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25/07/19 às 11h06 - Atualizado em 25/07/19 às 11h06

SEJUS celebra Dia Internacional da Mulher Negra

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A “Homenagem às Filhas de Tereza de Benguela”, organizada pela Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (SEJUS), marcou a celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra comemorado no dia 25/7. O evento aconteceu nessa terça-feira, 23/7, no Museu Nacional da República.

Para o Subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial da Sejus, Juvenal Araújo, não há outra forma de eliminar o racismo além de políticas públicas efetivas e contínuas. “As mulheres negras são a maioria no Brasil, mas ainda são uma minoria política por conta da desigualdade social e o racismo ainda presente na sociedade”, explicou.

Marjorie Chaves, da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial da Sejus (SUBDHIR), disse que é necessário refletir sobre a situação das mulheres negras no país. Ela explicou que o nome do evento foi escolhido para homenagear Tereza de Benguela, mas também para “lembrar as mulheres que perpetuam seu legado”.

Jaime Nadal, representante do Fundo de População das Nações Unidas no Brasil (UNFPA), fez referência à Natália Kanem, atual subsecretária geral da ONU e diretora executiva do UNFPA, uma das posições mais altas das Nações Unidas para dar um ‘exemplo de sucesso’ de um dos elementos que, segundo Jaime, o UNFPA preconiza: “garantir a igualdade de oportunidades e o direito às escolhas, para que cada jovem possa atingir seu potencial”, disse.

A administradora Ilka Teodoro fez questão de nomear colaboradoras negras que trabalham na Administração do Plano Piloto e destacou que as mulheres negras ainda são muito pouco notadas e muito pouco representadas. “O que me move a ocupar esse lugar é também dar maior visibilidade para essa pauta e também para os nossos rostos e para os nossos cabelos”, disse.

Depois da mesa de abertura foi debatida a situação das amefricanas no Brasil e na Diáspora por Marjorie Chaves (SUBDHIR), Renata Melo do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade de Brasília (UnB), Núbia Bragança, do Conselho de Defesa dos Direitos do Negro do DF e Jaqueline Silva da Coletiva Pretinhas. A mesa foi mediada por Raíla Alves, Assistente de Programa do Fundo de População da ONU no Brasil.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – Administração do Plano Piloto
Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM – Administração do Plano Piloto

*Com informações da Sejus e UNFPA

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