatro últimos anos, foi observado um crescimento nos números das notificações das hepatites B e C, chamando a atenção o aumento de 110,1% da hepatite C em 2020 em relação a 2019.

Neste ano, assim como em 2016, foram inseridas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) fichas das pessoas tratadas em anos anteriores na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e que estavam sem registro de notificação no ano de diagnóstico.

Também durante o período de 2016 a 2020, segundo o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ocorreram no DF 110 óbitos que tiveram como causa básica as hepatites virais, sendo 75 por hepatite C e 22 por hepatite B.

Os dados estão disponíveis no mais recente Boletim Epidemiológico das Hepatites Virais no Distrito Federal, divulgado pela Secretaria de Saúde.

Transmissão

A principal via de transmissão das hepatites B, C e D é por contato com sangue e hemoderivados, além de contato sexual e da transmissão de mãe infectada para o recém-nascido (durante o parto ou no período perinatal). A transmissão pode ocorrer ainda pelo compartilhamento de objetos contaminados, bem como em acidentes com exposição a material biológico, procedimentos cirúrgicos, odontológicos e endoscopia, entre outros, quando as normas de biossegurança não são respeitadas.

“As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde, seja em âmbito público, seja no privado. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no Distrito Federal e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas que levem à redução do número de casos da doença”, ressalta a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Secretaria de Saúde, Beatriz Maciel.

Prevenção

Todas as hepatites virais podem ser evitadas com alguns cuidados. Para a do tipo A, o recomendado é lavar as mãos com água e sabão após ir ao banheiro ou trocar fraldas e antes de cozinhar ou comer. Também é indicado o uso de água tratada e higienização adequada dos alimentos.

Já a prevenção das hepatites B e C passa por evitar o contato com o sangue contaminado, razão pela qual é recomendado usar preservativos nas relações sexuais; sempre exigir materiais esterilizados ou descartáveis e não compartilhar itens, equipamentos ou utensílios de uso pessoal. A rede pública de saúde dispõe de preservativos para distribuir.

Além disso, as hepatites A e B podem ser prevenidas por meio de vacinação, e ambas estão previstas no calendário nacional de imunização. A hepatite C não possui vacina.

Diagnóstico e tratamento

A rede pública de saúde do DF disponibiliza os meios para se diagnosticar as hepatites virais, como exames de sangue e testes rápidos ou laboratoriais, em qualquer unidade básica de saúde (UBS) e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), localizado no mezanino da Rodoviária do Plano Piloto. Os testes rápidos para a detecção da infecção pelos vírus B ou C estão disponíveis para toda a população na rede do SUS no Distrito Federal (DF).

O tratamento da hepatite A se resume a repouso e cuidados com a dieta do paciente. Já em caso de hepatite C, a intervenção terapêutica é feita com os chamados antivirais de ação direta (DAA), que apresentam taxas de cura de mais 95% e são administrados, geralmente, por 8 ou 12 semanas. A hepatite B não possui cura, mas seu tratamento com medicamentos específicos (alfapeginterferona, tenofovir e entecavir) tem por objetivo reduzir o risco de progressão da doença e suas complicações, especialmente a cirrose e o câncer de fígado. Tanto o tratamento para a hepatite B quanto para hepatite C estão disponíveis na rede pública de saúde.

“Todas as pessoas com infecção pelo vírus da hepatite B ou C podem receber o tratamento gratuito pelo SUS. O médico, tanto da rede pública quanto suplementar, poderá prescrever o tratamento seguindo as orientações dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite C e B (PCDT Hepatite C e PCDT Hepatite B) do Ministério da Saúde”, esclarece Beatriz Maciel.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Estão abertas as inscrições para o programa Jovem Candango. O pontapé foi dado pela Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), nesta quinta-feira (1), em cerimônia realizada no Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia, com a disponibilização de 1,8 mil vagas para a iniciativa.

Jovens aprendizes de 14 a 18 anos, em situação de vulnerabilidade social, que desejam ingressar no mercado de trabalho, podem se inscrever no processo seletivo no site da pasta do Esporte. O prazo vai até 15 de julho e a previsão é que em agosto seja iniciada a fase de contratação dos jovens.

Durante o evento, foi transmitido um vídeo didático com o passo a passo para a realização da inscrição de maneira mais eficiente. Ao lado de representantes da Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi) e do Centro Espírita Fraternidade Jerônimo Candinho (OSJC), instituições selecionadas para efetivar os projetos, o primeiro jovem interessado no projeto realizou sua inscrição on-line.

Samuel Tito Martins, de 17 anos, reside na instituição Casa de Ismael há seis anos e acredita que ingressar no Jovem Candango vai ajudá-lo a se estabilizar financeiramente. “Mesmo participando do Jovem Candango, pretendo continuar estudando e depois avaliar em qual área me encaixarei”, explica. Os jovens vão receber dois terços do salário mínimo, que equivale a R$ 733, aproximadamente.

Sob a gestão da SEL, além da formação técnico-profissional, por meio de atividades teóricas e práticas, os aprendizes agora terão acesso à prática esportiva. “Qual jovem não quer ter uma renda com carteira assinada e ainda se preparar adequadamente para o mercado de trabalho? O Jovem Candango promove exatamente isso”, ressaltou a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira, na ocasião.

Estiveram também presentes o secretário executivo de Futebol, Paulo Victor Barbosa de Carvalho; o subsecretário de Administração Geral, Clemilton Oliveira Rodrigues Júnior; o subsecretário dos Centros Olímpicos e Paralímpicos, Ziel Ferreira; o subsecretário de Projetos e Eventos de Modalidades Esportivas, Sidemeron Campos Silva; o chefe de gabinete da Administração Regional de Samambaia, Denílson da Costa; e a deputada federal Celina Leão.

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Fonte: Agência Brasília

A semana foi dedicada à limpeza de bocas de lobo no Plano Piloto. Equipes do GDF Presente atuam na manutenção da região central da capital para evitar inundações das ruas na época das chuvas. O foco foram os bueiros da Avenida L4 Norte e da Vila Telebrasília. Cerca de 40 bocas de lobo já foram desobstruídas.

Por ser ao lado do Lago Paranoá, em uma região de declive, toda a água da Asa Norte cai na L4 Norte e os alagamentos na avenida são comuns no período chuvoso. As equipes do Polo Central Adjacente III, com apoio de dez reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) e da Administração Regional, desobstruíram os bueiros na via.

Segundo o coordenador do Polo Central Adjacente III, Leandro Cardoso, as bocas de lobo estavam cheias de sujeira, terra e folhas levadas pelas chuvas, mas também por dejetos jogados pela população. “Tinha garrafa de refrigerante, latinha de cerveja, tudo que é lixo que as pessoas jogam nas ruas e a chuva leva para o bueiro”, conta. “Já estamos prevenindo os alagamentos que acontecem com as chuvas.”

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, explica que o trabalho de limpeza de boca de lobo não pode parar. “Ele é feito de forma corretiva, quando identificamos alguma obstrução, mas também de forma preventiva, que é esse trabalho fora do período de chuva que impede o acúmulo de resíduos nesses espaços”, afirma.

As equipes também utilizaram 6,2 mil toneladas de asfalto para tapar buracos na SQN 407, podaram árvores e recolheram lixo verde na 311 Norte, que também recebeu lavagem de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC). O PEC da 305 Sul também foi lavado.

A Vila Telebrasília, antigo acampamento pioneiro às margens do Lago Paranoá, também recebeu ações do GDF Presente. Além da limpeza de seis bocas de lobo, os trabalhadores acabaram com um transbordo irregular, de onde recolheram 40 toneladas de entulho, e lavaram um PEC, ao lado do campo de futebol sintético.

Fonte: Agência Brasília

Quem suspeita ter contraído a covid-19 ou já foi diagnosticado com a doença e sofreu piora em seu quadro clínico pode ser atendido no Distrito Federal em qualquer unidade básica de saúde, Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e nos hospitais da rede pública, exceto o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) e o Hospital de Apoio de Brasília (HAB).

“Todos os demais hospitais estão aptos e preparados para receber pacientes acometidos com a doença. O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) também atende esses casos, mas somente crianças”, informa a subsecretária de Atenção Integral à Saúde substituta, Arilene Luis.

Vale ressaltar que a porta de entrada para os atendimentos na rede pública de saúde são na Atenção Primária, ou seja, nas unidades básicas de saúde (UBSs). Todas elas estão preparadas com área e equipes destinadas exclusivamente para atendimento aos pacientes com sintomas típicos da covid-19, como febre, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, diarreia e perda de olfato e/ou paladar.

“Para casos leves e moderados da doença, a porta de entrada é a Atenção Primária. Para os casos graves, orientamos acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-DF) ou ir para a emergência hospitalar”, explica.

Todas as sete regiões de Saúde contam com prontos-socorros para covid nas emergências hospitalares. Além disso, a rede possui cinco hospitais de campanha, sendo dois em Ceilândia, um no Gama, outro no Autódromo de Brasília e o Hospital de Campanha da PM.

Ao todo, a rede possui exclusivamente para covid-19: 320 leitos de enfermaria; 452 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI); 135 leitos de unidade de cuidados intermediários (UCI) e 300 leitos de suporte ventilatório pulmonar (LSVP).

Ambulatórios pós-covid

A covid-19 pode causar várias sequelas em quem teve a doença. Entre elas, disfunções respiratórias, principalmente em pessoas que passaram por hospitalização prolongada, com ou sem uso de ventilação mecânica. Por conta disso, a Secretaria de Saúde estruturou serviços específicos para reabilitação pulmonar na rede.

Hoje, a rede conta com cinco Ambulatórios de Saúde Funcional (ASF) que ofertam a Reabilitação Pulmonar, funcionando no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF); Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Hospital Regional da Ceilândia (HRC).

Para acesso à reabilitação pulmonar, o paciente deve procurar uma das unidades que oferecem o serviço com o encaminhamento do pneumologista para agendamento da avaliação.

Fonte: Agência Brasília com informações da Secretaria de Saúde

Nesta segunda-feira (28) começou a vacinação contra covid-19 na população em situação de rua do Distrito Federal. Para esse público, a Secretaria de Saúde reservou 950 doses da vacina Janssen – aplicada em dose única. As equipes do Consultório de Rua serão responsáveis pela aplicação do imunizante.

Denise Ocampos, gerente de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais, ressalta que é melhor imunizar a população em situação de rua com uma vacina de dose única, como é o caso da Janssen, por se tratar de um público que não costuma voltar para tomar a segunda dose.

“Foi o que ocorreu em outros estados que aplicaram vacinas que necessitavam de duas doses. Algumas pessoas perdem o cartão, outras se recusam a retornar”, ela explica. Segundo Denise, a estimativa é que, atualmente, o DF possua 2,2 mil pessoas em situação de rua.

A vacinação está ocorrendo nos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro Pop) do Plano Piloto e de Taguatinga e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia. Também foram disponibilizadas 300 doses da CoronaVac para aplicação nos servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) que atuam nessas instituições.

Prioridade para não abrigados

“Estamos priorizando, neste momento, a população não abrigada, mais exposta à covid-19 e a outros agravos. A situação de higiene em que vivem é precária, o que prejudica a prevenção. Além disso, muitos possuem comorbidades, são idosos, e isso aumenta o risco”, afirma Denise Ocampos. “À medida que forem chegando mais doses da Janssen, vamos ampliar a vacinação até que todos sejam imunizados”, acrescenta.

Denise lembra que vacinar as pessoas em situação de rua é uma maneira de dar a elas maior qualidade de vida e de prevenir a circulação do vírus em toda a cidade, já que essas pessoas circulam por todo o DF, muitas vezes sem máscaras.

Francisco Souza, 35 anos, disse estar grato em receber a imunização contra covid-19. “Fico feliz em saber que o governo observa que nós também precisamos desta vacina. Muitos moradores de rua estão pegando a covid-19 e morrendo. Nós também temos uma vida e ela tem valor”, afirma.

Para Gilmar Melo, de 49 anos, tomar a vacina da Janssen é um alívio. Ele afirma ainda que o deixa muito satisfeito saber que com apenas uma dose já estará imunizado contra a doença.

Vulnerabilidade

Cleomar Ferreira dos Santos, de 53 anos, foi a primeira a ser vacinada, pouco antes das 9h30 desta segunda-feira (28). Apesar da fisionomia assustada com a agulha, ela não escondeu a emoção. “É uma vitória. Eu tinha medo de não conseguir ser vacinada”, comemorou.

“E é muito bom que seja dose única, pois não é sempre que a gente consegue voltar aqui no Centro Pop. Agora, é continuar se protegendo e, depois, vida nova”, completa a cidadã, que espera poder contar com a imunização para conseguir uma colocação profissional. “Vou poder mostrar nas entrevistas de emprego que já estou vacinada e pronta para o trabalho”.

Para Ivan Gomes, de 48 anos, a dose chega para coroar um grande momento em sua vida. “Virei autônomo e, após mais de ano nas ruas, estou saindo dessa situação e indo, finalmente, para minha casa.”

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, todos os usuários que estiverem na portaria dos Centros Pops vão ser vacinados, obedecendo o limite de doses. Os cerca de 180 cidadãos acolhidos no alojamento provisório montado no Estádio Maria de Lourdes Abadia (Abadião), em Ceilândia, também vão receber o imunizante.

“Trata-se de um público extremamente vulnerável, por ter contato com muitas pessoas ao longo do dia. O GDF sensibilizou-se com essa demanda, que tem o objetivo de chegar também às unidades de acolhimento e casas de passagem”, explica a gestora.

Públicos da assistência social

Desde o início do ano, vários integrantes dos grupos prioritários atendidos pela Política de Assistência Social do DF já receberam o imunizante contra o vírus. Ainda em janeiro, 92 idosos abrigados em instituições de acolhimento foram vacinados.

Em março, 48 indígenas de diversas etnias acompanhados pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Gama, tiveram acesso à primeira dose. Antes disso, porém, o trabalho alcançou 47 Guajajaras.

Em maio, as 17.182 pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no Distrito Federal, com idade entre 18 e 59 anos, receberam mensagens de texto ou ligações telefônicas convocando-as para a vacinação contra a covid-19.

Fonte: Agência Brasília

O fechamento da W3 Sul para os veículos aos domingos e feriados, por meio do projeto Viva W3, celebrou um ano com avaliação positiva. A oportunidade de ter a via aberta para o lazer de pedestres e ciclistas é comemorada pelos frequentadores da avenida tanto em declarações quanto em pesquisas oficiais. “Ter um lugar perto de casa para a gente fazer caminhadas é muito bom”, diz Graziella Pereira, moradora da 711 Sul, que costuma levar os três filhos para brincar e tomar sol na avenida quando o trânsito está proibido no local.

Realizado há uma semana pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) com 223 frequentadores da mais nova rua do lazer do Plano Piloto, um levantamento mostrou que 82% deles aprovam a iniciativa. Além disso, 67% das pessoas que utilizam o comércio aos domingos e feriados – principalmente os supermercados da W3 – também aprovam o projeto.

“Com esta pesquisa, confirmamos a aprovação dos moradores à abertura da W3 para pedestres e ciclistas”, reforça a secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo (Segov), Meire Mota. “Um total de 88% dos entrevistados que declararam ter frequentado o Viva W3 todos os domingos e feriados avaliou positivamente a iniciativa. Criamos mais um espaço de convivência, lazer e práticas esportivas para a população e ainda revigoramos a região, que tem tudo para se tornar novamente um dos grandes eixos de cultura, turismo e economia de Brasília.”

Resgate da avenida

O aniversário do Viva W3 é celebrado com números animadores. Além do alto índice de aprovação, são mais de 60 edições realizadas, com público médio de 400 pessoas. Instituído pelo Decreto nº 40.877/2020, o Viva W3 surgiu de uma ideia do governador Ibaneis Rocha. O objetivo era iniciar uma remodelação da avenida comercial, que já foi a mais importante de Brasília, e levar o público de volta ao local.

O projeto permite o fluxo livre de pedestres e ciclistas de todas as idades pela avenida, com a interrupção de circulação de veículos entre as quadras 503/703 Sul e 512/912 Sul, das 6h às 18h, aos domingos e feriados. Para que isso se tornasse possível, transportes coletivos que fazem a rota pela W3 durante a semana tiveram o percurso transferido para as vias W4 e W5 Sul nesses dias e horário.

Sempre que vai à W3 aos domingos e feriados, Graziella Pereira leva os filhos – Henrique, 6 anos, Bianca, 4, e Gael, 8 meses. Enquanto o caçula toma sol no carrinho para se aquecer do frio, os irmãos mais velhos aproveitam para correr, acompanhados pela cachorrinha da família. “É um espaço ao ar livre muito importante para as crianças”, comemora a mãe. “Eu nunca ia ao Eixão do Lazer porque era muito longe da minha casa”.

Melhorias

Para 45% dos entrevistados, nenhum aspecto da iniciativa merece preocupação, mas 19% deles acham que o projeto precisa de mais segurança, 17% apontam o trânsito como um ponto de atenção e 16% pedem mais limpeza. O presidente da Codeplan, Jean Lima, diz que, como se trata de uma política pública, o projeto deve ser constantemente avaliado. “Ano passado, também fizemos pesquisas com os moradores da Asa Sul por telefone e pessoalmente com transeuntes que apontaram necessidade de alterações no trânsito. Foi um pedido da Segov, para ver a necessidade de mudanças”, explica.

Para Meire Mota, o projeto está aberto a ser constantemente aperfeiçoado de acordo com as necessidades apresentadas pela maioria dos frequentadores. “A pesquisa foi uma oportunidade de ouvir a comunidade e orientar o governo na implementação de políticas públicas”, afirma. “A pesquisa registra também os anseios da comunidade por mais segurança e outras questões. É uma oportunidade de ouvir a comunidade e orientar o governo na implementação de políticas públicas”.

O estudo mostrou também que 82% dos entrevistados sugerem a replicação do Viva W3 em outras regiões administrativas (RAs), pedidos que também chegam pela Ouvidoria do GDF. Até mesmo quem avalia o Viva W3 de forma negativa também concorda com a implantação do projeto em outras cidades.  “O Viva W3 surge como a nova fase de Brasília, a Brasília do futuro, e retoma o protagonismo de uma avenida que se renova como sede da economia criativa do Distrito Federal”, comemora a secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo .

Atualmente, o DF conta com mais dois projetos dessa configuração: o famoso Eixão do Lazer, no Eixão Norte e Sul, e o Domingo da Gente, no Paranoá. A avenida de 1,1 km que liga o  Paranoá ao Condomínio Paranoá Parque também é fechada aos domingos para os carros das 7h às 17h. Livre de trânsito, a pista é usada pela comunidade para a prática de atividades esportivas ao ar livre desde julho do ano passado.

Fonte: Agência Brasília

Além de causar poluição visual, as faixas de publicidade privadas colocadas de forma inadequada, às vezes irresponsável e sem autorização em lugares públicos como rotatórias e gramados. Os trabalhos de fiscalização e retirada do material são realizados pela Secretaria DF Legal, em parceria com as administrações regionais. Só este ano, o volume apreendido nas ruas do Plano Piloto foi de quase 11 mil propagandas irregulares, uma média de 2 mil por mês, com mais de R$ 110 mil em multas.

“É importante essa fiscalização porque evita muitos danos para a sociedade, como a poluição visual, além de sujeira nas vias públicas e danos ao patrimônio público”, explica o coordenador de Fiscalização da DF Legal, Rildo Wagner. “Essas faixas podem cair e, de mera propaganda, passam a ser resíduos que causam entupimento de bocas de lobo, gramados e jardins, sem falar de consequências graves como acidentes de pedestres, ciclistas e motoristas”, reforça.

O uso indevido de publicidade em áreas públicas é uma infração punida de acordo com as leis distritais 3035/2002 e 3036/2002, sem previsão de prisão, com multas de R$ 623, 46 a R$ 1.870,57, dependendo da gravidade e localização da área comprometida. O DF Legal atua em todo o território distrital, com apoio logístico das regiões administrativas (RAs).

As ações do órgão fiscalizador ocorrem diariamente nos períodos diurno e noturno. As cidades com maiores incidências dessas transgressões são Plano Piloto, Águas Claras, Ceilândia, Samambaia, Taguatinga, Guará e Sobradinho. A maioria dessas propagandas irregulares remete ao segmento de aluguel e venda de imóveis.

Águas Claras, um dos alvos

Em Águas Claras, em um período de dez dias, mais de 300 faixas foram retiradas das ruas, uma média de 7 mil peças publicitárias irregulares por mês. Os trabalhos de remoção são feitos três vezes por semana. “O nosso objetivo é manter a cidade limpa, sem poluição visual, além de demais transtornos ocasionados, como o aumento de risco de acidentes”, reforça o administrador de Águas Claras, André Queiroz.

Na parceria com as RAs, geralmente dois inspetores fiscais fazem parte da patrulha, mas cada Administração Regional tem autonomia para fazer os trabalhos de retiradas das faixas dentro de sua própria logística, contudo, sem o poder de aplicar multa. É o que conta o gerente de Obras da Administração de Águas Claras, Norberto Duarte de Souza.

“Os servidores das administrações só podem recolher o material que está no chão, aqueles fixados com estacas ou cavaletes de madeira”, explica. “Não multamos, mas fiscalizamos, fazemos o mapeamento dos locais com esse material e registramos uma notificação que é encaminhada para o DF Legal.”

Reaproveitamento

Em Águas Claras, os locais mais utilizados pelos infratores são aqueles de maior fluxo de carros e pedestres, como as rotatórias e cruzamentos, como os acessos aos shopping centers Águas Claras e Metrópole, ligando a Rua 19 à Avenida Boulevard. “Atuamos quase que diariamente para não acumular material, mas nos fins de semanas o pessoal coloca as faixas de volta, agindo na calada da noite”, conta Norberto.

Moradora da Quadra 208, próximo à estação de Metrô Águas Claras, a arquiteta e servidora pública Edna de Souza, 33 anos, diz que as faixas, além de deixarem feias as ruas da cidade, às vezes causam incômodo a quem circula pela região. “Importuna muito, e às vezes é perigoso para quem anda de bicicleta ou a pé mesmo”, observa. “Acho que tem que ter um outro canal para esse pessoal se comunicar com seu público – as redes sociais, por exemplo”.

Boa parte das faixas recolhidas pelos servidores de Águas Claras é reaproveitada. Depois que um bom volume do material é acumulado no pátio da administração regional, as estacas de madeiras são encaminhadas para os parques de Águas Claras, Areal ou Samambaia e usadas como suportes de plantas.

O tecido também é aproveitado pelas associações de catadores de lixo da Estrutural. “Quando todo esse material não é direcionado para esses dois destinos, é descartado como entulho”, esclarece o gerente de Obras da Administração de Águas Claras.

Fonte: Agência Brasília

Para resolver o problema histórico de alagamentos e enxurradas no Plano Piloto de Brasília causados pelos períodos críticos de chuvas, o GDF vai construir uma ampla rede de drenagem pluvial complementar ao sistema já existente. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) iniciará a primeira etapa do Projeto Drenar DF pela Asa Norte, atendendo à área mais problemática da região, chamada de Faixa 1/2, principalmente nas quadras com final 2. Dessa forma, publicou nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), licitação para contratar empresas que executem as obras de engenharia – divididas em cinco lotes – para a implantação da infraestrutura de drenagem na região.

O edital da licitação também pode ser acessado no portal da Agência, na seção “Licitações Compras/Serviços”.

A solução prevê nova tubulação que começará nas imediações do Estádio Nacional Mané Garrincha e descerá à via L4 Norte e, depois, ao Lago Paranoá. Passará paralela às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando com o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte até chegar à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte.

“A drenagem do Plano Piloto foi projetada e executada quando nasceu a cidade. Sessenta anos depois temos outra situação, alterações diversas que exigem uma nova rede de captação de águas pluviais. Um projeto moderno, contemplando toda a região, trará conforto e segurança para transitar em época de chuvas a essa população que tanto já sofreu com inundações”, explica o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior.

Ao todo, são 7,68 km de túneis. O projeto foi aprovado na Novacap com obras de escavação e estruturação da nova rede subterrânea – entre 12 m e 15 m de profundidade – com danos mínimos ao trânsito e à fluidez do dia a dia da população.

E, para receber as águas das chuvas da Faixa 1 e 2 Norte, ao fim do percurso, será construído um reservatório de qualificação de água pluvial. Implantado em uma área de 36 mil m², dentro do Parque Urbano Internacional da Paz, o reservatório funcionará como uma lagoa e terá volume útil de 70 mil m³ de água, podendo chegar ao volume máximo de armazenamento de 96 mil m³.

“A lagoa será de quantidade e qualidade, responsável por decantar as impurezas, permitindo a retenção da sujeira carregada pelas águas da chuva, objetivando a melhoria da qualidade da água lançada no Lago Paranoá”, explica o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho.

Serviço:

Mais informações podem ser obtidas por meio do call center da Terracap, no número (61) 3342-1103, ou via chat on-line, disponível no portal da Agência. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Fonte: Agência Brasília

Nesta quinta-feira (24), é celebrado o Dia de São João, data que marca as tradicionais festividades juninas. Contudo, este ano, em função da pandemia, os “arraiás” devem se concentrar em ambientes familiares, com encontros nos quintais de casas ou em pequenas propriedades rurais, como sítios ou chácaras. Além de estar atento aos protocolos de segurança no combate à covid-19, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) alerta para alguns cuidados extras.

“Estando em ambientes familiares, o mais propício é, em vez de usar o álcool, fazer a assepsia das mãos com água e sabão”, orienta o tenente Marcelo de Abreu, do CBMDF, lembrando que álcool é uma substância altamente inflamável. “Se não for possível ou não quiser deixar de usar o álcool gel, então o melhor é evitar a aproximação das fogueiras e dos fogos de artifício.”

Os bombeiros estão reforçando orientações para cuidados essenciais a serem tomados nesta época do ano. Em caso de a situação fugir do controle e ocorrerem acidentes, a saída é acionar a corporação, pelo telefone 193. “O aumento e a diminuição de acidentes estão relacionados ao tamanho da prevenção que é adotada por cada pessoa”, salienta o tenente Abreu. “É sempre bom ficar atento a tudo ao redor, em especial às crianças e equipamentos pirotécnicos”.

Olho vivo

Costume popular nos países da Península Ibérica – Portugal, Espanha, Andorra, Gibraltar e uma pequena parte do território da França  –, as festas juninas começaram a pipocar no Brasil no século 16. Além da tradição e da simbologia religiosa, com homenagens a santos como São João, São Pedro e Santo Antônio, o evento preza também pelo aspecto social, já que é um momento de confraternização. Daí a importância dos cuidados não apenas com relação à pandemia, mas também no manejo de fogos de artifício, rojões, bombinhas e fogueiras.

As recomendações ganham um calor mais intenso neste mês, quando a campanha Junho Laranja chama atenção à importância de se prevenir contra todos os tipos de queimaduras. “Que os cuidados com queimaduras não morram no mês de junho, afinal as pessoas se queimam diariamente”, alerta o chefe da Unidade de Queimaduras do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o cirurgião plástico Anderson Damásio. “A melhor forma de tratar a queimadura é a prevenção, ou seja, evitando riscos.”

Referência no DF em tratamentos de queimadura, o Hran teve aumento de 76% de internação em comparação aos quatro primeiros meses entre 2019 – quando ainda não havia tinha pandemia – e 2020. Isso ocorre devido aos acidentes domésticos, já que o número de pessoas dentro de casa agora é cada vez maior. No período de festividades juninas – que compreende julho, julho e agosto –, os casos tendem a aumentar.

“Geralmente, o adulto se queima de sete a oito vezes a mais do que a criança”, observa Anderson Damásio. “A criança tende a ter queimaduras mais graves porque a pele é mais fina, mais delicada. Crianças dentro de casa, quase em sua totalidade, se queimam dentro da cozinha. Cozinha e criança não foram feitos um para o outro. Nesta época do ano, é importante se manter afastado de fogueiras, churrasqueiras e artefatos ligados ao fogo.”

Precaução, sempre

Antes de utilizar artefatos pirotécnicos, é importante verificar a faixa etária permitida para o uso de cada produto, conforme orientam os bombeiros. É comum as crianças brincarem com bombinhas. Mas, mesmo na utilização desse dispositivo pela garotada, a recomendação é contar com supervisão de um adulto. Outro detalhe importante é a procedência do equipamento, que deve ser adquirido sempre em lojas autorizadas e credenciadas. “Tanto os fogos de artifício quanto os rojões têm que oferecer condições de qualidade para utilização”, pontua o tenente Abreu.

Outro detalhe pertinente, ele destaca, é o fato de que bebida, fogos de artifício e equipamentos inflamáveis não combinam. Em caso de queimadura, orienta, nunca se deve aplicar sobre o local atingindo qualquer produto: “O indicado é água fria e corrente, procurando, na sequência, atendimento médico”.

Confira, abaixo, as orientações do CBMDF relativas à prevenção contra acidentes com fogo.

  • Evite soltar fogos de artifício ou rojões perto de pessoas, animais, árvores ou rede elétrica. O indicado é fazê-lo em áreas preferencialmente abertas por especialistas
  • Deixe sempre uma vasilha com água por perto no momento do disparo de um artefato e nunca reaproveite ou segure o objeto no caso de falhar, já que ele pode explodir
  • Nada de rojões na mão. O ideal é fazer uso do explosivo com um suporte
  • Respeite uma distância mínima de 50 metros da vegetação e jamais acenda fogo sob instalações elétricas, nem nas proximidades
  • Limpe o local onde será feita a fogueira e coloque areia entre o solo e troncos
  • Evite brincadeiras perto de fogueiras e redobre a atenção com crianças.

Fonte: Agência Brasília

O Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) é um serviço público de saúde voltado a crianças e adolescentes que apresentem intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes (até os 17 anos, 11 meses e 29 dias) ou sofrimento psíquico decorrente do uso de substâncias psicoativas (até 15 anos, 11 meses e 29 dias). Funciona de segunda a sexta-feira das 7h às 18h. No Distrito Federal, há unidades do CAPSi no Plano Piloto, em Taguatinga, Sobradinho e Recanto das Emas.

De acordo com a gerente do CAPSi de Taguatinga, Kelly Cristina Vieira, atualmente são realizados cerca de 1.100 atendimentos ao mês na unidade, entre consultas individuais, em grupo on-line ou com novos acolhidos – essa modalidade tem uma média de 40 novos atendimentos todo mês.

Houve aumento significativo da demanda na unidade de Taguatinga. “Em meio à pandemia, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados”, alerta Kelly. “Toda essa situação de pandemia, isolamento social e mudança de rotina pode afetar também a saúde mental das pessoas”.

Sintomas

Entre os principais sintomas que estão fazendo as pessoas procurarem mais esses serviços, destacam-se ansiedade, nervosismo, insegurança, tristeza, luto, perturbação de sono ou insônia e uso abusivo de álcool e/ou outras drogas e outros sentimentos diante do isolamento social e das incertezas. Em crianças e adolescentes, além desses sintomas, também ocorre alteração no apetite e comportamento, agitação psicomotora, medo, baixa tolerância à frustração e dificuldades em relacionamentos interpessoais.

Segundo Kelly, sofrimento psíquico é algo que aflige cada vez mais a população mundial; e, com as crianças e adolescentes, não é diferente. “Os CAPSis são os articuladores estratégicos desta rede e da política de saúde mental no seu território”, resume.

A atuação do centro de atenção psicossocial tem papel importante na sociedade, conclui a gestora: “Cabe aos CAPSis o acolhimento e a atenção às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais, promover o acompanhamento social, o desenvolvimento da autonomia e da cidadania dos usuários e reintegrando-os à vida social e à convivência familiar”.

Como funciona

O CAPSi possui equipe multidisciplinar composta por terapeutas ocupacionais, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, fisioterapeuta, clínico geral, pediatra e psiquiatra.

O atendimento é feito por meio de demanda espontânea ou encaminhamento da Rede de Saúde e Rede Intersetorial (Educação, Assistência social, Justiça). Para o primeiro atendimento, é indicado que o paciente esteja preferencialmente acompanhado de familiar ou responsável legal. Basta levar documentos pessoais e o cartão do SUS – o que não é obrigatório para a população em situação de rua.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Os interessados em aumentar o limite diário de uso do vale-transporte poderão solicitar a extensão desse benefício diretamente à Subsecretaria de Controle e Gratuidade, da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), na antiga Rodoferroviária ou em um dos postos BRB Mobilidade. Para tanto, basta preencher o formulário de requerimento, que pode ser baixado na página da Semob, na seção Serviços/Limite do Vale-transporte.

Junto ao formulário, o beneficiário deverá apresentar cópia da RG e do CPF, declaração do empregador com a descrição do endereço da prestação do serviço, comprovante de residência e a descrição das linhas de ônibus a serem utilizadas no deslocamento residência-trabalho.

Após entregar a documentação, o beneficiário deve aguardar até cinco dias úteis para análise do pedido pela Semob. Caso o requerimento seja aprovado, o BRB Mobilidade fará a alteração no Sistema de Bilhetagem Automática (SBA) em até dois dias úteis.

Uso disciplinado

A regra de utilização do vale-transporte está em vigor desde o dia 18 deste mês, quando foi publicada a Portaria nº 96, da Semob, e tem como objetivo evitar o uso indevido do benefício. A medida está de acordo com a Lei Federal nº 7.418/1985, que instituiu o vale-transporte para ser utilizado em todos os modais integrados – ônibus, micro-ônibus, metrô e BRT.

Com a nova determinação, o benefício da integração tarifária poderá ser utilizado respeitando o intervalo mínimo de cinco minutos entre um embarque e outro. As demais regras de integração permitem ao usuário até três embarques no intervalo máximo de três horas entre o primeiro e o último embarque, pagando no máximo R$ 5,50. É necessário que as viagens ocorram no mesmo sentido, sem retorno ao ponto de origem.

De acordo com a norma, o vale-transporte deve ser utilizado pelo empregado somente para deslocamento entre a residência e o trabalho e vice-versa. Ao pleitear o benefício, o empregado precisa informar as linhas de ônibus, metrô e BRT que utiliza para chegar ao trabalho e voltar para casa. O trajeto é analisado de acordo com os comprovantes dos endereços residencial e comercial.

Confira, abaixo, a lista dos postos onde o formulário de  requisição de aumento do limite pode ser entregue.

  • Brazlândia – Rodoviária Central
  • Gama –  Rodoviária
  • Gama – BRT
  • Park Way –  BRT
  • Planaltina – Rodoviária
  • Plano Piloto – Galeria dos Estados e mezanino da Rodoviária
  • Santa Maria –  BRT
  • Sobradinho – Ginásio de Esportes
  • Taguatinga –  Rodoviária.

Consulte a localização e horários de funcionamento dos postos BRB Mobilidade.

*Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade 

Fonte: Agência Brasília

A iniciativa pioneira do Governo do Distrito Federal (GDF) de instituir repúblicas voltadas a pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social foi destaque nesta segunda-feira (21) na reunião de abertura do III Seminário Remoto LGBTQIA+ da Câmara Legislativa do DF (CLDF). A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lançou a primeira república em maio, com recursos de emenda parlamentar e parceria com o Instituto Ipês, como um espaço democrático e colaborativo, onde os moradores, diferentemente de uma instituição de acolhimento tradicional, cuidam do espaço, sob a supervisão da Sedes.

Todos os acolhidos são encaminhados por meio das unidades socioassistenciais. “É a primeira república do DF, nós não tínhamos experimentado essa modalidade de acolhimento antes. Não divulgamos o endereço por uma questão de segurança e para não estigmatizar a estrutura no território. Isso é um avanço muito grande porque é a primeira República LGBTQIA+ do país e o primeiro serviço de república do DF”, destaca o diretor de Serviços Especializados a Famílias e Indivíduos da Sedes, Felipe Areda, ao participar da abertura do seminário nesta segunda.

Com o tema “LGBTQIA+ da Periferia em Movimento”, o encontro on-line, promovido pela Câmara Legislativa no seu canal do YouTube TV Web CLDF, discute a diferença da realidade das pessoas LGBTQIA+ que moram nas regiões administrativas em relação às que vivem no Plano Piloto, no que se refere ao reconhecimento e ao alcance dos direitos, e debate as ações de inclusão dessa população.

Mediador do debate, o deputado distrital Fábio Felix destacou que a modalidade república para acolhimento é inovadora, mas pouco utilizada no país. “Estamos tendo, por meio da experiência com a população LGBTQIA+, as primeiras repúblicas da história do DF de aplicação prevista no Sistema Único de Assistência Social [Suas]. Instalar uma casa de acolhimento vinculada à Política de Assistência Social traz muita substância para esse atendimento, foi um grande passo”, reforçou o parlamentar. “Era uma ausência que todo mundo na rede de atendimento socioassistencial percebia. Nós não tínhamos para onde encaminhar as pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade”.

Atendimento especializado

Além das Repúblicas LGBTQIA+, Felipe Areda também destacou outras ações importantes na garantia de direitos dessa população, como a atuação do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) Diversidade e do Serviço Especializado de Abordagem Social (Seas).

“Temos há 11 anos do Creas Diversidade, que parte de uma mudança muito importante de avanço de concepção da política pública para entender que território para a política pública não é só espaço físico. Comunidades culturais são territórios e precisam ser pensadas nas suas especificidades enquanto territórios culturais historicamente estigmatizados. Então, assim como temos o Creas para atender uma região física, precisamos do Creas para atender comunidades culturais”, ressaltou.

“Também criamos um serviço específico de Abordagem Social composto por LGBTs para atender pessoas LGBTQIA+ em situação de rua. Um desafio muito grande responder aos impactos socioeconômicos da pandemia”, pontua Felipe Areda.

Capacitação

Além dos Creas Diversidade, há também a capacitação continuada dos servidores para atender especificamente à população LGBT. “Todos os novos servidores passaram obrigatoriamente no seu curso de formação por uma formação sobre conteúdo LGBT pensando no atendimento socioassistencial de pessoas LGBT. A Escola de Formação da Sedes também debate continuamente a questão LGBT com todos os servidores para avançar na qualidade da oferta do serviço”, finaliza.

 

*Com informações da Sedes

Fonte: Agência Brasília

Quando o governador Ibaneis Rocha determinou em junho de 2020 o fechamento da W3 Sul para a prática de esportes e lazer, um novo espaço público de recreação era criado aos domingos e feriados. A ideia foi aclamada por quem mora na região, mas como toda política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) está aberta para adequações e ajustes propostos pelo próprio cidadão.

Foi pensando nisso que a Secretaria de Governo, por meio da Companhia de Planejamento (Codeplan) realizou na manhã deste domingo (20) uma pesquisa de opinião para saber o que os frequentadores acham do Viva W3. Foram preenchidos 200 questionários.

Durante cerca de três horas, 14 pesquisadores espalhados ao longo das quadras 503 a 513 faziam 15 perguntas como as preocupações das pessoas com a abertura da via para o lazer, se tinham interesse em consumir alimentos vendidos por lá e se achavam que o projeto deveria ser expandido a outras regiões administrativas.

“A orientação no governo é de que as políticas públicas sejam sempre monitoradas e avaliadas, para que devidos ajustes sejam feitos, sempre de forma a atender os anseios da maioria da população”, informou o presidente da Codeplan, Jean Lima.

Ao lado da secretária de Turismo Vanessa Mendonça e da secretária executiva de Acompanhamento e Monitoramento de Políticas Públicas da Secretaria de Governo, Meire Mota, ele acompanhou a aplicação da pesquisa de satisfação.

Adequações

“Digo sempre que esse projeto está aberto a ser constantemente aperfeiçoado e avançar de acordo com as necessidades apresentadas pela maioria dos frequentadores”, garante Meire. De acordo com ela, a Ouvidoria do GDF vem recebendo, inclusive, pedidos de para que projetos como o Viva W3 e o Eixão do Lazer sejam replicados em mais regiões administrativas.

“A recuperação da W3 é vital tanto para o turismo em Brasília quanto no resgate da história para que possa ser vivenciada pelas novas gerações”, completou a secretária Vanessa Mendonça.

Quem também fez coro às vantagens do Viva W3 foi o secretário de Segurança Pública do DF, Júlio Danilo Ferreira. Acompanhado da esposa Francis Ferreira, 41 anos, e morador da Asa Sul, ele aproveitou a manhã de domingo para fazer uma caminhada próximo de casa. “Temos aqui um espaço seguro que conta, inclusive, com o suporte das forças de segurança integradas em prol do projeto.”

Passeando pela via de bicicleta, o servidor aposentado Carlos Cezar Soares, 60 anos, e o advogado Márcio Guidacci, disseram curtir a via de esporte e lazer próxima de casa. Entusiastas do projeto, eles se preparam para lançar uma associação de moradores das quadras 700.

“Somos totalmente favoráveis à ideia pois, além de uma opção de recreação na cidade, colabora na despoluição sonora e do ar nos horários em que o trânsito de veículos está interrompido”, resumiu Guidacci.

Fonte: Agência Brasília

Para mais transparência e aumento da interação com os diversos segmentos da sociedade e do governo no enfrentamento à violência contra a mulher, a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP) lança, nesta segunda-feira (21), o Painel Interativo de Feminicídios. O material será disponibilizado por meio de tecnologia de Business Intelligence (BI), semelhante ao Painel Covid, utilizado pelo Governo do Distrito Federal para divulgação dos dados referentes à pandemia no DF. O lançamento ocorrerá no Palácio do Buriti, com transmissão ao vivo pelo Instagram da SSP, às 14h30.

O painel trará, de forma dinâmica e interativa, as análises e estudos da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), da SSP. Haverá informações detalhadas de todos os feminicídios ocorridos no Distrito Federal desde a publicação da Lei nº 13.104, em março de 2015. O material subsidiará os gestores públicos, o sistema de justiça, acadêmicos, imprensa e população. Os dados serão atualizados sistematicamente e poderão ser acessados por meio do site da SSP, inclusive pelo celular.

“Nosso principal objetivo é envolver cada vez mais todos os segmentos da sociedade no enfrentamento a toda e qualquer violência contra mulher”, explica o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo. “Essa é uma prioridade da gestão do governador Ibaneis Rocha e da Secretaria de Segurança Pública. O painel interativo é, sem dúvida, um avanço essencial para continuidade de implementação de políticas cada vez mais assertivas e direcionadas. Utilizar a BI é inovador, e o acesso a informações qualificadas é essencial para a elaboração de políticas públicas e para o suporte à tomada de decisão e ao monitoramento de resultados.”

A iniciativa integra o programa Mulher Mais Segura, lançado em março deste ano pela SSP para coordenar iniciativas de proteção e prevenção a crimes dessa natureza. É mais uma entrega que materializa o comprometimento do governo como um todo com essa causa”, resume o titular da SSP. “São inúmeras parcerias para que vítimas de violência tenham, cada vez mais, acesso às políticas de proteção, aos mecanismos de denúncia e aos órgãos de proteção e repressão deste crime.  O painel será essencial para transparência e gestão técnica das políticas públicas”.

O secretário executivo de Segurança Pública, Milton Neves, faz um alerta: “Muito dificilmente um feminicídio é a primeira violência sofrida. Comprovamos isso por meio dos estudos que estarão disponíveis no painel e que apontam que, em cerca de 80% dos crimes ocorridos no DF desde 2015, as mulheres nem sequer tinham registrado um boletim de ocorrência contra o autor. O que impressiona é que, no decorrer da investigação, familiares, amigos e vizinhos relatam nos processos que já tinham visto ou escutado que aquela mulher tinha sido vítima de violência”.

A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, elogia a iniciativa: “A transparência da informação, de um estudo tão aprofundado e completo como o realizado pela Secretaria de Segurança Pública, é estratégica para direcionamento de ações e mostra a preocupação do governo com a prevenção desse crime. Na Secretaria da Mulher, utilizamos o estudo como base para nossas ações, como ocorreu com a elaboração do programa Empreender Mulher, por exemplo. O estudo mostra que existem muitos casos de mulheres que permanecem no ciclo de violência por conta da dependência financeira de seus parceiros, e o programa busca a autonomia financeira das mulheres”.

O coordenador da CTMHF, Marcelo Zago, avalia: “A possibilidade de manusear e realizar pesquisas, inclusive dos locais de maior incidência do crime, com buscas por idade ou regiões administrativas em que essas vítimas viviam, torna mais fácil o entendimento da dinâmica do crime e deixará em evidência a importância da denúncia ou registro de ocorrência, mesmo que de forma anônima, para que o Estado possa agir antes da morte dessa mulher”.

Transparência

Desde março deste ano, como parte das ações do programa Mulher Mais Segura, os dados da CTMHF passaram a ser disponibilizados no site da SSP. “A diferença é que, a partir de agora, os dados serão desmobilizados de forma interativa ao usuário e não somente publicados de forma estática”, explica Zago. A pesquisa de informações por meio da plataforma de BI possibilitará a busca segmentada de informações, argumenta. “Será possível, por exemplo, realizar a pesquisa dos feminicídios ocorridos em uma região administrativa específica ou ainda a motivação para os crimes num determinado ano”, detalha o gestor.

Para a coordenadora do Núcleo Judiciário da Mulher e titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Luciana Lopes Rocha, a transparência de dados por meio da CTMHF tem sido fundamental para a prevenção ao feminicídio. “A divulgação dos fatores de risco presentes nos feminicídios, sejam eles tentados ou consumados, é de extrema relevância para determinação de políticas públicas centradas na prevenção e proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar”, afirma.

A magistrada explica ainda que os estudos sobre fatores de risco que levam ao feminicídio são temáticas centrais das políticas públicas de vários países. “Trata-se de uma estratégia de atuação como perspectiva de gênero”, complementa.

Para a titular da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), delegada Adriana Romana, a transparência dos dados será essencial para divulgar, também, o alto índice de elucidação dos feminicídios no DF. “A divulgação da quantidade de investigações que levaram à prisão dos autores é importante para que a população saiba que esta é uma temática prioritária em nossas investigações”.

A segmentação dos dados poderá contribuir com o direcionamento e organização das visitas feitas pelo Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). “Somente em 2021, entre janeiro e abril, o Provid realizou 6,2 mil visitas solidárias, monitorando 1,2 vítimas de violência doméstica e familiar”, informa a coordenadora do Provid, Adriana Vilela. “Desse total, mil eram mulheres. Os dados disponibilizados no novo painel vão contribuir muito com nosso trabalho”.

Proteção da mulher 

O programa Mulher Mais Segura reúne medidas, iniciativas e ações de enfrentamento aos crimes de gênero e fortalecimento de mecanismos de proteção a esse público. O lançamento ocorreu em março deste ano, como parte das ações pelo mês da mulher.

Entre as medidas, destaca-se o Dispositivo Móvel de Proteção à Pessoa (DMPP), que atualmente monitora cinco casos de Medida Protetiva de Urgência (MPU) encaminhados pelo Judiciário local. É um mecanismo inédito que permite acompanhar vítima e agressor de forma dinâmica, impedindo que se encontrem e informando ambos, em tempo real, caso haja invasão do perímetro de segurança estabelecido pela medida protetiva.

Mulher Mais Segura coordena ainda iniciativas já implementadas pela SSP, como Viva Flor, Aliança Distrital – Instituições Religiosas no enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar, reformulação da estratégia de divulgação dos vídeos de combate à violência de gênero da Turma da Mônica, Maria da Penha On-Line, Provid e delegacias especiais de atendimento à mulher (Deams). “O Mulher Mais Segura nos proporcionou a possibilidade de implementar novas estratégias de ação e o fortalecimento daquelas já empregadas”, resume o secretário de Segurança Pública. “Desta forma, garantimos mais sincronia entre as medidas e, consequentemente, mais eficiência do que já foi implementado, com ações sistemáticas e o comprometimento da segurança pública e do governo local.”

*Com informações da Secretaria de Segurança Pública

Fonte: Agência Brasília

A população do Distrito Federal conta com o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), mais conhecido como Farmácia de Alto Custo. Com acesso a medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o serviço tem como objetivo a busca do tratamento medicamentoso integral, em nível ambulatorial.

Atualmente, são distribuídos 268 medicamentos para doenças consideradas importantes do ponto de vista clínico-epidemiológico. Entre essas patologias, também se destacam asma grave, doença de Alzheimer, esclerose múltipla e esquizofrenia. Há  35 mil pacientes cadastrados no serviço.

“Para receber o medicamento, o paciente deve atender os critérios estabelecidos pelos PCDT [Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas] publicados pelo Ministério da Saúde, ou pelos protocolos clínicos da Secretaria de Saúde [SES]”, explica a diretora de Assistência Farmacêutica, Walleska Borges. Os protocolos detalham os critérios de diagnóstico, tratamento e acompanhamento de cada doença e regulam o acesso a práticas e medicamentos no âmbito do SUS.

As três unidades das Farmácias de Alto Custo – Gama, Ceilândia e Plano Piloto (Asa Sul) – realizam cerca de 500 atendimentos por dia. De acordo com Walleska, antes da pandemia, esse número era em torno de mil atendimentos diários; com a implementação do serviço de entrega de medicamentos em casa, em abril de 2020, houve uma redução no fluxo de pessoas no atendimento presencial, o que leva mais segurança e comodidade para a população.

Cadastro

Para ser atendido, é preciso solicitar o medicamento administrativamente, por meio de um cadastro. O paciente pode ligar para 160, Opção 3 (Farmácia Ambulatorial Especializada); e, caso o medicamento solicitado faça parte do rol disponível no Ceaf, devem ser agendadas data e horário para levar o requerimento a uma das farmácias mais próximas à residência do solicitante.

A análise dos documentos é feita por um médico especialista da SES, conforme a doença para qual o paciente solicita a medicação, a fim de verificar se ele se enquadra nos critérios estabelecidos pelos PCDT. Em até cerca de 30 dias, o médico elabora um parecer e devolve para a farmácia. O resultado da análise pode resultar na aprovação do processo, na devolução para resolver alguma pendência de informação e/ou exame necessário para avaliação do paciente ou na reprovação, quando o paciente não apresenta os critérios exigidos.

Após essa etapa, caso a pessoa tenha a solicitação aprovada, é chamada para uma consulta presencial com um farmacêutico. “Essa primeira entrega é realizada dentro de um consultório farmacêutico”, informa Walleska. “O paciente recebe as orientações de uso do medicamento, armazenamento, interações medicamentosas, bem como [orientações] sobre o funcionamento da farmácia”.

Depois que faz a primeira retirada, o beneficiário pode ir mensalmente à farmácia na qual está cadastrado para retirar  a medicação ou optar pelo recebimento em casa. Além disso, quando há disponibilidade em estoque, o paciente pode levar a quantidade para um período maior.

Walleska alerta que o medicamento só pode ser retirado na unidade cadastrada mais próxima à residência do paciente. “Caso haja mudança de endereço, o paciente deve atualizar o cadastro, mediante apresentação de comprovante de residência”, indica.

Já para receber o medicamento em casa, é necessário que o paciente já tenha feito a retirada do remédio, esteja com o cadastro atualizado e com a autorização vigente. O agendamento deve ser solicitado pelo telefone (61) 3029-8080. Os novos pacientes precisam antes passar pela consulta farmacêutica e, só após isso, estão aptos a receber os medicamentos em casa.

Os pacientes podem indicar até cinco representantes para retirada de medicamentos. Para isso, é preciso apresentar uma declaração preenchida e assinada e cópia do documento de identificação da pessoa designada. Isso vale tanto para a retirada presencial quanto para o recebimento do medicamento em casa. O produto só será entregue ao titular do pedido ou a um representante devidamente autorizado.

Renovação

Para manter o cadastro ativo, é preciso renovar o processo semestralmente com a entrega do laudo para solicitação, avaliação e autorização de medicamentos (LME), receita médica válida e exames de monitoramento, quando solicitados.

Em virtude da pandemia, o Ministério da Saúde flexibilizou as regras de renovação. Assim, caso a pessoa não consiga os documentos, o processo será renovado de forma automática para mais três meses de uso.

“Pedimos que o paciente se organize para entregar os documentos no último mês da retirada antes da próxima renovação para que não haja atrasos na liberação do medicamento no mês seguinte”, recomenda Walleska. “Se ele já tem autorização para receber de janeiro a junho, deve entregar a documentação no mês de junho para continuidade do tratamento para os meses de julho a dezembro”.

Caso ainda haja alguma adequação no tratamento – inclusão ou exclusão do remédio, aumento ou redução de dose –, é necessária a apresentação da documentação presencialmente.

Dispensação

Segundo a diretora de Assistência Farmacêutica, a dispensação dos medicamentos no Ceaf é dividida de acordo com o grupo de financiamento: pela União ou pelas secretarias estaduais de Saúde.

Como grande parte dos medicamentos é de responsabilidade do Ministério da Saúde, o órgão estabeleceu, por meio de portaria, as diretrizes para o funcionamento dos Ceafs. Dessa forma, toda a organização e funcionamento do serviço deve seguir o disposto na normativa (Portaria de Consolidação nº 02/2017).

Programação

Os medicamentos das farmácias de alto custo possuem duas programações. Na primeira, o Ministério da Saúde adquire os remédios e fornece às secretarias estaduais de Saúde (Grupo 1A). Na segunda, as secretarias de Saúde adquirem os medicamentos (Grupo 1B e Grupo 2).

Cabe a cada secretaria de Saúde enviar ao ministério uma lista com os pacientes e a comprovação de que estão dentro das diretrizes do protocolo. O órgão, então, faz uma análise e envia os medicamentos (Grupo 1A).

A subsecretária de Logística em Saúde, Rogéria Romanholo, explica que a programação para aquisição dos medicamentos padronizados para os grupos 1B e 2 é feita com base na cobertura de estoque de cada remédio, ou seja, de acordo com o tempo suficiente para que o quantitativo disponível nos estoques centrais e nas farmácias é possa manter a rede da SES abastecida.

“Para isso, é realizado monitoramento diário dos estoques, bem como atualizações mensais do consumo médio mensal, a fim de obtermos dados diários referentes à cobertura de estoque”, relata a gestora.

Quando a cobertura de estoque indica que foi atingido o ponto de ressuprimento, é emitido novo pedido de compra com o intuito de garantir a manutenção do abastecimento da medicação na rede.

Unidades

Todas as unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e sábado, das 7h às 12h, para atendimento de pacientes já cadastrados. Confira, abaixo, os endereços das farmácias.

  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado na Asa Sul
    Estação 102 Sul do Metrô, subsolo – Ala Comercial, Asa Sul.
    Telefone: (61) 4042-6774 / WhatsApp: (61) 9935-0060.
  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado em Ceilândia
    EQNM 18/20, blocos A e C – Praça do Cidadão, Ceilândia.
    Telefone: (61) 4042-6773.
  • Núcleo de Farmácia do Componente Especializado no Gama
    Praça 1, s/nº – Setor Leste, Gama.
    Telefone e WhatsApp (61) 4042-6771.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

As obras de infraestrutura do Governo do Distrito Federal (GDF), espalhadas pela capital para melhorar a qualidade de vida da população, estão recebendo prioridade máxima na emissão de autorizações ou licenças ambientais do Instituto Brasília Ambiental.

Recentemente, receberam licenciamento ambiental as obras de implantação de melhorias no sistema viário que envolve as rodovias DF-001/DF-027, que permitem o acesso à ponte JK, e as DFs 001 e 035, que levam ao Lago Sul. Também foram licenciadas as obras das ciclovias e calçadas em ambos os lados da DF- 001 que conectam as áreas residenciais da região.

O superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Alisson Neves, lembra que a licença ambiental simplificada concedida a esse complexo viário tem validade de dez anos – o que significa que já atende à realização da obra e sua operação. Ele informa que a licença foi concedida em menos de 90 dias, tendo em vista a prioridade.

“Nossa meta é contribuir, dentro do possível, para trazer sempre mais infraestrutura para a população e mais opções de locomoção, que somam melhorias na qualidade de vida. Estamos engajados com os objetivos do GDF, então tratamos todas as obras de infraestrutura como prioritárias”, ressalta o superintendente.

E os trabalhos não param por aí. Esta semana, o Brasília Ambiental concedeu autorizações ambientais para implantação das obras do viaduto de acesso à Região Administrativa de Sobradinho, na BR-020, e ainda para os serviços de construção de viadutos nos entroncamentos da DF-001 com a DF-027 e com a DF-035, no Jardim Botânico.

O instituto reforça que as autorizações e licenciamentos ambientais concedidos respeitam todas os protocolos jurídicos e ambientais da legislação distrital, sendo elaborados a partir de audiências públicas e análises locais envolvendo a comunidade e outros órgãos do DF. “As ações buscam a desburocratização dos processos, mas sempre comprometidas com as questões ambientais e de sustentabilidade”, explica Alisson Neves.

Corredor Oeste

Outra licença ambiental concedida nos últimos dias foi para a implantação de faixa adicional contígua às faixas existentes na Avenida Hélio Prates, em Taguatinga. Essa obra tem o objetivo de facilitar o fluxo no sentido Ceilândia – Taguatinga – Plano Piloto, por meio da faixa exclusiva para ônibus, além de facilitar o fluxo interno de veículos na cidade, trazendo melhorias, acesso e segurança para a população.

O empreendimento busca a priorização do transporte coletivo, gerando melhores condições de acessibilidade e mobilidade, podendo ser utilizado também por ciclistas para a circulação diária. Essa intervenção faz parte do traçado do Corredor Oeste, que abrange Avenida Central, as avenidas Hélio Prates, Comercial e Samdu, EPTG, EPCL, ESPM e Epig.

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

O Setor Habitacional Noroeste abrigará o mais novo shopping center de Brasília. A Agência de Desenvolvimento do Distrito federal (Terracap) publicou nesta quarta-feira (16), o edital para selecionar proposta de parceria societária visando a implantação, gestão e exploração do Centro Comercial Noroeste. O terreno de 61,8 mil m², localizado às margens da via W7, tem potencial para ofertar à população um empreendimento multiúso, podendo conter edifícios de lajes coorporativas e salas comerciais, hotelaria e até o chamado long-stay (hotel-residência).

O edital de Chamamento Público de Oportunidade de Negócio nº 002/2021 foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O documento e seus anexos já estão disponíveis no site da Terracap.

Segundo a diretora de Novos Negócios da Terracap, Kaline Gonzaga, trata-se de iniciativa inovadora que possibilita aliar o grande potencial de desenvolvimento imobiliário do terreno com toda a experiência e capacidade técnica e operacional de um parceiro privado. “As diretrizes para a implantação futura do empreendimento incluem a valorização dos conceitos urbanísticos de sustentabilidade e de respeito ao meio ambiente, além da integração urbana do Centro Comercial ao Setor Noroeste e entorno imediato, como, por exemplo, o Parque Burle Marx”, explica.

Estudos contratados pela Terracap revelam que o Noroeste apresentou elevado crescimento de domicílios nos últimos anos, com taxa geométrica de crescimento anual de domicílios entre 2010 e 2020 projetada em 12,78%, maior que a de todas as regiões administrativas. Estima-se para o setor uma população de 43,6 mil pessoas, considerando a média de 18.195 apartamentos com o bairro consolidado.

Além disso, a população residente no Noroeste possui renda média mensal (R$ 23.970,00) superior à do Plano Piloto, ficando abaixo apenas das regiões administrativas do Lago Sul e Park Way, o que revela um público consumidor consolidado no local, com alto poder de compra.

De acordo com o presidente da Terracap, Izidio Santos, as normas de uso e ocupação viabilizam uma expansão de usos inédita em Brasília, promovendo a integração de shopping com lojas e hotelaria, dentro do último bairro residencial projetado no Plano Piloto, em localização importante não somente para a área tombada, mas para toda a cidade. “Em razão da localização e centralidade, o empreendimento tem condições de atender para além do bairro Noroeste, abarcando os bairros que circundam a região”, registra.

Como funcionará?

O chamamento público é resultado de uma série de estudos contratados pela Terracap, que incluíram a análise da vocação imobiliária do imóvel situado na Área Especial 1 – AENW1, Lote A, do Setor Habitacional Noroeste, bem como os aspectos arquitetônicos preliminares e de viabilidade econômico-financeira.

O modelo de negócio estabelece a Terracap como responsável pelo aporte do terreno na sociedade empresarial e o parceiro privado como responsável pelo desenvolvimento dos projetos e pela construção e operação.

Os interessados têm 90 dias para apresentar as propostas e o vencedor do certame será convocado para celebrar acordo de acionistas e constituir Sociedade de Propósito Específico – SPE com a Terracap, pagando uma torna de R$ 17,5 milhões e garantindo-lhe um percentual mínimo de participação ao longo da operação do novo empreendimento.

Informações complementares podem ser obtidas por intermédio do e-mail da Comissão Especial que conduzirá o processo: parceriaccnw@terracap.df.gov.br.

*Com informações da Terracap

Fonte: Agência Brasília

A Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) agora é responsável pela gestão e pelo uso do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. A determinação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (15), por meio da Portaria Conjunta nº 01, assinada entre a pasta do Esporte e a Administração Regional do Plano Piloto. Desde o ano passado, o local recebe uma série de melhorias e reformas promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

De acordo com a publicação, entende-se como competência da SEL atos de autorização, permissão ou concessão do uso do local a outros órgãos públicos ou a particulares, assim como celebração de parcerias e realização de construções, manutenção e reformas. “O Parque da Cidade é um dos locais mais queridos da população para a prática de esporte e lazer. Realizamos várias melhorias nesses últimos meses para deixá-lo, cada vez mais, a cara dos seus frequentadores”, comenta Giselle Ferreira, secretária de Esporte e Lazer.

A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, explica a medida. “A delegação de competência operada através da portaria conjunta publicada hoje serve para solucionar uma questão formal, que impedia a concentração de todos os atos de gestão relacionados ao Parque da Cidade num único órgão.”

*Com informações da SEL

Fonte: Agência Brasília

Quem caminha pelas quadras 507 e 508, na W3 Sul, já percebe um novo visual. As obras, com novos estacionamentos e calçadas, devem ser as próximas a serem concluídas ao longo da Avenida W3 Sul. Nesta semana, os serviços por lá atingiram 60% de execução. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe R$ 2,537 milhões no trecho.

A proposta é reformar toda a icônica avenida, que já foi o ponto comercial mais disputado de Brasília. O custo total da reformulação de toda a região é de quase R$ 15 milhões, sendo que quatro quadras (509, 510, 511 e 512 Sul) já foram inauguradas no ano passado. Cerca de 800 empregos foram gerados em toda a empreitada.

Na CRS 508, onde está localizado o Centro Cultural Renato Russo, o avanço das obras é grande. O piso modelo Fulget, similar à granitina, foi todo instalado em frente às lojas. O beco foi recuperado e um dos estacionamentos no fundo do comércio, na via W2, está novo e funcionando normalmente. Já a 507 teve o canteiro central concluído e o estacionamento de piso intertravado está na fase final.

Proprietário de uma loja de refrigeração, o empresário Bruno Coimbra, 37 anos, aposta em um novo momento do comércio com o fim das obras. “Está melhorando muito. O piso em frente às lojas era horrível e agora tenho certeza que vai aumentar a circulação de pessoas”, aponta. “Falta concluir o estacionamento para o cliente parar o carro e vir até os estabelecimentos com mais tempo e tranquilidade”, diz Coimbra.

Antônio Lúcio, 50 anos, é gerente de um empório com acesso pela W2 Sul. Para ele, as calçadas mais largas e acessíveis são o ponto mais positivo da reforma. “Eram estreitas demais, ruins para caminhar. E elas dão acesso às nossas lojas”, explica. “Parece que vão praticamente dobrar de tamanho”, revela, acertadamente. De acordo com a Secretaria de Obras, elas passaram de cerca de 1m de largura para 2,20m nas duas comerciais.

Outras nove quadras em obras

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) é a responsável pelo projeto de melhoria da avenida, atendendo a demanda de um perfil amplo de usuários do setor, desde pedestres a condutores de automóveis. A Secretaria de Obras, por meio de empresas terceirizadas, executa os serviços.

“A revitalização da W3 Sul é parte fundamental do processo de recuperação do Plano Piloto que estamos fazendo”, observa o secretário de Obras, Luciano Carvalho. “O objetivo é retomar o comércio na região e reviver os tempos áureos dessa importante via. Em dezembro deste ano, se Deus quiser, teremos uma W3 pronta e mais moderna”, afirma.

Além da 507/508 Sul, outras nove quadras (502, 503, 504, 505, 506, 513, 514, 515 e 516 Sul) também estão sendo totalmente reformadas . As obras são agrupadas em quatro lotes. A 502/503, por exemplo, já atingiu cerca de 45% de execução, segundo acompanhamento da Secretaria de Obras.

Os serviços em toda a via incluem a reforma dos estacionamentos, drenagem, nivelamento das calçadas com piso tátil e rampas, arborização e paisagismo, reforma dos becos entre os blocos, pintura e sinalização.

“Nova experiência na W3”

As melhorias estão sendo executadas com recursos da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap). Na avaliação do presidente da empresa, Izidio Santos Junior, a nova W3 terá mais atrativos para o brasiliense. “A proposta é que a experiência prazerosa de lazer, convivência e consumo atraia maior fluxo de pessoas às lojas, gerando emprego e renda para a cidade”, destaca.

Estágio das obras:

507 Sul

Concluído:
– Canteiro central entre as pistas da avenida;
– Estacionamento e calçadas em frente aos blocos da SQS 307 (80% de conclusão)*;

Falta:
– Piso em frente ao comércio da W3 Sul;
– Vagas e calçadas nos fundos do comércio (W2 Sul);
– Becos da quadra;

508 Sul

Concluído:
– Piso em frente ao comércio da W3 Sul;
– Canteiro central entre as pistas da avenida;
– Estacionamento e calçadas em frente aos blocos da SQS 308;
– Beco da quadra;

Falta:
– Estacionamento da via W3 Sul;
– Vagas e calçadas nos fundos do comércio (W2 Sul).

Fonte: Agência Brasília

Segue em expansão o projeto Conexão Verde, desenvolvido pela Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Executado atualmente no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), localizado nos Jardins Mangueiral, e nos parques ecológicos Olhos d´Água (Asa Norte), Sucupira (Planaltina) e Riacho Fundo, o programa será implantado em mais três unidades a serem definidas.

Com orçamento inicial de cerca de R$ 84,5 mil – recursos originários de compensação ambiental –, o projeto atua com a divulgação de espécies do cerrado para uso medicinal, com a finalidade de conservar e preservar o bioma. Outras atividades compreendem a identificação de espécies, produção de mudas, cursos, treinamento de voluntários e oficinas, além de bate-papo com as comunidades – ação temporariamente suspensa, devido à pandemia.

“No momento, estamos nos adequando à situação, fazendo lives virtuais”, explica a analista de atividades do Brasília Ambiental Rosângela Martines Echeverria, coordenadora do Conexão Verde. “A iniciativa está crescendo e contando com voluntários ligados às universidades.”

A coordenação do projeto contabilizou, até o momento, 158 espécies identificadas nas unidades de conservação (UCs). Foram encontradas 49 espécies no Parque Olhos d’Água, 47 no Parque Sucupira e 62 no Riacho Fundo. Esses três parques já possuem canteiros que se transformaram em jardins de medicinais.

Indicadores

Os resultados do Conexão Verde revelam seus próprios indicadores de qualidade. Além da inserção de 100 mudas nos canteiros dos três parques – das quais 25 são espécies medicinais comprovadas –, o projeto já capacitou 120 pessoas, fabricou 153 placas para identificação de arbóreas, produziu mais de mil mudas, contemplou dois projetos e coletou quatro mil sementes, entre outras ações de destaque.

Conexão Verde conta com a participação de 15 voluntários, entre aposentados e universitários, servidores internos do Brasília Ambiental, agentes de UCs, estagiários e brigadistas. Tem a participação ainda das benzedeiras do Parque Ecológico da Asa Sul, que, devido à pandemia, mantêm atendimento virtual.

“Temos como metas futuras, além da ampliação em mais três unidades de conservação, novos acordos de cooperação técnica, transformação do projeto em programa, apoios institucionais, implementação de um banco de dados de espécies arbóreas do cerrado e busca de mais recursos, entre outras”, enumera Rosângela Echeverria.

Estágios

Segundo a coordenação, o projeto Conexão Verde se desenvolveu em cinco etapas. Na primeira, foram feitas melhorias e a implantação do CPS. Em seguida, o foco foi o bioma cerrado, com a identificação de espécies nas UCs, pesquisas, produção de placas para identificação de arbóreas, auxílio estrutural e de materiais aos viveiros, coleta de sementes e produção de mudas de espécies já identificadas como medicinais e outras.

Na terceira etapa, foram feitas as construções dos jardins de plantas medicinais nas unidades. Já na etapa quatro, o enfoque foi o atendimento às comunidades com encontros para bate-papo, oficinas, cursos e lives.

A quinta etapa, por fim, abrange, distribuição de mudas de plantas medicinais e fitoterápicos à comunidade do Parque Sucupira, por meio de uma parceria com a Secretaria de Saúde (SES) – que, assim como o Instituto Federal de Brasília (IFB), participa do projeto por meio de um acordo de cooperação firmado com o Brasília Ambiental.

*Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

Se tem uma agenda que a pandemia não afetou os trabalhos do Governo do Distrito Federal (GDF) é a de obras. Neste ano, pelo menos uma obra foi iniciada ou concluída a cada oito horas trabalhadas. São construções que vão desde parquinhos, calçadas e quadras poliesportivas até a entrega de hospitais de campanha, escolas, pontes e viadutos. Juntas, as 112 obras representam um investimento de R$ 650 milhões. Muitas delas foram tiradas da gaveta do esquecimento após 20, 30 ou 50 anos.

Em janeiro, por exemplo, o GDF entregou o hospital de campanha de Ceilândia ao lado da UPA da cidade, aumentando a oferta de leitos para tratamento de covid-19. Também iniciou a construção da Escola Classe 203 do Itapoã e concluiu a reforma do guarda-corpo do Viaduto Ayrton Senna.

No mês seguinte, mais entregas: teve asfaltamento na DF-001, escola técnica e agência do trabalhador, todos em Brazlândia. Foi também em fevereiro que o governo iniciou a reforma de mais quadras da W3 Sul, que nunca havia passado por uma reforma desse porte desde o início da cidade. A Escola Classe 01 Porto Rico, em Santa Maria, foi devolvida completamente reformada após seis anos de espera.

“A nossa preocupação sempre foi manter a cidade funcionando, mesmo durante os desafios que a pandemia impôs a todos. Criar empregos e oportunidades é mostrar à sociedade que é preciso preparar o futuro. Foi a orientação que o GDF seguiu nesses tempos difíceis. E o GDF não parou”, diz o governador Ibaneis Rocha.

Em março, o GDF iniciou a obra do Viaduto do Recanto das Emas, aguardada há pelo menos uma década pelos moradores e que será entregue no primeiro semestre de 2021. Também com grande expectativa o governo iniciou a reforma da Praça do Povo, no Setor Comercial Sul. Já em abril, foram entregues 560 residências no Parque dos Ipês, em São Sebastião, ampliando a oferta de moradia para a população. Outra conclusão importante foi a da Avenida W9, no Noroeste, com investimento de R$ 3,3 milhões.

O mês de maio também foi agitado. Vários equipamentos públicos foram liberados para a população de Planaltina, como o campo sintético no Arapoanga, parques infantis e quadras poliesportivas.

Na saúde, o governo entregou três hospitais de campanha, em Ceilândia, no Gama e no Autódromo de Brasília, no Plano Piloto, totalizando 300 leitos a mais para o tratamento de covid-19. Foi também neste mês que o governo inaugurou o Complexo Viário Governador Roriz, uma das maiores obras viárias da história do DF com aporte de R$ 220 milhões para viabilizar 23 viadutos e quatro pontes, beneficiando mais de 500 mil moradores.

“Aqui no DF fizemos questão de não viver só a agenda da pandemia. Criamos três agendas importantes: a da saúde, cuidando das pessoas; da infraestrutura, com obras; e a terceira pauta, que é a social. Nós não deixamos faltar comida para as pessoas nesse período”.

Fonte: Agência Brasília

Criado há um ano, o projeto Viva W3 nasceu com o propósito de ser mais um espaço de convivência social para a população do Distrito Federal aos domingos e feriados. Mais do que isso, a iniciativa, uma ideia do próprio governador Ibaneis Rocha, inspirada no Eixão do Lazer, surge como ponta de lança para ações futuras envolvendo diversos órgãos do GDF com o objetivo de revigorar a região dentro do eixo cultural, turístico, social e econômico.

O aniversário da iniciativa é celebrado com números positivos. São, ao todo, 60 edições realizadas, público médio de 400 pessoas diárias e mais de 70% de aprovação da comunidade para que o encontro seja mantido.

“A W3 está sendo repaginada no sentido de sua utilização, ampliando para possibilidades culturais, turísticas e, com essa abertura para o lazer, a integração da família, que é a sua vocação. É uma avenida com várias facetas que está se preparando para voltar a ser a princesa de Brasília”, resume o secretário de Governo, José Humberto Pires, responsável pela coordenação do projeto Viva W3. “É a W3 para o cidadão, um espaço onde ele pode caminhar, andar de bicicleta e se encontrar com as pessoas. O resultado é maravilhoso porque destacou uma política pública fundamental que é a mobilidade ativa”, destaca a secretária-executiva de Políticas Públicas da Secretaria de Governo, Meire Mota.

Instituído pelo Decreto nº 40.877/2020, o Viva W3, na prática, permite o fluxo livre de pedestres, ciclistas, enfim, pessoas de todas as idades e disposição pelo local, com a interrupção de circulação de carros entre as quadras 503/703 Sul e 512/912 Sul, das 6h às 18h, aos domingos e feriados. Com isso, as rotas do transporte coletivo foram transferidas para as vias W4 e W5 Sul no mesmo horário. Desde o início a atividade foi articulada com a participação dos moradores e empresários da região.

“Nenhuma gestão deu tanta atenção e colocou a W3 Sul como pauta do que essa de Ibaneis Rocha”, chama atenção o empresário Miguel Galvão, idealizador do PicniK e um dos sócios do Infinu, comunidade criativa que abriga várias empresas na 506 Sul, além de vice-presidente da Câmara de Economia Criativa da Fecomércio-DF. “O Viva W3 surge como a nova fase de Brasília, a Brasília do futuro. E traz uma Brasília que estávamos com saudade”, diz o empresário.

Morador e prefeito comunitário da quadra 715 Sul, o servidor aposentado Carlos Cezar Soares Batista, 60 anos, é um entusiasta do projeto Viva W3, que, segundo ele, entre outras coisas, é uma alternativa a mais na cidade para cuidar da saúde física e mental. “Foi uma feliz surpresa para nós, moradores dali. Além de proporcionar lazer, traz certa tranquilidade com relação à poluição sonora e ambiental para aqueles que moram próximo à avenida”, observa. “É o único dia realmente da semana em que abro as portas e janelas da minha casa, que dá para o fundo da W3 Sul. Esse projeto é muito bem-vindo e espero que continue”, reforça a aposentada Marlene Tomazzetti, 71 anos, há mais de 30 anos moradora do setor.

Roteiro turístico cultural

Para que o Viva W3 seja realizado todos os domingos e feriados, vários órgãos do GDF atuam, na logística, em ação compartilhada, sob a coordenação da Secretaria de Governo. Fazem parte do grupo SLU, Secretaria de Mobilidade (Semob), Novacap, DER-DF e DF Legal, além do Detran, mobilizando, assim, uma média de 60 servidores de todos esses órgãos por encontro.

“Cada órgão tem seu papel no projeto, no auge da pandemia, o DF Legal auxiliou bastante com entrega de máscaras e na fiscalização do uso”, conta Meire Mota. “Para garantir a segurança tanto dos pedestres, quanto dos ciclistas, volta e meia realizamos campanhas educativas na altura da Biblioteca Demonstrativa (507/707)”, explica, Rogério Netto, chefe de Apoio Operacional do Detran, que integra o grupo de monitoramento do Viva W3 criado pela Segov.

Para Meire Mota, secretaria-executiva de Políticas Públicas, não há dúvidas de que o Viva W3 trouxe vários benefícios para a região, como instalação de lixeiras, troca de iluminação, renovação e inspeções dos becos que ligam a W3 à W2, além de obras de urbanizações das quadras 500, que incluem a recuperação e troca de piso de calçadas, pinturas de sinalizações horizontais e das placas de sinalização, enfim, a reorganização dos estacionamentos. A expectativa é de que as três praças que fazem parte do projeto arquitetônico da W3 Sul sejam inseridos no projeto Adote uma Praça, da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), o que já acontece com pelo menos um desses espaços, a Praça 21 de Abril (707/708 Sul), que terá o seu projeto original resgatado.

“Vamos recuperar todo o calçamento nas quadras 700. O governador já autorizou as obras que começarão em breve”, antecipa Meire Mota, da Segov. “Já a Praça 21 abril está em fase de adoção, aguardando aprovação da Seduh”, relata a gestora.

Colhendo o sucesso da primeira fase do projeto Viva W3, a Segov trabalha agora, com outros órgãos do GDF, para a criação de roteiros turísticos culturais e gastronômicos na região. Para tanto, um mapeamento dos equipamentos culturais e de interesse turístico foi realizado, assim como a definição de murais temáticos em todo o circuito W3, como o que estampa a parede lateral da Biblioteca Demonstrativa (507 Sul), criação do artista Gogoun. Outras iniciativas em fase de estruturação são ações de conscientização com a comunidade sobre o descarte de lixo, uso de lixeiras, utilização dos becos e acesso às garagens residenciais, além de um projeto para as icônicas bancas de revistas da via.

“A W3 ainda não tem uma programação cultural forte, mas a equipe está trabalhando para a criação de uma agenda de economia criativa. É a principal via da cidade, com obras fundamentais e tem uma paisagem que é uma obra de arte, com equipamentos urbanos valiosos”, diz Meire Mota. “Esse projeto de recuperação de vários espaços da W3 estava sendo sonhado há anos e agora é tirado do papel. Será de uma utilidade grande do ponto de vista comunitário”, defende o titular da Segov, José Humberto.

Fonte: Agência Brasília

Com objetivo de unir ações que fortaleçam os cuidados voltados à saúde das mulheres, além de implementar políticas públicas pensadas para a promoção da saúde desse segmento, a Secretaria da Mulher (SM) e a Secretaria de Saúde (SES) assinaram, nesta segunda (14), a portaria conjunta que instituiu o Programa Cuide-se!, totalmente dedicado à causa feminina.

Na prática, o projeto propõe a institucionalização de ações integradas e direcionadas para garantir que todas as mulheres do Distrito Federal tenham acesso aos serviços de prevenção e ao atendimento especializado, mais eficiente e humanizado, na rede pública de saúde.

A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, explica: “Vamos começar com ações itinerantes, fortalecendo os serviços oferecidos pela rede pública de saúde, estabelecendo fluxos de atendimento nas unidades básicas de saúde [UBSs] e o caminho para que essa mulher chegue aos serviços especializados. Em breve, vamos anunciar parcerias com entidades não governamentais e parcerias privadas que vão fortalecer a promoção da saúde das mulheres do DF.”

A iniciativa estabelece estratégias de cuidados voltados à saúde integral da mulher, o que implica atenção voltada aos âmbitos físico e mental. Além disso, o Cuide-se! prevê a ampliação do acesso aos serviços de promoção, prevenção, assistência e recuperação da saúde das mulheres em todas as etapas da vida.

“Esta portaria conjunta vai fortalecer a linha de cuidados da saúde da mulher, que começará com o atendimento na unidade básica de saúde, com atendimento ginecológico, pré-natal e exames ginecológicos, oferecidos por equipe multidisciplinar”, complementa a secretária adjunta de Assistência à Saúde, Raquel Beviláqua. “É uma parceria que só tem a engrandecer o serviço prestado à mulher.”

Cuidado e prevenção

O nome do programa é também um apelo para que as mulheres, literalmente, se cuidem. Para tanto, o acordo entre as pastas prevê o fortalecimento da linha de cuidado da mulher, que orienta a usuária sobre como e onde ser atendida para garantir a plenitude da sua saúde física e mental.

Assim, pelo Cuide-se!, ficam estabelecidos os fluxos para incentivar as mulheres a buscarem os serviços de prevenção, vacinação, acompanhamento multiprofissional e atendimento pré e pós-parto, entre outros, nas UBSs mais próximas de suas casas.

Esta é a porta de entrada para a rede de assistência à saúde; e, caso haja necessidade, elas serão encaminhadas a ambulatórios específicos, como o Centro Especializado de Saúde da Mulher (Cesmu), e aos atendimentos hospitalares de alta e média complexidade, além das emergências.

Haverá palestras, atendimentos preventivos e exames em ações itinerantes feitos na Unidade Móvel da Secretaria da Mulher, com parceiros governamentais e não governamentais, garantindo o direito da promoção da saúde também às mulheres que moram em regiões mais afastadas do Entorno e também na área rural.

Ações planejadas

“Vamos trabalhar a abordagem da saúde da mulher no âmbito das políticas públicas com o planejamento de um conjunto de ações, norteadas pela perspectiva de gênero, de raça e de etnia, para alcançar todos os aspectos de saúde da mulher e suas especificidades”, reforça a subsecretária de Promoção das Mulheres, Fernanda Falcomer. “Também vamos considerar aspectos que englobam as questões psicológicas, sociais, biológicas, sexuais, ambientais e culturais.”

Além de Ericka Filippelli, Raquel Beviláqua e Fernanda Falcomer, participaram da cerimônia de assinatura do programa o diretor regional do Sesc-DF, Moisés Brandão; a gerente do Centro Especializado de Saúde da Mulher (Clínica da Mulher), Séfora Hamada; a presidente do Instituto Arquirealiza, Arquilene Mota, e representantes da diretoria da Liga Acadêmica de Saúde da Mulher do DF.

*Com informações da Secretaria da Mulher

Fonte: Agência Brasília

Falta pouco para que os usuários do transporte público coletivo do Distrito Federal comecem a viajar em 50 ônibus novos, que fazem parte do processo de renovação da frota de coletivos.

Nesta sexta-feira (11), os primeiros 30 veículos dessa remessa fizeram uma viagem de apresentação em comboio entre o Plano Piloto e Planaltina, passando por Sobradinho e Sobradinho II.

Os novos ônibus já foram emplacados e estão sendo vistoriados e inseridos no sistema para iniciar a operação.

Os veículos que participaram da carreata são os que chegaram ao DF em maio e se encontram na fase final do processo de liberação pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) e o Departamento de Trânsito do DF (Detran).

Assim que estiverem com toda a documentação e com os validadores do sistema de bilhetagem automática, poderão começar a substituir os veículos usados.

Os outros 20 veículos novos também já estão em processo de licenciamento e emplacamento para integrar o Sistema de Transporte Público Coletivo do DF. Até julho, todos estarão prontos para iniciar o transporte de passageiros.

O titular da Semob, Valter Casimiro, destacou a importância da renovação da frota de coletivos do Distrito Federal. “Ônibus novos proporcionam um transporte público de melhor qualidade em todos os aspectos, e isso faz com que os usuários sintam mais segurança e conforto durante suas viagens”, afirmou.

Os 50 novos ônibus são do tipo básico e vão operar nas linhas da Piracicabana, que atua na região norte do DF (Área 1), no Plano Piloto, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal.

Motorista do transporte coletivo há 13 anos, Ricardo Cavalcanti disse que os ônibus vieram com tecnologia avançada, proporcionando melhorias para os passageiros e também para quem dirige. “A qualidade de trabalho para nós melhorou bastante, inclusive com a chegada de carros elétricos e a renovação da frota, com foco principalmente no conforto dos passageiros”, disse.

A frota que atua na Área 1 é de 531 veículos. Até o início deste ano, haviam sido renovados 80% do total, faltando 107 ônibus.

Este ano foram adquiridos 14 veículos, e agora, com a chegada de mais 50, restam menos de 9% para remanejamento.

A renovação dos ônibus no DF está ocorrendo de forma gradativa, de acordo com a idade e o tipo de veículo, conforme previsto em regulamento.

Miniônibus e ônibus básicos são renovados a cada sete anos; veículos das categorias Padron e articulados, a cada dez anos.

Carreata

A carreata de apresentação dos ônibus novos começou por volta de 9 horas desta sexta-feira (11), saindo da garagem da Piracicabana, no Plano Piloto.

Os veículos seguiram pela Epia em direção à BR-150, sentido Sobradinho II, depois para Sobradinho e em seguida pela BR-020, passando pela Estância, Balão do Vale do Amanhecer, Araponga e Planaltina.

O trajeto da carreata foi definido de forma que os veículos pudessem passar pelas principais vias das linhas que atendem a Área 1 do transporte público coletivo do DF. Após uma parada em Planaltina, os ônibus retornaram direto para a garagem no Plano Piloto.

* Com informações da Semob

Fonte: Agência Brasília

A Codeplan apresentou hoje, 11/6, em audiência pública na CLDF sobre o trabalho infantil na pandemia, estudo que analisa a incidência de trabalho infantil do Distrito Federal (DF) e os fatores associados a essa situação. 

O estudo mostra que , segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1.768.477
de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam submetidos a alguma forma de trabalho infantil, em 2019, no Brasil.  

De acordo com as Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) nº 138 e nº 182, o trabalho infantil é o trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima permitida pelo país em que estão situados.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, proíbe qualquer
trabalho para adolescente com menos de 14 anos, exceto na função de aprendiz (art. 60), e que adolescentes sejam sujeitados a: trabalhos noturnos (entre as 22h e 5h), penosos, insalubres ou perigosos, realizados em locais ou horários que impossibilite o adolescente de frequentar a escola e realizados em locais que prejudiquem a sua formação e o seu desenvolvimento psíquico, físico, moral e social (art. 67).

Acesse o sumário executivo do estudo em: http://www.codeplan.df.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sumario-Executivo-Trabalho-infantil-no-Distrito-Federal-analise-para-o-periodo-entre-2016-e-2019.pdf

Levantamento recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou um aumento de 26% na prevalência do trabalho infantil. Apesar de ter sido utilizado um grupo amostral da cidade de São Paulo, o resultado serviu de projeção para todo o Brasil. Em entrevista ao Sedes Podcast, programa semanal da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), a psicóloga Juliana Castro atribuiu essa situação à pandemia da covid-19.

Gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Creas Brasília), a gestora explicou que a expansão da doença levou muitas famílias ao desemprego, seguido de diminuição na renda e, em alguns casos, até para a situação de rua. “Esse fator fez com que muitos pais ingressassem os filhos menores de idade em alguma forma de trabalho”, apontou.

De acordo com ela, a população é parte importante no enfrentamento a essas práticas. “Recentemente, o Distrito Federal lançou o Disque 125, que serve como canal de denúncia aos conselhos tutelares”, orienta.

A psicóloga enfatiza que as autoridades competentes vão investigar e avaliar o caso a caso. “É preciso entender a situação”, diz. Ela cita, como exemplo, uma criança que ajuda nas tarefas de casa, em uma atividade adequada à sua idade e que não gera risco nem atrapalha na educação: tais atividades, considera, acabam sendo importantes para a formação como pessoa.

Atividades questionadas

Durante a entrevista, disponível no Instagram da Sedes, a gerente do Creas definiu algumas atividades que caracterizam ou não a situação de trabalho infantil, como trabalhar como babá em casa e para vizinhos, ingressar em atuações artísticas, envolver-se em redes sociais, cuidar de animais ou lavar carros em troca de dinheiro e ajudar em estabelecimentos comerciais de parentes.

Para debater essas e outras questões relacionadas ao trabalho infantil, o Plano Piloto conta com uma rede de atuação envolvendo vários órgãos do poder público e da sociedade civil. A iniciativa resultou na Campanha contra o Trabalho Infantil em locais como o Setor Habitacional Noroeste, Asa Sul, Asa Norte, Cruzeiro e Sudoeste.

“Os empresários afixaram cartazes alertando para o tema”, descreveu Juliana. De acordo com ela, grupamentos militares entraram na ação instalando pontos para coletas de doações a serem entregues em instituições devidamente cadastradas voltadas à atenção e o acolhimento a famílias em situação de vulnerabilidade.

Essa ação tem o apoio dos conselhos tutelares, das unidades do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), da Polícia Militar do DF e do Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente no Distrito Federal (Fnapeti), coordenado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), além do Instituto Ipês, da Inspeção do Trabalho e da Administração do Sudoeste. Em Taguatinga, a ação é integrada com o Creas local.

Levantamento

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), quase 2,4 milhões de crianças brasileiras estão em situação de trabalho infantil. No Distrito Federal, o trabalho infantil afeta cerca de 18 mil pessoas, segundo o Fnapeti.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

A campanha Drive-thru sustentável Brasília 2021, iniciada nesta segunda-feira (7), prossegue até sexta (13) com seis pontos para descarte de pilhas e lixo eletroeletrônico. A cada dia da semana, será um ponto diferente. A ação marca a Semana do Meio Ambiente e é promovida pela Green Eletron, entidade gestora sem fins lucrativos de logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas no Brasil; a OSC Programando o Futuro; e a Secretaria de Ciência, Tecnologia  e Inovação (Secti) do DF, em parceria com órgãos governamentais.

O descarte de eletroeletrônicos de uso doméstico de pequeno e médio porte, como computadores, impressoras, televisores, telefones, carregadores, pilhas gastas e eletrodomésticos pode ser feito sem sair do carro, respeitando as regras de distanciamento social impostas pela pandemia do novo coronavírus. Basta levá-los para os postos de coleta listados abaixo entre 10h e 16h.

Reciclotech

A campanha faz parte do Reciclotech, programa idealizado pela Secti que une capacitação profissional de jovens, recondicionamento de resíduos eletrônicos, doação de equipamentos, educação ambiental e preservação do meio ambiente. Os itens sem condição de uso serão reciclados, mas aqueles que possam ser reabilitados serão doados para instituições de ensino.

“O Reciclotech nasce na vontade expressa no plano de trabalho da gestão de tornar Brasília uma cidade inteligente. Somos a única usina de reciclagem da América Latina e já foram instalados 43 PEVs (Ponto de Entrega Voluntária), realizadas 22 caravanas e arrecadadas, aproximadamente, 50 toneladas de lixo eletrônico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo.

Dados

Segundo um relatório da Universidade das Nações Unidas, o Brasil descartou apenas em 2019 mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% disso foi reciclado. A ação Drive-thru sustentável Brasília 2021 visa sensibilizar a população sobre a importância e a necessidade da destinação correta deste tipo de resíduo.

Para dar visibilidade ao assunto e mostrar à população a importância da reciclagem destes materiais, a Green Eletron lançou o movimento ‘Eletrônico Não é Lixo’. Neste site é possível ter acesso a dados sobre a geração desses resíduos.

Caso os interessados não consigam participar da campanha, a Green Eletron disponibiliza 27 Pontos de Entrega Voluntária de eletroeletrônicos e 162 exclusivos de pilhas no Distrito Federal.

 

Serviço:

Drive-thru sustentável Brasília 2021

Dia: 8 de junho, terça-feira

Local: Câmara dos Deputados

Endereço: Anexo IV – Via S2

Horário: 10h às 16h

Dia: 9 de junho, quarta-feira

Local: Senado Federal

Endereço: Gráfica do Senado Via N2

Horário: 10h às 16h

Dia: 10 de junho, quinta-feira

Local: Tribunal de Contas da União (TCU)

Endereço: Setor de Administração Federal Sul – Asa Sul Via S2 – entrada da garagem do Anexo III

Horário: 10h às 16h

Dia: 11 de junho, sexta-feira

Local: Ministério das Comunicações

Endereço: Esplanada dos Ministérios, estacionamento do Bloco R  – Zona Cívico Administrativa

Horário: 10h às 16h

Dias: 12 e 13 de junho, sábado e domingo

Local: CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 Edif. Pres. Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Horário: 10h às 16h

*Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

Fonte; Agência Brasília

Os profissionais de Saúde do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) puderam matar um pouco da saudade do arraiá junino. A quadrilha “Si Bobiá a Gente Pimba” fez uma apresentação na unidade, nesta segunda-feira (7), em homenagem aos guerreiros da saúde que ajudaram o DF a enfrentar o momento mais crítico da pandemia de Covid-19.

O local foi escolhido pelos próprios quadrilheiros, por ter sido referência no tratamento a pacientes contaminados pelo coronavírus. “É uma honra para nós estarmos aqui. No ano passado, a gente não pôde fazer o São João como gostaríamos. Este ano, com o avançar da vacina, podemos vir aqui homenagear aqueles que fizeram e estão fazendo a diferença no combate à covid”, afirma Claudeci Martins, coordenador da quadrilha.

Em função dos protocolos sanitários e de distanciamento, os pacientes da unidade não puderam acompanhar a festança. Também foi vedado qualquer contato físico entre os servidores e os dançarinos, além do uso obrigatório de máscara de proteção e da higiene constante das mãos e demais objetos. O diretor do hospital, Paulo Roberto da Silva, disse que momentos como este também contribuem para a rotina hospitalar.

“É importante sim, dentro do ambiente hospitalar, que tanto os pacientes quantos os profissionais tenham essa questão da diversão, que tenham outras atividades dentro desta rotina para aliviar o peso. Muitos pacientes já estão internados há mais de um mês, então isso traz uma novidade para o local”, afirma.

Os servidores também receberam refeições típicas do período junino. Todas embaladas individualmente, para evitar-se um possível contágio pelo novo coronavírus.

Ruth Germana, servidora da gerência de enfermagem do Hran conta o que achou da iniciativa. “Para nós que somos da enfermagem e estamos enfrentando esta batalha, ter eventos como este faz com eu a gente se sinta mais acolhido, tanto pela sociedade quanto pelas pessoas que veem em nós a necessidade de ter um momento de descontração”, afirma.

Tradição

A quadrilha “Si Bobiá a Gente Pimba” é uma das mais tradicionais de Brasília e já faz apresentações há 29 anos. O grupo é conhecido internacionalmente e, além das apresentações juninas, também promove ações sociais, especialmente na pandemia.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Foram divulgados, nesta segunda-feira (7), os resultados da Pesquisa de Opinião de Avaliação dos Serviços de Limpeza Urbana do Distrito Federal. A pesquisa solicitada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) teve os resultados apresentados em live transmitida pelo YouTube da Codeplan. Foi mais um evento relacionado à abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente e, também, em comemoração ao Dia Nacional de Luta dos Catadores de Materiais Recicláveis.

Pesquisa de Opinião de Avaliação dos Serviços de Limpeza Urbana do DF foi feita pelo telefone, via central 156, entre o final de 2020 e o início deste ano. No total, 15.479 números telefônicos atenderam às ligações e 4.556 pessoas responderam entrevistas válidas para a pesquisa. Os participantes responderam perguntas relacionadas aos serviços prestados pelo SLU, como coleta convencional, coleta seletiva, educação ambiental, descarte de entulhos, varrição e ouvidoria, entre outros. Os resultados da pesquisa conduzida como amostra não probabilística caracterizam os entrevistados, não toda a população do DF.

De forma geral, os serviços de limpeza urbana foram reconhecidos e bem avaliados pelos participantes da pesquisa – 87% dos entrevistados, por exemplo, responderam ter atendimento pela coleta convencional e 25% pela coleta seletiva. Frequência e horários das coletas obtiveram resultados positivos, com 66% dos entrevistados respondendo saber os dias e horários das coletas em sua rua. Além disso, 80% dos participantes disseram que o caminhão passa sempre nos dias e horários definidos. “Esse é um bom resultado porque mostra que não somente a população sabe os dias e horários da coleta como também o serviço está sendo prestado de acordo com a informação divulgada”, destacou a gestora da Codeplan Cecília Sampaio, que apresentou a pesquisa e a metodologia ao lado do também gestor da Companhia Rafael Richer.

A maioria dos entrevistados (61%) declarou fazer a separação dos resíduos em casa. Além disso, alguns dos principais serviços do SLU, como coleta convencional, coleta seletiva e varrição de vias públicas foram avaliados positivamente. A coleta convencional teve 77% de avaliação positiva, que ocorre com a junção dos índices “ótimo” e “bom”, que nesse caso ficaram em 48% e 29%, respectivamente. Já a coleta seletiva foi considerada ótima por 30% e boa por 18% dos entrevistados, o que representa avaliação positiva de 48% deles. Por sua vez, a varrição de vias públicas teve 64% de avaliação positiva e 40% dos participantes consideraram o serviço ótimo, reconhecimento importante para a limpeza diária feita pelos garis do SLU.

O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, destacou a importância da pesquisa para a prestação dos serviços de limpeza urbana. “É de extrema importância conhecer esses dados e saber qual é a avaliação que a população faz dos serviços prestados pelo SLU. Prestamos um serviço que não pode parar um dia. O SLU está presente no cotidiano de todos e vamos usar essa pesquisa para aprimorar os serviços e acertar cada vez mais”, ressaltou. Sílvio Vieira também divulgou o aplicativo para dispositivos móveis SLU Coleta DF, lançado recentemente pela autarquia para melhorar a comunicação com a população do Distrito Federal. “Hoje em dia muitas pessoas utilizam celular e tem acesso à internet. Acredito que daqui pra frente as informações sobre os serviços do SLU serão cada vez melhor divulgadas, especialmente com o auxílio do novo aplicativo.”

Planejamento

Para o presidente da Codeplan, Jean Lima, a avaliação dos serviços públicos pela população é fundamental para o planejamento estratégico da administração pública. “O serviço que o SLU presta é de extrema relevância para a sociedade e monitorando esses resultados nós conseguimos avaliar o andamento dessa política pública”, explicou.

De acordo com o ouvidor do SLU, Thiago Viveiros, as questões abordadas na pesquisa relacionam-se fortemente com as demandas recebidas diariamente pela Ouvidoria. “Essa pesquisa nos ajuda muito a pautar nossas ações. Muito do que foi apresentado reflete demandas e ligações que recebemos dos cidadãos. Trabalharemos em cima dos dados para prestar serviços cada vez melhores para a população.”

A diretora de Estudos Urbanos e Ambientais da Codeplan, Renata Florentino, destacou a importância da pauta dos resíduos sólidos para a qualidade de vida das pessoas. “A pauta dos resíduos sólidos é uma das mais fundamentais para termos uma cidade saudável e que ofereça boas condições sanitárias para a população. O material da pesquisa ajuda a subsidiar as políticas públicas na área. Agradeço o SLU pela parceria e pela presteza, seriedade e assiduidade na prestação dos serviços de limpeza urbana”, frisou.

O evento virtual contou com a participação do diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira; do presidente da Codeplan, Jean Lima; da diretora de Estudos Urbanos e Ambientais da Codeplan, Renata Florentino; do ouvidor do SLU, Thiago Viveiros; e da servidora da Subsecretaria de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) Maria Fernanda Teixeira.

Os resultados completos da pesquisa podem ser acessados aqui.

Fonte: Agência Brasília

Empenhado na melhoria da qualidade de vida de toda a população, equipes do programa GDF Presente estão trabalhando pesado pelas 33 regiões administrativas. No Lago Sul, o GDF Presente e a Administração Regional atuaram em serviços de tapa-buracos no acesso à Ponte JK, uma das vias de acesso à região, e, também, no recolhimento de entulhos despejados irregularmente em áreas públicas.

Servidores do Polo Central Adjacente I utilizaram aproximadamente cinco toneladas de massa asfáltica para nivelar e corrigir inconsistências no asfalto das vias que dão acesso à Ponte JK. O local é um ponto de elevado índice de tráfego de veículos por ser uma das principais rotas de acesso ao Lago Sul e também à região leste do DF.

Em outro ponto da cidade, o trabalho se concentrou na retirada de 76 toneladas de entulhos despejados irregularmente em um lote na QI 19. O administrador regional do Lago Sul, Rubens Santoro, explicou a importância do serviço para a saúde pública. “Estamos em um período de proliferação da dengue, e esse local tem sido rotineiramente utilizado como ponto de descarte irregular. Temos que recolher, a saúde da população está em primeiro lugar”, avalia.

No Plano Piloto, os esforços também se concentraram em serviços de higiene urbana, mas em outros tipos de equipamentos públicos. As equipes do GDF Presente e da Administração Regional do Plano Piloto atuaram em 26 bocas de lobo na L2 Norte e na W4 Norte, no sentido Vila Planalto, passando pelo campus da Universidade de Brasília (UnB), de onde uma tonelada de material orgânico foi recolhida, principalmente terra e folhagens.

Já no Setor Noroeste, dois caminhões auxiliaram a força-tarefa a retirar outras 12 toneladas de entulhos e inservíveis próximo ao terreno que irá receber o futuro Hospital Oncológico de Brasília. “Está sendo uma semana muito produtiva para o GDF Presente no Plano Piloto e arredores. Pudemos dividir as equipes e cumprir diversas demandas da população”, ressalta o coordenador do Polo Central Adjacente I, Lúcio Barbosa.

Fonte: Agência Brasília

A segurança de ter um comércio regularizado no Setor de Indústrias Gráficas (SIG) foi o que motivou a empresária Sandra Barongeno a abrir o gastrobar Quintal da Tia Sandra na região. Assim como ela, outros empreendedores também tiveram a possibilidade de ampliar a oferta de empresas e serviços no local de forma regular graças à Lei Complementar nº 965/2020, também conhecida como Lei do SIG, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha, em maio de 2020.

Pouco mais de um ano após a legislação entrar em vigor, 1.842 consultas de viabilidade de localização foram pedidas até maio passado por empresas interessadas em se estabelecer na região. Essa é a primeira etapa da concessão da Licença de Funcionamento de Atividades Econômicas. A medida é necessária para verificar se o tipo de empreendimento é permitido no lote.

Dos 1.842 pedidos, 1.165 foram deferidos, ou seja, aprovados para dar prosseguimento ao processo. Desses, 447 são de estabelecimentos que iriam se instalar pela primeira vez no local. Como é o caso de Sandra Barongeno, que comprou o espaço onde trabalha em dezembro do ano passado.

“Já implantei o meu gastrobar conseguindo todos os alvarás e licenças. Hoje estou aqui, pagando todos os meus impostos junto ao GDF. Se fosse o contrário, eu nem abriria. Se não pudesse ter todas as licenças eu nem estaria aqui agora”, conta a proprietária do Quintal da Tia Sandra.

Na prática, a sanção da lei ampliou os usos dos lotes e permitiu a instalação de mais de 200 atividades na região, como comércios de pequeno porte, serviços e escolas. Até então, apenas empresas ligadas às atividades bancárias, de radiodifusão e impressão de jornais e revistas tinham autorização para funcionar na área.

“Hoje pode ter outros tipos de comércios e serviços. Isso facilitou muito a nossa vida. Quando eu comprei o meu estabelecimento, a lei que mudou a destinação do SIG já estava em vigor. Eu não peguei os atropelos que os comerciantes passados sofreram. Com a mudança de destinação trazida pela lei, isso nos ajudou muito”, garante Sandra.

Segurança jurídica

Segundo o vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF), Ovídio Maia, o principal objetivo com a lei era trazer segurança jurídica, tanto para as empresas que já estavam instaladas no local como também as que desejavam se estabelecer no SIG.

“A lei garantiu a segurança jurídica para escolas, academias que lá estavam e não poderiam se estabelecer, assim como escritórios de advocacia e arquitetura, entre outros que desejavam ir para o SIG. Na ampliação do rol de atividades quem ganha é a sociedade, que tem mais acesso a vários serviços, e os empresários, que se estabelecem e garantem esses serviços”, disse Ovídio Maia.

Para a administradora regional do Sudoeste/Octogonal e SIG, Tereza Canal Lamb, a ampliação dos usos permitidos no SIG também consolidou a diversificação das atividades no setor. “Embora o SIG permaneça um importante polo gráfico, abriu-se para outras atividades industriais e de serviços, gerando emprego e renda”, afirma.

“A quantidade de pedidos de licença de funcionamento é o indicativo de que uma legislação urbanística atualizada contribui para o desenvolvimento econômico e a geração de empregos. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) de propor a Lei do SIG revelou-se acertada”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Histórico

A atualização dos parâmetros urbanísticos no SIG foi elaborada pela Seduh e embasada em pareceres favoráveis de infraestrutura, drenagem de águas pluviais, iluminação, fornecimento de energia e impacto de trânsito.

A Lei do SIG teve parecer favorável do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

A ampliação dos usos dos lotes no SIG é um dos cinco pontos do programa SOS Destrava DF, pacote de medidas para impulsionar o desenvolvimento urbano e econômico do território, lançado em 15 de fevereiro de 2019 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e coordenado pela Seduh. O objetivo é tornar mais ágil a aprovação de empreendimentos e, com isso, aumentar a geração de emprego e renda.

*Com informações da Seduh

Fonte: Agência Brasília

Brinquedos enferrujados, alambrados esburacados e areia suja fazem parte de uma realidade nos parques infantis que ficou para trás. Agora, no Distrito Federal, as áreas de lazer utilizadas pela criançada têm atenção especial. Desde 2019, a união de forças de diferentes órgãos do GDF foi responsável por reformas em 130 parquinhos nas 33 regiões administrativas.

Os reparos são feitos tanto pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), quanto pelas administrações regionais, que recebem ajuda de programas como o GDF Presente. Manutenções mais simples, como limpeza, capina, pintura e pequenos consertos, são feitas pelas próprias administrações, que podem incluir as ações no cronograma de serviços do GDF Presente.

As administrações, no entanto, não possuem orçamento nem pessoal para fazer grandes reformas, como substituição de brinquedos ou troca de alambrado. Assim, pedem ajuda para a Novacap, que também atua para consertar parquinhos. Ao receber o pedido das administrações, a empresa pública envia um técnico ao local para fazer uma vistoria e um orçamento dos serviços que podem ser realizados com mão de obra direta, ou seja, pelos próprios servidores da Novacap.

Em dois anos e cinco meses, a Novacap reformou 30 parquinhos e investiu cerca de R$ 200 mil para renovar os espaços. “Quando precisa fazer reparos em alambrados normalmente as administrações pedem nossa ajuda, pois não fazem serviço de serralheria”, conta o chefe da Divisão de Conservação e Reparos da Novacap, Pedro Paulo Carneiro Isaac.

Pedro diz que, se a Novacap constatar que algum brinquedo está em situação crítica, causando riscos às crianças, o equipamento é retirado. Segundo ele, uma licitação está em curso para contratar, por cerca de R$ 26 milhões ao ano, uma empresa para fazer a manutenção nos mobiliários nas RAs, como em parquinhos, pistas de skate e quadras de esporte. Além disso, há outro processo licitatório sendo estudado para a compra de equipamentos de pontos de encontro comunitários e de brinquedos para parquinhos para a substituição e instalação de novos espaços.

Pelas cidades

A equipe da administração de Águas Claras, por exemplo, realiza manutenções periódicas, com limpeza, capina, soldas de brinquedos e troca de alguns balanços nos parquinhos da cidade. Recentemente, 12 deles passaram por processo de troca da areia. Na Candangolândia, os parques infantis também estão passando por reformas.

Entre os serviços estão: pintura, conserto de alambrados e portões, troca de areia e substituição de brinquedos. A reestruturação visa melhorar os espaços públicos, proporcionando mais conforto e segurança para as famílias. As modificações já foram concluídas em quatro parques infantis da cidade e estão sendo feitas em outros oito espaços.

Os parques infantis de Brazlândia estão sendo totalmente reformados, levando mais lazer com conforto e segurança para as crianças, pais e mães da região. Os serviços estão sendo executados pela administração regional local, que vai investir cerca de R$ 100 mil na reforma e pintura das 12 estruturas existentes na cidade – duas delas já estão concluídas.

No Cruzeiro, o administrador regional, Luiz Eduardo Gomes de Paula Pessoa, quer reformar os 36 parquinhos e 13 quadras poliesportivas da cidade. Desde setembro do ano passado, já foram realizados pintura e reparos em 13 parquinhos. As duas últimas obras beneficiaram os moradores que vivem nas proximidades das quadras 6 e 8, no Cruzeiro Velho.

No começo de maio, a comunidade ganhou uma área de lazer de 1,6 mil metros quadrados completamente renovada na Quadra 1409 do Cruzeiro Novo. O espaço tem uma quadra de esportes, um parque infantil e aparelhos de ginástica e não passava por uma reforma completa há dez anos.

Recursos

Nem sempre as intervenções das administrações regionais exigem investimento. Normalmente, elas são feitas com recursos próprios, materiais doados pela comunidade e mão de obra das próprias administrações, da Novacap ou de reeducandos do programa Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). Vez ou outra, emendas parlamentares financiam as melhorias.

Em São Sebastião, por exemplo, sete parquinhos foram reformados e, graças à parceria entre a administração e a própria comunidade, um espaço de lazer novinho foi construído para as crianças na quadra 103 do Residencial Oeste. Material que estava se deteriorando no pátio de obras da administração, como restos de ferro, pedaços de madeira e até peças de brinquedos velhas retiradas de parquinhos da cidade em outras gestões, foi reciclado e usado para construir o parque.

“Empresários da cidade doaram tinta, parafusos e materiais para soldar os brinquedos”, conta Alan Valim, administrador de São Sebastião. Assim, as sucatas viraram balanços, escorregadores e gangorras novinhos que fazem sucesso com a criançada desde a semana passada quando foi inaugurado. “É a melhor coisa trazer as crianças ao parquinho, porque dentro de casa ficam no celular direto, uma brigando com a outra. A gente pedia mesmo um parquinho com brinquedos infantis perto dessas árvores, é um lugar fresquinho.

Gostei muito e as crianças, muito mais”, elogiou a autônoma Valdete Gonçalves, 54 anos, acompanhada da filha Beatriz, 10 anos, e da netinha, Maria, de 2 anos.“É bom que o parquinho ficou debaixo das árvores, tem muita sombra para as crianças”, disse o cortador de mármore, José Marques, 36 anos, pai da pequena Alice de 5 anos. “Eu nem sabia que tinham feito esse parquinho, foi minha filha que tinha passado aqui e me contou. Viemos à noite, de dia, o tempo todo. Não tem lugar melhor para os meninos”, reforça.

Neste sábado (5), a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses promoveu uma feira de adoção com mais de 40 animais que estão no local e aguardam para encontrar um novo lar. Estavam disponíveis 14 gatos e 30 cães, entre filhotes e adultos. Os bichinhos são animais recolhidos em ações de despejos ou de acumuladores, em que a Zoonoses é acionada.

Os cães já realizaram exames para leishmaniose e foram vacinados para raiva. Além disso, também foram tratados contra possíveis parasitas (pulgas e carrapatos). Estão todos em excelentes condições para serem adotados. Os gatos foram testados para FIV e FeLV e receberam a vacina contra raiva.

“São animais dóceis e os maiores são considerados adultos jovens. A maioria é de porte médio. Temos alguns que já são mais velhos, com até 6 anos. Todos eles estão em condições de serem adotados. São animais que foram abandonados e alguns são vítimas de maus tratos”, explica Eliana de Farias, médica veterinária e voluntária do projeto Amigos da Zoonoses.

Ela conta que os voluntários do projeto são responsáveis por ajudar os animas que estão na Zoonoses realizando tratamentos, levando para fazer exames, fazendo o controle de pulgas e carrapatos, além de cuidar de uma alimentação mais adequada e casos específicos.

“Cuidamos da saúde física e mental destes animais. Também ajudamos na socialização.  Alguns chegam violentos ou com muito medo por terem sofrido maus tratos. Sou responsável pelas medicações de todos eles”, informa.

Felicidade em adotar

Glauce Pena levou os filhos Martim, 8 anos, e Clara, 3 anos, para escolherem um novo membro para a família. Após visitar o canil da Zoonoses, as crianças se encantaram pela vira-lata Rapadura e o amor à cachorrinha aconteceu no primeiro momento.

“Eu sou sozinha com as crianças e elas sempre me pediram muito um animal. Com essa pandemia vi a necessidade de adotar um bichinho pra nossa casa. Os animais trazem alegria e a Rapadura com certeza vai fazer um bem danado para eles. Teremos mais felicidade dentro de casa”, afirma.

Laís Teles e Diogo Torres saíram da Zoonoses muito felizes e levando para casa o pequeno Cojack, um vira-lata que vai levar alegria para eles e seus filhos. Em janeiro, o cachorro de estimação do casal morreu após 15 anos de convivência.

“Viemos na intenção de adotar mesmo. Desde que o nosso outro cachorro morreu vimos como um animal faz falta. A casa ficou triste e silenciosa. Os bichos só nos dão amor e alegria, principalmente neste momento de pandemia, em que temos que ficar o máximo possível dentro de casa. Teremos uma nova alegria”, destaca Diogo.

Como adotar

Segundo o gerente de Zoonoses, Rodrigo Menna, para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal.

“A adoção de um animal implica em custos financeiros, pois além de alimentá-lo, também é preciso realizar exames anuais, aplicar as vacinas necessárias, administrar vermífugo e mantê-los em um lugar seguro, sem risco de fuga”, explica.

No caso dos cães, além de aplicar remédio contra pulga e carrapato, também é necessário utilizar repelente de flebótomo, conhecido como mosquito palha (transmissor do parasita da leishmaniose visceral canina).

O cidadão que deseja adotar um bichinho deve comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), lote 4, estrada do Contorno Bosque, Noroeste. O horário de visitação é das 11h às 16h, de segunda a sexta-feira.

No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto a guarda responsável de animais domésticos e as medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada bichinho fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Os cães também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose.

Segundo Menna, quem tiver interesse em castrar seu animal é só avisar na hora da adoção, pois existe uma parceria da Zoonoses com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em que eles ligam e agendam a castração gratuitamente. “Quem tem mais pressa, pode entrar em contato com alguma das clínicas parceiras da Zoonoses que cobram um valor menor pela castração”, afirma.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

O Parque da Cidade será mais um aliado no combate à violência doméstica e familiar no Distrito Federal. Vigilantes e funcionários da limpeza e conservação do maior parque urbano da América Latina, além dos funcionários da própria administração, serão treinados para participar da campanha do Código Sinal Vermelho, que incentiva as vítimas de violência doméstica e familiar a pedirem ajuda de forma silenciosa, por meio de um “X” vermelho pintado na mão.

A ideia é que o parque seja mais um ponto de denúncia para as vítimas de agressão. “Queremos que as mulheres que frequentam o parque, e sofrem algum tipo de violência, se sintam confortáveis e acolhidas se resolverem pedir ajuda para nossos colaboradores”, explica o administrador do parque, Silvestre Rodrigues da Silva.

Segundo ele, o Parque da Cidade recebe cerca de 25 mil pessoas em dias úteis e 100 mil por dia nos finais de semana, um aumento de 40% ao longo da pandemia. ”Recebemos por semana milhares de pessoas, então, com certeza, dentro desse número, há vítimas de violência. Precisamos estar preparados para acolher e direcionar quem nos pedir ajuda, bem como identificar possíveis cenários de violência em nossas dependências e poder reagir a isso da forma correta”, afirma.

De fato, a pandemia de covid-19 aumentou o risco para as vítimas de violência doméstica. Em março e abril de 2020, o índice de feminicídios cresceu 22,2% em todo o Brasil, em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, conforme dados da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios, da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), verificou-se que, em 2020, no Distrito Federal, 94% das vítimas de feminicídio não fizeram boletim de ocorrência ou alguma denúncia antes da fatalidade.

Calma

A capacitação será feita em parceria com a Secretaria da Mulher e acontece nesta quarta-feira (2). No treinamento, os colaboradores assistirão a uma palestra de cerca de uma hora de duração coordenada pela Secretaria da Mulher que vai esclarecer o que é o Código Sinal Vermelho e como participar da campanha. Cerca de dez pessoas, que serão multiplicadoras para as equipes, participarão da capacitação.

Para a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que foi uma das primeiras a aderir à campanha, a iniciativa é fundamental para multiplicar o conhecimento sobre a campanha do sinal vermelho. “É preciso incentivarmos as mulheres a denunciar qualquer tipo de violência e, além disso, é necessário ensinarmos à sociedade como agir diante de uma situação de violência doméstica”, disse.

Como será na prática

Decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha estabelece que as vítimas de violência doméstica poderão ir a um dos estabelecimentos participantes e apresentar um “X” vermelho na mão, como sinal de que estão vivendo uma situação de vulnerabilidade. A mulher também poderá pedir ajuda verbalmente.

Quem receber a denúncia deve manter a calma para não chamar a atenção das pessoas à volta sobre a condição da mulher e, menos ainda, levantar suspeitas do agressor caso ele esteja por perto. A providência indicada é anotar todo os dados da vítima e, caso ela tenha necessidade de sair do local, ligar, imediatamente, para os números 190 (Emergência – Polícia Militar), 197 (Denúncia – Polícia Civil) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher) para reportar a situação às autoridades competentes.

“O Parque da Cidade é o coração de Brasília, onde circulam milhares de pessoas todos os dias. É importante que os funcionários desse local passem pela capacitação para que o parque seja mais um ponto de informação e que as pessoas ajudem na luta pelo enfrentamento da violência contra a mulher”, afirma a secretária da Mulher, Éricka Filippelli. Ela ressalta que cafés, restaurantes e hotéis estão cadastrados na campanha e que, em maio, 350 funcionários do Sistema Social do Comércio (Sesc) foram capacitados para auxiliar mulheres vítimas de violência.

Como o desenvolvimento de novas tecnologias pode aprimorar o atendimento à população mais vulnerável do Distrito Federal? Esse foi o tema debatido nesta terça-feira (1º), durante o webinário Projeto Brasília Inteligente – Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar, promovido pela Secretaria de Tecnologia, Ciência e Inovação (Secti). O seminário virtual propõe uma reflexão sobre as iniciativas tecnológicas promovidas em cada órgão do Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida do cidadão.

No encontro desta terça, gestores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) falaram sobre os desafios de ampliar a capacidade de atendimento às famílias vulneráveis em meio ao aumento da demanda por serviços socioassistenciais com a pandemia da covid-19.

Também foram apresentadas as inovações para ampliar a rede de proteção social – como a criação do programa Cartão Prato Cheio, que há um ano substituiu a entrega das cestas básicas in natura, e o novo sistema de agendamento on-line para atendimento nas unidades do Centro de Referência em Assistência Social (Cras), que evita aglomeração e permite maior controle do gestor sobre a situação de cada família em risco social, além de levar mais segurança para usuário e servidor.

“O nosso desafio foi viabilizar um atendimento remoto eficaz, que consiga estabelecer esse vínculo das equipes socioassistenciais com as famílias e identificar o que o usuário precisa naquele momento”, destacou a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, na abertura do webinário. “Com essas novas tecnologias, podemos ter uma gestão mais informada e embasada para definir as estratégias.”

Agendamento

A gestora lembrou também do aumento da oferta de serviços que podem ser acessados de forma não presencial: “Hoje nós também contamos com o apoio importante do e-GDF, onde usuários podem ter acesso a informações sobre os benefícios sociais pelo próprio celular, sem necessidade de ir pessoalmente ao Cras. Podem, por exemplo, acompanhar o status da solicitação do Cartão Prato Cheio, saber qual parcela está disponível e consultar a concessão e liberação de benefícios eventuais”.

A fim de permitir o agendamento dos usuários para acompanhamento das famílias em vulnerabilidade social, fazer inscrição ou atualizar a Cadastro Único e ter acesso a benefícios sociais, a Sedes desenvolveu o Módulo de Gestão de Demandas, parte integrante do Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids).

“O usuário pode fazer o agendamento para atendimento no Cras pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes”, orientou a subsecretária de Assistência Social, Kariny Alves. “São 25 indicadores que classificam o grau de vulnerabilidade das famílias para priorizar o agendamento das pessoas que mais necessitam naquele momento”. Esses critérios, explicou ela, abrangem extrema pobreza, famílias com idosos, pessoas com deficiência (PCDs) e crianças na primeira infância, além de maior número de pessoas na mesma residência. “Vale reforçar que, mesmo com os critérios de prioridade, nenhuma família vai ficar sem atendimento, porque há um limite máximo de tempo para ficar na fila”, detalhou.

Segundo a subsecretária de Assistência Social, esse sistema on-line também permite à Sedes ter um “retrato” de cada Região Administrativa e conhecer mais as demandas de cada comunidade. “Com esses dados, eu consigo saber onde é necessário construir novas unidades, por exemplo; o que a população precisa, onde é importante reforçar as equipes sociossistenciais”.

Rede bancária

A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karla Lisboa, falou no webinário sobre o Cartão Prato Cheio, programa que concede crédito mensal de R$ 250 às famílias em vulnerabilidade social para a compra de alimentos.

“É importante trazer essa reflexão de como tornar os nossos serviços mais acessíveis incorporando novas tecnologias”, disse. “A pandemia da covid-19 impactou a renda das famílias e aumentou a demanda por cestas básicas. O Cartão Prato Cheio supriu essa limitação que nós tínhamos de logística e transporte. Conseguimos ampliar a oferta, passando da entrega de oito mil cestas básicas por mês para 35 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional beneficiadas pelo Prato Cheio.”

Mediador do debate, o subsecretário de Tecnologias de Cidades Inteligentes da Secti, Luciano Cunha de Sousa, reforçou que o Prato Cheio é considerado um programa de referência porque usa a tecnologia para fornecer dados ao gestor sobre a situação de insegurança alimentar e nutricional e traz transparência para o cidadão, que também tem mais liberdade no uso dos recursos, “além de fomentar a economia local com a venda de alimentos de forma descentralizada e em locais próximos às famílias”.

Parque tecnológico

O subsecretário de Gestão da Informação, Formação, Parcerias e Redes da Sedes, Rodrigo Freitas, apresentou no webinário as inovações tecnológicas implementadas nos últimos meses voltadas à área social do DF. “Pensamos em soluções voltadas para melhoria dos serviços oferecidos na secretaria”, disse. “Modernizamos nosso parque tecnológico com 881 novos computadores e novo sistema de telefonia para capacitar os nossos servidores a fazer esses atendimentos remotos, além de melhorar a conexão e velocidade da internet nas unidades”.

Rodrigo Freitas também destacou o investimento na educação permanente dos servidores: “Nós resgatamos as capacitações internas, que não ocorriam há oito anos, por meio da Escola Virtual da Sedes. É uma plataforma de formação, que tem sido importante para atualizar os profissionais e capacitar os servidores que tomaram posse no último concurso. É um espaço de discussão para aprimorar os nossos serviços”.

O ciclo de webinários sobre o projeto Brasília Inteligente, promovido pela Secti, se estende até o dia 17, com o objetivo de estender o debate à população do DF.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

Aviso Importante

Na semana que vem, durante o dia 07 e 11 de junho, a Junta Militar do Plano Piloto vai atuar somente pela manhã, das 8h ás 12h, devido ao curso oferecido aos servidores das Administrações Regionais que estará sendo realizado no período da tarde.

Edital de Acordo de Cooperação entre o Instituto Brasília Ambiental e a Fundação Banco do Brasil (FBB) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de segunda-feira (31/5), lançando o projeto Conserva Cerrado, que tem por objetivo suprir as áreas protegidas do Distrito Federal de instrumentos de gestão e planejamento para a proteção da natureza.

Conserva Cerrado é fruto desse acordo, por meio do qual, em comissão técnica a ser coordenada pela autarquia, um dos principais propósitos será subsidiar a aprovação dos projetos selecionados, por cumprirem com os requisitos técnicos, ambientais e financeiros previamente estipulados em edital.

No intuito de estabelecer Convênio de Cooperação Financeira, será selecionada proposta de Organização da Sociedade Civil (OSC), pública ou privada, sem fins lucrativos, com a finalidade de elaborar estudos técnicos para criação, recategorização, definição de poligonais e elaborar planos de manejo de unidades de conservação no DF.

Além da elaboração de planos de manejo e de definição de poligonais, o certame traz ainda um importante instrumento de gestão, que é o mapeamento das áreas prioritárias para a conservação no Distrito Federal.

“Apesar do número considerável de áreas protegidas no nosso território, ainda existem lacunas importantes –  sendo uma delas a representatividade ecossistêmica – que devem ser alvo de estudos para proposição de estratégias de conservação da biodiversidade”, esclarece a diretora de Implantação de Unidades de Conservação e Regularização Fundiária (Dipuc) do Brasília Ambiental, Carolina Lepsch.

A proposta vencedora do projeto Conserva Cerrado será implantada com recursos de compensação florestal do instituto e capital próprio da FBB. O prazo de execução deverá ocorrer, no máximo, em 24 meses, prorrogável. Clique aqui e confira mais informações sobre a seleção pública.

* Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

O programa Renova-DF, lançado nesta segunda-feira (31), formará profissionais e será um facilitador da imersão no mercado de trabalho. A iniciativa capacitará três mil desempregados que irão atuar nas áreas de construção civil e jardinagem. Durante o curso, os participantes receberão um salário mínimo e auxílio transporte.

 

“Apesar dessa pandemia, nós seremos o primeiro estado a sair da dificuldade econômica pois não abandonamos os nossos empresários. Demos segurança com redução de impostos, colocamos mais de R$ 7 bilhões na economia do DF”, falou o governador Ibaneis Rocha.

 

O período de cada curso será de três meses com duração de 20 horas semanais. As aulas serão divididas em teóricas e práticas ministradas pelo Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai). “Um prazer lançar o Renova- DF na cidade onde nasci e morei muitos anos, estou muito feliz de fazer parte deste governo que tem realizado muito pelo DF”, ressaltou o secretário de Trabalho, Thalles Mendes.

 

Os participantes já foram escolhidos e entregaram a documentação exigida. Os estudantes escolheram formação nas seguintes áreas: carpinteiro, jardineiro, eletricista, encanador, serralheiro e pedreiro. “O Programa Renova-DF é um programa muito bem articulado pela Secretaria de Trabalho e vários parceiros, governamentais e do sistema S, como o Senai. A iniciativa chega na hora certa para dignificar com qualificação profissional diferenciada cerca de três mil trabalhadores. Isso é o governador Ibaneis trabalhando com olhar sensível e humano neste momento de retomada da economia”, finalizou o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira Filho.

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e o Brasília Ambiental darão início na terça-feira, (1/6), à Semana do Meio Ambiente, programação alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que transcorre no próximo sábado, 5 de junho. Este ano, o tema proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU), é a restauração dos ecossistemas.

Oficinas sobre Água, Gênero e Pertencimento à Bacia Hidrográfica, webinário sobre o Mapa de Cobertura Vegetal e Uso do Solo do DF, inauguração de trilhas no Parque das Copaíbas, no Lago Sul, e o lançamento de um vídeo-documentário sobre o Projeto de Recuperação da Orla Sul do Lago Sul, estão entre as principais iniciativas. Nas redes sociais, a Sema exibirá outros vídeos sobre ações da secretaria.

A restauração de ecossistemas diz respeito à busca por condições que propiciem o reequilíbrio da natureza e a melhor qualidade de vida. “Na Sema cuidamos de um território que, apesar de pequeno, tem imenso valor ecossistêmico. Temos aquíferos que alimentam algumas das principais bacias hidrográficas do país, e nosso bioma é o Cerrado, savana mais biodiversa do Planeta. Para Brasília, que já é a terceira cidade mais populosa do país e cresce em ritmo acelerado, a restauração é fundamental e urgente, de forma a mitigar as mudanças climáticas e a insegurança hídrica”, afirma o secretário do Meio Ambiente Sarney Filho.

De acordo com ele, a Sema desenvolve diversas ações de recuperação da vegetação nativa e proteção das águas. “Várias delas contam com o apoio do Projeto CITinova, coordenado por nós em Brasília e executado em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), com coordenação nacional do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e gestão do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma)”, diz.

Recursos Hídricos

Outras iniciativas da Sema incluem a restauração de áreas de nascentes, recarga e preservação permanente e a implantação de sistemas agroflorestais mecanizados, incluindo a capacitação de agricultores e extensionistas em boas práticas nas bacias hidrográficas do Descoberto e do Paranoá.

A pasta também é responsável pela elaboração do novo Mapa de Cobertura Vegetal e Uso do Solo do Distrito Federal, ferramenta de apoio à gestão ambiental e territorial. O documento vai auxiliar na revisão e no refinamento das áreas prioritárias para a conservação e restauração da biodiversidade e será tema de um webinário no dia 5.

De acordo com a ONU, “o ser humano, vivendo sua natureza de ser social, usa, modifica, constrói e, infelizmente, destrói seu próprio ambiente. Por isso, ao se cuidar dos ecossistemas, protegendo e restaurando a natureza, resgata-se e garante-se seus serviços essenciais, como a produção de água, a estabilidade climática, a fertilidade do solo e a riqueza da biodiversidade, elementos indispensáveis à sobrevivência dos povos”.

Década

No dia 5 de junho, será lançada a Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, com o objetivo de aumentar em grande escala a restauração de ecossistemas degradados e destruídos para combater a crise climática, evitar a perda de um milhão de espécies e aumentar a segurança alimentar, o abastecimento de água e a subsistência.

A Década da ONU vai de 2021 até 2030, prazo final para se atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a linha do tempo que os cientistas identificaram como crítica para evitar os piores impactos da mudança climática.

*Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

Fonte: Agência Brasília

A norte-americana Carmen Clark mora em Brasília com a família e descobriu, pelas redes sociais, que o Museu Nacional da República amanheceria aberto na última sexta-feira (28). A felicidade foi tamanha que quebrou a rotina de isolamento social. Foi a primeira vez que ela visitou o equipamento de arquitetura arrojada de Oscar Niemeyer. Veio atraída pelo fascínio pela arte brasileira. “Fiquei confortável porque podemos apreciar as obras de arte com segurança sanitária”, comemorou.

Carmen passeou por quatro potentes exposições que fazem a volta do Museu Nacional da República um banquete aos olhos. Ao entrar na galeria principal, deparou-se com andaimes que convidam o público a pensar a transitoriedade da vida por meio da arte.

Afixados às estruturas típicas de canteiros de obras estão os quadros do artista Alex Vallauri (1949-1987), etíope que chegou ao Brasil em 1965 e aqui desenvolveu uma potente trajetória no grafite. Os quadros têm influências dos norte-americanos Basquiat e Keith Haring e compõem um estilo único de Vallauri.

“Essa exposição traz questões importantes ao espaço museológico. Quebra tradições e ambientes, como a presença dessa iluminação difusa”, observou a gerente do espaço, Sara Seilert, que, nesta reabertura, devolveu ao espectador uma visão original do Museu Nacional que estava perdida.

“Recuperamos essa imagem do mezanino, que abriga a mostra Poço, suspenso apenas por tirantes e sem nenhuma coluna de sustentação embaixo”, conta.

Para trazer de volta o desenho original, Sara Seilert desmontou a Galeria Acervo, montagem provisória que foi se incorporando como um espaço expositivo ao longo do tempo. Essa estrutura tirava a visão ousada e espetacular da arquitetura de Niemeyer.

Quem se emocionou com a intervenção foi o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. “Esse museu é espetacular, único, uma obra de arte em si. Trazer um detalhe desse de volta à nossa visão é provocador. É para isso que serve um museu: para trazer essa emoção estética e reformular nossos pensamentos e visão de mundo”, disse.

Além das mostras Alex Vallauri (na galeria principal) e O Poço (no mezanino), ambas abertas até 22 de agosto, o Museu da República exibe a arte de Marçal Athayde, em Decifra-me ou te Devoro – O Enigma da Cidade (galeria do térreo, até 8 de agosto) e de Suyan de Mattos, em A Mulher Forte Arrancou a Dor e a Aprisionou Numa Caixa (Sala 2, até 8 de agosto).

Renato Russo abre as portas

Fechado desde março de 2020, o Espaço Cultural Renato Russo voltou com duas galerias abertas: Rubem Valentim e Parangolé. A escritora Fernanda Franco, que frequentava o centro cultural nos velhos tempos, veio visitá-lo com um ar nostálgico. De imediato, envolveu-se com o ambiente poético das pinturas feitas por mulheres.

“Uma das pinturas fala da infância. O quadro remete à menina parada no canto do quarto.  É uma coisa muito única para todas as mulheres. Uma imagem que carrega a solidão, o peso, intrínseco a essa condição”, observou, emocionada.

Um dos espaços mais simbólicos de Brasília, o Renato Russo ficou fechado com as exposições montadas. O gerente do local, Renato de Oliveira, conta que durante esse tempo artistas e expositores visitavam as mostras para fazer limpeza, observar a iluminação e até ajudar a dar uma manutenção nas obras. “Temos uma demanda enorme de exposições desde 2020, com agenda para o ano inteiro”, comemorou.

As exposições

* Galeria Parangolé

Anônimos – Fotografias de Armando Salmito

A mostra tem como cenário a cidade de Nova York (EUA). Os registros são capturas dos milhares de imigrantes desconhecidos que habitam a metrópole do mundo. Está documentado, ainda, o movimento ininterrupto da cidade e a construção dessas novas vivências entre as pessoas e o espaço.

* Galeria Rubem Valentim

Mulheres à Margem

Exposição com obras exclusivamente produzidas por mulheres que estiveram distantes do academicismo artístico contemporâneo: Ana Oliver, Christiane S., Maria Marra, Mônica Palhares, Rosana Cruz e Vera Seciliano. As pinturas são produzidas em tecido e madeira e têm como temas liberdade, traumas, construção social, emoções, protagonismo feminino, memória e preconceito.

Museu Nacional da República

Regras de visitação:

Período: sexta a domingo, das 10h às 16h.

Lotação do salão: 30 pessoas. Completada a capacidade, será formada fila de espera.

Observação: obrigatórios o uso de máscara e passagem pelo tapete sanitizante. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel. Telefone para dúvidas: (61) 3325-5220.

Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Brasília – DF. Entrada gratuita.

Regras de visitação:

Período: sexta a domingo, das 10h às 16h.

Lotação: Galeria Rubem Valentim: 14 visitantes. Galeria Parangolé: sete visitantes. Dentro das galerias, o distanciamento é de 9m² de distância entre visitantes. Completada a capacidade, será formada fila de espera

Observação: Obrigatório o uso de máscara. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel.

Telefone para dúvidas: (61) 98503-9728 (WhatsApp).

* Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

 

O Núcleo de Sinalização Urbana do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) iniciou a implantação de georreferenciamento nas placas de Brasília com QR Code. O objetivo desse projeto-piloto é fazer com que o cidadão fique cada vez mais próximo da autarquia e auxilie o órgão na manutenção das placas com sugestões, elogios ou reclamações.

A primeira quadra escolhida foi a 308 Sul. A previsão é que até 5 de dezembro outros 50 adesivos sejam instalados. As peças que vão receber o código são áreas do Clube Social Unidade Vizinhança, a Escola Classe 308 Sul, a Escola Parque 308 Sul, o Jardim de Infância 308 Sul, o Espaço Cultural Renato Russo, o posto de saúde, a biblioteca pública, a igrejinha Nossa Senhora de Fátima e os supermercados das adjacências.

O superintendente de Operações do DER, Murilo de Melo Santos, afirma que, caso a iniciativa tenha o resultado satisfatório, o projeto poderá ser ampliado para outras localidades no futuro.

“Nossa intenção é estender o projeto, pois a participação da população é muito importante para que possamos manter a manutenção das placas da cidade. Essa parceria é essencial, pois quem transita pelas cidades é que vê, dia a dia, as placas e suas condições e pode nos auxiliar”, esclarece.

Como funciona

Ao direcionar a câmera do celular para o código de barras fixado na placa, o cidadão terá acesso a uma página que fornece a localização exata do letreiro, o endereço e telefone da sede da autarquia, além do endereço do site do DER.

“A implantação do QR Code é muito importante porque facilita a localização e fornece as informações sobre as placas, que são patrimônio de Brasília, tanto para quem nasceu e mora aqui e tem dificuldade para reconhecer os endereços quanto para quem vem à capital a passeio ou a trabalho. Essa é uma ótima iniciativa”, avalia o servidor público federal Marco Antônio Azambuja, morador da Asa Sul.

 Fabricação de placas

O DER é responsável pela confecção e manutenção das placas rodoviárias, de endereçamento e turismo de todo o Distrito Federal desde 2017. O órgão investe fortemente na preservação do patrimônio público.

Em média, anualmente, 4,6 mil novas placas são fabricadas, outras 200 são restauradas por terem sido acidentadas ou por terem sofrido avarias, 320 passam por reforma por conta de vandalismo (pichação ou amassadas) e 80 são reformadas por idade avançada.

São investidos cerca de R$ 52 mil reais mensais para sinalizar a cidade com novas peças e de R$ 600 a R$ 700 para recuperar cada placa danificada.

A reforma de placas instaladas em regiões administrativas do Distrito Federal é um trabalho rotineiro do órgão, realizado mediante o recebimento de demanda das administrações regionais ou órgãos públicos.

Curiosidades sobre a SQS 308

Tombada pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Nacional, a Superquadra 308 Sul reúne obras importantes das principais referências da nossa capital, com paisagismo de Burle Marx, azulejos de Athos Bulcão, a Igrejinha e a Escola Parque, um projeto urbanístico de Lucio Costa.

* Com informações do DER/DF

Fonte: Agência Brasília

Parte do coração da capital, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) e a Biblioteca Pública de Brasília (BPB) reativam, nesta segunda-feira (31), o serviço de empréstimos de livros. Nesse momento, as duas unidades ainda não estarão abertas para que o usuário possa consultar ou estudar dentro dos equipamentos, que integram a estrutura administrativa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec).

“A Secretaria e a BNB fizeram um criterioso estudo para que os livros pudessem circular sem riscos sanitários à população. Voltamos a oferecer um serviço essencial aos que buscam conhecimento”, destaca o titular da Secec, Bartolomeu Rodrigues.

Os equipamentos seguem manual propriamente elaborado para lidar com a pandemia, período desde cujo início o acervo literário está em quarentena.

Os livros não podem passar por higienização com álcool; por isso, de um usuário para o outro, a unidade que sair da biblioteca voltará para outra quarentena de mais dez dias (tempo seguro para que não haja mais possibilidade de contaminação).

Para a BNB, os empréstimos serão registrados pelo servidor por meio do Sophia, um software de bibliotecas. Dessa forma, as pessoas poderão também consultar as informações sobre obras literárias.

Assim, as reservas estarão separadas nominalmente à espera do usuário. Para pegar a obra, o atendimento presencial será a cada 30 minutos, com retirada no balcão e após confirmação de nome na lista de entrada.

No caso da BPB, o usuário deve perguntar sobre o acervo e a disponibilidade antes. O atendimento será feto exclusivamente pelo e-mail bibpub312@gmail.com e pelo WhatsApp Business (61) 3245-5022.

Com regime escalonado e limite de público, o funcionamento se dará da seguinte forma: segundas, quartas e sextas, o empréstimo de livros ocorre das 9h às 12h; terças e quintas, o atendimento será das 14h às 17h.

Os livros, que anteriormente tinham o prazo de 15 dias para uso e devolução, agora podem ser emprestados por 30 dias, com até duas renovações. São dez atendimentos por dia.

Obras disponíveis

A diretora da BNB, Elisa Raquel Oliveira, informa que o acervo é de, aproximadamente, 40 mil itens bibliográficos. Já na BPB, o número é de cerca de 20 mil obras.

“Minha expectativa para as atividades é bastante positiva, porque temos recebido essa cobrança de empréstimo dos livros por e-mail, telefone e canal da Ouvidoria. Por isso, acredito que vá ser um serviço exitoso para a sociedade”, diz a gestora.

Os livros da Coleção Popular de Referência e os exemplares identificados com o adesivo colorido da Coleção Brasília não estarão disponíveis para empréstimo. Cada cidadão pode retirar cinco livros das obras de Coleção Popular, Coleção BNB Geek, os não adesivados da Coleção Brasília e, ainda, obras da Coleção Infantil. Não é permitido o empréstimo de mais de um exemplar do mesmo título.

As obras raras, acessadas por meio de exposições e tocadas apenas por pesquisadores e especialistas credenciados, não estarão disponíveis para visitação e estudo. A diretoria prevê uma exposição aberta ao público para a inauguração da coleção dessas obras, em um período durante o qual não haja crise sanitária.

Devoluções

Para devolver os empréstimos, basta entrar na biblioteca de máscara e depositar os livros no carrinho. Muitas devoluções da quarentena ainda não retornaram. A comunidade pode devolver os antigos empréstimos seguindo os critérios e normas de segurança. A BPB aguarda o retorno de 1,1 mil livros, e a BNB aguarda por 5 mil unidades, que saíram da biblioteca antes da pandemia.

“Não estamos recebendo mais doação de material por conta da covid-19. Antes, nós recebíamos doações maravilhosas da comunidade, mas infelizmente tivemos que cancelar, por conta de risco biológico. Então receber de volta esse acervo que foi emprestado suprirá a necessidade de recomposição”, explica a gerente da BPB, Sheila Gualberto.

Procedimento

Para agendar os serviços na BNB, basta enviar e-mail para gat.bnb@cultura.df.gov.br informar o título, o número do tombo ou do livro e verificar se está disponível. As informações estão disponíveis no Sophia da BNB. 

Caso não possua cadastro nos registros da biblioteca, o usuário deve informar e enviar, por e-mail, o nome completo, e-mail, grau de escolaridade, endereço completo com CEP e profissão. Também é preciso que, em anexo, haja um documento oficial com foto e CPF, além de um comprovante de residência. O cadastro é permitido para residentes do DF e Entorno; para menores de 14 anos, deve ser efetuado por um responsável legal.

Cada pessoa poderá reservar até dois materiais por vez, isso se o usuário não tiver débitos com a biblioteca. A reserva fica disponível para o primeiro nome da lista pelo prazo de 24 horas a partir da data de sua devolução. Após o período, a reserva passa para o próximo da lista.

* Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

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