17 de junho

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Destaques

Falta pouco para que os usuários do transporte público coletivo do Distrito Federal comecem a viajar em 50 ônibus novos, que fazem parte do processo de renovação da frota de coletivos.

Nesta sexta-feira (11), os primeiros 30 veículos dessa remessa fizeram uma viagem de apresentação em comboio entre o Plano Piloto e Planaltina, passando por Sobradinho e Sobradinho II.

Os novos ônibus já foram emplacados e estão sendo vistoriados e inseridos no sistema para iniciar a operação.

Os veículos que participaram da carreata são os que chegaram ao DF em maio e se encontram na fase final do processo de liberação pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) e o Departamento de Trânsito do DF (Detran).

Assim que estiverem com toda a documentação e com os validadores do sistema de bilhetagem automática, poderão começar a substituir os veículos usados.

Os outros 20 veículos novos também já estão em processo de licenciamento e emplacamento para integrar o Sistema de Transporte Público Coletivo do DF. Até julho, todos estarão prontos para iniciar o transporte de passageiros.

O titular da Semob, Valter Casimiro, destacou a importância da renovação da frota de coletivos do Distrito Federal. “Ônibus novos proporcionam um transporte público de melhor qualidade em todos os aspectos, e isso faz com que os usuários sintam mais segurança e conforto durante suas viagens”, afirmou.

Os 50 novos ônibus são do tipo básico e vão operar nas linhas da Piracicabana, que atua na região norte do DF (Área 1), no Plano Piloto, Sobradinho, Planaltina, Cruzeiro, Sobradinho II, Lago Norte, Sudoeste/Octogonal, Varjão e Fercal.

Motorista do transporte coletivo há 13 anos, Ricardo Cavalcanti disse que os ônibus vieram com tecnologia avançada, proporcionando melhorias para os passageiros e também para quem dirige. “A qualidade de trabalho para nós melhorou bastante, inclusive com a chegada de carros elétricos e a renovação da frota, com foco principalmente no conforto dos passageiros”, disse.

A frota que atua na Área 1 é de 531 veículos. Até o início deste ano, haviam sido renovados 80% do total, faltando 107 ônibus.

Este ano foram adquiridos 14 veículos, e agora, com a chegada de mais 50, restam menos de 9% para remanejamento.

A renovação dos ônibus no DF está ocorrendo de forma gradativa, de acordo com a idade e o tipo de veículo, conforme previsto em regulamento.

Miniônibus e ônibus básicos são renovados a cada sete anos; veículos das categorias Padron e articulados, a cada dez anos.

Carreata

A carreata de apresentação dos ônibus novos começou por volta de 9 horas desta sexta-feira (11), saindo da garagem da Piracicabana, no Plano Piloto.

Os veículos seguiram pela Epia em direção à BR-150, sentido Sobradinho II, depois para Sobradinho e em seguida pela BR-020, passando pela Estância, Balão do Vale do Amanhecer, Araponga e Planaltina.

O trajeto da carreata foi definido de forma que os veículos pudessem passar pelas principais vias das linhas que atendem a Área 1 do transporte público coletivo do DF. Após uma parada em Planaltina, os ônibus retornaram direto para a garagem no Plano Piloto.

* Com informações da Semob

Fonte: Agência Brasília

A Codeplan apresentou hoje, 11/6, em audiência pública na CLDF sobre o trabalho infantil na pandemia, estudo que analisa a incidência de trabalho infantil do Distrito Federal (DF) e os fatores associados a essa situação. 

O estudo mostra que , segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1.768.477
de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam submetidos a alguma forma de trabalho infantil, em 2019, no Brasil.  

De acordo com as Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) nº 138 e nº 182, o trabalho infantil é o trabalho realizado por crianças e adolescentes abaixo da idade mínima permitida pelo país em que estão situados.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, proíbe qualquer
trabalho para adolescente com menos de 14 anos, exceto na função de aprendiz (art. 60), e que adolescentes sejam sujeitados a: trabalhos noturnos (entre as 22h e 5h), penosos, insalubres ou perigosos, realizados em locais ou horários que impossibilite o adolescente de frequentar a escola e realizados em locais que prejudiquem a sua formação e o seu desenvolvimento psíquico, físico, moral e social (art. 67).

Acesse o sumário executivo do estudo em: http://www.codeplan.df.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sumario-Executivo-Trabalho-infantil-no-Distrito-Federal-analise-para-o-periodo-entre-2016-e-2019.pdf

Levantamento recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou um aumento de 26% na prevalência do trabalho infantil. Apesar de ter sido utilizado um grupo amostral da cidade de São Paulo, o resultado serviu de projeção para todo o Brasil. Em entrevista ao Sedes Podcast, programa semanal da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), a psicóloga Juliana Castro atribuiu essa situação à pandemia da covid-19.

Gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Creas Brasília), a gestora explicou que a expansão da doença levou muitas famílias ao desemprego, seguido de diminuição na renda e, em alguns casos, até para a situação de rua. “Esse fator fez com que muitos pais ingressassem os filhos menores de idade em alguma forma de trabalho”, apontou.

De acordo com ela, a população é parte importante no enfrentamento a essas práticas. “Recentemente, o Distrito Federal lançou o Disque 125, que serve como canal de denúncia aos conselhos tutelares”, orienta.

A psicóloga enfatiza que as autoridades competentes vão investigar e avaliar o caso a caso. “É preciso entender a situação”, diz. Ela cita, como exemplo, uma criança que ajuda nas tarefas de casa, em uma atividade adequada à sua idade e que não gera risco nem atrapalha na educação: tais atividades, considera, acabam sendo importantes para a formação como pessoa.

Atividades questionadas

Durante a entrevista, disponível no Instagram da Sedes, a gerente do Creas definiu algumas atividades que caracterizam ou não a situação de trabalho infantil, como trabalhar como babá em casa e para vizinhos, ingressar em atuações artísticas, envolver-se em redes sociais, cuidar de animais ou lavar carros em troca de dinheiro e ajudar em estabelecimentos comerciais de parentes.

Para debater essas e outras questões relacionadas ao trabalho infantil, o Plano Piloto conta com uma rede de atuação envolvendo vários órgãos do poder público e da sociedade civil. A iniciativa resultou na Campanha contra o Trabalho Infantil em locais como o Setor Habitacional Noroeste, Asa Sul, Asa Norte, Cruzeiro e Sudoeste.

“Os empresários afixaram cartazes alertando para o tema”, descreveu Juliana. De acordo com ela, grupamentos militares entraram na ação instalando pontos para coletas de doações a serem entregues em instituições devidamente cadastradas voltadas à atenção e o acolhimento a famílias em situação de vulnerabilidade.

Essa ação tem o apoio dos conselhos tutelares, das unidades do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), da Polícia Militar do DF e do Fórum de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e de Proteção ao Trabalhador Adolescente no Distrito Federal (Fnapeti), coordenado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), além do Instituto Ipês, da Inspeção do Trabalho e da Administração do Sudoeste. Em Taguatinga, a ação é integrada com o Creas local.

Levantamento

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), quase 2,4 milhões de crianças brasileiras estão em situação de trabalho infantil. No Distrito Federal, o trabalho infantil afeta cerca de 18 mil pessoas, segundo o Fnapeti.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

A campanha Drive-thru sustentável Brasília 2021, iniciada nesta segunda-feira (7), prossegue até sexta (13) com seis pontos para descarte de pilhas e lixo eletroeletrônico. A cada dia da semana, será um ponto diferente. A ação marca a Semana do Meio Ambiente e é promovida pela Green Eletron, entidade gestora sem fins lucrativos de logística reversa de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas no Brasil; a OSC Programando o Futuro; e a Secretaria de Ciência, Tecnologia  e Inovação (Secti) do DF, em parceria com órgãos governamentais.

O descarte de eletroeletrônicos de uso doméstico de pequeno e médio porte, como computadores, impressoras, televisores, telefones, carregadores, pilhas gastas e eletrodomésticos pode ser feito sem sair do carro, respeitando as regras de distanciamento social impostas pela pandemia do novo coronavírus. Basta levá-los para os postos de coleta listados abaixo entre 10h e 16h.

Reciclotech

A campanha faz parte do Reciclotech, programa idealizado pela Secti que une capacitação profissional de jovens, recondicionamento de resíduos eletrônicos, doação de equipamentos, educação ambiental e preservação do meio ambiente. Os itens sem condição de uso serão reciclados, mas aqueles que possam ser reabilitados serão doados para instituições de ensino.

“O Reciclotech nasce na vontade expressa no plano de trabalho da gestão de tornar Brasília uma cidade inteligente. Somos a única usina de reciclagem da América Latina e já foram instalados 43 PEVs (Ponto de Entrega Voluntária), realizadas 22 caravanas e arrecadadas, aproximadamente, 50 toneladas de lixo eletrônico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo.

Dados

Segundo um relatório da Universidade das Nações Unidas, o Brasil descartou apenas em 2019 mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% disso foi reciclado. A ação Drive-thru sustentável Brasília 2021 visa sensibilizar a população sobre a importância e a necessidade da destinação correta deste tipo de resíduo.

Para dar visibilidade ao assunto e mostrar à população a importância da reciclagem destes materiais, a Green Eletron lançou o movimento ‘Eletrônico Não é Lixo’. Neste site é possível ter acesso a dados sobre a geração desses resíduos.

Caso os interessados não consigam participar da campanha, a Green Eletron disponibiliza 27 Pontos de Entrega Voluntária de eletroeletrônicos e 162 exclusivos de pilhas no Distrito Federal.

 

Serviço:

Drive-thru sustentável Brasília 2021

Dia: 8 de junho, terça-feira

Local: Câmara dos Deputados

Endereço: Anexo IV – Via S2

Horário: 10h às 16h

Dia: 9 de junho, quarta-feira

Local: Senado Federal

Endereço: Gráfica do Senado Via N2

Horário: 10h às 16h

Dia: 10 de junho, quinta-feira

Local: Tribunal de Contas da União (TCU)

Endereço: Setor de Administração Federal Sul – Asa Sul Via S2 – entrada da garagem do Anexo III

Horário: 10h às 16h

Dia: 11 de junho, sexta-feira

Local: Ministério das Comunicações

Endereço: Esplanada dos Ministérios, estacionamento do Bloco R  – Zona Cívico Administrativa

Horário: 10h às 16h

Dias: 12 e 13 de junho, sábado e domingo

Local: CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 Edif. Pres. Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Horário: 10h às 16h

*Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

Fonte; Agência Brasília

Os profissionais de Saúde do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) puderam matar um pouco da saudade do arraiá junino. A quadrilha “Si Bobiá a Gente Pimba” fez uma apresentação na unidade, nesta segunda-feira (7), em homenagem aos guerreiros da saúde que ajudaram o DF a enfrentar o momento mais crítico da pandemia de Covid-19.

O local foi escolhido pelos próprios quadrilheiros, por ter sido referência no tratamento a pacientes contaminados pelo coronavírus. “É uma honra para nós estarmos aqui. No ano passado, a gente não pôde fazer o São João como gostaríamos. Este ano, com o avançar da vacina, podemos vir aqui homenagear aqueles que fizeram e estão fazendo a diferença no combate à covid”, afirma Claudeci Martins, coordenador da quadrilha.

Em função dos protocolos sanitários e de distanciamento, os pacientes da unidade não puderam acompanhar a festança. Também foi vedado qualquer contato físico entre os servidores e os dançarinos, além do uso obrigatório de máscara de proteção e da higiene constante das mãos e demais objetos. O diretor do hospital, Paulo Roberto da Silva, disse que momentos como este também contribuem para a rotina hospitalar.

“É importante sim, dentro do ambiente hospitalar, que tanto os pacientes quantos os profissionais tenham essa questão da diversão, que tenham outras atividades dentro desta rotina para aliviar o peso. Muitos pacientes já estão internados há mais de um mês, então isso traz uma novidade para o local”, afirma.

Os servidores também receberam refeições típicas do período junino. Todas embaladas individualmente, para evitar-se um possível contágio pelo novo coronavírus.

Ruth Germana, servidora da gerência de enfermagem do Hran conta o que achou da iniciativa. “Para nós que somos da enfermagem e estamos enfrentando esta batalha, ter eventos como este faz com eu a gente se sinta mais acolhido, tanto pela sociedade quanto pelas pessoas que veem em nós a necessidade de ter um momento de descontração”, afirma.

Tradição

A quadrilha “Si Bobiá a Gente Pimba” é uma das mais tradicionais de Brasília e já faz apresentações há 29 anos. O grupo é conhecido internacionalmente e, além das apresentações juninas, também promove ações sociais, especialmente na pandemia.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

Foram divulgados, nesta segunda-feira (7), os resultados da Pesquisa de Opinião de Avaliação dos Serviços de Limpeza Urbana do Distrito Federal. A pesquisa solicitada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e realizada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) teve os resultados apresentados em live transmitida pelo YouTube da Codeplan. Foi mais um evento relacionado à abertura da Semana Nacional do Meio Ambiente e, também, em comemoração ao Dia Nacional de Luta dos Catadores de Materiais Recicláveis.

Pesquisa de Opinião de Avaliação dos Serviços de Limpeza Urbana do DF foi feita pelo telefone, via central 156, entre o final de 2020 e o início deste ano. No total, 15.479 números telefônicos atenderam às ligações e 4.556 pessoas responderam entrevistas válidas para a pesquisa. Os participantes responderam perguntas relacionadas aos serviços prestados pelo SLU, como coleta convencional, coleta seletiva, educação ambiental, descarte de entulhos, varrição e ouvidoria, entre outros. Os resultados da pesquisa conduzida como amostra não probabilística caracterizam os entrevistados, não toda a população do DF.

De forma geral, os serviços de limpeza urbana foram reconhecidos e bem avaliados pelos participantes da pesquisa – 87% dos entrevistados, por exemplo, responderam ter atendimento pela coleta convencional e 25% pela coleta seletiva. Frequência e horários das coletas obtiveram resultados positivos, com 66% dos entrevistados respondendo saber os dias e horários das coletas em sua rua. Além disso, 80% dos participantes disseram que o caminhão passa sempre nos dias e horários definidos. “Esse é um bom resultado porque mostra que não somente a população sabe os dias e horários da coleta como também o serviço está sendo prestado de acordo com a informação divulgada”, destacou a gestora da Codeplan Cecília Sampaio, que apresentou a pesquisa e a metodologia ao lado do também gestor da Companhia Rafael Richer.

A maioria dos entrevistados (61%) declarou fazer a separação dos resíduos em casa. Além disso, alguns dos principais serviços do SLU, como coleta convencional, coleta seletiva e varrição de vias públicas foram avaliados positivamente. A coleta convencional teve 77% de avaliação positiva, que ocorre com a junção dos índices “ótimo” e “bom”, que nesse caso ficaram em 48% e 29%, respectivamente. Já a coleta seletiva foi considerada ótima por 30% e boa por 18% dos entrevistados, o que representa avaliação positiva de 48% deles. Por sua vez, a varrição de vias públicas teve 64% de avaliação positiva e 40% dos participantes consideraram o serviço ótimo, reconhecimento importante para a limpeza diária feita pelos garis do SLU.

O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, destacou a importância da pesquisa para a prestação dos serviços de limpeza urbana. “É de extrema importância conhecer esses dados e saber qual é a avaliação que a população faz dos serviços prestados pelo SLU. Prestamos um serviço que não pode parar um dia. O SLU está presente no cotidiano de todos e vamos usar essa pesquisa para aprimorar os serviços e acertar cada vez mais”, ressaltou. Sílvio Vieira também divulgou o aplicativo para dispositivos móveis SLU Coleta DF, lançado recentemente pela autarquia para melhorar a comunicação com a população do Distrito Federal. “Hoje em dia muitas pessoas utilizam celular e tem acesso à internet. Acredito que daqui pra frente as informações sobre os serviços do SLU serão cada vez melhor divulgadas, especialmente com o auxílio do novo aplicativo.”

Planejamento

Para o presidente da Codeplan, Jean Lima, a avaliação dos serviços públicos pela população é fundamental para o planejamento estratégico da administração pública. “O serviço que o SLU presta é de extrema relevância para a sociedade e monitorando esses resultados nós conseguimos avaliar o andamento dessa política pública”, explicou.

De acordo com o ouvidor do SLU, Thiago Viveiros, as questões abordadas na pesquisa relacionam-se fortemente com as demandas recebidas diariamente pela Ouvidoria. “Essa pesquisa nos ajuda muito a pautar nossas ações. Muito do que foi apresentado reflete demandas e ligações que recebemos dos cidadãos. Trabalharemos em cima dos dados para prestar serviços cada vez melhores para a população.”

A diretora de Estudos Urbanos e Ambientais da Codeplan, Renata Florentino, destacou a importância da pauta dos resíduos sólidos para a qualidade de vida das pessoas. “A pauta dos resíduos sólidos é uma das mais fundamentais para termos uma cidade saudável e que ofereça boas condições sanitárias para a população. O material da pesquisa ajuda a subsidiar as políticas públicas na área. Agradeço o SLU pela parceria e pela presteza, seriedade e assiduidade na prestação dos serviços de limpeza urbana”, frisou.

O evento virtual contou com a participação do diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira; do presidente da Codeplan, Jean Lima; da diretora de Estudos Urbanos e Ambientais da Codeplan, Renata Florentino; do ouvidor do SLU, Thiago Viveiros; e da servidora da Subsecretaria de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) Maria Fernanda Teixeira.

Os resultados completos da pesquisa podem ser acessados aqui.

Fonte: Agência Brasília

Empenhado na melhoria da qualidade de vida de toda a população, equipes do programa GDF Presente estão trabalhando pesado pelas 33 regiões administrativas. No Lago Sul, o GDF Presente e a Administração Regional atuaram em serviços de tapa-buracos no acesso à Ponte JK, uma das vias de acesso à região, e, também, no recolhimento de entulhos despejados irregularmente em áreas públicas.

Servidores do Polo Central Adjacente I utilizaram aproximadamente cinco toneladas de massa asfáltica para nivelar e corrigir inconsistências no asfalto das vias que dão acesso à Ponte JK. O local é um ponto de elevado índice de tráfego de veículos por ser uma das principais rotas de acesso ao Lago Sul e também à região leste do DF.

Em outro ponto da cidade, o trabalho se concentrou na retirada de 76 toneladas de entulhos despejados irregularmente em um lote na QI 19. O administrador regional do Lago Sul, Rubens Santoro, explicou a importância do serviço para a saúde pública. “Estamos em um período de proliferação da dengue, e esse local tem sido rotineiramente utilizado como ponto de descarte irregular. Temos que recolher, a saúde da população está em primeiro lugar”, avalia.

No Plano Piloto, os esforços também se concentraram em serviços de higiene urbana, mas em outros tipos de equipamentos públicos. As equipes do GDF Presente e da Administração Regional do Plano Piloto atuaram em 26 bocas de lobo na L2 Norte e na W4 Norte, no sentido Vila Planalto, passando pelo campus da Universidade de Brasília (UnB), de onde uma tonelada de material orgânico foi recolhida, principalmente terra e folhagens.

Já no Setor Noroeste, dois caminhões auxiliaram a força-tarefa a retirar outras 12 toneladas de entulhos e inservíveis próximo ao terreno que irá receber o futuro Hospital Oncológico de Brasília. “Está sendo uma semana muito produtiva para o GDF Presente no Plano Piloto e arredores. Pudemos dividir as equipes e cumprir diversas demandas da população”, ressalta o coordenador do Polo Central Adjacente I, Lúcio Barbosa.

Fonte: Agência Brasília

A segurança de ter um comércio regularizado no Setor de Indústrias Gráficas (SIG) foi o que motivou a empresária Sandra Barongeno a abrir o gastrobar Quintal da Tia Sandra na região. Assim como ela, outros empreendedores também tiveram a possibilidade de ampliar a oferta de empresas e serviços no local de forma regular graças à Lei Complementar nº 965/2020, também conhecida como Lei do SIG, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha, em maio de 2020.

Pouco mais de um ano após a legislação entrar em vigor, 1.842 consultas de viabilidade de localização foram pedidas até maio passado por empresas interessadas em se estabelecer na região. Essa é a primeira etapa da concessão da Licença de Funcionamento de Atividades Econômicas. A medida é necessária para verificar se o tipo de empreendimento é permitido no lote.

Dos 1.842 pedidos, 1.165 foram deferidos, ou seja, aprovados para dar prosseguimento ao processo. Desses, 447 são de estabelecimentos que iriam se instalar pela primeira vez no local. Como é o caso de Sandra Barongeno, que comprou o espaço onde trabalha em dezembro do ano passado.

“Já implantei o meu gastrobar conseguindo todos os alvarás e licenças. Hoje estou aqui, pagando todos os meus impostos junto ao GDF. Se fosse o contrário, eu nem abriria. Se não pudesse ter todas as licenças eu nem estaria aqui agora”, conta a proprietária do Quintal da Tia Sandra.

Na prática, a sanção da lei ampliou os usos dos lotes e permitiu a instalação de mais de 200 atividades na região, como comércios de pequeno porte, serviços e escolas. Até então, apenas empresas ligadas às atividades bancárias, de radiodifusão e impressão de jornais e revistas tinham autorização para funcionar na área.

“Hoje pode ter outros tipos de comércios e serviços. Isso facilitou muito a nossa vida. Quando eu comprei o meu estabelecimento, a lei que mudou a destinação do SIG já estava em vigor. Eu não peguei os atropelos que os comerciantes passados sofreram. Com a mudança de destinação trazida pela lei, isso nos ajudou muito”, garante Sandra.

Segurança jurídica

Segundo o vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do DF (Fecomércio-DF), Ovídio Maia, o principal objetivo com a lei era trazer segurança jurídica, tanto para as empresas que já estavam instaladas no local como também as que desejavam se estabelecer no SIG.

“A lei garantiu a segurança jurídica para escolas, academias que lá estavam e não poderiam se estabelecer, assim como escritórios de advocacia e arquitetura, entre outros que desejavam ir para o SIG. Na ampliação do rol de atividades quem ganha é a sociedade, que tem mais acesso a vários serviços, e os empresários, que se estabelecem e garantem esses serviços”, disse Ovídio Maia.

Para a administradora regional do Sudoeste/Octogonal e SIG, Tereza Canal Lamb, a ampliação dos usos permitidos no SIG também consolidou a diversificação das atividades no setor. “Embora o SIG permaneça um importante polo gráfico, abriu-se para outras atividades industriais e de serviços, gerando emprego e renda”, afirma.

“A quantidade de pedidos de licença de funcionamento é o indicativo de que uma legislação urbanística atualizada contribui para o desenvolvimento econômico e a geração de empregos. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) de propor a Lei do SIG revelou-se acertada”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Histórico

A atualização dos parâmetros urbanísticos no SIG foi elaborada pela Seduh e embasada em pareceres favoráveis de infraestrutura, drenagem de águas pluviais, iluminação, fornecimento de energia e impacto de trânsito.

A Lei do SIG teve parecer favorável do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) e pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

A ampliação dos usos dos lotes no SIG é um dos cinco pontos do programa SOS Destrava DF, pacote de medidas para impulsionar o desenvolvimento urbano e econômico do território, lançado em 15 de fevereiro de 2019 pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e coordenado pela Seduh. O objetivo é tornar mais ágil a aprovação de empreendimentos e, com isso, aumentar a geração de emprego e renda.

*Com informações da Seduh

Fonte: Agência Brasília

Brinquedos enferrujados, alambrados esburacados e areia suja fazem parte de uma realidade nos parques infantis que ficou para trás. Agora, no Distrito Federal, as áreas de lazer utilizadas pela criançada têm atenção especial. Desde 2019, a união de forças de diferentes órgãos do GDF foi responsável por reformas em 130 parquinhos nas 33 regiões administrativas.

Os reparos são feitos tanto pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), quanto pelas administrações regionais, que recebem ajuda de programas como o GDF Presente. Manutenções mais simples, como limpeza, capina, pintura e pequenos consertos, são feitas pelas próprias administrações, que podem incluir as ações no cronograma de serviços do GDF Presente.

As administrações, no entanto, não possuem orçamento nem pessoal para fazer grandes reformas, como substituição de brinquedos ou troca de alambrado. Assim, pedem ajuda para a Novacap, que também atua para consertar parquinhos. Ao receber o pedido das administrações, a empresa pública envia um técnico ao local para fazer uma vistoria e um orçamento dos serviços que podem ser realizados com mão de obra direta, ou seja, pelos próprios servidores da Novacap.

Em dois anos e cinco meses, a Novacap reformou 30 parquinhos e investiu cerca de R$ 200 mil para renovar os espaços. “Quando precisa fazer reparos em alambrados normalmente as administrações pedem nossa ajuda, pois não fazem serviço de serralheria”, conta o chefe da Divisão de Conservação e Reparos da Novacap, Pedro Paulo Carneiro Isaac.

Pedro diz que, se a Novacap constatar que algum brinquedo está em situação crítica, causando riscos às crianças, o equipamento é retirado. Segundo ele, uma licitação está em curso para contratar, por cerca de R$ 26 milhões ao ano, uma empresa para fazer a manutenção nos mobiliários nas RAs, como em parquinhos, pistas de skate e quadras de esporte. Além disso, há outro processo licitatório sendo estudado para a compra de equipamentos de pontos de encontro comunitários e de brinquedos para parquinhos para a substituição e instalação de novos espaços.

Pelas cidades

A equipe da administração de Águas Claras, por exemplo, realiza manutenções periódicas, com limpeza, capina, soldas de brinquedos e troca de alguns balanços nos parquinhos da cidade. Recentemente, 12 deles passaram por processo de troca da areia. Na Candangolândia, os parques infantis também estão passando por reformas.

Entre os serviços estão: pintura, conserto de alambrados e portões, troca de areia e substituição de brinquedos. A reestruturação visa melhorar os espaços públicos, proporcionando mais conforto e segurança para as famílias. As modificações já foram concluídas em quatro parques infantis da cidade e estão sendo feitas em outros oito espaços.

Os parques infantis de Brazlândia estão sendo totalmente reformados, levando mais lazer com conforto e segurança para as crianças, pais e mães da região. Os serviços estão sendo executados pela administração regional local, que vai investir cerca de R$ 100 mil na reforma e pintura das 12 estruturas existentes na cidade – duas delas já estão concluídas.

No Cruzeiro, o administrador regional, Luiz Eduardo Gomes de Paula Pessoa, quer reformar os 36 parquinhos e 13 quadras poliesportivas da cidade. Desde setembro do ano passado, já foram realizados pintura e reparos em 13 parquinhos. As duas últimas obras beneficiaram os moradores que vivem nas proximidades das quadras 6 e 8, no Cruzeiro Velho.

No começo de maio, a comunidade ganhou uma área de lazer de 1,6 mil metros quadrados completamente renovada na Quadra 1409 do Cruzeiro Novo. O espaço tem uma quadra de esportes, um parque infantil e aparelhos de ginástica e não passava por uma reforma completa há dez anos.

Recursos

Nem sempre as intervenções das administrações regionais exigem investimento. Normalmente, elas são feitas com recursos próprios, materiais doados pela comunidade e mão de obra das próprias administrações, da Novacap ou de reeducandos do programa Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). Vez ou outra, emendas parlamentares financiam as melhorias.

Em São Sebastião, por exemplo, sete parquinhos foram reformados e, graças à parceria entre a administração e a própria comunidade, um espaço de lazer novinho foi construído para as crianças na quadra 103 do Residencial Oeste. Material que estava se deteriorando no pátio de obras da administração, como restos de ferro, pedaços de madeira e até peças de brinquedos velhas retiradas de parquinhos da cidade em outras gestões, foi reciclado e usado para construir o parque.

“Empresários da cidade doaram tinta, parafusos e materiais para soldar os brinquedos”, conta Alan Valim, administrador de São Sebastião. Assim, as sucatas viraram balanços, escorregadores e gangorras novinhos que fazem sucesso com a criançada desde a semana passada quando foi inaugurado. “É a melhor coisa trazer as crianças ao parquinho, porque dentro de casa ficam no celular direto, uma brigando com a outra. A gente pedia mesmo um parquinho com brinquedos infantis perto dessas árvores, é um lugar fresquinho.

Gostei muito e as crianças, muito mais”, elogiou a autônoma Valdete Gonçalves, 54 anos, acompanhada da filha Beatriz, 10 anos, e da netinha, Maria, de 2 anos.“É bom que o parquinho ficou debaixo das árvores, tem muita sombra para as crianças”, disse o cortador de mármore, José Marques, 36 anos, pai da pequena Alice de 5 anos. “Eu nem sabia que tinham feito esse parquinho, foi minha filha que tinha passado aqui e me contou. Viemos à noite, de dia, o tempo todo. Não tem lugar melhor para os meninos”, reforça.

Neste sábado (5), a Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses promoveu uma feira de adoção com mais de 40 animais que estão no local e aguardam para encontrar um novo lar. Estavam disponíveis 14 gatos e 30 cães, entre filhotes e adultos. Os bichinhos são animais recolhidos em ações de despejos ou de acumuladores, em que a Zoonoses é acionada.

Os cães já realizaram exames para leishmaniose e foram vacinados para raiva. Além disso, também foram tratados contra possíveis parasitas (pulgas e carrapatos). Estão todos em excelentes condições para serem adotados. Os gatos foram testados para FIV e FeLV e receberam a vacina contra raiva.

“São animais dóceis e os maiores são considerados adultos jovens. A maioria é de porte médio. Temos alguns que já são mais velhos, com até 6 anos. Todos eles estão em condições de serem adotados. São animais que foram abandonados e alguns são vítimas de maus tratos”, explica Eliana de Farias, médica veterinária e voluntária do projeto Amigos da Zoonoses.

Ela conta que os voluntários do projeto são responsáveis por ajudar os animas que estão na Zoonoses realizando tratamentos, levando para fazer exames, fazendo o controle de pulgas e carrapatos, além de cuidar de uma alimentação mais adequada e casos específicos.

“Cuidamos da saúde física e mental destes animais. Também ajudamos na socialização.  Alguns chegam violentos ou com muito medo por terem sofrido maus tratos. Sou responsável pelas medicações de todos eles”, informa.

Felicidade em adotar

Glauce Pena levou os filhos Martim, 8 anos, e Clara, 3 anos, para escolherem um novo membro para a família. Após visitar o canil da Zoonoses, as crianças se encantaram pela vira-lata Rapadura e o amor à cachorrinha aconteceu no primeiro momento.

“Eu sou sozinha com as crianças e elas sempre me pediram muito um animal. Com essa pandemia vi a necessidade de adotar um bichinho pra nossa casa. Os animais trazem alegria e a Rapadura com certeza vai fazer um bem danado para eles. Teremos mais felicidade dentro de casa”, afirma.

Laís Teles e Diogo Torres saíram da Zoonoses muito felizes e levando para casa o pequeno Cojack, um vira-lata que vai levar alegria para eles e seus filhos. Em janeiro, o cachorro de estimação do casal morreu após 15 anos de convivência.

“Viemos na intenção de adotar mesmo. Desde que o nosso outro cachorro morreu vimos como um animal faz falta. A casa ficou triste e silenciosa. Os bichos só nos dão amor e alegria, principalmente neste momento de pandemia, em que temos que ficar o máximo possível dentro de casa. Teremos uma nova alegria”, destaca Diogo.

Como adotar

Segundo o gerente de Zoonoses, Rodrigo Menna, para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal.

“A adoção de um animal implica em custos financeiros, pois além de alimentá-lo, também é preciso realizar exames anuais, aplicar as vacinas necessárias, administrar vermífugo e mantê-los em um lugar seguro, sem risco de fuga”, explica.

No caso dos cães, além de aplicar remédio contra pulga e carrapato, também é necessário utilizar repelente de flebótomo, conhecido como mosquito palha (transmissor do parasita da leishmaniose visceral canina).

O cidadão que deseja adotar um bichinho deve comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), lote 4, estrada do Contorno Bosque, Noroeste. O horário de visitação é das 11h às 16h, de segunda a sexta-feira.

No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto a guarda responsável de animais domésticos e as medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada bichinho fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Os cães também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose.

Segundo Menna, quem tiver interesse em castrar seu animal é só avisar na hora da adoção, pois existe uma parceria da Zoonoses com o Instituto Brasília Ambiental (Ibram), em que eles ligam e agendam a castração gratuitamente. “Quem tem mais pressa, pode entrar em contato com alguma das clínicas parceiras da Zoonoses que cobram um valor menor pela castração”, afirma.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

O Parque da Cidade será mais um aliado no combate à violência doméstica e familiar no Distrito Federal. Vigilantes e funcionários da limpeza e conservação do maior parque urbano da América Latina, além dos funcionários da própria administração, serão treinados para participar da campanha do Código Sinal Vermelho, que incentiva as vítimas de violência doméstica e familiar a pedirem ajuda de forma silenciosa, por meio de um “X” vermelho pintado na mão.

A ideia é que o parque seja mais um ponto de denúncia para as vítimas de agressão. “Queremos que as mulheres que frequentam o parque, e sofrem algum tipo de violência, se sintam confortáveis e acolhidas se resolverem pedir ajuda para nossos colaboradores”, explica o administrador do parque, Silvestre Rodrigues da Silva.

Segundo ele, o Parque da Cidade recebe cerca de 25 mil pessoas em dias úteis e 100 mil por dia nos finais de semana, um aumento de 40% ao longo da pandemia. ”Recebemos por semana milhares de pessoas, então, com certeza, dentro desse número, há vítimas de violência. Precisamos estar preparados para acolher e direcionar quem nos pedir ajuda, bem como identificar possíveis cenários de violência em nossas dependências e poder reagir a isso da forma correta”, afirma.

De fato, a pandemia de covid-19 aumentou o risco para as vítimas de violência doméstica. Em março e abril de 2020, o índice de feminicídios cresceu 22,2% em todo o Brasil, em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Além disso, conforme dados da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios, da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), verificou-se que, em 2020, no Distrito Federal, 94% das vítimas de feminicídio não fizeram boletim de ocorrência ou alguma denúncia antes da fatalidade.

Calma

A capacitação será feita em parceria com a Secretaria da Mulher e acontece nesta quarta-feira (2). No treinamento, os colaboradores assistirão a uma palestra de cerca de uma hora de duração coordenada pela Secretaria da Mulher que vai esclarecer o que é o Código Sinal Vermelho e como participar da campanha. Cerca de dez pessoas, que serão multiplicadoras para as equipes, participarão da capacitação.

Para a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, que foi uma das primeiras a aderir à campanha, a iniciativa é fundamental para multiplicar o conhecimento sobre a campanha do sinal vermelho. “É preciso incentivarmos as mulheres a denunciar qualquer tipo de violência e, além disso, é necessário ensinarmos à sociedade como agir diante de uma situação de violência doméstica”, disse.

Como será na prática

Decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha estabelece que as vítimas de violência doméstica poderão ir a um dos estabelecimentos participantes e apresentar um “X” vermelho na mão, como sinal de que estão vivendo uma situação de vulnerabilidade. A mulher também poderá pedir ajuda verbalmente.

Quem receber a denúncia deve manter a calma para não chamar a atenção das pessoas à volta sobre a condição da mulher e, menos ainda, levantar suspeitas do agressor caso ele esteja por perto. A providência indicada é anotar todo os dados da vítima e, caso ela tenha necessidade de sair do local, ligar, imediatamente, para os números 190 (Emergência – Polícia Militar), 197 (Denúncia – Polícia Civil) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher) para reportar a situação às autoridades competentes.

“O Parque da Cidade é o coração de Brasília, onde circulam milhares de pessoas todos os dias. É importante que os funcionários desse local passem pela capacitação para que o parque seja mais um ponto de informação e que as pessoas ajudem na luta pelo enfrentamento da violência contra a mulher”, afirma a secretária da Mulher, Éricka Filippelli. Ela ressalta que cafés, restaurantes e hotéis estão cadastrados na campanha e que, em maio, 350 funcionários do Sistema Social do Comércio (Sesc) foram capacitados para auxiliar mulheres vítimas de violência.

Como o desenvolvimento de novas tecnologias pode aprimorar o atendimento à população mais vulnerável do Distrito Federal? Esse foi o tema debatido nesta terça-feira (1º), durante o webinário Projeto Brasília Inteligente – Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar, promovido pela Secretaria de Tecnologia, Ciência e Inovação (Secti). O seminário virtual propõe uma reflexão sobre as iniciativas tecnológicas promovidas em cada órgão do Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida do cidadão.

No encontro desta terça, gestores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) falaram sobre os desafios de ampliar a capacidade de atendimento às famílias vulneráveis em meio ao aumento da demanda por serviços socioassistenciais com a pandemia da covid-19.

Também foram apresentadas as inovações para ampliar a rede de proteção social – como a criação do programa Cartão Prato Cheio, que há um ano substituiu a entrega das cestas básicas in natura, e o novo sistema de agendamento on-line para atendimento nas unidades do Centro de Referência em Assistência Social (Cras), que evita aglomeração e permite maior controle do gestor sobre a situação de cada família em risco social, além de levar mais segurança para usuário e servidor.

“O nosso desafio foi viabilizar um atendimento remoto eficaz, que consiga estabelecer esse vínculo das equipes socioassistenciais com as famílias e identificar o que o usuário precisa naquele momento”, destacou a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, na abertura do webinário. “Com essas novas tecnologias, podemos ter uma gestão mais informada e embasada para definir as estratégias.”

Agendamento

A gestora lembrou também do aumento da oferta de serviços que podem ser acessados de forma não presencial: “Hoje nós também contamos com o apoio importante do e-GDF, onde usuários podem ter acesso a informações sobre os benefícios sociais pelo próprio celular, sem necessidade de ir pessoalmente ao Cras. Podem, por exemplo, acompanhar o status da solicitação do Cartão Prato Cheio, saber qual parcela está disponível e consultar a concessão e liberação de benefícios eventuais”.

A fim de permitir o agendamento dos usuários para acompanhamento das famílias em vulnerabilidade social, fazer inscrição ou atualizar a Cadastro Único e ter acesso a benefícios sociais, a Sedes desenvolveu o Módulo de Gestão de Demandas, parte integrante do Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids).

“O usuário pode fazer o agendamento para atendimento no Cras pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes”, orientou a subsecretária de Assistência Social, Kariny Alves. “São 25 indicadores que classificam o grau de vulnerabilidade das famílias para priorizar o agendamento das pessoas que mais necessitam naquele momento”. Esses critérios, explicou ela, abrangem extrema pobreza, famílias com idosos, pessoas com deficiência (PCDs) e crianças na primeira infância, além de maior número de pessoas na mesma residência. “Vale reforçar que, mesmo com os critérios de prioridade, nenhuma família vai ficar sem atendimento, porque há um limite máximo de tempo para ficar na fila”, detalhou.

Segundo a subsecretária de Assistência Social, esse sistema on-line também permite à Sedes ter um “retrato” de cada Região Administrativa e conhecer mais as demandas de cada comunidade. “Com esses dados, eu consigo saber onde é necessário construir novas unidades, por exemplo; o que a população precisa, onde é importante reforçar as equipes sociossistenciais”.

Rede bancária

A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karla Lisboa, falou no webinário sobre o Cartão Prato Cheio, programa que concede crédito mensal de R$ 250 às famílias em vulnerabilidade social para a compra de alimentos.

“É importante trazer essa reflexão de como tornar os nossos serviços mais acessíveis incorporando novas tecnologias”, disse. “A pandemia da covid-19 impactou a renda das famílias e aumentou a demanda por cestas básicas. O Cartão Prato Cheio supriu essa limitação que nós tínhamos de logística e transporte. Conseguimos ampliar a oferta, passando da entrega de oito mil cestas básicas por mês para 35 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional beneficiadas pelo Prato Cheio.”

Mediador do debate, o subsecretário de Tecnologias de Cidades Inteligentes da Secti, Luciano Cunha de Sousa, reforçou que o Prato Cheio é considerado um programa de referência porque usa a tecnologia para fornecer dados ao gestor sobre a situação de insegurança alimentar e nutricional e traz transparência para o cidadão, que também tem mais liberdade no uso dos recursos, “além de fomentar a economia local com a venda de alimentos de forma descentralizada e em locais próximos às famílias”.

Parque tecnológico

O subsecretário de Gestão da Informação, Formação, Parcerias e Redes da Sedes, Rodrigo Freitas, apresentou no webinário as inovações tecnológicas implementadas nos últimos meses voltadas à área social do DF. “Pensamos em soluções voltadas para melhoria dos serviços oferecidos na secretaria”, disse. “Modernizamos nosso parque tecnológico com 881 novos computadores e novo sistema de telefonia para capacitar os nossos servidores a fazer esses atendimentos remotos, além de melhorar a conexão e velocidade da internet nas unidades”.

Rodrigo Freitas também destacou o investimento na educação permanente dos servidores: “Nós resgatamos as capacitações internas, que não ocorriam há oito anos, por meio da Escola Virtual da Sedes. É uma plataforma de formação, que tem sido importante para atualizar os profissionais e capacitar os servidores que tomaram posse no último concurso. É um espaço de discussão para aprimorar os nossos serviços”.

O ciclo de webinários sobre o projeto Brasília Inteligente, promovido pela Secti, se estende até o dia 17, com o objetivo de estender o debate à população do DF.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Fonte: Agência Brasília

Aviso Importante

Na semana que vem, durante o dia 07 e 11 de junho, a Junta Militar do Plano Piloto vai atuar somente pela manhã, das 8h ás 12h, devido ao curso oferecido aos servidores das Administrações Regionais que estará sendo realizado no período da tarde.

Edital de Acordo de Cooperação entre o Instituto Brasília Ambiental e a Fundação Banco do Brasil (FBB) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de segunda-feira (31/5), lançando o projeto Conserva Cerrado, que tem por objetivo suprir as áreas protegidas do Distrito Federal de instrumentos de gestão e planejamento para a proteção da natureza.

Conserva Cerrado é fruto desse acordo, por meio do qual, em comissão técnica a ser coordenada pela autarquia, um dos principais propósitos será subsidiar a aprovação dos projetos selecionados, por cumprirem com os requisitos técnicos, ambientais e financeiros previamente estipulados em edital.

No intuito de estabelecer Convênio de Cooperação Financeira, será selecionada proposta de Organização da Sociedade Civil (OSC), pública ou privada, sem fins lucrativos, com a finalidade de elaborar estudos técnicos para criação, recategorização, definição de poligonais e elaborar planos de manejo de unidades de conservação no DF.

Além da elaboração de planos de manejo e de definição de poligonais, o certame traz ainda um importante instrumento de gestão, que é o mapeamento das áreas prioritárias para a conservação no Distrito Federal.

“Apesar do número considerável de áreas protegidas no nosso território, ainda existem lacunas importantes –  sendo uma delas a representatividade ecossistêmica – que devem ser alvo de estudos para proposição de estratégias de conservação da biodiversidade”, esclarece a diretora de Implantação de Unidades de Conservação e Regularização Fundiária (Dipuc) do Brasília Ambiental, Carolina Lepsch.

A proposta vencedora do projeto Conserva Cerrado será implantada com recursos de compensação florestal do instituto e capital próprio da FBB. O prazo de execução deverá ocorrer, no máximo, em 24 meses, prorrogável. Clique aqui e confira mais informações sobre a seleção pública.

* Com informações do Brasília Ambiental

Fonte: Agência Brasília

O programa Renova-DF, lançado nesta segunda-feira (31), formará profissionais e será um facilitador da imersão no mercado de trabalho. A iniciativa capacitará três mil desempregados que irão atuar nas áreas de construção civil e jardinagem. Durante o curso, os participantes receberão um salário mínimo e auxílio transporte.

 

“Apesar dessa pandemia, nós seremos o primeiro estado a sair da dificuldade econômica pois não abandonamos os nossos empresários. Demos segurança com redução de impostos, colocamos mais de R$ 7 bilhões na economia do DF”, falou o governador Ibaneis Rocha.

 

O período de cada curso será de três meses com duração de 20 horas semanais. As aulas serão divididas em teóricas e práticas ministradas pelo Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai). “Um prazer lançar o Renova- DF na cidade onde nasci e morei muitos anos, estou muito feliz de fazer parte deste governo que tem realizado muito pelo DF”, ressaltou o secretário de Trabalho, Thalles Mendes.

 

Os participantes já foram escolhidos e entregaram a documentação exigida. Os estudantes escolheram formação nas seguintes áreas: carpinteiro, jardineiro, eletricista, encanador, serralheiro e pedreiro. “O Programa Renova-DF é um programa muito bem articulado pela Secretaria de Trabalho e vários parceiros, governamentais e do sistema S, como o Senai. A iniciativa chega na hora certa para dignificar com qualificação profissional diferenciada cerca de três mil trabalhadores. Isso é o governador Ibaneis trabalhando com olhar sensível e humano neste momento de retomada da economia”, finalizou o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira Filho.

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e o Brasília Ambiental darão início na terça-feira, (1/6), à Semana do Meio Ambiente, programação alusiva ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que transcorre no próximo sábado, 5 de junho. Este ano, o tema proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU), é a restauração dos ecossistemas.

Oficinas sobre Água, Gênero e Pertencimento à Bacia Hidrográfica, webinário sobre o Mapa de Cobertura Vegetal e Uso do Solo do DF, inauguração de trilhas no Parque das Copaíbas, no Lago Sul, e o lançamento de um vídeo-documentário sobre o Projeto de Recuperação da Orla Sul do Lago Sul, estão entre as principais iniciativas. Nas redes sociais, a Sema exibirá outros vídeos sobre ações da secretaria.

A restauração de ecossistemas diz respeito à busca por condições que propiciem o reequilíbrio da natureza e a melhor qualidade de vida. “Na Sema cuidamos de um território que, apesar de pequeno, tem imenso valor ecossistêmico. Temos aquíferos que alimentam algumas das principais bacias hidrográficas do país, e nosso bioma é o Cerrado, savana mais biodiversa do Planeta. Para Brasília, que já é a terceira cidade mais populosa do país e cresce em ritmo acelerado, a restauração é fundamental e urgente, de forma a mitigar as mudanças climáticas e a insegurança hídrica”, afirma o secretário do Meio Ambiente Sarney Filho.

De acordo com ele, a Sema desenvolve diversas ações de recuperação da vegetação nativa e proteção das águas. “Várias delas contam com o apoio do Projeto CITinova, coordenado por nós em Brasília e executado em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), com coordenação nacional do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF) e gestão do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma)”, diz.

Recursos Hídricos

Outras iniciativas da Sema incluem a restauração de áreas de nascentes, recarga e preservação permanente e a implantação de sistemas agroflorestais mecanizados, incluindo a capacitação de agricultores e extensionistas em boas práticas nas bacias hidrográficas do Descoberto e do Paranoá.

A pasta também é responsável pela elaboração do novo Mapa de Cobertura Vegetal e Uso do Solo do Distrito Federal, ferramenta de apoio à gestão ambiental e territorial. O documento vai auxiliar na revisão e no refinamento das áreas prioritárias para a conservação e restauração da biodiversidade e será tema de um webinário no dia 5.

De acordo com a ONU, “o ser humano, vivendo sua natureza de ser social, usa, modifica, constrói e, infelizmente, destrói seu próprio ambiente. Por isso, ao se cuidar dos ecossistemas, protegendo e restaurando a natureza, resgata-se e garante-se seus serviços essenciais, como a produção de água, a estabilidade climática, a fertilidade do solo e a riqueza da biodiversidade, elementos indispensáveis à sobrevivência dos povos”.

Década

No dia 5 de junho, será lançada a Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas 2021-2030, com o objetivo de aumentar em grande escala a restauração de ecossistemas degradados e destruídos para combater a crise climática, evitar a perda de um milhão de espécies e aumentar a segurança alimentar, o abastecimento de água e a subsistência.

A Década da ONU vai de 2021 até 2030, prazo final para se atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a linha do tempo que os cientistas identificaram como crítica para evitar os piores impactos da mudança climática.

*Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

Fonte: Agência Brasília

A norte-americana Carmen Clark mora em Brasília com a família e descobriu, pelas redes sociais, que o Museu Nacional da República amanheceria aberto na última sexta-feira (28). A felicidade foi tamanha que quebrou a rotina de isolamento social. Foi a primeira vez que ela visitou o equipamento de arquitetura arrojada de Oscar Niemeyer. Veio atraída pelo fascínio pela arte brasileira. “Fiquei confortável porque podemos apreciar as obras de arte com segurança sanitária”, comemorou.

Carmen passeou por quatro potentes exposições que fazem a volta do Museu Nacional da República um banquete aos olhos. Ao entrar na galeria principal, deparou-se com andaimes que convidam o público a pensar a transitoriedade da vida por meio da arte.

Afixados às estruturas típicas de canteiros de obras estão os quadros do artista Alex Vallauri (1949-1987), etíope que chegou ao Brasil em 1965 e aqui desenvolveu uma potente trajetória no grafite. Os quadros têm influências dos norte-americanos Basquiat e Keith Haring e compõem um estilo único de Vallauri.

“Essa exposição traz questões importantes ao espaço museológico. Quebra tradições e ambientes, como a presença dessa iluminação difusa”, observou a gerente do espaço, Sara Seilert, que, nesta reabertura, devolveu ao espectador uma visão original do Museu Nacional que estava perdida.

“Recuperamos essa imagem do mezanino, que abriga a mostra Poço, suspenso apenas por tirantes e sem nenhuma coluna de sustentação embaixo”, conta.

Para trazer de volta o desenho original, Sara Seilert desmontou a Galeria Acervo, montagem provisória que foi se incorporando como um espaço expositivo ao longo do tempo. Essa estrutura tirava a visão ousada e espetacular da arquitetura de Niemeyer.

Quem se emocionou com a intervenção foi o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. “Esse museu é espetacular, único, uma obra de arte em si. Trazer um detalhe desse de volta à nossa visão é provocador. É para isso que serve um museu: para trazer essa emoção estética e reformular nossos pensamentos e visão de mundo”, disse.

Além das mostras Alex Vallauri (na galeria principal) e O Poço (no mezanino), ambas abertas até 22 de agosto, o Museu da República exibe a arte de Marçal Athayde, em Decifra-me ou te Devoro – O Enigma da Cidade (galeria do térreo, até 8 de agosto) e de Suyan de Mattos, em A Mulher Forte Arrancou a Dor e a Aprisionou Numa Caixa (Sala 2, até 8 de agosto).

Renato Russo abre as portas

Fechado desde março de 2020, o Espaço Cultural Renato Russo voltou com duas galerias abertas: Rubem Valentim e Parangolé. A escritora Fernanda Franco, que frequentava o centro cultural nos velhos tempos, veio visitá-lo com um ar nostálgico. De imediato, envolveu-se com o ambiente poético das pinturas feitas por mulheres.

“Uma das pinturas fala da infância. O quadro remete à menina parada no canto do quarto.  É uma coisa muito única para todas as mulheres. Uma imagem que carrega a solidão, o peso, intrínseco a essa condição”, observou, emocionada.

Um dos espaços mais simbólicos de Brasília, o Renato Russo ficou fechado com as exposições montadas. O gerente do local, Renato de Oliveira, conta que durante esse tempo artistas e expositores visitavam as mostras para fazer limpeza, observar a iluminação e até ajudar a dar uma manutenção nas obras. “Temos uma demanda enorme de exposições desde 2020, com agenda para o ano inteiro”, comemorou.

As exposições

* Galeria Parangolé

Anônimos – Fotografias de Armando Salmito

A mostra tem como cenário a cidade de Nova York (EUA). Os registros são capturas dos milhares de imigrantes desconhecidos que habitam a metrópole do mundo. Está documentado, ainda, o movimento ininterrupto da cidade e a construção dessas novas vivências entre as pessoas e o espaço.

* Galeria Rubem Valentim

Mulheres à Margem

Exposição com obras exclusivamente produzidas por mulheres que estiveram distantes do academicismo artístico contemporâneo: Ana Oliver, Christiane S., Maria Marra, Mônica Palhares, Rosana Cruz e Vera Seciliano. As pinturas são produzidas em tecido e madeira e têm como temas liberdade, traumas, construção social, emoções, protagonismo feminino, memória e preconceito.

Museu Nacional da República

Regras de visitação:

Período: sexta a domingo, das 10h às 16h.

Lotação do salão: 30 pessoas. Completada a capacidade, será formada fila de espera.

Observação: obrigatórios o uso de máscara e passagem pelo tapete sanitizante. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel. Telefone para dúvidas: (61) 3325-5220.

Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Brasília – DF. Entrada gratuita.

Regras de visitação:

Período: sexta a domingo, das 10h às 16h.

Lotação: Galeria Rubem Valentim: 14 visitantes. Galeria Parangolé: sete visitantes. Dentro das galerias, o distanciamento é de 9m² de distância entre visitantes. Completada a capacidade, será formada fila de espera

Observação: Obrigatório o uso de máscara. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel.

Telefone para dúvidas: (61) 98503-9728 (WhatsApp).

* Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

 

O Núcleo de Sinalização Urbana do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) iniciou a implantação de georreferenciamento nas placas de Brasília com QR Code. O objetivo desse projeto-piloto é fazer com que o cidadão fique cada vez mais próximo da autarquia e auxilie o órgão na manutenção das placas com sugestões, elogios ou reclamações.

A primeira quadra escolhida foi a 308 Sul. A previsão é que até 5 de dezembro outros 50 adesivos sejam instalados. As peças que vão receber o código são áreas do Clube Social Unidade Vizinhança, a Escola Classe 308 Sul, a Escola Parque 308 Sul, o Jardim de Infância 308 Sul, o Espaço Cultural Renato Russo, o posto de saúde, a biblioteca pública, a igrejinha Nossa Senhora de Fátima e os supermercados das adjacências.

O superintendente de Operações do DER, Murilo de Melo Santos, afirma que, caso a iniciativa tenha o resultado satisfatório, o projeto poderá ser ampliado para outras localidades no futuro.

“Nossa intenção é estender o projeto, pois a participação da população é muito importante para que possamos manter a manutenção das placas da cidade. Essa parceria é essencial, pois quem transita pelas cidades é que vê, dia a dia, as placas e suas condições e pode nos auxiliar”, esclarece.

Como funciona

Ao direcionar a câmera do celular para o código de barras fixado na placa, o cidadão terá acesso a uma página que fornece a localização exata do letreiro, o endereço e telefone da sede da autarquia, além do endereço do site do DER.

“A implantação do QR Code é muito importante porque facilita a localização e fornece as informações sobre as placas, que são patrimônio de Brasília, tanto para quem nasceu e mora aqui e tem dificuldade para reconhecer os endereços quanto para quem vem à capital a passeio ou a trabalho. Essa é uma ótima iniciativa”, avalia o servidor público federal Marco Antônio Azambuja, morador da Asa Sul.

 Fabricação de placas

O DER é responsável pela confecção e manutenção das placas rodoviárias, de endereçamento e turismo de todo o Distrito Federal desde 2017. O órgão investe fortemente na preservação do patrimônio público.

Em média, anualmente, 4,6 mil novas placas são fabricadas, outras 200 são restauradas por terem sido acidentadas ou por terem sofrido avarias, 320 passam por reforma por conta de vandalismo (pichação ou amassadas) e 80 são reformadas por idade avançada.

São investidos cerca de R$ 52 mil reais mensais para sinalizar a cidade com novas peças e de R$ 600 a R$ 700 para recuperar cada placa danificada.

A reforma de placas instaladas em regiões administrativas do Distrito Federal é um trabalho rotineiro do órgão, realizado mediante o recebimento de demanda das administrações regionais ou órgãos públicos.

Curiosidades sobre a SQS 308

Tombada pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Nacional, a Superquadra 308 Sul reúne obras importantes das principais referências da nossa capital, com paisagismo de Burle Marx, azulejos de Athos Bulcão, a Igrejinha e a Escola Parque, um projeto urbanístico de Lucio Costa.

* Com informações do DER/DF

Fonte: Agência Brasília

Parte do coração da capital, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) e a Biblioteca Pública de Brasília (BPB) reativam, nesta segunda-feira (31), o serviço de empréstimos de livros. Nesse momento, as duas unidades ainda não estarão abertas para que o usuário possa consultar ou estudar dentro dos equipamentos, que integram a estrutura administrativa da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec).

“A Secretaria e a BNB fizeram um criterioso estudo para que os livros pudessem circular sem riscos sanitários à população. Voltamos a oferecer um serviço essencial aos que buscam conhecimento”, destaca o titular da Secec, Bartolomeu Rodrigues.

Os equipamentos seguem manual propriamente elaborado para lidar com a pandemia, período desde cujo início o acervo literário está em quarentena.

Os livros não podem passar por higienização com álcool; por isso, de um usuário para o outro, a unidade que sair da biblioteca voltará para outra quarentena de mais dez dias (tempo seguro para que não haja mais possibilidade de contaminação).

Para a BNB, os empréstimos serão registrados pelo servidor por meio do Sophia, um software de bibliotecas. Dessa forma, as pessoas poderão também consultar as informações sobre obras literárias.

Assim, as reservas estarão separadas nominalmente à espera do usuário. Para pegar a obra, o atendimento presencial será a cada 30 minutos, com retirada no balcão e após confirmação de nome na lista de entrada.

No caso da BPB, o usuário deve perguntar sobre o acervo e a disponibilidade antes. O atendimento será feto exclusivamente pelo e-mail bibpub312@gmail.com e pelo WhatsApp Business (61) 3245-5022.

Com regime escalonado e limite de público, o funcionamento se dará da seguinte forma: segundas, quartas e sextas, o empréstimo de livros ocorre das 9h às 12h; terças e quintas, o atendimento será das 14h às 17h.

Os livros, que anteriormente tinham o prazo de 15 dias para uso e devolução, agora podem ser emprestados por 30 dias, com até duas renovações. São dez atendimentos por dia.

Obras disponíveis

A diretora da BNB, Elisa Raquel Oliveira, informa que o acervo é de, aproximadamente, 40 mil itens bibliográficos. Já na BPB, o número é de cerca de 20 mil obras.

“Minha expectativa para as atividades é bastante positiva, porque temos recebido essa cobrança de empréstimo dos livros por e-mail, telefone e canal da Ouvidoria. Por isso, acredito que vá ser um serviço exitoso para a sociedade”, diz a gestora.

Os livros da Coleção Popular de Referência e os exemplares identificados com o adesivo colorido da Coleção Brasília não estarão disponíveis para empréstimo. Cada cidadão pode retirar cinco livros das obras de Coleção Popular, Coleção BNB Geek, os não adesivados da Coleção Brasília e, ainda, obras da Coleção Infantil. Não é permitido o empréstimo de mais de um exemplar do mesmo título.

As obras raras, acessadas por meio de exposições e tocadas apenas por pesquisadores e especialistas credenciados, não estarão disponíveis para visitação e estudo. A diretoria prevê uma exposição aberta ao público para a inauguração da coleção dessas obras, em um período durante o qual não haja crise sanitária.

Devoluções

Para devolver os empréstimos, basta entrar na biblioteca de máscara e depositar os livros no carrinho. Muitas devoluções da quarentena ainda não retornaram. A comunidade pode devolver os antigos empréstimos seguindo os critérios e normas de segurança. A BPB aguarda o retorno de 1,1 mil livros, e a BNB aguarda por 5 mil unidades, que saíram da biblioteca antes da pandemia.

“Não estamos recebendo mais doação de material por conta da covid-19. Antes, nós recebíamos doações maravilhosas da comunidade, mas infelizmente tivemos que cancelar, por conta de risco biológico. Então receber de volta esse acervo que foi emprestado suprirá a necessidade de recomposição”, explica a gerente da BPB, Sheila Gualberto.

Procedimento

Para agendar os serviços na BNB, basta enviar e-mail para gat.bnb@cultura.df.gov.br informar o título, o número do tombo ou do livro e verificar se está disponível. As informações estão disponíveis no Sophia da BNB. 

Caso não possua cadastro nos registros da biblioteca, o usuário deve informar e enviar, por e-mail, o nome completo, e-mail, grau de escolaridade, endereço completo com CEP e profissão. Também é preciso que, em anexo, haja um documento oficial com foto e CPF, além de um comprovante de residência. O cadastro é permitido para residentes do DF e Entorno; para menores de 14 anos, deve ser efetuado por um responsável legal.

Cada pessoa poderá reservar até dois materiais por vez, isso se o usuário não tiver débitos com a biblioteca. A reserva fica disponível para o primeiro nome da lista pelo prazo de 24 horas a partir da data de sua devolução. Após o período, a reserva passa para o próximo da lista.

* Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: Agência Brasília

A Secretaria de Saúde divulgou nesta segunda-feira (24/5) boletim epidemiológico com os registros dos números da dengue durante as primeiras 18 semanas do ano em todas as regiões do DF.

Em 2021, até a publicação do boletim, foram notificados 5.629 casos prováveis de dengue, taxa de incidência de 184,40 casos por 100 mil habitantes. O destaque vai para a expressiva redução de 81,5% no número de casos em todo o Distrito Federal, uma vez que no mesmo período no ano passado haviam sido registrados 30.467 casos da doença.

61 casos com sinais de alarme foram identificados até o momento, além de 07 casos graves. Foram registrados cinco óbitos, sendo 03 de residente da Ceilândia e 02 de Planaltina.

NO PLANO PILOTO


Durante o período analisado, na região do Plano Piloto foram registrados 218 casos de dengue, redução de 84,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior em que foram registrados 1424 casos.

FAÇA SUA PARTE

Apesar da redução, é fundamental que toda a população faça sua parte para evitar o aumento dos casos de dengue: não descarte quaisquer materiais que possam vir a armazenar água parada em local inadequado, garrafas devem ser armazenadas com a boca virada para baixo, mantenha em dia a manutenção de calhas, piscinas, caixas d’agua, vasos de plantas e mantenha-os fechados e/ou limpos. Mantenha-se vigilante e não deixe o mosquito se proliferar.

Avança a instalação de lixeiras subterrâneas no Setor Habitacional Noroeste. Já são 24 caixas coletoras nas quadras, segundo a empresa contratada pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap).

O sistema subterrâneo de armazenamento e separação dos resíduos substituirá os ultrapassados contêineres plásticos e metálicos que atualmente ocupam ruas e vagas de estacionamento na região. A expectativa é que até setembro sejam instaladas 148 unidades em todo Noroeste. Elas estão divididas em 60 conjuntos.

Nesta primeira etapa, os primeiros pontos a receberem as lixeiras são as SQNWs 111 e 311 e as CLNWs 10/11. Até o fim deste mês, 30 caixas coletoras estarão instaladas nesses endereços.

As lixeiras subterrâneas oferecem diversos benefícios para a população e o meio ambiente. A não exposição do lixo evita a proliferação de pragas e vetores, o acesso de animais de rua aos resíduos e a poluição visual, além de reduzir o mau cheiro.

Outra vantagem é a diminuição da frequência de coleta, pois os contêineres possuem volume maior que os depósitos de lixo utilizados atualmente.

De acordo com o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho, esse é um pedido antigo da comunidade do Noroeste que a Agência tirou do papel.

“A empresa contratada avança dentro do prazo contratual. Assim, esperamos que, em breve, os benefícios das lixeiras subterrâneas, tragam mais qualidade de vida à toda população do bairro”, diz.

Cada caixa coletora tem a capacidade de armazenamento de 3 mil litros de resíduos. Nos locais onde os equipamentos estão sendo instalados, há conjuntos de tubos de inox. Para se ter uma ideia, na Europa, há lixeiras com 25 anos de operação, sem a necessidade de quaisquer manutenções pela durabilidade do material utilizado na fabricação do produto.

As tampas também são de fácil manuseio para o depósito dos resíduos que, posteriormente, será recolhido pela equipe de coleta do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os espaços receberão coletores para lixo seco, que pode ser reaproveitado, e outros destinados ao lixo úmido ou orgânico.

Em junho, estão previstas outras 36 unidades. Agora, as quadras que receberão as caixas são as SQNWs 310 e 110, sequenciadas pelas 309 e 109. O trabalho será finalizado nas 307 e 107.​

* Com informações da Terracap

Fonte: Agência Brasília

O Polo Adjacente III do GDF Presente concluiu, nesta quinta-feira (27) os trabalhos de manutenção da via do Trecho 4 do Setor de Clubes Sul, na rua que passa em frente ao condomínio Lake View Resort. Há mais de dez anos, os moradores da região conviviam com uma via esburacada e suja. Os buracos chegavam a 70 cm de profundidade, trazendo perigo e desconforto a todos.

“Que maravilha que o governo voltou os olhos para essa área que estava esquecida!”, comemora Raul Fontenele, 32 anos, há sete anos administrador do condomínio. “Era um problema que foi levado, anteriormente, para os outros governos, mas nunca fomos ouvidos. Agora tivemos êxito.”

As máquinas começaram a fazer movimento no setor após uma ação coordenada. A demanda foi solicitada à Administração do Plano Piloto, que, imediatamente, acionou a coordenação do GDF Presente. “Intensificamos os serviços de melhoria e zeladoria na beira do Lago”, informa a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “É uma região muito importante para o turismo, mas também para levar bem-estar para a população que circula por ali”.

Asfalto reciclado

O coordenador do Polo Adjacente III, Lúcio Barbosa, reforça a importância da ação: “Era uma demanda esperada pela população, que tinha problemas por conta do desnivelamento da rua. Além de [essa situação] estragar os carros, havia outros transtornos, como alagamentos enormes na época da chuva”.

Os trabalhos começaram na quarta-feira (26) e foram concluídos na manhã desta quinta (27). Ao todo, 13 servidores do GDF Presente e da Novacap estiveram envolvidos na obra de recuperação do Trecho 4. Além de dois caminhões caçambas e um pipa, foram utilizadas uma retroescavadeira e uma pá mecânica. O trabalho consistiu no nivelamento do asfalto, todo esburacado, com a utilização de material reciclado, reaproveitado nas operações de recapeamento de vias.

“Usamos esse material reciclado do próprio asfalto para fresar e compactar a via, resultando no tão esperado nivelamento da rua pedido pelos moradores”, explica Lúcio Barbosa. “Ficou muito bom o trabalho, melhorou bastante o lugar, e agora os carros não vão ter problema para passar”, avalia um dos responsáveis pela manutenção de vias da Novacap, Vicente Alves, 50 anos.

O abismo, o poço, a imagem no espelho, a dor, a ameaça à existência. Com esses elementos comuns, expressões de sentimentos que a pandemia da Covid-19 tornou familiares, quatro exposições distintas aguardam o público no Museu Nacional da República (MUN) a partir de sexta-feira (28.5).

 

O espaço foi autorizado a funcionar por portaria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) publicada na segunda-feira (24.5) dentro de rígidos protocolos de segurança sanitária (ver aqui).

 

“Os museus abrem as suas portas de forma segura e sem riscos de aglomerações, tornando-se alternativas prudentes de experiência artística para a população”, aponta o secretário, Bartolomeu Rodrigues.

Os visitantes encontrarão uma novidade na estrutura arquitetônica interna. A diretora do MUN, Sara Seilert, conta:

 

“Nós desmontamos a Galeria Acervo para recuperar a arquitetura original do prédio. Agora, podemos ver o mezanino suspenso por tirantes, sem nenhum pilar, como no projeto original de Oscar Niemeyer. O contato direto com as obras de arte e com o prédio do Museu é algo que queremos incentivar com atenção à saúde coletiva”.

Assim, o público terá a oportunidade de conhecer exposições inéditas, com destaque especial ao artista Alex Vallauri, que propõe uma aproximação com o ambiente das ruas, por meio da linguagem do grafite e do estêncil.

 

“Ele propõe uma montagem inusitada para o Museu, com andaimes e tapumes, em contraste com o formato semiesférico e a estética do prédio”, acrescenta a diretora.

 

A galeria principal expõe a arte de Alex Vallauri (1949-1987). Nascido na Etiópa, o grafiteiro, artista gráfico, gravador, pintor, desenhista e cenógrafo, emigrou para o Brasil, em 1965, transferindo-se para a capital paulista depois de uma estada em Santos, onde se iniciou em xilogravura.

 

O texto de apresentação da exposição, que leva o nome do autor e tem curadoria de Fabrícia Jordão, traz “a poética e o pensamento do artista, atualizando-os com noções de arte urbana brasileira e suas relações e disputas com o espaço urbano patrimonializado de Brasília, com suas esferas públicas”.

 

Vallauri substitui as técnicas do grafite tradicional por grandes moldes conhecidos como estêncils (técnica de pintura que utiliza o molde vazado para aplicar um desenho em qualquer superfície), que usou para estampar paredes e muros das cidades que marcou com sua arte. Ele povoa o ambiente com os elementos identitários de sua poética urbano-espacial: a bota, o telefone, a bailarina e o frango assado.

ARTE ESPALHADA

A arte inquietante de Suyan de Mattos.

A dor surge na obra de Suyan de Mattos, na Sala 2, com “A Mulher Forte Arrancou a Dor e a Aprisionou Numa Caixa”. “A exposição trata da dor que é subjetiva, complexa e difícil de definir”. O texto de apresentação diz que há 10 anos a artista adoeceu e passou a sentir dor diariamente. Isso levou-a a mudar a linguagem artística. Por não conseguir mais pintar grandes telas buscou no bordado um modo de “ativar e misturar suas experiências de vida para produzir um padrão individual, único e  inimitável”, que a tornasse “a bordadeira do próprio destino”.

 

O curador, Ralph Gehre, poetiza: “A mulher forte arrancou sua dor, a aprisionou numa caixa e alegou a superação de um passado. Não apenas uma  exposição de pinturas-bordados-desenhados, mas o relato do percurso épico em que o herói de tantos enfrentamentos é na verdade uma heroína. Não Alice acidentada em um lugar descabido, cheio de truques e pequenas ameaças, introjetada em sonho no fundo de um poço. Não uma sereia encantadora, cantante, ameaçando marinheiros, ou uma bruxa como Circe em sua ilha, transformando homens em porcos. Não uma mulher servindo ao heroísmo de um homem. Uma mulher apenas, independente do mundo e submetida ao seu próprio corpo, escrevendo seu relato de  superação”.

O artista, marchand e empresário Marcos Amaro festeja a reabertura do MUN: “Fico muito feliz. Meu trabalho tem um diálogo muito grande com o momento que estamos vivendo. O traço existencialista presente nele traduz o maior contato de cada um consigo mesmo. As pessoas estão enclausuradas e anseiam por liberdade. É fundamental esse momento de reaproximação com a arte”, elabora o paulistano que cita Heráclito, Heidegger e Nietszche para justificar os traços presentes em “O Poço”, exposição no Mezanino cujo conceito é uma interpretação filosófica da natureza do ser, da existência e da realidade.

Na Galeria Térreo, Marçal Athayde, em “Decifra-me ou Te Devoro – O Enigma da Cidade”, reúne 32 obras nas quais o artista aborda as relações e tensões entre o sujeito e a cidade, num questionamento sobre a vida moderna que os tempos atuais de pandemia tornam ainda mais necessário.

 

O curador Rafael Peixoto afirma que “a produção de Marçal é contemporânea pelo tratamento dado às imagens e pelo olhar carregado de crítica política e social, mas traz em sua essência o mesmo questionamento moderno sobre as relações do sujeito com seu entorno e, mais especificamente no seu caso, do homem com a cidade”.

 

Regras de visitação:

Período: sexta a domingo, das 10h às 16h.

Lotação do salão: 30 pessoas. Completada a capacidade, será formada fila de espera.

Observação: obrigatórios o uso de máscara e tapete sanitizante. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool em gel. Telefone para dúvidas: (61) 3325-5220.

Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Brasília – DF

Entrada gratuita

 

Programe-se:

Alex Vallauri (1949-1987): “Alex Vallauri” (Galeria Principal até 22 de agosto)

Marçal Athayde: “Decifra-me ou Te Devoro – O Enigma da Cidade” (Galeria Térreo até 8 de agosto)

Marcos Amaro: “O Poço” (Mezanino até 22 de agosto)

Suyan de Mattos, “A Mulher Forte Arrancou a Dor e a Aprisionou Numa Caixa” (Sala 2 até 8 de agosto)

Texto: Alexandre Freire. Fotografias: Marina Gadelha/Edição: Sérgio Maggio (Ascom Secec)

Fonte: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec)

Alimentos beneficiarão famílias e estudantes de diversas etnias, moradores do Noroeste, São Sebastião, Candangolândia e Ceilândia

Desde o início de abril, o espaço, que no momento segue fechado e em obras, recebeu doações de cestas básicas para atender diversas comunidades indígenas em situação de vulnerabilidade. Ao todo, foram arrecadadas 213 cestas, e a entrega simbólica foi feita na tarde desta terça-feira (25), no Centro Cultural Maloca, localizado na Universidade de Brasília (UnB).

Estudante do curso de Letras, José Barreira Meãmücû, da etnia ticuna, recebeu a cesta de alimentos e revelou o quanto é preocupante a questão da insegurança alimentar para os estudantes indígenas. Morador da Ceilândia, o indígena veio do Amazonas em busca de conhecimento para a construção de sua carreira acadêmica e destacou que o apoio dos museus e da comunidade tem sido fundamental neste período. “Com a alimentação garantida, nos mantemos fortes para seguir estudando e buscando os nossos objetivos”, afirmou.

As cestas de alimentos com arroz, feijão, açúcar, café, macarrão, leite em pó, flocos de milho, óleo de soja e materiais de higiene pessoal beneficiarão famílias e estudantes indígenas de diversas etnias – fulni-ô, guajajara, bororo, kokama, pankararu, pataxó, piratapuya, marubo, ticuna, tukano e xavante – moradores do Noroeste, São Sebastião, Candangolândia e Ceilândia.

Aluno do curso de Engenharia de Produção, o ticuna Anailson Araújo Pissango conta que veio do Amazonas há dois anos para estudar na UnB. Morador de São Sebastião, o estudante indígena afirma que, quando se formar, retornará à sua terra natal com o sonho de fortalecer as políticas indígenas locais. “No momento em que estamos estudando, essa ajuda vem para manter a nossa subsistência, necessária para continuar com o foco na vida acadêmica”, frisou.

O secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, destacou que o Memorial dos Povos Indígenas está cumprindo sua função de representação, em defesa das comunidades que precisam de tanta atenção em um momento complicado como este. “Tivemos o apoio do Museu da Educação e da comunidade, que contribuiu fortemente para garantir a alimentação das diversas etnias de índios moradores do DF”, completou.

Railson Pereira pertence à etnia kokama, cursa Administração na Universidade de Brasília e atua como conselheiro da Associação dos Acadêmicos Indígenas da UnB (AAIUnb). Ele destaca a situação delicada dos indígenas que vêm de outros estados para estudar. “Tentamos fortalecer o movimento para que ninguém passe por necessidades de alimentação, moradia e segurança. Precisamos de ajuda da comunidade sempre! Toda força é bem-vinda!”, arremata.

Museu solidário

À frente da campanha pelo Museu da Educação, a professora Dra. Eva Waisros detalha que, em curto prazo, “logrou- se a arrecadação de cestas básicas, que beneficiaram 42 famílias indígenas”. Parte das doações foi destinada aos estudantes indígenas da UnB. As demais serão distribuídas para os estudantes do ensino médio de São Sebastião e Ceilândia. “Com esse feito, buscamos cumprir o papel social que compete ao Museu da Educação do Distrito Federal”, afirma a professora.

A iniciativa foi motivada pelos inúmeros desafios enfrentados pelas comunidades indígenas de todo o país, entre eles o alastramento da pandemia de covid-19 nas aldeias e sérios problemas econômicos que deixam famílias em situação de vulnerabilidade social. Desse modo, a campanha buscou estimular a solidariedade e reforçar o papel social dos museus, enquanto espaços irradiadores de práticas comprometidas com o bem comum.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa 

Fonte: Agência Brasília

O maior prêmio do primeiro sorteio do Nota Legal de 2021, no valor de R$ 500 mil, saiu para uma compra no valor de R$ 76,97. Um morador da Asa Norte pediu a nota fiscal na farmácia de manipulação Essencial, em Taguatinga Norte.

Os dois outros maiores prêmios, de R$ 200 mil cada, saíram para um morador da Asa Norte, por meio de uma compra no Mc Donald’s no valor de R$ 24,80, e para um morador de Ceilândia Norte, que gastou R$ 55 no Peça Rara.

Outros três prêmios, no valor de R$ 100 mil cada, foram para moradores de Águas Claras, Guará II e Jardim Roriz, em Planaltina. As notas foram nos valores de R$ 126,10, R$12,60 e R$ 214,03, respectivamente.

O sorteio do Nota Legal foi realizado nesta terça-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria de Economia. A solenidade ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Buriti e foi transmitida ao vivo pelo canal da secretaria no YouTube.

Nesta edição, participaram as notas fiscais geradas entre 1º de maio e 31 de outubro de 2020. Ao todo, foram 41.414.649 bilhetes e 822.414 contribuintes aptos a concorrer aos prêmios.

 secretário de Economia, André Clemente, destacou a importância do programa para a cidadania fiscal: “O Programa Nota Legal foi criado em 2008 e tem a ver com política fiscal, com justiça fiscal, além de incentivar o cidadão a participar da exigência da nota fiscal. A premiação é um grande momento em que os mais de 1,3 milhão de participantes têm a oportunidade de ser sorteados e receber prêmios que totalizam R$ 3 milhões”.

Ao todo, foram sorteados 12,6 mil bilhetes com valores entre R$ 100 e R$ 500 mil. A partir desta terça (25), na área restrita do site do Nota Legal, o contribuinte já pode verificar se foi sorteado com algum valor. Para isso, precisa fazer login com seu CPF e senha, clicar na aba “Sorteio” e consultar se algum dos seus bilhetes foi premiado. Na mesma aba, há um link para indicar a conta bancária na qual será depositado o valor em dinheiro. Essa indicação também está disponível a partir desta terça-feira.

Os vencedores precisam ficar atentos ao prazo para indicação da conta bancária, que terminará em 21 de novembro. A Secretaria de Economia também envia, por e-mail, um aviso aos contribuintes que foram sorteados. Por isso, é importante que a pessoa mantenha seus dados sempre atualizados no cadastro do programa. Os e-mails já foram enviados para os 12,6 mil ganhadores.

Curiosidades da premiação

Entre as atividades econômicas com maior número de contribuintes sorteados, estão os supermercados, seguidos de farmácias e hipermercados. Não por acaso, os estabelecimentos com maior número de contribuintes sorteados são o Extra Hipermercados e o Atacadão Dia a Dia, com 94 cada; o Super Adega do SIA, com 90, e o Super Adega de Taguatinga Sul, com 73.

Já os contribuintes que possuíam entre 101 e 250 bilhetes foram os que mais receberam prêmios: 5.283 contemplados. Em seguida, estão os na faixa de 51 a 100 bilhetes, com 3.472 sorteados. Já os cinco consumidores que possuíam entre 1.001 e 1.200 bilhetes não receberam nenhum prêmio nesta edição.

A média deste sorteio foi de 50 bilhetes por consumidor. A Asa Norte concentrou mais de 4,8 milhões de bilhetes e teve o maior número de participantes: 59.497 consumidores, ou seja, 7,23% do total. Os moradores do Sudoeste também tiveram grande engajamento no programa Nota Legal, com a liderança na média de bilhetes por pessoa: 91 notas fiscais por participante.

*Com informações da Secretaria de Economia

Fonte: Agência Brasília

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) publicou, nesta segunda-feira (24), a Portaria nº 70, que reabre, a partir da sexta-feira (28) seis equipamentos culturais sob sua gestão: Museu Nacional da República (MuN), Panteão da Pátria, Espaço Lucio Costa, Museu da Cidade (os três formam o Centro Cultural Três Poderes (CC3P),  duas galerias do Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) e o Museu de Arte de Brasília (MAB), este último retornando à visitação pública depois de 14 anos fechado.

O Memorial dos Povos Indígenas (MPI), por estar em reforma, vai permanecer fechado até a conclusão da obra. Já o Museu do Catetinho, por não apresentar condições mínimas de funcionamento dentro dos aspectos de segurança do protocolo covid-19 e estar em reforma, também segue fechado.

O Espaço Cultural Renato Russo só terá as duas galerias do piso principal em funcionamento. Os demais espaços permanecem fechados. A Concha Acústica está autorizada a receber visitantes, desde que seja realizada exposição de arte em seu interior, ou mediante concessão de autorização especial.

O parque do Museu do Catetinho segue fechado. “Os museus abrem as suas portas de forma segura e sem riscos de aglomerações, tornando-se alternativas prudentes de experiência artística para a população”, aponta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Rota segura

Seguindo todos os protocolos de segurança previstos pelas autoridades sanitárias, os equipamentos reabrem, em sua maioria, após quase três meses fechados, devido ao segundo período de quarentena instituído para evitar a disseminação da pandemia.

Para a volta ao funcionamento normal, esses espaços passaram por um rigoroso processo de limpeza e sinalização de segurança, respeitando as medidas sanitárias necessárias para proteger servidores e visitantes da covid-19. Os locais voltam a propor um diversificado circuito artístico.

Confira, abaixo, o roteiro de cada um desses espaços culturais.

Centro Cultural Três Poderes (CC3P)

O gerente interino do CC3P, Ricardo Almeida, destaca a satisfação em reabrir os espaços para a população, com as medidas de segurança cabíveis. “Convidamos todos a conhecerem nossos espaços e conhecer mais sobre a história de Brasília, da democracia e dos heróis nacionais”, reforça.

Panteão da Pátria

Entre as atrações em cartaz, o espaço cultural localizado no coração de Brasília reabre com a exposição sobre a vida e trajetória política de Tancredo Neves, além do Livro de Aço dos Heróis da Pátria e do Mural da Liberdade de Athos Bulcão. O público ainda poderá conferir o painel  Inconfidência Mineira, de João Câmara, e o vitral de Marianne Peretti.

Espaço Lucio Costa

O museu retoma com o funcionamento com a mostra Plano Piloto de Brasília, a partir do material projetado pelo urbanista Lucio Costa. Como em uma viagem ao tempo, o visitante tem acesso a fotos e informações históricas, além de uma grande maquete da capital federal.

Museu da Cidade

Museu traz a sua exposição permanente, com frases talhadas no mármore branco que contam a história de interiorização da capital federal, desde o século 18 até sua inauguração.

Regras de visitação:

  • De sexta a domingo, das 9h às 15h;
  • Lotação do salão: Panteão da Pátria, 20 pessoas; Espaço Lucio Costa, dez ; Museu da Cidade, cinco. Completada a capacidade, será formada fila de espera. É obrigatório o uso de máscara e propé no carpete. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel. Telefone para mais informações: (61) 98355-9870 (WhatsApp).

Espaço Cultural Renato Russo (ECRR)

“Temos um cronograma extenso de exposições de excelente qualidade represadas e temos certeza de que o público ficará satisfeito ao nos visitar”, celebra o gestor do local, Renato Santos. Localizado na 508 Sul, o Espaço Cultural Renato Russo reabrirá duas de suas galerias expositivas: Rubem Valentim, com a mostra Mulheres à Margem, e Parangolé, com Anônimos.

  • Mulheres à Margem: Trabalhos de seis artistas mulheres, cada uma apresentando uma linguagem própria para lidar com questões femininas dentro da sociedade.
  • Anônimos: A mostra traz série fotográfica de Armando Salmito. Sob o olhar do artista, a mostra aborda existência e urbanidade, tendo como plano de fundo a cidade de Nova York (EUA).
  • Regras de visitação: De sexta a domingo, das 10h às 16h.  Lotação: Galeria Rubem Valentim: 14 visitantes; Galeria Parangolé: sete visitantes. Dentro das galerias, o distanciamento é de 9m² entre visitantes. Completada a capacidade, será formada fila de espera. Obrigatório o uso de máscara. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel. Informações: (61) 98503-9728 (WhatsApp)

Museu Nacional da República

O Museu Nacional preparou novas exposições para sua reabertura. O público poderá conferir mostras inéditas, como as de Alex Vallauri, no expositivo principal; Marcos Amaro, no mezanino; Marçal Athayde, na galeria térreo, e Suyan de Mattos, na Sala 2. Outra novidade é que o museu também passou por uma pequena reforma.

“Nós desmontamos a galeria acervo para recuperar a arquitetura original do prédio. Agora, podemos ver o mezanino suspenso por tirantes, sem nenhum pilar, como no projeto original de Oscar Niemeyer. O contato direto com as obras de arte e com o prédio do Museu é algo que queremos incentivar com atenção à saúde coletiva”, destaca a diretora do espaço, Sara Seilert.

  • Decifra-me ou te Devoro – O Enigma da Cidade – Do maranhense Marçal Athayde. Traz a produção recente de telas e esculturas do artista radicado no Rio de Janeiro. Reúne 32 obras que abordam as relações e tensões entre o sujeito e a cidade.
  • Alex Vallauri – Retrata, por meio de andaimes verdes e tapumes intercalados, uma invasão urbana no ambiente expositivo tradicional e patrimonial. São cartazes, obras, estruturas, andaimes, ruídos estênceis. A cidade está em constante transformação neste exato segundo. Combinam-se experiências e ações espontâneas que compõem contextos urbanos.
  • O Poço – Do artista Marcos Amaro, é o segundo ato do projeto Ontologias, um estudo experimental expandido, cujo conceito parte principalmente da interpretação filosófica da natureza do ser, da existência e da realidade. Além de um conjunto de cinco desenhos, O Poço tem como peça central uma obra homônima, que traz no fundo de sua estrutura um espelho.
  • Suyan de Mattos – O público poderá enxergar que a dor é subjetiva, complexa e difícil de definir. Há dez anos, a artista adoeceu e passou a sentir dor diariamente. A partir de então, mudou a sua linguagem da pintura para o bordado. Essa técnica passou a significar ativar e misturar suas experiências de vida para produzir um padrão individual e inimitável.
  • Regras de visitação: De sexta a domingo, das 10h às 16h. Lotação do salão: 30 pessoas. Completada a capacidade, será formada fila de espera. Obrigatório o uso de máscara e propé no carpete. Será feita medição de temperatura e disponibilizado álcool gel. Informações: (61) 3325-5220.

Museu de Arte de Brasília (MAB)

Com prédio entregue à população em 21 de abril deste ao, aniversário de 61 anos de Brasília, o Museu de Arte de Brasília (MAB) volta a receber o público depois de 14 anos fechado. Nesse momento, a ocupação artística abrange hall, pilotis e área externa do museu, com mostra fotográfica de Orlando Brito (pilotis), gravuras de Tarsila do Amaral (hall) e esculturas que ocupam o jardim.

“Desde a fundação do MAB, as diferentes gestões que se sucederam desejaram ou tentaram criar um parque de esculturas na região do museu, ideia que se materializou nessa reabertura. O parque foca na produção de autores de Brasília que demonstram diferentes aspectos da produção dessa forma de arte na capital”, destaca o gerente do local, Marcelo Gonczarowska.

  • Regras de visitação: De quarta a segunda-feira, das 9h a 21h. Fechado às terças-feiras. Capacidade: pilotis – 140 pessoas; hall – 15. Obrigatório uso de máscara, controle de temperatura e espaçamento entre as pessoas; álcool gel disponível. Informações e agendamento de visitas guiadas para grupos: mab@cultura.df.gov.br.

Em todos os espações museológicos da Secec, a recomendação é que o visitante não toque na superfície das obras de arte, mesmo aquelas que estão ao ar livre e tenham concepção interativa.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa 

Fonte:Agência Brasília

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec), por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), vai destinar R$ 11,56 milhões para até 158 projetos criativos na categoria “Cultura em Todo Canto”, do edital FAC Brasília Multicultural. A proposta é contemplar agentes culturais das 32 Regiões Administrativas (RAs) do Distrito Federal, prestigiando, assim, a arte de cidades com histórico de menor investimento em cultura. A categoria também conta com reserva de vagas para Pessoas com Deficiência e para aqueles que nunca tiveram acesso aos recursos anteriormente.

Cultura em Todo Canto é uma das cinco categorias do FAC Brasília Multicultural, edital no valor de R$ 53,64 milhões para, ao menos, 802 projetos. As inscrições seguem até 18 de junho para agentes culturais com Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac) válido.

A Secec promove uma live para tirar dúvidas sobre o Cultura em Todo Canto nesta sexta-feira (21) às 17h, em seu canal do YouTube. Acompanhe e fique por dentro de todas as etapas do edital.

Arte no território

As áreas contempladas estão divididas, pelo edital, em macrorregiões, conforme a proximidade entre uma e outra, que terão direito entre R$1 milhão e R$1,8 milhão cada uma para a realização das propostas de seus agentes culturais. Dessa forma, as ações para um território não podem ser celebradas em localidade diferente. O proponente também deve residir em endereço pertencente à macrorregião à qual submeteu o projeto.

Rogério Almeida, produtor cultural e idealizador do projeto “Ser Criança”, vê o edital como um motivo de esperança para as artes no pós-pandemia. “Agora que tudo está voltando aos poucos, por causa do início da vacinação, acompanho cada edital. E incluir as cidades do DF foi uma melhora, pois são os lugares onde mais falta apoio”, diz.

O projeto “Ser Criança” busca tratar temáticas sociais e de autoproteção por meio do teatro. Destinado ao público infantil, sua narrativa teatral ensina, de maneira lúdica, a como se proteger das drogas, dos perigos da internet e de outras violências. Almeida relata que, antes da crise sanitária ocasionada pela pandemia de covid-19, o grupo fez apresentações por RAs como Ceilândia, Taguatinga e Varjão.

Descentralizar

A Secec realizou uma pesquisa comparativa entre as RAs considerando os números no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac). Dessa maneira, verificou-se que o Plano Piloto e as regiões mais ricas do DF possuem maior concentração de registros de produtores culturais, além de mais projetos aprovados.

A população do Plano Piloto equivale a 7,4% da população do Distrito Federal, enquanto a população da Ceilândia equivale a 16%. No entanto, em relação ao número de cadastros, o Plano Piloto tem quase 30% do total, enquanto  Ceilândia, por exemplo, usando a mesma base comparativa, tem algo em torno de 7%.

Águas Claras, Arniqueira, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural, Fercal, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Itapoã, Jardim Botânico, Paranoá, Park Way, Planaltina, Pôr do Sol, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, SIA, Sobradinho I e II, Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga, Varjão, Vicente Pires e Vilas Telebrasília e Planalto são as RAs favorecidas pelo edital.

Pontuação extra

A pontuação extra será distribuída, no mínimo, por nove RAs que não tiveram projetos contemplados por proponentes residentes da região. “Por exemplo, se alguma dessas cidades não recebeu nenhum projeto, mas teve projetos inscritos que atingiram, na etapa de mérito cultural, no mínimo 70 pontos, e que cumpriram os demais critérios para classificação, será selecionada a com melhor pontuação”, explica João Moro, subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural.

Cultura em Todo Canto

A maior virtude do Cultura em Todo Canto  é a descentralização. A categoria vai contemplar agentes culturais de regiões administrativas, prestigiando, assim, a arte de cidades com histórico de investimento em cultura mais baixo.

As inscrições ocorrem por meio de sistema eletrônico. Os projetos culturais devem ser enviados com toda a documentação necessária até as 18h do dia 18 de junho de 2021.

O projeto deve conter ao menos um item de ajuda técnica e tecnologia assistiva para Pessoas com Deficiência (PcDs), como interpretação em libras, leitura labial, braile, audiodescrição, elevadores e rampas, por exemplo.

É indispensável que o proponente tenha sua situação regularizada no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac). O edital N° 6/2021, assim como os demais anexos, estão disponíveis na íntegra no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) e no site do Fundo de Apoio à Cultura.

*Com informações da Secec

Fonte: Agência Brasília

Representantes do setor produtivo, do GDF e moradores do Plano Piloto se mostraram favoráveis ao projeto de lei complementar (PLC) que define os parâmetros de uso e ocupação do lote 1 do Setor Cultural Sul (SCS), onde fica o prédio do antigo Touring Club. A proposta garante a instalação de um museu tecnológico no local, construído pelo Sesi/Senai com investimento privado de R$ 160 milhões.

O projeto de lei foi apresentado, nesta terça-feira (18), em uma audiência pública promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh). Na reunião, também foi citada a revitalização para construir uma praça na região entre o Touring e a Biblioteca Nacional. A proposta da Seduh, aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial Urbano do Distrito Federal (Conplan), será executada pelo Sesi/Senai por meio do programa do GDF Adote uma Praça.

Na ocasião, o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, destacou que o projeto de lei é necessário para regulamentar a instalação do museu. O texto estabelece critérios como a taxa de ocupação máxima da área do lote, a altura de novas edificações no interior da estrutura, o número mínimo de vagas de estacionamento, entre outras medidas.

“O fato é que o museu, que tem esse objetivo de levar um serviço cultural à população de um modo geral, precisa ter essa regulamentação prevista em lei para que ele possa, tanto do ponto de vista de uso, ter seu funcionamento assegurado, quanto do ponto de vista de futuras expansões ou reformas, para ter seus projetos futuros aprovados”, informou Mateus Oliveira.

O objetivo é que o local se torne um espaço de ciência, arte, tecnologia e inovação, ao lado da Biblioteca Nacional e do Museu Nacional Honestino Guimarães. Ele será chamado de Sesi Lab e terá um anfiteatro externo para atividades culturais ao ar livre, quatro galerias para exposições, áreas de oficinas educativas, loja, jardim e café.

A implantação ainda contará com o apoio do Exploratorium, centro interativo instalado em São Francisco, nos Estados Unidos, como lembrou o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Bittar. “O Exploratorium é o museu de tecnologia no Vale do Silício mais visitado do planeta e contamos com a parceria deles. Estamos falando de vanguarda, que é o que essa cidade merece”, afirmou.

Uso cultural

A secretária-executiva da Seduh, Giselle Moll, lembrou que o local onde fica o prédio do antigo Touring aguarda há 64 anos para retomar a função principal do setor, que é o uso cultural. Na sua avaliação, o museu será importante para resgatar essa vocação em um espaço no centro de Brasília que há anos se encontra degradado.

“Esse edifício sempre foi uma propriedade privada, que passou por várias atividades desde a desativação do antigo Touring. Foi até rodoviária do Entorno por algum tempo em um momento mais recente. Mas graças ao trabalho de toda a equipe do GDF estamos resgatando a condição de área cultural, para receber esse museu”, disse Giselle Moll.

O projeto de lei já conta com a aprovação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), por ser um edifício tombado, e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do parecer técnico n° 51/2021.

Além disso, segue o entendimento da Portaria nº 166/2016 do instituto, que prevê a destinação dos setores culturais Norte e Sul do Plano Piloto para o uso de equipamentos públicos de caráter cultural.

Elogios

O presidente da Fibra aproveitou a oportunidade para elogiar a qualidade do projeto elaborado pela Seduh e a transparência do processo.

“Cumprimento o GDF e a Seduh por essa iniciativa, para que possamos recuperar um lugar tão valioso com uma atividade tão maravilhosa como um museu. Ele vai provocar a massificação da arte, da ciência e da tecnologia, sendo um dos maiores empreendimentos do DF e atingindo repercussão de âmbito nacional”, garantiu Jamal Bittar.

Quem também estava presente e elogiou a iniciativa foi o secretário de Projetos Especiais, Roberto Vanderlei de Andrade. “É o momento de Brasília resgatar uma área abandonada, que volta a ressurgir de forma grandiosa. É um projeto de primeiro mundo”, exaltou.

“Como cidadã brasileira e moradora de Brasília há cinco anos, fiquei extremamente feliz. Quem vem de fora vê uma cidade parada que não mostra o que realmente tem a oferecer. Quando soube desse museu, vi como era de fácil acesso. Vai ficar lindo”, comentou Ana Maria Arantes, moradora da Asa Sul.

A audiência pública foi transmitida virtualmente pela plataforma Seduh Meeting e no canal da pasta no Youtube. A reunião também foi realizada de forma presencial na sede da pasta, respeitando as medidas de segurança impostas durante a pandemia.

Trâmite

Depois da audiência pública, o PLC ainda precisa passar pelo aval do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan). Essa será a última etapa dentro do Poder Executivo, para então ser enviado à análise da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

*Com informações da Seduh

Fonte: Agência Brasília

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) inicia, nesta terça-feira (18/5), um ciclo de webinários sobre o Projeto Brasília Inteligente. A programação se estende até o dia 17 de junho e o objetivo é debater, com a população, o projeto de Cidades Inteligentes do Governo do Distrito Federal (GDF).

 

O primeiro webinário vai apresentar o projeto e a abertura será realizada pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Gilvan Máximo. As palestras do dia serão realizadas por Miguel Eiras Antunes, líder global de Smart City da Deloitte Portugal; e por Carlos Passos, especialista em Cidades Inteligentes.

 

Os webinários apresentarão temas como segurança pública, saúde, planejamento urbano, meio ambiente, desenvolvimento social, cultura, mobilidade, telecomunicações, entre diversos outros assuntos relacionados à temática de cidades inteligentes. Veja a programação completa:

 

Webinário 1 (18/05 – das 09h30 às 11h): O que é uma Cidade Inteligente, os benefícios para a população e como participar da consulta pública;
Webinário 2 (20/05 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Segurança Pública;
Webinário 3 (25/05 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Saúde;
Webinário 4 (27/05 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Meio Ambiente, Água e Esgoto, Resíduos Sólidos e Energia;
Webinário 5 (01/06 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar;
Webinário 6 (03/06 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Planejamento Urbano, Habitação e Mobilidade;
Webinário 7 (08/06 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Educação, Esporte e Cultura;
Webinário 8 (10/06 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Governança, Economia, Finanças e Telecomunicações;
Webinário 9 (17/06 – das 09h30 às 11h): Brasília Inteligente – Apresentação da compilação das principais contribuições recebidas e debate final.

 

Serviço:
Ciclo de webinários sobre o Projeto Brasília Inteligente
Período: 18/05/21 a 17/06/21
Inscrições gratuitas: http://bit.ly/webinariosbrasiliainteligente

 

Fonte: SECTI / Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

Agende o seu atendimento presencial ou remoto

Em cumprimento ao DECRETO Nº 40.648, 23 de abril de 2020 do Governo do Distrito Federal, informamos que, a partir da data de publicação do decreto, é OBRIGATÓRIO O USO DE MÁSCARA PARA ENTRAR NA ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DO PLANO PILOTO.

Clique nos cards abaixo e saiba o que é preciso para fazer o agendamento de cada serviço:

nupa@planopiloto.df.gov.br

geloae@planopiloto.df.gov.br

 

(61)3329-0400, opção 6.

 

codes@planopiloto.df.gov.br

codes@planopiloto.df.gov.br

geapro@planopiloto.df.gov.br

ouvidoria@planopiloto.df.gov.br

 

(61)9.8342.6254

 

jsm@planopiloto.df.gov.br

 

gelev@planopiloto.df.gov.br

 

 

 

 

 

 

AGÊNCIA BRASÍLIA* I EDIÇÃO: CAROLINA JARDON

Quem tem entre 50 e 54 anos e possui comorbidades poderá agendar a vacinação contra a covid-19 a partir das 12h desta quarta-feira (12). É necessário possuir cadastro no mesmo site para fazer o agendamento. Se você ainda não agendou, acesse o site vacina.saude.df.gov.br, faça o cadastro e agende dia, local e horário para vacinar.

O cadastramento está disponível para quem tem entre 18 e 59 anos e possui as seguintes comorbidades:

Já o agendamento ocorrerá mediante a abertura de vagas. Ao acessar a página, já é possível agendar a vacinação para esta quinta-feira (13) em um dos 55 pontos espalhados em todo o DF.

A Secretaria de Saúde (SES) destaca que pacientes que não têm registro recente de atendimento no SUS-DF precisam levar relatório médico que comprove a comorbidade no dia da vacinação.

“O DF está avançando na vacinação contra a covid-19 conforme o Ministério da Saúde tem enviado doses. Nós já vacinamos pouco mais de 40 mil pessoas com comorbidades desde a semana passada. Agora é possível avançar um pouco mais na faixa etária desse público”, observa o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero.

Divino destaca, ainda, como a Secretaria de Saúde tem planejado a campanha de vacinação no DF. “Temos trabalhado com uma estimativa populacional, mas é muito importante que todas as pessoas realizem seu cadastro de forma antecipada, pois isso facilitará, e muito, o planejamento estratégico da vacinação no grupo de comorbidades”, explica.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Mais de 26 toneladas de massa asfáltica já foram usadas até o momento na operação tapa-buraco, ao longo de toda avenida L2 Sul. A ação teve início na semana passada e é coordenada pelo Polo Central Adjacente III do GDF Presente. O ponto de partida dos trabalhos foram as vias próximas à Catedral Metropolitana de Brasília, localizada em uma das áreas centrais de maior fluxo de veículos do Plano Piloto.

“As ações de manutenção e limpeza, realizadas pelo GDF Presente, no Plano Piloto, são fundamentais para evitar alagamentos, prevenir acidentes, preservar espaços e equipamentos tombados. Além de contribuir com a segurança de toda população”, agradece a administradora regional da RA, Ilka Teodoro. “Estamos trabalhando em toda L2, dando destaque para as passagens de ônibus. Iswo vai trazer mais comodidade e segurança tanto para os usuários, quanto para os motoristas”, emenda o coordenador do Polo Central Adjacente III, do GDF Presente, Lúcio Barbosa.

Até o momento, mais de 2 km de trechos foram recuperados no local. Tarefa envolve cerca de 20 homens do projeto GDF Presente e Novacap, além de maquinários, implementos técnicos específicos e logística diária detalhada. O custo da operação, no atual estágio dos trabalhos, é de quase R$ 16 mil.

As obras avançaram na altura das quadras 604/605 Sul. “Não tenho carro, moro no Jardim Ingá (GO) mas trabalho aqui. Ando bastante de ônibus na semana e tenho observado como o asfalto detonado pode atrapalhar os motoristas, é perigoso”, observa o promotor de vendas, Raimundo Nonato dos Santos, 49 anos. “É uma melhoria que ajuda todo mundo: quem dirige, os passageiros e até os pedestres. É uma iniciativa sempre bem-vinda do governo”, completa.

Dinâmica complexa

O processo de tapar buraco no asfalto deteriorado exige dinâmica complexa, maquinário pesado e profissionais especializados. Daí a necessidade de interrupção de parte do tráfego. Foi o que aconteceu na altura da 604/605 da L2 Sul. A manobra preventiva não chegou prejudicar totalmente o fluxo de carros, que transitaram sem engarrafamento no local.

O passo inicial de um tapa-buraco é dado com a fresagem, que consiste no recorte da camada da pista danificada por meio de um potente rolo rotativo. A etapa seguinte é fazer a limpeza total do trecho fresado para que a aplicação do asfalto pronto seja espalhada de maneira uniforme. A última fase é compactar a região com placa vibratória ou rolo compressor. “Só aqui, nesse trecho, foram fresados oito trechos bastante detonados”, detalha o supervisor de obras da Novacap, Vicente Alves Cordeiro, há 30 anos na empresa.

Há mais de um ano trabalhando com entrega de alimentos via aplicativo, o motociclista, Lucas William de Oliveira, 27 anos, conhece bem as vias do Plano Piloto. O profissional que ganha a vida sob duas rodas, admite que a manutenção das ruas da área central da cidade é essencial.

“Perdi as contas de quantos amortecedores da minha moto já estourei por causa dos buracos, sem falar dos pedidos dos clientes que reviravam com o baque das ruas desniveladas”, revela. “Com o asfalto liso, sem altos e baixos, fica mais fácil de transitar pela cidade, mais seguro, inclusive”, comenta.

Fonte: Agência Brasíla 

A Administração Regional do Plano Piloto informa que os telefones Regional estão indisponíveis nesta sexta-feira, dia 7/5. 
Em caso de solicitações, enviar e-mail para: nupa@planopiloto.df.gov.br.
Dúvidas: (61) 9.9152-4713


As medidas já estão sendo tomadas para restabelecer o seu funcionamento de forma mais breve possível.

ASCOM/RAPP

A edição desta quarta-feira (5) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) traz, entre os destaques, a publicação, pelo governador Ibaneis Rocha, do Decreto n° 42.065, que institui a iniciativa Sua Vida Vale Muito, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), como programa de governo. O programa tem como objetivo empreender ações itinerantes, voltadas à promoção da cidadania, nas diversas regiões administrativas (RAs) do DF.

Entre os serviços oferecidos, estão ações nas áreas psicossocial e de saúde, atendimento imediato ao cidadão – pelo Na Hora – e esclarecimentos jurídicos, além de atividades temáticas, de relevância social, conduzidas pelas subsecretarias da Sejus.

Sua Vida Vale Muito, conforme especificado no decreto, tem o apoio de outros órgãos e entidades governamentais , além da ajuda de parceiros e voluntários, cadastrados no programa Voluntariado em Ação.  A ação foi considerada oficializada como prestação de serviço público relevante não remunerada.

Após a assinatura do decreto, o governador Ibaneis Rocha visitou um dos pontos de apoio para vacinação contra covid-19, no Itapoã, e parabenizou a secretária de Justiça e Cidadania pela iniciativa. “É muito importante ter a presença do governador em nossas ações itinerantes”, declarou a titular da Sejus, Marcela Passamani.

“Isso reforça a importância de nossas políticas públicas direcionadas a toda a população do DF. Hoje é um dia especial não só para a Secretaria de Justiça, mas para todo o DF, porque agora Sua Vida Vale Muito se torna programa de governo”.

Ações já realizadas

A iniciativa Sua Vida Vale Muito já empreendeu mais de 10 mil atendimentos nas ações itinerantes, tendo percorrido diversas regiões administrativas do DF, como Itapoã, Recanto das Emas, Ceilândia, Estrutural, São Sebastião e a Rodoviária do Plano Piloto.

A população já foi contemplada com orientação psicossocial, aferição de pressão arterial, confecção de documentos – como segunda via da identidade gratuita e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) – e atendimento médico, entre outros serviços de saúde. Só nas ações de vacinação contra a covid-19, já foram imunizadas mais de 4 mil pessoas no DF.

*Com informações da Sejus

Fonte: Agência Brasília

A Mala do Livro, um dos principais programas da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), completou 30 anos em 2020. Ainda dentro das comemoração da data, a pasta e a Biblioteca Nacional de Brasília lançam o I Prêmio Candanguinho de Poesia Infanto-Juvenil, que vai selecionar 30 obras inéditas, de autoria de crianças e jovens para compor a coletânea de poesias “A Mala do livro, uma viagem na cultura”.

 

“Estamos valorizando a criança a adentrar ao mundo da escrita. Esse papel é fundamental para nossa política de incentivo do livro e da leitura”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

 

O Edital Nº 5/2021 foi publicado nesta sexta-feira (23.04) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

 

Confira na íntegra

Edital 5 – Candanguinho

As 30 poesias selecionadas serão publicadas em coletânea nos formatos e-book, livro impresso, em Braille e/ou áudio-livro. Além de 10 exemplares da obra impressa, os autores das poesias classificadas nos três primeiros lugares de cada categoria receberão, do primeiro ao terceiro colocado, respectivamente, um smartphone, um tablet e um leitor de e-book. Os demais selecionados ganham certificado de participação e dois exemplares da coletânea.

 

O chamamento público, iniciativa da Biblioteca Nacional de Brasília, atende à Política do Livro, Escrita e Oralidade do Distrito Federal. “Nosso objetivo é incentivar a criatividade da população jovem do DF por meio da linguagem escrita, dando o protagonismo à Mala do Livro, que completou 30 anos em 2020”, reforçou a Diretora da BNB, Elisa Raquel Quelemes.

 

A partir do dia 30 de abril, crianças e jovens residentes no Distrito Federal ou na Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (RIDE) podem concorrer ao prêmio nas categorias Infantil (6 a 12 anos), Juvenil (13 a 17 anos) e Pessoas com Deficiência (6 a 17 anos). Cada candidato pode inscrever até duas poesias, inéditas e originais, sendo selecionada apenas a que obtiver maior pontuação.

 

Uma novidade neste edital é a inclusão, com reserva de vagas para Pessoas com Deficiência (PCD) e a possibilidade de envio das poesias por arquivos digitais em áudio. Nesse sentido, a Secec convidou um cadeirante a participar da Comissão de Seleção responsável pela avaliação das obras – formada por dois servidores da pasta e três membros da sociedade civil.

 

COMO SE INSCREVER

Abertas de 30 de abril a 30 de maio, as inscrições poderão ser feitas preferencialmente mediante preenchimento de formulário eletrônico (clique aqui), pelo e-mail premiocandanguinhodepoesia@cultura.df.gov.br ou ainda, por entrega da documentação na Biblioteca Nacional de Brasília (Setor Cultural da República, s/n, Esplanada dos Ministérios), mediante agendamento prévio pelo telefone (61) 3325-6257.

 

O resultado preliminar proferido pela comissão será publicado no DODF e no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Caberá recurso, no prazo de 10 dias corridos a contar da publicação, que deverá ser direcionado à Diretoria da Biblioteca Nacional de Brasília.

 

O edital Nº 5/2021 e seus anexos estão disponíveis na aba Editais do site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

“Estava na hora de haver um espaço para as crianças e jovens de Brasília se expressarem por meio da poesia. Quando anda pelo DF e convive com essa galera, você percebe que eles têm uma criatividade enorme, que só precisam de um canal para se colocar”, defende a Chefe da Assessoria de Relações Institucionais da Secec e Coordenadora da Comissão de Seleção, Beth Fernandes.

 

O chamamento público será um dos temas da Mesa “A Escrita para Infância – Caminhos de Incentivo”, atração deste sábado (24.4, às 17h) do I Festival Gira Cultura DF canal do YouTube da Secec.

 

Confira a programação completa do Festival Gira Cultura DF.

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br

Fonte: SECEC

No dia em que se comemora a primeira missa realizada na capital, em 1957, a Arquidiocese de Brasília e a Secretaria de Turismo celebraram, nesta segunda-feira (3), a data que marcou a construção da capital do Brasil.

Para marcar a homenagem à história de Brasília, foi realizada cerimônia eucarística na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida e bênção especial na Praça do Cruzeiro.

Na presença de fiéis e autoridades locais, a bênção de Dom Paulo Cezar, arcebispo de Brasília, foi transmitida ao vivo pelo canal da Setur-DF no YouTube, diretamente do ponto mais alto na cidade.

Acompanhado de seus auxiliares — Dom Marcony Ferreira e Dom José Aparecido —, o arcebispo de Brasília relembrou que a capital foi construída ao pé da cruz, onde pioneiros debruçados sobre mapas e coordenadas tomaram uma série de decisões importantes para a construção histórica.

“A cruz representa o amor de Deus por nós e um ponto central da vida de Brasília. É um símbolo que relembra o amor de todos que estiveram comprometidos com a construção e reforça o empenho daqueles que, hoje, estão trabalhando para o desenvolvimento desta cidade, que irradia amor e fé a todo o povo brasileiro”, destacou Dom Paulo Cezar.

Privilégio

Para Roberto Andrade, secretário de Projetos Especiais, começar o dia celebrando a primeira missa, que trouxe esperança para todo o povo brasileiro, é um privilégio. “Queria agradecer a oportunidade de participar dessa homenagem, graças à nossa parceria com a Setur-DF, e tenho certeza que vamos fazer acontecer ainda mais. Peço a Deus que continue a iluminar nossos caminhos, sob a liderança do governador Ibaneis Rocha, para que possamos construir cada vez mais para os brasilienses e para o povo brasileiro”, ressaltou.

O dia 3 de maio é uma data histórica que o tempo nunca levará ao esquecimento, garante a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça. “Tive a honra de, juntamente com Dom Paulo Cezar, concretizar o sonho de realizarmos essa missa para relembrar a história de homens que acreditaram na nossa cidade e relembrar a coragem, fé, amor e ousadia de JK, que merece ser revivida a cada dia. Hoje, temos um governador que traz essa mesma coragem de olhar para uma cidade que busca, nos mais variados gestos e ações, a ressignificação da nossa capital para que possamos ter um presente e futuro melhor”, ressaltou

“É assim que trabalhamos, diuturnamente, para colocar Brasília no lugar que é dela. Afinal, nenhum lugar no mundo tem uma história como a da nossa cidade que, assim como disse Juscelino Kubitschek durante o seu discurso na primeira missa da capital, é o encontro e a alma da pátria brasileira”, completou.

Batismo da capital

Há 64 anos, diante de um altar de lona e de madeira concebido por Oscar Niemeyer, armado no ponto mais alto da cidade, na Praça do Cruzeiro, 15 mil pessoas acompanharam a missa, também conhecida como “batismo da nova capital”.

Na primeira cadeira, simples e de madeira, estava Juscelino Kubitschek. No dia em que Brasília deixou de ser apenas uma esperança para se erguer “integrada ao espírito cristão, causa, princípio e fundamento da unidade nacional”, o presidente proferiu um discurso emocionante que ficou marcado na história.

E foi com as mesmas palavras que a secretária Vanessa Mendonça fez questão de encerrar as homenagens na Praça do Cruzeiro: “Hoje é o dia de Santa Cruz, dia em que a capital recém-nascida recebe o seu batismo cristão; dia em que nela se verifica, pela vez primeira, o mistério da transformação do pão em carne e sangue do Salvador do Mundo; dia em que a cidade do futuro, a cidade que representa o encontro da pátria brasileira com o seu próprio centro de gravitação, recolhe a sua alma eterna, a substância divina do Salvador”.

Durante a benção especial também estiveram presentes Matheus Dourado, assessor da Administração Regional do Plano Piloto; João Firmino Galvão Neto, Pároco da Catedral Metropolitana de Brasília; Kildare Meira, da Unidade de Assuntos Religiosos do GDF; e representantes da Confederal, empresa responsável pelas obras de reforma da Praça do Cruzeiro.

Onde tudo começou

Em 1956, antes mesmo da inauguração de Brasília, o lugar mais alto do quadrilátero demarcado como Distrito Federal se tornou a Praça do Cruzeiro, a 1.172 metros de altitude.

O espaço, que fica localizado no Eixo Monumental, foi um dos locais mais visitados no período da construção e ponto de encontro de pioneiros, engenheiros e do então presidente da República, Juscelino Kubitschek. De lá se podia vislumbrar a vastidão do canteiro de obras.

Cenário perfeito para ser realizada primeira missa, que foi celebrada, no dia 3 de maio de 1957, por Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, arcebispo de São Paulo. Para a cerimônia, foi montado um altar que recebeu a imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Atrás da imagem, foi estendida a bandeira do Brasil.

Tradição brasileira

Neste dia, 3 de maio, também é celebrado o dia de Santa Cruz, data em que supostamente a cruz de Cristo foi encontrada. A tradição de enfeitar a cruz, remonta ao século IV, com o Imperador Constantino I, e espalhou-se por vários países. Aqui no Brasil, essa tradição de enfeitar a cruz chegou com os jesuítas, que perpetuaram o costume.

*Com informações da Secretaria de Turismo

Fonte: Agência Brasília

Fotos: Emanuelle Sena/ Ra-PP

Tem início, nesta quarta-feira (5), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad). Serão coletadas informações sobre os moradores de todas as 33 regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal, a fim de subsidiar e orientar de forma qualificada o planejamento governamental.

Nesta edição do estudo tem novidades. Além das questões tradicionais, entre as perguntas do questionário há algumas voltadas aos animais domésticos e segurança alimentar. Também será entregue um questionário facultativo para cada indivíduo da família sobre questões de gênero.

Realizada a cada dois anos, a Pdad é efetuada por amostra de domicílios urbanos – selecionados mediante critérios de probabilidade. No entanto, ela avança por cada uma das 33 RAs da capital federal, e sua frequência bianual possibilita um acompanhamento da evolução das condições de vida dos brasilienses.

Para o secretário de Economia, André Clemente, as políticas públicas necessárias para atender a população devem ter base em evidências. “O Estado, para atender a população, precisa definir suas políticas públicas; e, para que surtam efeitos e atinjam seu objetivo, essas políticas precisam de base científica, base técnica e muita articulação e engajamento para viabilizar as entregas”, destaca.

“A Pdad, como as outras pesquisas da Codeplan, como Pmad [Pesquisa Metropolitana por Amostra de Domicílios] e PED [Pesquisa de Emprego e Desemprego], nos ajuda a obter os dados necessários para subsidiar o GDF na estruturação de políticas públicas”, resume o  presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Jean Lima. “São pesquisas  baseadas em evidências, permitindo delinear melhor os cenários e construir políticas mais eficazes”, completa.

A fim de oferecer um diagnóstico detalhado da situação atual do DF, os pesquisadores da Pdad 2021, devidamente identificados com crachá, visitarão cerca de 35 mil domicílios na capital federal.

Etapas

A pesquisa será feita em quatro fases, sendo a primeira, que consiste no planejamento, realizada em 11 meses. Já a segunda fase, de coleta/aplicação dos questionários, demanda cinco meses enquanto a terceira – organização de dados e análises de consistência – levará três meses. A última fase, prevista para dezembro de 2021, consiste na divulgação dos dados amostrais.

Os questionários são sobre domicílios e moradores e ambos divididos em blocos. Os blocos B, C e D são compostos por perguntas de cunho domiciliar e segurança alimentar. Já os blocos E, F, G, H, I e J são de especificidades dos moradores, como saúde individual, educação, trabalho, entre outros indicativos.

O secretário de Governo, José Humberto Pires, reforça: “É importante que a população receba os pesquisadores. Não há nenhum risco, uma vez que eles não entram nos domicílios e também não solicitam dados pessoais, como bancários ou CPF”.

*Com informações da Codeplan

Fonte: Agência Brasília

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) alterou frequências e turnos das coletas seletiva e convencional em algumas regiões do Distrito Federal. As mudanças impactam serviços em nove Regiões Administrativas: Plano Piloto, Gama, Sudoeste/Octogonal, Lago Norte, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho I e Sobradinho II.

A coordenadora do Núcleo de Geoprocessamento do SLU, Camila Lopes, explica que as modificações têm o objetivo de aprimorar a prestação e também o monitoramento dos serviços. “A ideia é que a gente monitore e possa, futuramente, avaliar alguns parâmetros e critérios para melhorar a prestação dos serviços para a população”, explica.

Há novidade também no site do SLU sobre dias e horários das coletas. Agora, o cidadão pode pesquisar os dias e horários das coletas convencional e seletiva de forma mais interativa e direta, utilizando sua localização. A pesquisa pode ser feita por endereço usando a barra de pesquisa textual no mapa disponível no site ou buscando diretamente no mapa a localização desejada, arrastando o cursor do mouse com o botão esquerdo pressionado.

Confira as novas frequências e turnos das coletas:

Plano Piloto – Vila Telebrasília (coleta seletiva)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

Plano Piloto – SGAS 901 até 915 (coleta seletiva)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Noturno

Sudoeste – CLSW 300 A (coleta seletiva)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Noturno

Lago Norte – Taquari (coleta seletiva)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

Gama  (coleta convencional)

Setor Central Quadras 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 19, 20, 22, 24, 26, 28, 30, 32, 34, 36, 38, 40, 42, 44, 46, 47, 48, 49, 50, 52, 54, 56, Praça 1 e 2 e comércios Setor Leste Quadras 41/42, 37/38, 34/33, 28/29, 39/40

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Noturno

Gama – Setor Central Quadras 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, 15, 17, 19, 21, 23, 25, 27, 29, 31, 33, 35, 37, 39, 41, 43, 45, 47, 49, 51 e 53, Praça 1 e 2, Comércios CL 1, 2, 3, 4, 5 e 6 do Setor Sul (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Noturno

Lago Norte – QI 13, 14, 15 E 16 – QL 13, 14, 15 E 16 (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Noturno

Lago Norte – Centro de Atividades (CA) 01, 02, 03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10, 11, 12; Bananal (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Noturno

Paranoá – Paranoá Parque (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Noturno

Planaltina – Rajadinha 1, 2 e 3, Pionner (coleta convencional)

Frequência: Segunda e sexta-feira
Turno: Diurno

Planaltina – Fazenda Mestre D’armas Etapa IV (coleta convencional)

Frequência: Segunda e sexta-feira
Turno: Diurno

Planaltina – Quintas do Amanhecer – Condomínio Morada Nobre (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Diurno

Planaltina – SH Guirra (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Noturno

Planaltina – Núcleo Rural Santos Dumont (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

São Sebastião – Residencial Vitória – Morro da Cruz (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Diurno

Sobradinho I – Marginal da BR – 020 (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Noturno

Sobradinho I – DF – 440 (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

Sobradinho II – Condomínio Serra Azul | Cond. Comercial e Residencial de Sobradinho (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

Sobradinho II – DF 425 (coleta convencional)

Frequência: Terça, quinta e sábado
Turno: Diurno

Sobradinho II – Buritizinho (coleta convencional)

Frequência: Segunda, quarta e sexta-feira
Turno: Diurno

* Com informações do SLU

Fonte: Agência Brasília

A campanha Solidariedade Salva também vai ajudar cães e gatos. A nova vertente do movimento – Solidariedade Salva Pets – inclui a arrecadação de sacos de ração para animais domésticos nos pontos de vacinação contra a covid-19. Tudo será distribuído a protetores independentes que cuidam de bichinhos resgatados ou em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa, da Subchefia de Políticas Sociais e Primeira Infância do gabinete da Governadoria, atendeu solicitação do deputado distrital Daniel Donizet, que trabalha pela defesa dos animais. A demanda foi apresentada à primeira-dama, Mayara Pacheco, que apoia essas ações de proteção.

“Devemos multiplicar os gestos de amor incluindo aqueles que nos amam incondicionalmente; por isso, prontamente aceitamos implementar os espaços para as doações de ração em três pontos de vacinação drive-thru”, disse Mayara.

Para Daniel Donizet, não somente a população, mas também os animais precisam de ajuda. “Nesta pandemia, centenas de pets estão passando fome”, aponta. “As doações para abrigos e protetores diminuíram drasticamente. E, para piorar, a quantidade de animais abandonados aumentou, seja porque os pets perderam seus tutores para a covid-19, seja por problemas financeiros da família”.

Solidariedade

Dona de dois gatinhos, Louie e Lis, a assistente de recursos humanos Gabriela Maia, moradora do Lago Norte, não tem dúvida sobre a importância de a campanha de solidariedade se estender também aos pets.

“É uma ação necessária nesse momento”, afirma. “Muita gente que é solidária aos animais vai querer doar. As ONGs [organizações não governamentais] que cuidam dos animais não estão arrecadando muito e já estão sobrecarregadas, por causa da pandemia, e o problema atinge muito mais pets.”

Pontos de doação

As doações de sacos de ração podem ser feitas no Parque da Cidade, no Plano Piloto, Shopping Iguatemi (Lago Norte) e na Faculdade Uniplan de Águas Claras. Esses são os pontos de vacinação contra a covid-19 que mais têm recebido doações de alimentos e cestas básicas da campanha Solidariedade Salva.

Fonte: Agência Brasília

Em tempos de pandemia, todo cuidado é essencial. Continuando com seus esforços para proteger a população do coronavírus e evitar a disseminação da covid-19, o Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com a Marinha do Brasil, fez nesta sexta (30) a desinfecção de um dos locais mais movimentados da capital: a Rodoviária do Plano Piloto.

Cerca de 40 fuzileiros navais, com o apoio da Polícia Militar do DF (PMDF), chegaram ao local por volta de 5h e iniciaram o processo de sanitização. Para o serviço, foi utilizado um pulverizador motorizado costal que dispersou um composto feito com ozônio e quaternário de amônio, ambos não tóxicos para seres humanos.

O produto foi aplicado em todas as plataformas, no subsolo, no mezanino, nas estações do BRT e no interior dos banheiros da unidade do Na Hora e do Centro Integrado de Comando e Controle Móvel da PMDF. A operação foi finalizada pelos fuzileiros navais cerca de duas horas e meia após o início. Estima-se que cerca de 600 mil pessoas passem pela rodoviária diariamente.

O administrador da Rodoviária do Plano Piloto, Josué Martins, reforça o agradecimento aos militares pela parceria e pelo importante serviço executado. “Foi uma determinação do governador Ibaneis Rocha para que possamos atender com excelência a comunidade da Rodoviária. Os usuários estão se sentindo mais seguros, inclusive vieram nos parabenizar pela ação”, afirma.

Quem trabalha diariamente no local também aprovou a limpeza. Funcionária de uma banca de jornal da plataforma superior da Rodoviária, Idê Aparecida se sente mais segura para trabalhar em um local desinfetado. “Vem muita gente que circula por todas as cidades, né? Então eu acho muito importante”, destaca.

Essa é a quarta vez que a Rodoviária passa por uma desinfecção completa desse tipo promovida pelo GDF. Além disso, outras ações também são tomadas diariamente para a limpeza das superfícies mais expostas ao coronavírus.

“Temos vários dispensers com álcool gel. E nosso pessoal de limpeza e conservação sanitiza vários pontos, principalmente os corrimões das escadas, rolantes e fixas, e as maçanetas”, ressalta o administrador da Rodoviária.

Fonte: Agência Brasília

O mês destacado para chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo, consagrado como Maio Amarelo, começa neste sábado (1º). Na edição deste ano, o tema é Respeito e Responsabilidade. Pratique no Trânsito.

A partir da próxima segunda-feira (3), a equipe da Diretoria de Educação de Trânsito do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) promoverá diversas ações ao longo do mês, com o objetivo de informar pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas sobre a importância do respeito às leis de trânsito.

Ao todo, a expectativa é que sejam realizadas oito campanhas educativas presenciais com a distribuição de kits nas principais rodovias do DF, como na Estrada Parque Taguatinga (DF-085), DF-130, Estrada Parque Indústria e Abastecimento (DF-003), Estrada Parque Núcleo Bandeirante (DF-075), Estrada Parque Contorno (DF-001), trecho do Pistão Sul, DF-180, DF-140 e Eixo Rodoviário Sul (DF-002).

As campanhas também acontecerão na Fábrica de Cimentos Ciplan, Polo de Plantas do Paranoá, Rodoviária do Plano Piloto e Secretaria de Saúde. A equipe promoverá ainda blitz em comemoração ao Dia das Mães, o curso de Mecânica para Mulheres e o Dia do Agente Mirim de Trânsito, voltado especialmente para as crianças.

Para a diretora de Educação de Trânsito do DER-DF, Jucianne Nogueira, a sociedade deve conhecer e participar do movimento Maio Amarelo. “A obtenção de um trânsito mais seguro e educado é responsabilidade de todos. Pequenas atitudes preservam vidas no trânsito”, destacou.

Monumentos iluminados

Por iniciativa do DER-DF, desde a edição de 2015 do Maio Amarelo os principais monumentos de Brasília são iluminados em referência à campanha. A partir deste sábado (1º), o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), os palácios do Buriti, do Itamaraty e do Planalto, além do Museu Nacional, Catedral, Monumento JK e Ponte JK estarão em tom amarelado e permanecerão assim até o fim do mês.

Parcerias com estabelecimentos

Este ano, o DER-DF firmou parceria com diversos estabelecimentos para a divulgação da campanha de forma mais abrangente, com a expectativa de que milhares de pessoas tenham suas atenções voltadas para a causa do trânsito.

Shoppings

Diversos shoppings da cidade terão suas fachadas iluminadas e, por todo o espaço, divulgação do movimento por meio de mídias que serão reproduzidas nos canais e totens de LED.

Concessionárias e autoescolas

Centenas de kits educativos serão distribuídos para aqueles que forem adquirir um novo veículo nas concessionárias parceiras. Já nas autoescolas, os alunos assistirão vídeos do Maio Amarelo e receberão materiais educativos alusivos ao tema.

Atacadistas

Nos hipermercados parceiros, os clientes terão acesso às informações do movimento por meio de placas de PVC instaladas nos carrinhos de compras, de divulgação nas unidades participantes, nas redes sociais e no site dos estabelecimentos.

Padarias

Quem for comprar o pãozinho de cada dia, encontrará em alguns produtos adesivos alusivos ao tema e divulgação nas unidades, redes sociais e sites das padarias.

Transporte coletivo

A Secretaria de Mobilidade e Transporte do DF instalará adesivos na traseira dos coletivos, os busdoors, e nas televisões dos ônibus serão transmitidos vídeos educativos. Já na Rodoviária do Plano Piloto, por onde passam aproximadamente 700 mil pessoas por dia, serão divulgados informativos nos totens de LED.

Painéis pelas rodovias

Serão instalados 10 painéis front lights (com luz de fundo) e front leds (luz frontal) nas principais rodovias do DF.

Doação de sangue

Como tradição, no dia 28 de maio servidores do DER-DF doarão sangue no Hemocentro de Brasília.

*Confira no Calendário de Ações abaixo a programação completa

*Acompanhe as ações do Maio Amarelo pelo DER/DF nas redes sociais

Site: der.df.gov.br / transitolandia.df.gov.br
Instagram: @der.df / @transitolandiaderdf
Youtube: Transitolândia DER/DF

*Com informações do DER/DF

Fonte: Agência Brasília

Prezados (as) Senhores (as),

Tendo em vista a prevenção à pandemia do COVID-19, bem como, a preservação da prestação dos serviços essenciais à Comunidade, COMUNICAMOS, que a partir, da presente data, todos os atendimentos na Administração Regional do Plano Piloto serão realizados por meio de agendamento, nos seguintes canais:

Núcleo de Atendimento, Protocolo e Arquivo

  • Atendimentos de microfilmes/retirada de plantas: agendamento prévio realizado pelo e-mail: nupa@planopiloto.df.gov.br ou por meio do telefone 61 3329-0448. Os agendamentos ocorrerão para terças e sextas-feiras, nos horários de 9h às 12h e de 14h às 17h.
  • Protocolo de demandas/pedidos de informações: encaminhar as solicitações para o e-mail: nupa@planopiloto.df.gov.br
  • No caso de necessidade ou dúvidas, entre em contato por meio do telefone 61 3329-0448 ou pelo e-mail: nupa@planopiloto.df.gov.br.

Coordenação de Desenvolvimento – CODES

A partir de 03/05/2021, o atendimento deverá ser agendado por e-mail: codes@planopiloto.df.gov.br ou pelo celular: 61-9923-71677, falar com a servidora Camila.

Importante:

Os pedidos de agendamento feitos em dias úteis e até às 16h serão respondidos no mesmo dia.

Pedidos de agendamento feitos no final de semana/feriados e fora do horário comercial somente serão processados no próximo dia útil.

 HORÁRIOS DISPONÍVEIS

 (12 atendimentos/dia)

Segunda, Quartas e Sextas, das 10:00 às 15:30, com horários de 30 minutos para cada agendamento

Diretoria de Obras – DIROB

Atendimentos nas Terças-feiras e Quintas-feiras, para reunião remota e telefone

  • Servidora Gaby por telefone + WhatsApp – (61) 99346.7323, no horário de 9h às 12h e 15h às 18 h
  • Reunião remota de 9h às 12h e 15h às 17, no qual precisa ser agendada e confirmada, previamente, por meio dos e-mails: paola.alves@planopiloto.df.gov.br e dirob@planopiloto.df.gov.br
  • Servidora Paola – Atendimento presencial e por telefone nas Terças-feiras e Quintas-feiras – Atendimento presencial e pelo telefone (61) 3329-0450, de 9h às 12h.
  • Servidora Paola – Atendimento presencial e por telefone nas Terças-feiras e Quintas, de 14h às 17h – agendado e confirmado, previamente, pelos e-mails paola.alves@planopiloto.df.gov.br  e dirob@planopiloto.df.gov.br

GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO-GEMAC/DIROB

Servidor Luiz Pedro, atendimentos as Quartas-feiras e Quintas-feiras –  Presencial e por telefone:

  • Quarta-feira – atendimento por telefone + WhatsApp (61) 99175-3137 e 3329-0450, de 8h às 12h.
  • Quarta-feira – atendimento presencial, de 14h às 17h – agendado e confirmado, previamente, por e-mail  luiz.miranda@planopiloto.df.gov.br
  • Quinta-feira – atendimento por telefone + WhatsApp (61) 99175-3137, de 8h às 12h e de 14h às 17h.

DIRETORIA DE APROVAÇÃO – DIALIC

Atendimentos nas terças-feiras e quintas-feiras: 14h às 17h

Obs.: acesso ao edifício somente aos que estiverem em lista de agendamento.

GELOAE – Gerência de Licenciamento de Obras e Atividades Econômicas
agendado e confirmado, previamente, por telefone: 3329-0450  e-mail: geloae@planopiloto.df.gov.br

  • Atendimento presencial nas terças-feiras e nas Quintas-feiras
  • Horário de atendimento: 14h às 17h – presencial (servidores Manoel e Lucas)

 

GELEV – Gerência de Licenciamento Eventual

 

GEAPRO – Gerência Aprovação de Projetos

 

DIALIC –  Atendimento apenas remoto
Diretoria
hangouts + e-mail: joerodrigues.ra1@gmail.com | messages iPhone: joerodrigues@mac.com
SMS: (61) 98138-2608

  • Terça-feira e Quinta-feira
  •  Horários: 9h às 12h e 14 às 17h (Joe)
    Reunião remota – terça e quinta – Horários: 9h às 12h e 15h às 17h | agendada e confirmado previamente por e-mail

 

OUVIDORIA

– Sistema de Ouvidoria do Distrito Federal (www.ouv.df.gov.br);

– Central Telefônica 162; e,

– Sistema Eletrônico do Serviço de Informação ao cidadão (www.e-sic.df.gov.br).

Para pessoas interessadas em atendimento presencial na Ouvidoria do Plano Piloto, disponibilizamos o e-mail da Ouvidoria (ouvidoria@planopiloto.df.gov.br) para prévio agendamento de atendimento.

GABINETE

Marcação de agenda: gab@planopiloto.df.gov.br

  • Tal medida será adotada durante todo o período de pandemia, com a finalidade de evitar aglomerações nesta Administração Regional.

Em caso de necessidade ou dúvidas, entre em contato com os canais supracitados.

Dê preferência aos canais de teleatendimentos.

Agradecemos a compreensão.

Brasília, 29 de abril de 2021.

Administração Regional do Plano Piloto

A Secretaria de Saúde divulgou, na última sexta-feira, 23/4, boletim epidemiológico semanal da dengue. Até 10 de abril foram notificados 146 casos prováveis da doença no Plano Piloto, uma diminuição de 83,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando registraram 908 ocorrências na RA-PP.

A dengue é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Anualmente são registrados em média 50 milhões de casos em todo o mundo. O vírus é transmitido pela picada da fêmea do Aedes aegypti, um mosquito urbano e diurno que se reproduz em depósitos de água parada.

Nesta terça-feira, 27/4, A Administração Regional do Plano Piloto, em parceria com o Polo Central Adjacente III do GDF Presente, com a Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) e com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizou Mutirão de Limpeza na Vila Planalto com inspeção domiciliar e retirada de inservíveis para combater focos da Dengue na Vila.

População

A atuação da população junto ao governo é essencial para combater focos do mosquito. Por isso é importante que as pessoas não joguem lixo na rua, principalmente materiais plásticos.

ASCOM-RAPP com informações da Secretaria de Saúde

Quem passou pela Ponte Costa e Silva nesta quarta-feira (28) pôde perceber que algo está diferente. São as novas placas de sinalização da passagem, que a partir de hoje deram outro tom ao cenário do elevado.

O 2º Distrito Rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) instalou as oito placas na entrada e saída da ponte, cada uma medindo 3 metros de largura por 1,20 metros de altura. As peças foram retiradas na semana passada, levadas à fábrica de placas do órgão, restauradas e recolocadas hoje.

O responsável do DER/DF pelo serviço, Paulo Izidoro da Silva, acompanhou todo o trabalho e comentou que a restauração já era aguardada há bastante tempo, pois desde a instalação das placas originais, em abril de 1995, nenhuma delas havia passado por manutenção.

“Todas as peças estavam sujas, enferrujadas e amassadas, além de ilegíveis. Além de ser perigoso, o motorista que chega à nossa cidade e quer se orientar pelas placas fica perdido, sem orientação”, alertou.

Hoje a equipe composta por oito servidores retirou também a placa central do semáforo. A peça será levada ao Parque Rodoviário, em Sobradinho, onde passará por uma revitalização total e em alguns dias voltará ao seu local de origem.

Para o analista financeiro Antônio Carvalhedo, de 67 anos, a reforma veio em boa hora. “Como há pouco tempo houve um acidente em que um caminhão entalou naquele viaduto mais abaixo, e com o anúncio da reforma da ponte pelo governo, é mais do que bem-vinda a troca das placas velhas por novas. Aqui vai ficar muito bonito”, disse.

Todo o serviço de instalação contou com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran/DF), que assegurou a boa fluidez do tráfego de veículos no local.

*Com informações do DER-DF

Fonte: Agência Brasília

A  Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) contratará empresa para remanejamento de linha de distribuição de energia elétrica no Setor Habitacional Noroeste. O processo licitatório já foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal e pode ser consultado no portal da Agência. O credenciamento dos representantes e a entrega das propostas devem ser feitas até o dia 18 de maio, às 9h. A licitação, com a abertura dos envelopes, será logo em seguida, às 10h.

Responsável pelas atividades imobiliárias do Setor Habitacional Noroeste, a Terracap tem por missão realizar, direta ou indiretamente, obras e serviços de infraestrutura e obras viárias do Distrito Federal.

Essa licitação tem por objetivo a contratação de empresa especializada para a execução das obras de remanejamento de linha de distribuição de 34,5 kV na região. O trabalho irá retirar interferências, em especial nas quadras SQNW 105, SQNW 305, CRNW 505 e na AENW 02, possibilitando a conclusão das obras de implantação de infraestrutura e urbanização das referidas quadras.

O edital com todas as informações acerca da licitação já está disponível para download no site da Agência, na seção “Licitações Compras/Serviços”. Para acessar o documento referente à Licitação Presencial nº 04/2021, basta clicar neste link.​

O processo licitatório é tipo menor preço, ou seja, vence aquele que apresentar proposta mais vantajosa tem termos de valores para a administração pública.

Mais informações podem ser obtidas por meio do call center da Terracap no número (61) 3350-2222 ou via chat on-line, disponível no portal da Agência. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

 

*Com informações da Terracap 

Fonte: Agência Brasília

Desde novembro, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) instala novas lixeiras em diversos pontos do DF. Até o momento, 1.052 unidades já foram colocadas em locais de grande movimentação de pessoas no Plano Piloto.

A primeira fase do projeto, que contemplou áreas de comércio e grande circulação de pessoas, recebeu 663 papeleiras, todas já instaladas.

Já a 2ª etapa, iniciada em março, que contemplou áreas verdes, parques e praças, recebeu 389 novas unidades.

As novas papeleiras são feitas de plástico, pintadas na cor cinza, possuem o logotipo do SLU e são fixadas em postes, presas com uma alça metálica, ou em paredes. Cada uma possui 74,5 cm de altura, 42,5 cm de largura e 32 cm de profundidade, com uma abertura de 31 cm x 9,5 cm para o descarte de objetos de pequeno porte, apresentando capacidade volumétrica de cerca de 50 litros.

Fonte: SLU

Não é de hoje que acontecem furtos de grelhas de ferro que protegem as bocas de lobo no Distrito Federal. O material, que tem um custo de R$ 500,00 para a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), é vendido ilegalmente por cerca de R$ 50,00 em ferros velhos.

Esses furtos causam um prejuízo enorme para a administração pública, mas podem estar com os dias contados. Na sexta-feira passada (23), o GDF Presente começou a substituição das grelhas de ferro danificadas das quadras 700 da Asa Norte por grelhas de concreto. Já foram instaladas quatro novas grelhas nas quadras 702 e 703. Levantamento preliminar indica a necessidade de substituição de outras 18 grades.

“Com a instalação de grelhas de concreto, evitaremos os furtos porque, como elas não têm valor econômico, não há mais nenhuma vantagem para quem roubá-las. As grelhas de ferro são pesadas e, geralmente, quem rouba consegue vender no ferro velho”, atesta Lúcio dos Santos Barbosa, coordenador do Polo Adjacente I.

Por enquanto, as novas grades de concreto serão instaladas nas bocas de lobo somente na Asa Norte, quadras 700 – da 702 até a 716. Elas atendem bem às necessidades dessas localidades, pois  não existe fluxo de veículos pesados nas quadras, como ônibus e caminhões. O trabalho do GDF Presente está sendo feito com a participação da Novacap e da Administração Regional do Plano Piloto.

Sinalização

O furto das grelhas de ferro coloca em risco a comunidade, em geral. Um pedestre, um ciclista ou uma criança brincando, além dos pets, podem sofrer acidentes por causa do buraco exposto.

“Agora, além de resolver o problema de acidentes com pedestres e ciclistas, a grelha de concreto vai fazer a correção da via e a proteção das bocas de lobo”, analisa o Lúcio dos Santos Barbosa.

A reposição ou substituição das grelhas de ferro sugam os recursos públicos que poderiam ser aplicados em outras obras da cidade. Além disso, custa também em pessoal, já que é preciso disponibilizar as equipes para o serviço de manutenção.

Meio-fio vazado

As grelhas de concreto, no entanto, não podem ser usadas para resolver todas situações de bocas de lobo do Distrito Federal, de acordo com Márcio Costa, chefe do Departamento de Infraestrutura da Novacap. “Ela é uma solução pontual, não cabe em todos os casos”, afirma.

A solução para resolver o problema em todo o DF seria a construção de meio-fio vazado, que consiste na utilização de uma peça com aberturas parecidas a fendas, para o escoamento da água. “Esse é um projeto piloto para os dias atuais. A utilização de grelhas de ferro é muito comum no Plano Piloto, mas é uma concepção antiga, do início da cidade”, explica Márcio Costa. Essa opção, a do meio-fio vazado, poderá resolver de vez o problema de reposição de grelhas de ferro nas vias públicas de trânsito intenso, avalia.

 

Fonte: Agência Brasília

A população participou, nesta terça-feira (27), da audiência pública promovida na sede da pasta sobre o Projeto de Lei Complementar (PLC) que define os critérios de parcelamento do solo e os parâmetros de ocupação dos novos lotes. Os terrenos vão ficar na área entre a Praça do Cruzeiro e a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

A audiência pública foi a oportunidade de ouvir as sugestões e contribuições da população. Essa foi mais uma etapa a ser cumprida pelo Poder Executivo antes do PLC passar pelo aval do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Logo depois, ele será enviado para a análise da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Os que participaram da reunião de forma presencial precisaram seguir as medidas de segurança impostas por conta da pandemia, como distanciamento e uso de máscaras. Outros participantes se inscreveram e fizeram perguntas no formato on-line, por meio da plataforma Seduh Meeting, enquanto alguns acompanharam a audiência pelo canal da pasta no Youtube.

O secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, aproveitou o momento para tirar as dúvidas da população em relação ao projeto de lei. Ele lembrou que o PLC conta com a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do parecer técnico n° 36/2021, e está previsto na Portaria n° 166/2016 do instituto.

“O projeto de lei possibilita a criação de lotes para fim exclusivamente cultural, que é a vocação dessa porção do Eixo Monumental. Nosso objetivo é dar a Brasília a condição de completar o circuito cultural em um trecho que já tem a Igreja Nossa Senhora Rainha da Paz, e que terá um lote destinado ao Arquivo Público, que será remanejado”, informou Mateus Oliveira.

A secretária executiva da Seduh, Giselle Moll, explicou que um desses espaços no Eixo Monumental já está reservado para o Arquivo Público do Distrito Federal devido a necessidade de uma edificação compatível com a importância das relíquias culturais que ele guarda sobre a memória de Brasília. “O Arquivo Público vai escolher qualquer um dos cinco lotes para ocupar”, destacou.

“Teremos muito orgulho de estar em qualquer um desses lotes, tendo em vista o novo formato de trabalho que esperamos propor à população. O remanejamento para aquele local faz todo o sentido”, elogiou o superintendente do Arquivo Público do DF, Adalberto Scigliano. Atualmente, o órgão fica localizado no Setor de Garagens Oficiais (SGO) do Plano Piloto.

*Com informações da Seduh-DF

Fonte: Agência Brasília

O Arquivo Público do Distrito Federal, órgão do GDF, responsável pela guarda e preservação da memória de Brasília, preparou um presente especial para a cidade e para a população! Com o objetivo celebrar os 61 anos da fundação da capital e compensar a ausência de comemorações no ano anterior, decorrentes das medidas restritivas para o combate a Covid-19, os servidores da instituição, saudosos do contato com a população, têm trabalhado com todo carinho para oferecer 5 exposições virtuais inéditas e inclusivas. E foi com este intuito que todos os servidores do ArPDF se uniram em torno de um propósito: garimpar, em meio aos cerca de oito milhões de itens dos nossos acervos, preciosidades históricas inexploradas e inéditas, e que pudessem ser reveladas no aniversário de Brasília, sob a forma dessas exposições. Para o projeto, foram reunidas centenas de fotos, documentos e filmes, além de fatos e curiosidades inéditos sobre o planejamento, construção e inauguração da cidade. Então clique no link das exposições e desembrulhe estes 5 presentes de Aniversário!

 

Fonte: Arquivo Público do DF

 

Mais 102 leitos para o tratamento exclusivo de pacientes com coronavírus (covid-19) vão ser entregues nas próximas semanas. Isso porque a construção da unidade modular integrada ao Hospital Regional de Samambaia (HRSam) está em ritmo acelerado e já atingiu 35% de execução. Nesta sexta-feira (23), o governador Ibaneis Rocha e o vice-governador Paco Britto visitaram a obra acompanhados de uma comitiva.

O hospital modular terá 1.380 metros quadrados e está sendo erguido em área adjacente ao Hospital Regional de Samambaia, onde antes havia um estacionamento. As unidades serão interligadas por meio de uma passarela. Essa nova unidade terá estrutura semelhante à erguida no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), que foi doada pela empresa JBS. Ao total, serão 102 leitos a mais de enfermaria para tratamento de pacientes de covid-19.

A estrutura de sistema modular off-site está sendo feita na cidade de Tubarão, em Santa Catarina, e transportada ao Distrito Federal, o que permite a rápida conclusão de montagem e funcionamento nas próximas semanas.

“A população do DF está unida em prol dessas pessoas [contaminadas pela covid-19]. Nós  sairemos da pandemia muito mais fortes do que entramos, com amor ao próximo, com  autoestima e mostrando que o governo trabalha para melhorar a vida de muita gente”, destacou o vice-governador Paco Britto.

A criação do hospital só foi possível graças à união de esforços entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e a iniciativa privada. As redes hospitalares D’Or São Luiz e Ímpar doaram, cada uma, R$ 2 milhões.

O Comitê Todos Contra a Covid-19, liderado pelo vice-governador Paco Britto, também arrecadou R$ 2 milhões. O Instituto BRB participou com R$ 3 milhões. A soma de todos os recursos, que é de R$ 9 milhões, custeou a construção da unidade.

“Vai ficar um legado para a região. São 102 leitos no período de pandemia e 62 leitos depois, para que, além de resolver a nossa necessidade nesse momento, eles possam depois, também, ajudar a resolver a demanda dos atendimentos eletivos da população. O BRB tem orgulho de participar de mais uma entrega, de mais uma jornada”, agradeceu o presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa.

Presente na visita ao canteiro de obras, o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, elogiou o modelo que vem sendo implantado no DF a exemplo do hospital modular de Ceilândia.

“Esse é um modelo já aprovado com todas as normas sanitárias vigentes e o grande segredo é a rapidez e a durabilidade que a gente terá nessa construção. As condições para que as pessoas possam trabalhar são excelentes. Isso nos dá total segurança e também efetividade no que a gente vem administrando no dia a dia dentro da nossa rede. Nós teremos leitos de retaguarda, serão leitos de enfermaria que estarão dando cobertura para todas essas regiões aqui próximo a Samambaia”, disse.

Quem trabalha na rede de saúde vibra com a construção do hospital. É o caso do superintendente de Saúde da região Sudoeste, Luciano Gomes Almeida.

“A gente sempre teve um hospital pequeno, sou lotado aqui desde 2003 e a gente sempre sonhou em ter um hospital maior, com mais estrutura e que trouxesse esse ganho para a população de Samambaia, que está cada vez maior. Ele vai trazer um benefício espetacular para a população”, disse.

Além destas unidades, o GDF construiu três hospitais de campanha, com 100 leitos, cada, localizados no Plano Piloto, em Ceilândia e no Gama. A Secretaria de Saúde já contratou a empresa que vai gerir estas unidades e em breve, elas estarão em operação.

Mais de mil trabalhadores e 500 equipamentos estão todos os dias nas ruas do Distrito Federal para executar todo tipo de serviço. Este é o resultado das recentes mudanças feitas no programa GDF Presente, coordenador pela Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov). À frente da pasta, José Humberto Pires afirma à Agência Brasília que agora são 11 polos de atuação que cobrem todas as regiões do DF com agilidade para prestar os serviços.

“O que queremos é uma capital renovada em que todos se sintam bem em viver nela. O espírito é geral. O governo todo trabalha com essa visão: entregar uma cidade muito melhor do que aquela que foi encontrada quando o governador Ibaneis Rocha tomou posse”, destaca o secretário.

Pires também mostra o que o governo tem feito para combater a pandemia do novo coronavírus ao mesmo tempo em que mantém a economia funcionando. “Fazemos a nossa parte na medida liberando as obras e gerando empregos. Hoje, temos em torno de 1.400 obras sendo executadas, de pequeno, médio e grande porte – essas últimas são cerca de 200. São 30 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente no DF. O investimento é de R$ 2,6 bilhões”, informa.

O secretário adianta ainda que o governo lança em breve um programa específico de revitalização de vias, a ser realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e Novacap. “O governador já liberou um lote de R$ 26 milhões para o DER e outro de R$ 100 milhões para a Novacap. Vamos recuperar mil quilômetros de vias dentro do DF nesses próximos anos desta gestão”, destaca.

Confira a entrevista na Íntegra clicando aqui

A reinauguração do Museu de Arte de Brasília (MAB) no aniversário de 61 anos da capital, nesta quarta-feira (21), foi bastante comemorada pela população. O espaço cultural ficou fechado por 14 anos e, agora, está de volta como mais um ponto de lazer e cultura. Enquanto anunciava a importância da recuperação do museu, o governador Ibaneis Rocha destacou que está empenhado em cuidar ainda mais da cidade e reabrir outros dois importantes patrimônios: o Autódromo Internacional Nelson Piquet e o Teatro Nacional Cláudio Santoro.

O Autódromo Internacional Nelson Piquet será reformado por meio de um convênio entre o seu administrador, a Agência de Desenvolvimento (Terracap), e o Banco de Brasília (BRB). A instituição financeira vai assumir a obra, o projeto e a operação do autódromo. Ainda segundo o chefe do Executivo local , há um acordo para que o espaço receba uma etapa da Stock Car Brasil, em dezembro. “O autódromo está em fase final de contratação entre a Terracap e o BRB. Existe um contrato assinado entre o BRB e a Stock Car para receber a corrida”, disse Ibaneis Rocha.

Para o governador Ibaneis, reabrir espaços como o MAB motivam o governo a fazer o mesmo com o autódromo, que não recebe uma competição desde 2014. “Vamos reabrir o Autódromo Internacional Nelson Piquet e outros espaços que são motivo de orgulho para a população. Neste 21 de abril temos o que comemorar. Temos a alegria de dizer que estamos trabalhando para reabrir a cidade como um todo”, diz Ibaneis Rocha.

Já o Teatro Nacional vai passar por uma reforma de R$ 33 milhões que será capaz de devolver a Sala Martins Pena em funcionamento. O recurso para a obra, o governo já dispõe. Atualmente, trabalha no andamento dos trâmites legais entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Caixa Econômica Federal (CEF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e demais envolvidos. Após vencer este processo, a obra será licitada.

“Essa é, talvez, a obra que mais vai me trazer orgulho nesse governo. Vamos trabalhar para licitar ainda neste semestre para que no próximo ano, nós tenhamos a Sala Martins Pena funcionando”, acrescenta Ibaneis Rocha.

MAB de volta

A cerimônia de reinauguração do MAB concentrou autoridades do governo e artistas que atuaram na fundação e história do Museu. A expectativa agora é para o retorno da visitação do público, o que deve ocorrer nas próximas semanas assim que o espaço estiver com todo seu acervo, atualmente guardado em outros museus da cidade.

“Brasília estava sentindo falta do MAB. É uma excelente oportunidade para os artistas da cidade e de todo o Brasil. A estrutura foi toda readequada. Ganha a cidade nesse seu aniversário e ganha a população”, aponta Ibaneis Rocha.

Visitas liberadas

A visitação a museus e exposições de arte foi liberada após uma alteração no Decreto nº 41.913/2021, que dispõe sobre medidas de enfrentamento ao coronavírus (covid-19). O texto, publicado na edição extra de terça-feira (20), libera o funcionamento de museus e exposições de arte desde que sejam obedecidas medidas de segurança.

Ícone arquitetônico e cultural, o museu vai contar a história da arte e do design de Brasília em sua primeira exposição. “O MAB é uma casa de sonhos. Aqui guardam-se tesouros… Tarsila do Amaral, Rubem Valentim, Lêda Watson, Cildo Meireles. Temos um dos maiores acervos de arte contemporânea do país. O MAB traz seis décadas de produção de uma cidade que nasceu como uma obra-prima e, se Brasília é uma obra de arte, é aqui que a arte se encontra”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Criadora do espaço, a gravurista Lêda Watson se emocionou ao lembrar da trajetória para que o local se transformasse em um museu. Ela destacou também a importância de se viver a arte. “É indescritível a emoção que estou sentindo com a reinauguração deste museu que um dia inauguramos. A função cultural de um museu é essencial para a sociedade. Sem arte e cultura as pessoas não sobrevivem e não podem ser melhores no dia de amanhã”, acredita.

A reforma

Foram investidos R$ 9 milhões na reforma do MAB, que teve o edifício expandido em mais de 500 m². O interior do prédio passou por uma requalificação total, com mudança de layout, permitindo a ampliação da galeria do 1º pavimento para mais de 1.022 m² de área útil, quando antes não chegava a 1.000 m². Destacam-se ainda a qualidade do sistema de ar-condicionado, adequado para instituições museológicas, e do sistema de prevenção a incêndio.

Há dois elevadores após a reforma, sendo que um é grande o suficiente para transportar as obras de arte. E a iluminação na galeria foi adequada para preservação das obras de arte, evitando ingresso de luz solar e raios UVA e UVB, por meio da instalação de paredes em drywall em frente às janelas.

Já o subsolo foi idealizado para abrigar a reserva técnica (armazenamento das obras), um moderno laboratório de restauro, a administração, geradores e a marcenaria. O térreo abriga um pequeno espaço expositivo e um café. No primeiro pavimento, funcionará a área expositiva principal e sala multiuso.

O MAB passou por adaptação para acessibilidade em todos os pavimentos com rampas, escada, estacionamento, comunicação visual, elevadores, banheiros e vestiários. Esse recurso de recuperação da estrutura manteve, no entanto, as características originais. O subsolo foi elevado por sistema de taludes para garantir que as paredes do acervo técnico não tivessem contato direto com a terra, evitando a umidade.

Outra intervenção que dialoga com aspectos típicos da construção da capital foi a inserção de cobogós na parede do subsolo para garantir iluminação, ventilação e privacidade à parte das instalações. Uma rampa sinuosa fará o acesso da área externa do subsolo até o nível térreo externo.

Geração de energia

O MAB vai usar uma usina de geração de energia fotovoltaica em sua cobertura para zerar o alto custo de energia elétrica com climatização do interior do prédio. Foi construído acesso adequado para os caminhões carregarem e descarregarem as obras em uma doca coberta e existem ainda espaços para triagem e quarentena de peças aguardando restauro. O paisagismo externo será feito de forma escalonada, com plantio de espécies do cerrado.

“Essas instalações estavam abandonadas e foram modernizadas e trazidas à necessidade do mundo atual”, destaca Fernando Leite, presidente da Novacap, executora da obra.

Participaram da cerimônia o governador Ibaneis Rocha e a primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha; o vice-governador Paco Britto e a vice-primeira-dama, Ana Paula Hoff; os secretários de Cultura, Bartolomeu Rodrigues; de Governo, José Humberto Pires; de Obras, Luciano Carvalho; de Turismo, Vanessa Mendonça; e de Atendimento à Comunidade, Severino Cajazeiras; o gerente do MAB, Marcelo Gonczarowska; o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite; a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro; e os deputados federais Celina Leão e Luís Miranda.

Local de importância histórica, a Vila Planalto tem estado no foco de diversas ações de melhoria por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). Além dos R$ 4 milhões de investimento anunciados pelo governador em visita à região no fim de março, os moradores da Vila também serão agraciados com um novo parque urbano, a ser instalado em uma área entre a Via Palácio Presidencial e a Estrada Hotéis de Turismo.

A responsável pela implementação do novo local de lazer será a Administração Regional do Plano Piloto, que recebeu a gestão da área e está desenvolvendo o projeto executivo. Além disso, já existe uma proposta prévia de alocação dos equipamentos que o futuro parque possuirá, como ponto de encontro comunitário (PEC), quadras poliesportivas e parque infantil, além de calçadas e ciclovias.

“O que precisa avançar agora é a regularização da questão fundiária, definindo a poligonal do parque, e o desenvolvimento desse projeto executivo em algo passível de ser executado”, definiu a administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro. “Quanto ao investimento total, vamos ter ideia do custo quando terminarmos o projeto executivo”, afirmou.

São benefícios e melhorias anunciados pelo GDF que serão vitais para o desenvolvimento da Vila Planalto, levando conforto, segurança e lazer de qualidade para os moradores da região, como explica a administradora do Plano Piloto: “Mostra a importância da Vila, que é uma área histórica do DF. Esses investimentos são um reconhecimento a essa região”.

Valorização da história

No fim do mês passado, outro patrimônio importante da Vila Planalto começou a receber um trabalho de proteção. Símbolo da história do DF, o Conjunto Fazendinha passa por ações emergenciais de manutenção e revitalização de três das cinco casas que o compõem. Os serviços se iniciaram em 29 de março, fruto de um investimento de R$ 184 mil, e devem durar cerca de 30 dias. Tombado em 1988, o patrimônio cultural vai entrar em fase de licitação de obras de restauração ainda neste ano.

“É uma ação de prevenção imediata para interromper a progressão do processo de deterioração que dificultaria ainda mais as obras de restauração a serem feitas após a licitação para a execução dos projetos de arquitetura e engenharia especializados”, explica o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Investimento na educação

A espera foi longa, mas finalmente a comunidade escolar da Vila Planalto recebeu de volta o Centro de Ensino Fundamental 01, que havia sido demolido em 2013. A reconstrução da unidade veio após um investimento de R$ 8,1 milhões do GDF e de emenda parlamentar da bancada federal e vai beneficiar os mais de 630 estudantes matriculados.

“Essa escola significa muito para a cidade, para as crianças, que eram transportadas todos os dias para longe do seio da comunidade e de suas famílias para assistir às aulas. Estamos fazendo um grande esforço na construção e reforma da escola para evitar essa situação. A minha orientação é deixar as crianças onde elas moram. Elas têm que ficar próximas às suas regiões”, afirmou o governador Ibaneis Rocha durante a cerimônia de entrega da escola, no fim de março.

 

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Em 10 de dezembro de 2020, Juliana da Cruz Costa, 32 anos, mulher trans, sem-teto, perdeu a vida por se negar a dividir um lanche com outro morador de rua, no Sudoeste, em Brasília. O que muita gente não sabe é que Ju também era muito estudiosa, uma guerreira, e, apesar de suas condições de vida bastante difíceis, apostava nos estudos, para um dia melhorar de vida. Já estava concluindo o ensino fundamental na Escola de Meninos e Meninas do Parque e pretendia seguir para a próxima etapa.

Nesta terça-feira (20), a escola que tanto amava prestou uma bela homenagem a uma de suas estudantes mais ativas. Em uma cerimônia informal, com a participação do secretário de Educação, Leandro Cruz, foi descerrada a placa do Espaço de Acolhidas. Iniciativa que tem tudo a ver com a trajetória de Juliana, que costumava levar outros moradores de rua para a escola, incentivava todos que podiam buscar uma vida melhor.

Diversidade e respeito

O momento foi marcado ainda pela inauguração da Praça da Diversidade, em frente à escola. “Tem dois símbolos sendo inaugurados no dia de hoje, que são muito importantes e caros pra gente, que são a diversidade e o respeito. E não é só o respeito com o caso da Ju, do combate à homofobia. É o respeito a todos e a todas com as suas igualdades e as suas diferenças. Cada um e cada uma tem absolutamente o direito de seguir a sua vida em paz, com tranquilidade com aquilo em que acredita, seja sua orientação, seja sua crença, seja o seu comportamento, o que for”, afirmou o secretário.

Na direção da escola desde 2012, Amélia Cristina de Araripe, contou que a perda de Juliana foi traumática também pelo fato de ser uma das estudantes com mais representatividade. A instituição atende 200 estudantes, sendo cinco transexuais.

Desde que foi fundada, em 1995, a Escola Meninos e Meninas do Parque tem por objetivo garantir o direito à escolarização de adolescentes, jovens e adultos que se encontram em situação de rua ou em instituições de acolhimento. A diversidade sempre foi um de seus principais focos e o trabalho se intensificou nos últimos dois anos.

“Entre a população de rua também temos casos de racismo, homofobia e sexismo. Vem sendo uma experiência muito bacana, porque eles compreendem a importância da escola para si próprios e para os outros”, contou.

Também participaram da cerimônia o secretário executivo da pasta, Fábio Sousa, e a coordenadora regional do Plano Piloto, Edilene Abreu.

*Com informações da Secretaria de Educação

Em mais uma ação de suporte às vítimas de violência doméstica, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, inaugurou, na tarde desta terça-feira (20), a Casa da Mulher Brasileira. O espaço, que fica na CNM 1, em Ceilândia, oferece atendimento psicossocial, cursos de capacitação, suporte jurídico e policial, e já começa a funcionar nesta quinta-feira (22).

Durante a pandemia, o atendimento na Casa da Mulher Brasileira será de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h30. A expectativa é de que, futuramente, esse horário seja estendido das 9h às 19h. Região administrativa mais populosa do DF, Ceilândia é também um dos lugares onde mais se registram ocorrências de violência doméstica. Por essa razão, a cidade ganhou em 2020 a segunda Delegacia da Mulher do Distrito Federal. A primeira funciona na Asa Sul.

Ao inaugurar a Casa, o governador Ibaneis Rocha lembrou que o espaço onde funcionou a Casa da Mulher Brasileira, na Asa Norte, era de difícil acesso e enfrentou problemas estruturais graves, o que determinou o embargamento do prédio. “O ideal é botar a Casa próxima de onde se concentram as maiores ocorrências de violência. Conseguimos agora, nesta obra, trazer, além do atendimento, o acompanhamento judicial necessário, oferecer cursos profissionalizantes e contar com a presença da Defensoria Pública, do Ministério Público e do Judiciário”, destacou Ibaneis.

Na ocasião, foi assinado o acordo de cooperação técnica do programa Mulher Segura e Protegida – uma parceria entre a Secretaria da Mulher do DF e a Secretaria Nacional de Política para Mulheres, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Também participam da iniciativa o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF).

Fim da rota crítica

Secretária da Mulher, Ericka Filippelli destacou que, ao integrar diversos atendimentos às vítimas de violência em um único lugar, o governo evita a chamada rota crítica, que é quando a mulher precisa percorrer diversos órgãos públicos para dar prosseguimento à denúncia – e, muitas vezes, desiste da ocorrência. “O DF tem uma rede de enfrentamento à violência muito robusta e esse é só mais um passo nesse caminho.”

O GDF prepara a construção de mais quatro Casas da Mulher Brasileira no DF: no Sol Nascente, em São Sebastião, no Recanto das Emas e em Sobradinho II. “Esta é a primeira, mas temos certeza que não será a única, o que nos conforta saber que muitas mulheres serão protegidas neste lugar”, afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que esteve na inauguração.

Acostumada a lidar com atendimentos majoritariamente femininos na Secretaria de Desenvolvimento Social, a secretária Mayara Noronha Rocha lembrou que a autonomia econômica é um braço fundamental para ajudar que as vítimas de violência doméstica consigam quebrar a cadeia de dependência com seus agressores.

A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia vai contar com um andar onde será montada uma cozinha industrial, além de salas de aula. “Na secretaria, 87% do público é feminino. No DF Sem Miséria, 90% dos atendidos são mulheres e no programa Criança Feliz, lidamos 100% com elas. Dá pra sentir o avanço que o DF dá com a abertura desta Casa”, acredita Mayara.

Também estiveram presentes na solenidade a primeira dama da República, Michelle Bolsonaro; a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda; e a coordenadora da Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, Celina Leão; entre outras autoridades do governo distrital.

Também participaram da cerimônia o secretário executivo, Fábio Sousa, e a coordenadora regional do Plano Piloto, Edilene Abreu.

As concessionárias do transporte público coletivo, que operam na região Oeste do Distrito Federal, irão reforçar as linhas de ônibus que se destinam ao Plano Piloto, a partir desta segunda-feira (19). A Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) criou um plano emergencial para garantir o transporte coletivo durante o movimento grevista dos metroviários.

Durante a paralisação no metrô, haverá mais viagens de ônibus nas linhas que servem as cidades de Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e proximidades, em direção ao Plano Piloto. Cerca de 30 linhas terão acréscimo de viagens com veículos remanejados de outros itinerários que apresentam menor carregamento de passageiros.

Além dos horários de pico, haverá reforço também durante toda a manhã e à noite, considerando os novos horários de funcionamento empresarial no DF.

Faixas exclusivas

A greve dos metroviários não altera a utilização das faixas exclusivas de ônibus. O funcionamento das faixas segue apenas para o uso de ônibus, vans escolares e táxis.

* Com informações da Semob

O Arquivo Público do Distrito Federal preparou um presente de aniversário para Brasília, que completa 61 anos na próxima quarta-feira (21). A partir desta segunda-feira (19), os brasilienses vão poder navegar por cinco exposições virtuais inéditas no site do órgão. Fotos, relatos textuais, vídeos e áudios relatam a epopeia da construção da capital, possível graças à força daqueles que acreditaram na possibilidade de erguer a cidade mais moderna do mundo em três anos e meio.

As exposições serão apresentadas em ordem cronológica e mostrarão fatos pouco conhecidos, inclusive, pelos brasilienses. A primeira delas conta a história das missões Cruls que determinaram a exata localização do quadrilátero do Distrito Federal. Ao ver as fotos e relatos sobre elas, o brasiliense vai saber que Brasília foi uma capital sonhada por mais de dois séculos e que, em 1892, foi enviada ao Planalto Central a primeira comissão que explorou as terras ainda inabitadas.

A criação do Lago Paranoá também é um capítulo à parte na história de Brasília. Chamado de “moldura líquida da cidade” por Juscelino Kubitschek, a ideia de se ter um lago onde hoje existe o Paranoá foi pensada bem antes da eleição do presidente que tirou Brasília do papel, Juscelino Kubistchek. Foi o botânico francês Auguste Glaziou, um dos integrantes da Missão Cruls, o primeiro a perceber o potencial hídrico que alimentava o rio Paranoá.

A terceira exposição conta a história dos primeiros acampamentos de operários que se tornaram os primeiros núcleos de moradia de Brasília. A Candangolândia, que nasceu como acampamento da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), e o Núcleo Bandeirante, a antiga Cidade Livre – era livre do pagamento de impostos -, foram os dois primeiros núcleos urbanos e serviram de apoio aos pioneiros.

A Praça do Cruzeiro, um dos cartões postais da capital e palco da primeira missa realizada no Distrito Federal, no dia 3 de maio de 1957, também é tema de uma das exposições e a outra conta a história do Marco Zero, o cruzamento dos eixos Monumental e Rodoviário, por onde começou a organização da cidade que tem um planejamento urbanístico único em todo o mundo.

Entre o material reunido pelo Arquivo Público, estão depoimentos de operários da época, cartas expressando o sentimento de quem viveu aquele período e curiosidades sobre monumentos famosos da nova capital. “Trata-se de um trabalho que demandou cerca de um ano de pesquisas. A ideia é oferecer uma grata surpresa, respeitando as regras de isolamento, mas acalentando os corações da população com notícias positivas”, destaca a diretora de Tratamento e Preservação do Arquivo Público, Anna Paula Salles. Cerca de 20 servidores do órgão participaram das pesquisas para a produção do material.

Segundo o coordenador do Arquivo Permanente da instituição, Rogério Amorim, “a população embarcará em uma máquina do tempo que a levará por uma viagem pelo Planalto Central, que se inicia no século XIX e termina com alguns dos eventos mais importantes, porém desconhecidos, da história recente do Distrito Federal”.

Para o superintendente do Arquivo Público, Adalberto Scigliano, é importante valorizar a cidade, pois os moradores de Brasília têm muito orgulho daqui. “Eu não sou daqui. Ao receber o convite para dirigir o Arquivo, comecei a ter contato com a riqueza que é a história de Brasília e entendi melhor esse orgulho que eu percebo nas pessoas da cidade” diz. “A história de Brasília é apaixonante.”

GDF Presente intensificou os trabalhos de manutenção no Plano Piloto para evitar os alagamentos causados pelas chuvas. Na semana passada, as equipes do Polo Central Adjacente III, com ajuda de oito reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), limparam 41 bocas de lobo em uma das principais avenidas de Brasília: o Eixo Monumental.

A desobstrução dos bueiros foi feita no trecho entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Palácio do Buriti. “Esses locais já passaram por limpeza no último período chuvoso, estamos limpando de novo agora que está acabando o período chuvoso e, na seca, vamos passar de novo”, diz o coordenador do Polo Central Adjacente III, Lúcio Barbosa. “Nossa intenção é mantê-las limpas para quando iniciar as chuvas. Estamos adiantando o trabalho”, completa.

Foi retirada cerca de uma tonelada de lixo das bocas de lobo, basicamente folhas e terra. “Normalmente a gente acha muita sujeira causada pelos homens, como sacolas plásticas e papel. Mas desta vez tinha basicamente lixo verde”, conta Lúcio.

Segundo a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, promover a limpeza e desobstrução das bocas de lobo é trabalho de manutenção periódica fundamental para evitar alagamentos e prevenir acidentes. “As ações do GDF Presente nos garantem esse cuidado com a cidade e sua população”, ressalta. “O Eixo Monumental é nosso cartão de visita. Todo o cuidado com aquela área é um sinal de acolhimento com quem chega, quem vive em Brasília e passa por ali.”

GDF Presente, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), também fez operações tapa-buracos no Setor de Hotéis e Turismo Norte (SHTN), perto da Vila Planalto, no acesso e no estacionamento do Museu de Artes de Brasília, e no eixo L Sul, na altura da quadra 210. Foram utilizadas nessas ações 1,5 toneladas de massa asfáltica.

Já na Rodoviária do Plano Piloto, os trabalhadores recuperaram o asfalto da plataforma inferior, a laje que cobre o Buraco do Tatu. Cinco toneladas de massa asfáltica foram utilizadas nessa ação.

O sofá ficou velho? O colchão já não serve mais para uso? E aquele restinho de entulho que sobrou da obra…o que fazer com tudo isso que não cabe no saco de lixo? O descarte não pode ser em qualquer lugar e quem for flagrado fazendo de forma irregular pode pagar multa entre R$ 216 e R$ 22 mil.

No DF, há duas formas legais de jogar tudo isso fora e sem custo algum: ir ao papa-entulho mais próximo ou solicitar ajuda às administrações regionais. Pelo menos 20 delas disponibilizam equipes para buscar os objetos chamados inservíveis, seja a solicitação feita por meio da ouvidoria ou por telefones e e-mails próprios.

Jardim Botânico

A Administração Regional do Jardim Botânico é uma das que fazem o trabalho. As equipes escolhem um dia para este recolhimento e avisam à comunidade, com antecedência, para que deixem os materiais em frente aos condomínios no dia marcado. Em outras regiões, como Cruzeiro, Itapoã, Samambaia, Estrutural e São Sebastião, a solicitação de recolhimento é feita via ouvidoria. O trabalho também é feito durante as ações do GDF Presente.

Já o papa-entulho recebe os restos de obras, móveis velhos, podas, galhadas, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado. Cada cidadão pode descartar até um metro cúbico por dia desses materiais, gratuitamente.

São 11 papa-entulhos instalados nas regiões de Taguatinga, Asa Sul, Gama, Guará, Planaltina, Santa Maria, três em Ceilândia e dois em Brazlândia. Em breve será entregue mais um equipamento, já em fase final de construção em Águas Claras.

“O papa-entulho é um aliado na limpeza e na saúde pública, pois é uma alternativa para o descarte correto e evita que lixos sejam jogados em áreas públicas. É a melhor forma de preservar o meio ambiente e impedir a proliferação de vetores de doenças”, observa o gerente de limpeza do SLU da Região Norte, José Lúcio Lopes. Os papa-entulhos funcionam de segunda a sábado, das 7h às 18h.

Irregulares

Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), somente neste ano já foram coletadas 165.578 toneladas de entulhos em pontos de descarte irregular. Em todo o ano passado, foram 615.660 toneladas.

O DF Legal faz, diariamente, a fiscalização de descarte de resíduos sólidos. Ano passado, foram mais de 1.500 vistorias por todo o DF. Mais de 240 notificações foram lavradas e aplicadas cerca de 40 infrações.

Fruto do programa Reviva Parques, a sinalização do Parque Ecológico Olhos D’Água, na Asa Norte, agradou os frequentadores. Durante a caminhada de inauguração, neste sábado (17), o Instituto Brasília Ambiental – em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e a construtora PauloOctavio -, entregou o bicicletário e 52 placas para a Unidade de Conservação, que é a primeira beneficiada pela parceria público-privada.

A servidora pública Eveline Brito, que realiza caminhadas frequentes na unidade, parabenizou o Governo do Distrito Federal (GDF) pela iniciativa. “Todas as melhorias são bem-vindas, ainda mais no caso de sinalização. Frequento o parque diariamente e é muito importante ver que ele está sendo bem cuidado”, afirmou.

O projeto também foi aprovado por Ana Célia Fonteles, servidora da Vigilância Sanitária que mora em frente ao parque. “Fiquei feliz em ver as mudanças, todas as áreas estão muito bem sinalizadas com informações importantes, inclusive sobre a mata com o caminho para a nascente e trilhas”, disse.

Divididas em totens de tamanhos variados, as placas de sinalização reúnem horários de funcionamento, mapas da unidade, informativos sobre atrativos, guias para nascentes e trilhas, além de avisos sobre atividades proibidas e outras condutas necessárias para garantir a segurança dos frequentadores e a conservação do espaço ecológico.

Preservação é prioridade

O trabalho de recuperação das Unidades de Conservação já beneficiou 14 parques, por meio da força-tarefa de órgãos do GDF. “Desde o início desta gestão, o governo tem trabalhado para garantir as melhorias necessárias. A parceria público-privada é mais uma forma de angariar recursos e poder investir nos parques que são os grandes pontos de encontro e lazer da população brasiliense”, defendeu o secretário do Meio Ambiente, Sarney Filho.

Para o presidente do Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, a implantação do programa Reviva Parques é uma forma de permitir e formalizar a participação da sociedade civil na manutenção dos espaços de conservação. “Há uma simbiose que beneficia todos os envolvidos. No caso do Parque Olhos D’Água, a construtora PauloOctavio está divulgando a sua marca nas placas e, em contrapartida, beneficiando toda a população que frequenta o espaço com a sinalização. É um projeto recente no DF, mas que tem tudo para dar certo”, assegurou.

O empresário Paulo Octávio também defendeu a iniciativa como uma maneira de fazer com que as empresas participem mais das necessidades da cidade. “É um marketing ecológico necessário. Se as intervenções são importantes para a comunidade e a gente consegue investir financeiramente, vale a pena divulgar a marca e, ao mesmo tempo, atender as necessidades dos nossos espaços públicos”, apontou.

Também participaram da caminha a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, e a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti.

 

*Com informações do Brasília Ambiental

De janeiro a março deste ano, o programa Entrega de Medicamentos em Casa, fruto de parceria entre a Secretaria de Saúde (SES) e o BRB, entregou 48.846 medicamentos de alto custo aos pacientes cadastrados. A iniciativa tem tido sucesso e tornou-se fundamental para o atendimento dos pacientes, principalmente na pandemia de covid-19.

O objetivo do programa, que começou em 3 de abril de 2020, é evitar filas e aglomerações nas três unidades de farmácias de alto custo existentes no Distrito Federal. Durante todo o ano passado, foram entregues 95.654 medicamentos. Confira, abaixo, os números.

Este ano, os dados seguem mostrando a eficiência da ação. Em janeiro, foram entregues 14.131 medicamentos, 8.152 desses diretamente em casa de pacientes; em fevereiro, 16.825, com 9.152 levados em casa. Já em março, 11.438 usuários em casa os medicamentos, do total de 18.890 unidades distribuídas.

“Para receber o medicamento em casa, o paciente deverá ser cadastrado no Ceaf [Componente Especializado da Assistência Farmacêutica]”, explica a gerente do Ceaf da SES, Mariana Mantovani. “É de suma importância que o usuário tenha o cadastro atualizado, inclusive endereço e telefone.

”A gestora lembra que também é preciso atualizar o cadastro na farmácia e ligar para o telefone (61) 3029-8080, das 8h às 18h, para agendar o recebimento dos remédios em sua residência. Os medicamentos só serão entregues ao próprio paciente ou a um representante legal, que também deve estar cadastrado na farmácia.

Atendimento presencial

Mesmo com as entregas feitas pelo programa, o atendimento nas três unidades das farmácias de alto custo – Gama, Ceilândia e Plano Piloto –  continua funcionando de segunda a sexta, das 7h às 19h; e, aos  sábados das 7h às 12h. Atualmente, são 33 mil usuários cadastrados nas farmácias do Ceaf.

*Com informações da Secretaria de Saúde

“Sem dúvida nenhuma, a abertura da via W9 é a maior conquista do bairro desde que ele começou.” A fala de alívio de Antonio Custodio Neto, presidente da Associação dos Moradores do Noroeste (Amonor), traduz o sentimento dos mais de 18 mil residentes do bairro, que aguardavam há anos pela entrega da principal avenida daquele bairro. A via foi liberada nesta quinta-feira (15) em cerimônia bastante festejada.

Com a inauguração, a população ganhou uma alternativa de tráfego entre o Setor de Transporte Norte (STN) e a DF-040, próximo ao Setor de Recreação Pública Norte (SRPN), desafogando a sobrecarregada via W7. Foram investidos R$ 3,3 milhões na pavimentação e urbanização da W9, que tem uma extensão de 3,6 mil metros quadrados.

A obra iniciou em 2004 e precisou ser paralisada, aguardando uma conciliação entre os poderes públicos e comunidades indígenas, que ocupavam um trecho da área por onde a via passa. A atual gestão destravou o processo junto às autoridades competentes em 2019, e retomou os trabalhos para que eles fossem concluídos.

“Briguei muito para que isso aqui saísse do papel e cobrei muito, mas tenho hoje uma entrega que importa na vida de milhares de pessoas que acreditaram no projeto de um novo bairro, talvez um dos mais belos do Brasil”, disse o governador Ibaneis Rocha, ao lembrar dos esforços para que toda a infraestrutura do Noroeste seja implantada.

Durante a cerimônia, Ibaneis Rocha assinou a implantação do sistema de iluminação pública na W9 e também na SQNW 306, dando continuidade aos serviços necessários ao bairro. “O Noroeste foi lançado com uma promessa para a população de que seria o bairro mais moderno e com obras de infraestrutura. Infelizmente, isso se arrastou por 15 anos e não acontecia. Agora, isso começa a acontecer, com a entrega da W9 e os projetos do Parque Burle Marx em andamento. Tenho certeza que a comunidade está muito alegre”, acrescentou o chefe do Executivo local.

Presidente da Agência de Desenvolvimento (Terracap), Izídio Santos endossou o discurso de Ibaneis Rocha. “Estamos entregando uma pendência histórica de 15 anos. Em breve, teremos toda essa pista iluminada e com semáforos, além de outras entregas”, assegurou.

À frente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), responsável por executar a obra da via W9, Fernando Leite destacou o compromisso do governo em concluir os serviços. “Temos muitas e muitas obras essenciais para a população sendo feitas e que estavam na prateleira do esquecimento. Nós, da Novacap, tivemos o prazer de tocar essa obra da via W9.”

Para o morador do Noroeste e representante da associação do bairro, Antonio Custodio Neto, ver a via pavimentada e sinalizada é motivo de orgulho. “Sou o terceiro morador do bairro, então já passei por muita coisa aqui. Já pedimos coisas muito básicas como CEP, além de iluminação pública e drenagem virtual. Sem dúvida nenhuma, a abertura da via W9 é a maior conquista desde que o bairro começou há nove anos. É com emoção que a gente recebe uma obra desse tamanho. Esses 600 metros de asfalto que restavam ser abertos vão mudar a vida de mais de 18 mil moradores”, desabafa.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) promoverá uma audiência pública no dia 18 de maio, às 14h. O objetivo é discutir com a população o projeto de lei complementar (PLC) que define os parâmetros de uso e ocupação do lote 1 do Setor Cultural Sul (SCS), onde fica o prédio do antigo Touring Club. No local, um museu tecnológico será construído pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), com investimento de R$ 160 milhões.

A convocação para a audiência foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal  desta quarta-feira (14). No evento, também será debatida a proposta de revitalização do espaço adjacente ao lote, feita pelo Sesi por meio do programa Adote uma Praça. A ideia é construir uma praça na região entre o Touring e a Biblioteca Nacional.

Sesi Lab

Quanto ao novo museu, será um espaço de ciência, arte, tecnologia e inovação, localizado ao lado da Biblioteca Nacional e do Museu Nacional Honestino Guimarães. O local será chamado de Sesi Lab e vai contar com um anfiteatro externo para atividades culturais, quatro galerias para exposições, áreas de oficinas educativas, loja conceito, jardim e café. O Sesi pretende adotar um mobiliário flexível, como bancos que podem ser removidos e colocados em diversos lugares.

“O projeto será de extrema importância para resgatar a utilização real de uma edificação tombada, que estava sem uso e se deteriorando há anos. Uma área que antes era abandonada será revitalizada, para trazer um ganho cultural ao centro da capital federal”, afirmou a subsecretária do Conjunto Urbanístico de Brasília, Izabel Borges.

O PLC já conta com a aprovação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do parecer técnico n° 51/2021. Além disso, o projeto segue o entendimento da Portaria nº 166/2016 do Instituto, que prevê a destinação dos setores culturais Norte e Sul do Plano Piloto para o uso de equipamentos públicos de caráter cultural.

A previsão é que a obra do museu seja concluída no decorrer de 2022, durante as comemorações do aniversário de 62 anos de Brasília. A implantação contará com o apoio do Exploratorium, centro interativo instalado em São Francisco, nos Estados Unidos.

Formatos da audiência

A audiência pública será aberta a toda a sociedade e apresentada nos formatos virtual e presencial. O debate sobre o PLC vai ocorrer na sede da Seduh, localizada no Setor Comercial Sul, Quadra 6, Bloco A, no auditório do 2º andar. A sessão presencial será de livre acesso a qualquer pessoa que se inscrever até o dia 14 de maio pelo e-mail ascol@seduh.df.gov.br.

Em respeito às medidas de segurança impostas durante a pandemia, será possível a participação presencial de até 40 pessoas. Os demais interessados poderão participar de forma virtual por meio da plataforma Seduh Meeting, com acesso disponível no dia da audiência.

O objetivo da reunião é fornecer dados técnicos sobre o uso e a ocupação definidos para o lote e ouvir sugestões, propostas e contribuições da população. Dessa forma, é cumprida a determinação prevista na legislação, que exige a convocação de audiências públicas com divulgação prévia do conteúdo a ser tratado. Assim, fica garantida a participação popular na construção coletiva do projeto.

Toda a informação necessária para subsidiar o debate, como a minuta do PLC, está disponível no site da Seduh.

Projeto de lei

A minuta do projeto de lei complementar prevê, para o lote 1 do SCS, atividades que sejam ligadas ao Patrimônio Cultural e Ambiental, como ensino de arte e cultura. A implantação e o licenciamento dessa e de outras atividades complementares explicitadas na proposta estão condicionadas à atividade principal.

“O projeto de lei também estabelece critérios como a taxa de ocupação máxima da área do lote, a taxa mínima de permeabilidade, a altura máxima de novas edificações no interior do lote, o número mínimo de vagas de estacionamento, entre outras medidas”, informou a subsecretária do Conjunto Urbanístico de Brasília.

O texto especifica ainda que qualquer intervenção no lote, incluindo projetos de novas edificações e modificações – com ou sem acréscimo de área construída para o edifício original e tombado –, devem ser submetidas à manifestação prévia dos órgãos federal e distrital de preservação do patrimônio histórico.

Leia também

Trâmite 

Depois da audiência pública, o PLC ainda precisa passar pelo aval do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan). Essa será a última etapa dentro do Poder Executivo, para então ser enviado à análise da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Serviço

Audiência pública sobre o PLC que define o uso e a ocupação do lote 1 do Setor Cultural Sul

Data: 18 de maio

Horário: 14h

Acesso: Disponível na plataforma Seduh Meeting no dia da audiência

*Com informações da Seduh

Para ampliar a segurança da população e evitar trágicos desabamentos como os que aconteceram em 2018 no complexo de viadutos do Eixo Sul, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem se esforçado na recuperação preventiva de grandes obras de arte. Depois de reformar as tesourinhas e outros viadutos, agora as obras vão avançar para a Ponte Costa e Silva, no Lago Sul. Inaugurada em 1976, a via de passagem projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer finalmente terá sua primeira grande reforma, com investimento de R$ 13.594.231,88.

Nesta quarta-feira (14), o governador Ibaneis Rocha assinou a ordem de serviço para o início da obra. Estão incluídos a elaboração do projeto executivo, o reforço estrutural das vigas da ponte, a manutenção das juntas de dilatação e das sinalizações náuticas e viárias, o recapeamento funcional das três faixas de asfalto, a instalação de um novo guarda-corpo e a melhoria no escoamento de águas pluviais e pintura. Além disso, será reformada a margem (cabeceira da ponte) do Lago Sul, com a implantação de píer e muro de arrimo. Reformas vão beneficiar 14 mil motoristas que trafegam diariamente pelo local.

A reforma aumentará a vida útil da ponte em  15 a 20 anos, além de oferecer mais qualidade e segurança a quem transita pelo local. A obra, que vai gerar 300 empregos, está a cargo da empresa Concrepoxi Engenharia Ltda, contratada pela Novacap.

“A gente vem fazendo um trabalho de zeladoria da cidade”, disse o governador Ibaneis Rocha, após assinar a ordem de serviço para que as obras comecem imediatamente. “Começamos com as tesourinhas, que estamos fazendo desde o ano passado, e agora passamos para a ponte Costa e Silva, que está bastante degradada. A gente quer entregá-la nova para a população do DF o mais rápido possível.”

O presidente da Novacap, Fernando Leite, considera que o caráter de monumento de Brasília demanda atenção especial. “Essa ponte é uma obra de arte, um projeto de Oscar Niemeyer, e ela exige cuidados”, pontua. “Ela passou por algumas intervenções, e agora vamos fazer uma grande reforma. Ela precisa de uma substituição das juntas de dilatação, corrigir infiltrações, substituir os aparelhos de apoio da ponte, recuperar o asfalto os guarda-corpos”.

Cultura de manutenção 

Inaugurada em 1976, a Costa e Silva liga os trechos 1 e 2 do Setor de Clubes Sul à QI 10 do Lago Sul. A estrutura foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer e possui 452 metros de comprimento por 13 metros de largura, com três vãos que permitem a passagem de embarcações náuticas que navegam pelo Lago Paranoá.

Em 1995, 19 anos após o início de sua operação, foram identificados danos por corrosão nas armaduras da ponte, quando houve uma intervenção nas fundações para tratamento das corrosões encontradas nos tubulões.

Em janeiro de 2014, 38 anos após sua inauguração, observou-se uma visível deformação do trecho central devido à movimentação das barreiras de concreto (guarda-rodas) pré-moldadas, ocasionando um estrangulamento parcial das pistas de rolamento.

Com a reforma, a estrutura vai ganhar uma pintura em poliuretano, o que aumenta a durabilidade para até 25 anos. Os guarda-corpos também serão adequados às novas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A ponte também vai ganhar uma rampa de acesso para pedestres na extensão que liga a orla ao Trecho 1 do Setor de Clubes Sul.

São cuidados que os gestores do governo reforçam como extremamente necessários. “Desde o início deste governo, a gente implementou um plano de manutenção de pontes e viadutos no DF, e nada mais simbólico do que a ponte Costa e Silva, que é um monumento tombado”, destaca o presidente da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), Izidio Santos.

“Essas pontes e viadutos do DF nunca tiveram o cuidado necessário, e a gente criou agora uma cultura de manutenção, trazendo a sociedade civil e universidades para fazerem as vistorias”, relata o gestor. “Isso aqui é a concretização daquilo que a gente iniciou lá em 2019. Que se estenda a todas as pontes e viadutos do DF.”

O secretário de Obras, Luciano Carvalho, reforça a fala de Izidio Santos e a necessidade de mais atenção para com o patrimônio público. “É um legado importante que a gente deixa para Brasília, o de implantar a cultura de manutenção, de cuidar do nosso patrimônio”, diz. “Temos reformas importantes nas tesourinhas, e agora chegou a vez da ponte Costa e Silva; temos os viadutos da N2 Norte. É preciso ter esse foco na manutenção, de preservar o patrimônio, ter essa cultura que, no Brasil, infelizmente não há muito. Estamos tentando trazer esse legado de cuidar do que é nosso”.

Além do governador Ibaneis Rocha, do presidente da Terracap e do secretário de Obras, participaram da assinatura da ordem de serviço para as obras o presidente da Novacap, Fernando Leite; o secretário de Governo, José Humberto Pires, e a administradora regional do Plano Piloto, Ilka Teodoro.

Antes mesmo do término do atual período chuvoso e já pensando no próximo, o Governo do Distrito Federal iniciou obras para minimizar os transtornos enfrentados por moradores e comerciantes da Quadra 402 Norte, na Asa Norte, no Plano Piloto. Devido à declividade do terreno, essa quadra sofre constantemente com alagamentos.

Por isso, a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) iniciaram na área a construção de três ramais de 600 milímetros cada, totalizando 64 metros de novas redes de drenagem.

Também foram abertas 20 novas bocas de lobo e recuperadas 80 peças de meios-fios. Os serviços são executados próximo à rotatória que dá acesso ao Banco do Brasil.

“Cada uma dessas novas bocas de lobo são capazes de receber 70 litros de água por segundo, ou seja, a cada segundo 1.400 litros de água serão captados e redirecionados para as áreas verdes existentes na região”, explica o engenheiro Aldo Fernandes, subsecretário de Acompanhamento Ambiental e Políticas de Saneamento da SODF.

Segunda fase

De acordo com o subsecretário, a segunda fase das obras irá priorizar o uso das áreas verdes da região, além de complementar a estratégia de mitigação dos alagamentos nos trechos mais críticos.

“A recuperação das peças de meios-fios vai nos permitir o melhor direcionamento do percurso da água para que seja armazenada e absorvida pelas áreas verdes”, antecipa.

Essa é apenas a primeira etapa de uma série de pequenas obras que serão realizadas nesta área de Brasília.

“Essa fase se concentra na construção desses novos ramais, abertura de novas bocas lobo e recuperação dos meios fios. Na segunda fase, vamos construir novos dispositivos verdes de infiltração e detenção, construir ramais e abrir novas bocas de lobo no Setor Hospitalar Norte, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte”, detalha o engenheiro Dyego Guerra, da SODF.

O diretor de Urbanização da Novacap, Sérgio Lemos, explica que os serviços são executados por mão de obra própria e por fuFncionários da empresa contratada para a manutenção da Asa Norte.

“Estamos investindo cerca de R$ 350 mil nessas obras. São ações pontuais que terão grande impacto na redução dos transtornos tradicionalmente enfrentados por comerciantes e moradores da região no período chuvoso”, afirma.

O que já foi feito

Em 2020, no período chuvoso, o GDF atuou na abertura de novas bocas de lobo e limpeza das já existentes, instalação de meios fios vazados,  melhoria das curvas de nível, rebaixamento dos gramados e melhor aproveitamento das áreas verdes existentes.

“Aumentamos a capacidade de infiltração das águas das chuvas e, mesmo com alguns transtornos ocasionados pelas fortes chuvas do mês de fevereiro, avalio que tivemos um resultado positivo”, explica o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

“Todas essas intervenções paliativas que a gente vem fazendo desde o ano passado não são as soluções definitivas para o problema. Mas, sem dúvida, vão minimizar os transtornos enfrentados pela população. A solução definitiva virá com o Águas do DF”, declara Carvalho.

Águas do DF

O projeto liderado pela Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) prevê o investimento de R$ 100 milhões na construção de três canais e bacias de captação. A primeira etapa vai atender à área mais problemática da região central: o início da Asa Norte, cenário de recorrentes alagamentos e inundações. Por lá serão construídos 4,83 km de rede de drenagem entre as quadras com finais 1 e 2. O canal será capaz de receber as águas das chuvas de uma área de cerca de 9 quilômetros quadrados.

O projeto está em fase de finalização – análise de orçamento, elaboração do termo de referência e edital para lançar a licitação. “A construção da nova rede não será vista pela população, mas seu impacto positivo será sentido principalmente pelos moradores das quadras inferiores, que foram as mais afetadas pelos alagamentos”, afirma o presidente da Terracap, Izidio Santos.

*Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF

Estão abertas até 30 de abril as inscrições para o segundo campeonato de League of Legends Escolar. A competição é organizada pela Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar da Secretaria de Educação. A disputa acontecerá de 3 de maio a 29 de novembro, em fases classificatórias.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 30 de abril exclusivamente no site da Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar.

“Os jogos eletrônicos são uma realidade que não pode ser desconsiderada. Se apresentam até mesmo nos celulares, ferramenta tão utilizada principalmente no atual momento de quarentena que nos encontramos”, argumenta Marcelo Ottoline, diretor da DEFIDE. “A fórmula é se divertir e aprender, sendo o nosso desafio identificar o conteúdo pedagógico que pode ser trabalhado e a didática para tal.”

A proposta busca estimular diferentes habilidades, ampliando o conhecimento acerca do mundo tecnológico, além de aumentar a interação entre escola e comunidade. Podem participar estudantes com idade de 12 a 17 anos matriculados em escolas públicas ou particulares do Distrito Federal.

 Modalidades e faixa etária 

➠ 12 a 17 anos – League of Legends

➠ 14 a 17 anos – Valorant

➠ 13 a 17 anos – League of Legends: Wild Rift

➠ 12 a 17 anos – Free Fire

Datas das fases classificatórias 

Distrito Federal Data Check-in Check-in final Início dos jogos
Abertura e Showmatch 30/4/2021 13h 13h45 14h
Classificatórias 3/5/2021 13h 13h45 14h
Classificatórias 4/5/2021 13h 13h45 14h
Finais Regionais 5/5/2021 13h 13h45 14h
Finais Regionais 6/5/2021 13h 13h45 14h
Finais Regionais 7/5/2021 13h 13h45 14h
Fases de entrada* 10/5/2021 13h 13h45 14h
Quartas de final 11/5/2021 13h 13h45 14h
Semifinais 12/5/2021 13h 13h45 14h
Final Distrital 3º lugar 13/5/2021 13h 13h45 14h
Final Distrital 1º e 2º lugares 14/5/2021 13h 13h45 14h

 Atividade que aproxima 

O campeonato também é importante para unir os estudantes em atividades on-line durante o período de distanciamento social imposto pela pandemia do covid-19.

Segundo Ottoline, Brasília é pioneira nacional com essa proposta extracurricular e as práticas pedagógicas envolvidas são de grande valor para os jovens.

“Em tempos de quarentena imposta pela pandemia, precisamos nos reinventar a todos instante, buscando atrair a atenção dos nossos estudantes. Ao mesmo tempo, apresentar ações pedagógicas que permitam as suas formações acadêmicas. No nosso caso, os Jogos Eletrônicos são extremamente atrativos para os jovens”, acrescenta o diretor.

* Com informações da Secretaria de Educação

As formas de qualificar as centralidades do Distrito Federal com a oferta de mais empregos, moradias, transporte público e lazer foram debatidas na quarta reunião da série “Encontros para Pensar o Território”, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

O evento virtual ocorreu nessa quarta-feira (7) e contou com a participação de 103 representantes da sociedade civil e técnicos do GDF. Eles discutiram sobre a falta de articulação entre as centralidades já existentes nos diversos núcleos urbanos do DF, que impacta na organização do território e na infraestrutura.

Para dinamizar esses núcleos urbanos e trazer mais autonomia às regiões administrativas do DF, os participantes apontaram diversas medidas. Entre elas, a construção de moradias de interesses sociais mais próximas do Plano Piloto e garantir maior oferta de empregos e mais acesso a equipamentos públicos nas regiões, como escolas, hospitais, espaços culturais e transporte.

Na avaliação da secretária executiva da Seduh, Giselle Moll, é necessário impulsionar as atividades de outras centralidades do Distrito Federal que também estimulam o desenvolvimento econômico do território, a exemplo de Taguatinga e Ceilândia.

Dessa forma, segundo a secretária, a centralização de atividades e empregos do DF não ficará apenas no Plano Piloto. “Além da geração de emprego e renda, a criação de novos parques culturais e novas atividades econômicas também é importante, para que possamos trazer mais autonomia às nossas cidades”, destacou Giselle Moll.

Desenvolvimento Sustentável

O encontro teve como tema A importância do planejamento, desenvolvimento e integração dos centros urbanos. O assunto foi o mais votado pela população em uma enquete disponibilizada pela Seduh para o eixo temático Desenvolvimento Econômico Sustentável e Centralidades.

Esse é um dos oito eixos abordados na revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), instrumento essencial para a política territorial do Distrito Federal, mas que precisa ser atualizado.

“O fato é que, passados mais de 10 anos desde a última aprovação do Pdot, em 2009, existem muitas definições que precisam ser atualizadas. É justamente esse o objetivo da revisão, que será feita por meio de uma construção coletiva, com debates e reuniões ao longo de todo o ano de 2021”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

Apesar das dificuldades impostas pela pandemia à população, o secretário destacou a importância de promover os encontros virtuais para avançar nas políticas públicas e atender as necessidades do território. “Tudo para que possamos ter uma cidade mais justa, mais ordenada, mais sustentável, mais inclusiva. Esse é o objetivo da priorização da revisão do Pdot”, ressaltou.

Dinâmica

Na dinâmica da reunião, foi proposto aos participantes um exercício coletivo, com a finalidade de refletir sobre as centralidades do Distrito Federal. Foi apresentado pela plataforma virtual Seduh Meeting um mapa colaborativo do DF, acessado pelo Google Maps, onde as pessoas identificaram no território três diferentes tipos de centros: metropolitano, regional e local.

O centro local tem uma abrangência menor, com menos intensidade de fluxo e voltado às necessidades do dia a dia. O centro regional tem maior intensidade de fluxos e atende a região administrativa onde se localiza e também outras regiões próximas. Já o centro metropolitano possui uma grande concentração de atividades e serviços, com grandes fluxos vindos de todas as regiões do Distrito Federal e também do Entorno.

Logo depois, uma enquete on-line foi aberta para qualificar os centros urbanos, apontando as suas características. Foram abordados aspectos como acessibilidade por transporte público e para pedestres e ciclistas, além da diversidade de usos nas centralidades, com maior abrangência de residências. A maior parte dos participantes concluiu que os centros do DF não têm todos os atributos que consideram necessários.

“Vemos muitos empreendimentos habitacionais surgindo por toda a cidade. Porém, faltam equipamentos públicos para dar apoio a essas novas comunidades. Poder morar, trabalhar, estudar e se divertir em uma mesma região”, comentou Juliana Lucas, presidente da Comissão de Direito Urbanístico e Regularização Fundiária da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF).

No encerramento das atividades, foi disponibilizado um mapa interativo para indicação dos centros urbanos do Distrito Federal utilizados por toda a população. Ele ficará acessível, pelos próximos 30 dias, neste link e no portal da revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial.

As contribuições feitas pela população foram recebidas pela equipe da Subsecretaria de Políticas e Planejamento Urbano da Seduh, responsável pela organização do evento, e serão avaliadas e incorporadas à revisão do Pdot.

Próximo encontro

O próximo encontro está agendado para o dia 14 de abril, quando será abordado o tema “A pressão da ocupação urbana em Áreas Ambientalmente Protegidas e Áreas de Proteção de Manancial”. O assunto está dentro do eixo temático “Meio ambiente e infraestrutura”.

As reuniões serão sempre virtuais, às 18h30, e abertas a toda a população, com um link de acesso disponibilizado dias antes no portal do Pdot. Os encontros estão sendo realizados semanalmente.

Confira as datas dos próximos encontros

*Com informações da Seduh

Em 2020, a audiência pública convocada para elaborar o PLDO 2021 foi realizada de forma virtual, com transmissão ao vivo pela página oficial do Governo do Distrito Federal (GDF) no Facebook, em abril de 2020.

A medida se deu para evitar aglomeração de pessoas em ambiente fechado, atendendo às restrições impostas pela disseminação do novo coronavírus. Com isso, as sugestões para o PLDO foram envidas por meio do Sistema de Ouvidoria, que pode ser acessado pelo Portal OUV-DF ou pela Central 162. 

Concursos públicos

De acordo com o relatório divulgado pela da Secretaria de Economia sobre a audiência, a maior demanda da população para o PLDO 2021 foi com relação ao provimento e às nomeações de candidatos aprovados em concursos públicos do GDF, alcançando 70% do total das manifestações.

Confira a tabela completa:

A Ouvidoria do Distrito Federal (OGDF), unidade da Controladoria-Geral do Distrito Federal, foi mecanismo fundamental para garantir a participação dos cidadãos do DF na elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2021, especialmente neste período de pandemia e isolamento social. 

Todas as manifestações referentes ao PLDO 2021 recebidas pelo Canal da Ouvidoria do GDF, no período de 20 de abril a 3 de maio de 2020, foram analisadas e encaminhadas aos órgãos competentes para o tratamento da sugestão e para responder ao cidadão interessado. Essas contribuições e os questionamentos apresentados pela população tiveram respostas dadas pelo GDF, cujos conteúdos podem ser acessadas aqui.

O assunto seguiu a mesma tendência de demanda observada na audiência pública realizada para a elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias/2020, exercício anterior. 

O segundo segmento com maior número de manifestações foi a Implementação de Equipamentos Públicos, com 9,5% do total, com solicitação de construção de praças, parques, vias e áreas de convivência.

Logo a seguir, veio a questão de Manutenção/Obras/Reformas /Iluminação pública, com 3,8% do total de manifestações. 

A gravação da audiência pública está disponível na página oficial do GDF no Facebook e conta com 6,6 mil visualizações.

Acesse a Apresentação da Audiência Pública (PLDO-2021) realizada em 23/04/2020 e a íntegra do Projeto de Lei encaminhado à CLDF.

Responsabilidade fiscal

A realização da audiência pública para a elaboração do PLDO se dá em atendimento à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e conforme prevê a Portaria da SEEC nº 52, de 04 de março de 2020, que dispõe sobre o Cronograma de Responsabilidades e Prazos dos Órgãos e Entidades do Distrito Federal para a elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 (PLDO/2021).

Além da Ouvidoria do Distrito Federal, a população também pode acessar outros mecanismos de transparência e de participação popular para exercício do controle social, como o Portal da Transparência, o site da Secretaria de Economia do Distrito Federal, o Siga Brasília e o Portal Covid-19​.

 

*Com informações da Ouvidoria-Geral do DF

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) apresenta nesta quarta-feira (14) seu sétimo seminário virtual com o tema Campanha Cartão Verde – Como mobilizar a população para a coleta seletiva no DF. Essa edição tem o objetivo de apresentar o funcionamento da campanha Cartão Verde, criada pelo SLU para incentivar a coleta seletiva no Distrito Federal.

As estratégias de mobilização social, a atuação dos órgãos públicos e os desafios de quem faz, trabalha e depende da coleta seletiva serão temas do debate.

O evento será a partir das 16h, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do SLU no Youtube. Interessados no tema podem enviar perguntas e interagir com os palestrantes em tempo real pelo chat da plataforma.

O seminário virtual conta com a participação de Luana Sena, coordenadora de mobilização social do SLU, José Ribamar Carvalho, subsecretário de Fiscalização de Resíduos do DF Legal, e Lúcia Nascimento, presidente das Cooperativas Vencendo Obstáculos e Cooperativa de Reciclagem Ambiental da Cidade Estrutural Asa Sul (Coorace).

Para participar do seminário virtual, acesse: http://bit.ly/SeminarioCartaoVerde

* Com informações do SLU

Já está disponível o novo aplicativo que vai ajudar moradores do Distrito Federal a ter acesso rápido às informações sobre a coleta de resíduos. O SLU Coleta DF, desenvolvido pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), pode ser baixado tanto no sistema iOS quanto no Android.

Com ele, os moradores podem conferir os dias e horários certos em que as coletas convencional e seletiva passam em determinada área. O usuário também pode se inscrever para receber um alerta no celular quando o caminhão estiver chegando.

“O aplicativo veio para aproximar o cidadão dos serviços do SLU de forma mais prática e fácil. Também é um aliado para manter a limpeza das ruas, pois emite um sinal de alerta quando se aproxima a hora da coleta e, assim, o cidadão cria uma rotina para dispor seus resíduos nos dias e horários certos e não deixá-los expostos nos dias errados”, disse o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira.

Além do acesso mais fácil e rápido, o aplicativo também permite encontrar uma série de informações e dicas importantes sobre como separar o material reciclável, como manejar resíduos contaminantes da covid-19 e qual o caminho do lixo, por exemplo. É possível também tirar dúvidas sobre cada tipo de material que pode ser reaproveitado e conhecer melhor o trabalho de gestão de resíduos feito pelo SLU.

O aplicativo ainda tem um link para quem quiser sugerir locais de instalação das novas lixeiras no Distrito Federal. No link “Onde precisa de lixeirinha?”, o usuário pode informar o endereço ou ponto de referência que avalia ser importante ter a instalação dos novos equipamentos.

A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) publicou nova licitação de obras de infraestrutura no Setor Habitacional Noroeste. Desta vez, a contratação será para pavimentação, sinalização e drenagem nas vias de acesso e também estacionamentos públicos da SQNW 102, 103 e 104. O certame está marcado para o próximo dia 29, às 10h, no edifício-sede da Agência.

O critério de julgamento é o menor preço. Ou seja, será declarado vencedor o licitante que apresentar a proposta mais vantajosa.

Os serviços consistem em drenagem, sinalização e execução de vias de acesso às Super Quadras 102, Projeção E; 103, Projeção B; e 104, Projeção D/E da região.

As empresas interessadas em participar do concurso já podem fazer o download do edital por meio do site da Terracap (www.terracap.df.gov.br), na seção “Licitações Compras/Serviços”.

Para acessar o documento referente à Licitação Presencial nº 06/2021, basta clicar neste link.

O prazo dos trabalhos será de 60 dias corridos, contados a partir da data de emissão da Ordem de Serviço pela Diretoria Técnica da Agência.

Dúvidas  

Mais informações podem ser obtidas no call center da Terracap, no número (61) 3350-2222 ou via chat on-line, disponível no portal da autarquia. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

*Com informações da Terracap

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) realizará, no dia 30 de maio, um casamento comunitário no Museu da República, em Brasília. Após o encerramento das inscrições para o evento, será realizada a análise dos documentos, no período de 14 a 23 de abril. Os habilitados serão anunciados no dia 26 deste mês pela Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial.

A secretária de Justiça e Cidadania Marcela Passamani esclarece que o sonho de 40 casais será realizado. “Adotaremos as medidas necessárias para que a segurança de todos os envolvidos no casamento comunitário seja rigorosamente respeitada. A Secretaria de Justiça juntamente com os parceiros e voluntários oferecerão uma cerimônia linda, com tudo o que uma noiva merece. Sabemos o quanto é importante para muitas mulheres subir ao altar com um vestido de noiva e nós iremos fazer parte dessa importante realização na vida destes 40 casais”, afirmou.

Antes da cerimônia, no dia 27 de maio, em horário a ser divulgado, os casais participarão de um encontro preparatório, destinado ao fortalecimento de vínculos, esclarecimentos quanto às regras de segurança sanitária e ensaio geral do casamento.

Para participar, os candidatos devem  tomar as seguintes medidas:

1) Acessar e preencher o formulário.

2) Baixar as declarações de hipossuficiência e de veracidade dos documentos de registro digital. Preencher, assinar e enviar juntamente com os demais documentos solicitados no ato de inscrição:

  • Cópia da carteira de identidade (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH);
  • Original da certidão de nascimento;
  • Cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • Comprovante de residência original do último mês de referência ou declaração de residência de próprio punho;
  • Declaração de hipossuficiência de renda;
  • Declaração de veracidade dos documentos de registro digital;
  • Original da carteira de identidade (RG) ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) das testemunhas.

 

*Com informações da Sejus

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) registrou, nesta segunda-feira (12), a primeira prisão por descumprimento de medida protetiva dos casos acompanhados pela Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas. Após alertas vibratórios e sonoros emitidos, por meio da tornozeleira eletrônica, e contatos telefônicos, o autor se negou a deixar a zona de exclusão fixa – determinada em sentença judicial. Policiais militares foram acionados por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e o autor de violência doméstica foi preso em flagrante, em cerca de 15 minutos. O caso ocorreu em Taguatinga.

“O ideal seria que não houvesse nenhum descumprimento das medidas, mas a ação mostra a importância e a eficiência do Dispositivo Móvel de Proteção à Pessoa (DMPP). Em pouco mais de uma semana de funcionamento e acompanhamento das medidas protetivas encaminhadas pelo Judiciário, tivemos este primeiro caso que indica que os protocolos criados pela Segurança Pública para proteção de mulheres vítimas de violência foram eficazes. Em nenhum momento a vítima esteve em perigo e conseguimos prender o autor em flagrante. Parabenizo e agradeço o esforço de todos os envolvidos”, avalia o secretário de Segurança Pública, delegado Júlio Danilo.

Acionamento

Cada um dos 15 servidores que fazem o acompanhamento de vítimas e autores trabalham com duas telas – em uma delas o servidor monitora o rastro de vítimas e agressores de forma aleatória e o outro emite alertas em casos de desrespeito às regras estabelecidas. “Foi exatamente esse sistema de alertas, que é acionado em casos de descumprimentos das regras que chamou nossa atenção. Entramos em contato com o agressor, mas ele se negou a deixar a zona de exclusão. O que chama atenção é que trata-se de um espaço fixo, ou seja, ele sabia que estava infringindo a lei e, mesmo assim, se negou a deixar o local”, explica a diretora de Monitoramento de Pessoas Protegidas, Andrea Boanova.

A diretora destaca a atenção dada à vítima durante toda a ocorrência. “Entramos em contato com ela e, por meio do sistema de georreferenciamento, era possível acompanhar o rastro do agressor e tínhamos a certeza que ela não estava em perigo. De toda forma, entramos em contato com ela, por meio do telefone e a orientamos a continuar dentro de casa, para maior segurança. Antes da prisão do acusado, os policiais passaram na residência da vítima para confirmar que estava tudo bem”, explica Andrea.

A Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas, assim como o Copom, da PMDF, funcionam no mesmo espaço físico – no Centro Intergrado de Operações de Brasília (Ciob). A proximidade das instituições contribuiu para maior celeridade do atendimento. “O tempo de resposta numa ação como essa é muito menor, pois os órgãos estão aglutinados em um mesmo espaço, o que facilita o atendimento. Neste caso em específico, o policial militar lotado no Copom acompanhou toda a ocorrência de dentro da Diretoria e repassou as informações para a guarnição que estava na rua, fazendo o atendimento, o que facilitou a localização do agressor”, pondera o coordenador do Ciob, delegado Fábio Michelan.

Desfecho
O agressor foi autuado em flagrante e encaminhado até a 12ª Delegacia de Polícia, em Taguatinga. O juiz responsável pelo caso decidirá sobre a manutenção da prisão.

O Distrito Federal iniciou, nesta segunda-feira (12), a 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra o vírus influenza. Cem unidades básicas de saúde estão disponibilizando a vacina em todas as regiões do Distrito Federal. A vacinação é feita em dose única e, ao se vacinar, o cidadão estará protegido contra três tipos do vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B

A imunização será dividida em etapas e não interferirá na campanha de vacinação contra a covid-19, já que as bases de aplicação serão diferentes. O primeiro público-alvo a ser contemplado será de crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da Saúde. Aproveitando a abertura da campanha, os pais de Abraão Campos Prates – de dois anos – procuraram a UBS nº 1 da Asa Norte para imunizar e atualizar o cartão de vacinas do pequeno.

Yasmin Campos, mãe de Abraão, afirma que a motivação para buscar a vacinação logo no primeiro dia foi a prevenção. “A gente começou a trabalhar agora e ele precisa de uma creche, então ficamos muito preocupados de ter com contato com as outras crianças”, afirma.

A orientação quanto ao intervalo entre as vacinas parte do Ministério da Saúde, que diz ainda que, caso o indivíduo tenha tomado primeiramente a vacina contra a influenza, é necessário aguardar o mesmo prazo de 14 dias para que ele possa receber a dose contra a covid-19. É importante que o indivíduo leve o seu cartão de vacinação para a avaliação da equipe da unidade de saúde.

Por ser servidora da Saúde, Célia Gonçalves, 51 anos, já recebeu a vacina contra a covid-19. Como o intervalo já tinha se passado, ela procurou a vacina contra a gripe nesta segunda-feira. “Nesses tempos, com as duas campanhas de vacinação em andamento, estamos vendo que os funcionários estão se redobrando para atender todo mundo e atender bem. Então essa campanha é muito válida, é mais uma oportunidade de as pessoas se prevenirem”, afirma a servidora.

Gestante de 19 semanas, Cristina Mendes também se vacinou contra o vírus influenza. “Tive que vir ao posto e descobri que estavam vacinando. Daí aproveitei e me vacinei logo. Vou trazer o meu outro filho, de 4 anos, porque a prevenção é sempre o melhor remédio”, explica.

Crianças menores de nove anos de idade que nunca foram vacinadas contra influenza precisam receber duas doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre elas. Para os demais imunizados, a vacina é realizada em dose única.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Mais de seis mil lixeiras já foram instaladas em áreas comerciais e de grande circulação de pessoas, em áreas verdes, parques e praças do Distrito Federal. Agora, é você quem escolhe onde mais 7.300 equipamentos públicos serão colocados.

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) elaborou um questionário para que a população dê sugestões de locais, desde que sejam em postes de iluminação. Os equipamentos serão instalados em julho.

Segundo o gestor de Resíduos Sólidos do SLU, Murilo Caixêta, as solicitações passam por uma avaliação técnica. “Receberemos as demandas até este mês e vamos checar se os locais estão aptos à instalação. Também estamos recebendo pedidos das administrações regionais e da ouvidoria”, informa.

Caixêta alerta que a população também precisa ajudar a preservar as lixeiras. Recentemente, 89 equipamentos foram depredados no Deck Sul. O investimento do governo local é de R$ 2,5 milhões, o que inclui aquisição, instalação e manutenção. Cada lixeira custa R$ 118,50. “É um equipamento público fundamental para ajudar na limpeza da cidade. As pessoas precisam ter cuidado”, ressalta o gestor de Resíduos Sólidos.

Como solicitar

Para sugerir a instalação de lixeiras, basta acessar o formulário. É preciso ligar o GPS do celular e informar o endereço ou ponto de referência. O próximo passo é adicionar a localização de onde você gostaria que tivesse uma lixeira. Teve dúvidas de como preencher o formulário? Acesse o tutorial (http://www.slu.df.gov.br/tutorial-lixeiras/) feito pelo SLU.

Os contribuintes que estiverem em dívida com o Governo do Distrito Federal (GDF) têm até o próximo dia 16 de abril para regularizar sua situação e poder participar do primeiro sorteio do Nota Legal deste ano. Hoje, 314.166 contribuintes cadastrados no programa não poderiam concorrer no sorteio, que acontecerá no dia 25 de maio.

Para garantir a participação no sorteio, o contribuinte deve efetuar o pagamento ou parcelamento do débito em duas vezes. Para isso pode utilizar o aplicativo Economia-DF (indicar a opção dentro do app) ou utilizar o Portal de Serviços da Receita (https://www2.agencianet.fazenda.df.gov.br/parcelamento/?origem=PSV).

Ao todo, serão 12,6 mil bilhetes premiados com valores que vão de R$ 100 a R$ 500 mil. Pelas regras do sorteio, estão aptos a disputar os prêmios os contribuintes inscritos no Nota Legal que não possuem débitos com o GDF. O limite é de 200 notas fiscais por mês, por participante, e serão considerados os documentos emitidos entre 1º de maio e 31 de outubro de 2020.

As notas emitidas entre maio e outubro de 2020 são transformadas em bilhetes eletrônicos, validados pela Secretaria de Economia. A relação dos bilhetes por consumidor poderá ser consultada na área restrita do site Nota Legal, após a publicação do arquivo no DODF.

Os prêmios do primeiro sorteio do Nota Legal de 2021 serão divididos da seguinte forma:
– 1 prêmio de R$ 500 mil;
– 2 prêmios de R$ 200 mil;
– 3 prêmios de R$ 100 mil;
– 4 prêmios de R$ 50 mil;
– 10 prêmios de R$ 10 mil;
– 30 prêmios de R$ 5 mil;
– 50 prêmios de R$ 1 mil;
– 500 prêmios de R$ 200;
– 12 mil prêmios de R$ 100.

No sorteio realizado em 27 de outubro de 2020, o prêmio mais desejado, de R$ 500 mil, saiu para uma compra de R$ 213,80 feita em pet shop da Asa Norte por um morador do Lago Norte. Os dois prêmios de R$ 200 mil foram sorteados para consumidores do Riacho Fundo e de Taguatinga.

*Com informações da Secretaria de Economia

Em atendimento à determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal, proferida nos autos de Ofício-Circular nº 2/2021-GP, a Administração Regional do Plano Piloto divulga o link para acesso do Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS), nos termos do art. 23 da Lei n.º 12.846/2013.

O Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS) apresenta a relação de empresas e pessoas físicas que sofreram sanções que implicaram a restrição de participar de licitações ou de celebrar contratos com a Administração Pública.

Para consultar o detalhamento dessas sanções no Portal, acesse o CEIS.

Cuidados simples, mas que muitas vezes são ignorados pelas pessoas, são fundamentais para a saúde pública. Manter os ambientes limpos e sem restos de comida é uma forma segura de evitar a proliferação de baratas, aranhas, moscas, baratas, lagartas, escorpiões e pombos e, consequentemente, a transmissão de doenças.

Além de contar com a ajuda da população, o governo local também investe em ações para combater a infestação desses animais.

Segundo o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero, são feitas inspeções domiciliares, pulverizações, manejo ambiental, higienização nas redes de esgoto e programas de educação ambiental nas escolas.

“As pragas urbanas são aqueles animais indesejáveis ao convívio humano, que trazem risco à vida das pessoas. Eles podem transmitir leptospirose, salmonelose, alergias, entre outras”, informa.

“Quem puder, também é aconselhável deixar as paredes do imóvel sempre rebocadas. Esses animais gostam muito de locais velhos, sem reformas”, explica Divino Valero. “Há dois fatores determinantes para infestações: o ambiental e o sanitário. Muito chuva acaba atraindo esses bichos também”.

No caso dos pombos – que transmitem criptococose, mais conhecida como doença do pombo, pelas fezes –, as orientações não são diferentes. Outra medida de segurança é não alimentar esses animais.

“Não é uma atitude saudável. Eles se reproduzem muito rápido e, quanto mais alimentamos, mais eles vão se concentrar naquele lugar, principalmente em telhados, varandas ou onde tem muita sujeira”, alerta o subsecretário. “Há dois fatores determinantes para infestações: o ambiental e o sanitário. Muita chuva acaba atraindo esses bichos também”.

Trabalho integrado

As administrações regionais são grandes parceiras no combate às pragas urbanas. A administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, ressalta que o primeiro trabalho é manter a cidade limpa. “E tentar conscientizar a população para que não joguem lixo nas ruas. Também fazemos vistoria para checar se alguma área virou foco desses animais e acionamos a vigilância sanitária”, comenta a responsável pela cidade.

Canal de comunicação

Para solicitar os serviços de combate às pragas urbanas, basta ligar para o 162 ou registar uma manifestação pelo site. Para acompanhar a demanda é preciso ter a senha de acesso ao sistema recebida no ato do registro da manifestação e o número do protocolo. Também é possível fazer a solicitação presencialmente. Cada órgão público do governo conta com uma ouvidoria especializada.

Coração administrativo do país e ponto turístico de Brasília, a Esplanada dos Ministérios passa por uma megaoperação de limpeza das bocas de lobo e recuperação das pistas de rolamento das vias N e S. Coordenada pelas equipes do GDF Presente, a ação já executou a aplicação de mais de 54 toneladas de massa asfáltica no trecho entre a rodoviária do Plano Piloto e o 1º Grupamento de Bombeiros Militar.

“Mesmo com o fluxo menor de pessoas nas ruas por causa das medidas de restrição, nosso trabalho de cuidado com a cidade não para e deixa as vias e áreas públicas preparadas para quando o ritmo voltar ao normal”, observa a administradora regional do Plano Piloto Ilka Teodoro.

Já os serviços de limpeza das bocas de lobo incluem também o Eixo Monumental. Até esta terça-feira (23), foram limpos 123 bueiros e retiradas cinco toneladas de entulhos – a maior parte de terra e folhas. Sacolas plásticas descartadas irregularmente nas ruas pela população também foram encontradas.

Coordenador do Polo Central I, responsável pela manutenção do Plano Piloto no GDF Presente, Lúcio dos Santos Barbosa lembra que a limpeza constante das bocas de lobo na região central da cidade é um dos fatores que evitam alagamentos em períodos de chuva. “Não se trata de uma ação pontual. Ao longo do ano foram várias desobstruções para que a água entre pelas galerias com vazão”, disse.

Por: Agência Brasília

Para homenagear o Dia Nacional do Artesão (19/3), a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) promove, entre os dias 18 e 26 de março, uma programação especial nas redes sociais com live, Fórum do Artesanato e lançamento do Catálogo do Artesanato de Brasília. Tudo no formato on-line, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. A iniciativa tem como objetivo destacar a importância do segmento e fortalecer o artesanato no DF, gerando mais emprego e renda. Atualmente, a Setur-DF possui cerca de 11 mil artesãos cadastrados.

As ações para a Semana do Artesão foram planejadas com intuito de continuar oferecendo condições de capacitação e estímulo a ideias inovadoras. “Desde o início da nossa gestão, em janeiro de 2019, o nosso governo vem trabalhando para proporcionar a todos os artesãos do DF apoio em estruturação, capacitação e promoção. E neste momento de pandemia, não seria diferente. Estamos trabalhando muito mais para continuarmos promovendo iniciativas que fomentam o setor, e assim estimular tanto os profissionais que já possuem a Carteira Nacional do Artesão, como jovens que ainda não conhecem os caminhos que precisam ser percorridos para se tornar um empreendedor do segmento, fortalecendo essa arte em nossa capital”, explica a Secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça.

A programação tem início nesta quinta-feira (18/3), às 18h, com o segundo episódio da live Elas Pelo Turismo, nas quais mulheres empreendedoras compartilham trajetórias de sucesso e explicam como suas ideias inovadoras vêm impactando a cadeia turística no DF. Desta vez, o encontro contará com a participação de: Malba Aguiar, especialista em projetos voltados ao artesanato; Suzana Rodrigues, designer, artesã e empreendedora, ganhadora de vários prêmios e participação em exposições fora do Brasil; e a participação especial de Dona Antônia, mestre artesã que impulsionou na capital o trabalho com capim colonião. “O artesanato é um dos elos mais importantes da cadeia produtiva do turismo, pois, geralmente, o visitante opta por levar um produto típico do local. E o nosso artesanato é de alta qualidade e design diferenciado”, ressalta Suzana Rodrigues.

A conversa, mediada pela secretária Vanessa Mendonça, será transmitida nos perfis do Instagram (https://www.instagram.com/seturdf/) e do Youtube (https://bit.ly/YoutubeSeturDF ) da Setur-DF.

I Fórum do Artesanato do Distrito Federal

A partir de sexta-feira (19/3), data em que se comemora o Dia Nacional do Artesão, a programação fica por conta do 1º Fórum do Artesanato do Distrito Federal, promovido pela Setur-DF. O evento 100% on-line terá início às 9h, com transmissão em tempo real pelo Youtube da pasta.

“O Fórum atende um anseio da classe artesã, que pediu para que a Setur-DF organizasse um ambiente onde as pautas relevantes do artesanato pudessem ser debatidas e pensadas. Com essa realização, atendemos mais um pedido dos nossos artesãos”, destaca a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça.

O lançamento do evento contará com inserções do coordenador-geral da Subsecretaria de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato do Ministério da Economia, Fábio Silva; do diretor do Departamento de Empreendedorismo Cultural da Secretaria Nacional da Economia Criativa e Diversidade Cultural do Ministério do Turismo, Sérgio Fernandes Ferreira; da Secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça; da secretária executiva da Secretaria de Governo do DF, Meire Mota; da diretora Técnica do Sebrae-DF e secretária executiva do Conselho de Políticas Públicas e Gestão Governamental do DF, Rose Rainha; do presidente da Federação de Artesão do DF, Herbert Amorim; de representantes do Movimento Organizado para a Valorização do Artesão do Distrito Federal (Mova-DF), Rubens Aguilar e Lúcia Cruz,  além da mestre artesã Maria de Fátima.

O primeiro painel do fórum discutirá políticas públicas para o artesanato e terá a participação de Fábio Silva e de Sérgio Fernandes Ferreira. Na ocasião, serão destacadas medidas de fomento para o segmento, sob a ótica da economia criativa com viés cultural e turístico, bem como os principais eixos de atuação do Programa do Artesanato Brasileiro. “O programa tem ações, em âmbito nacional, que visam o fortalecimento do artesão e do artesanato, com mais acesso ao mercado produtivo e simplificação do cadastramento desses profissionais”, argumenta Silva. “Em 2021, seguiremos com o propósito de entender as dificuldades e os desafios do setor, a partir do contexto de cada região do país”, afirma.

No sábado (20/3) será realizado painel com duas importantes frentes do artesanato local: o Movimento Organizado para a Valorização do Artesão do Distrito Federal (Mova-DF) e a Federação de Artesão do DF. Na avaliação de Herbert Amorim, presidente da federação, o encontro virtual deve estimular o compartilhamento do conhecimento, considerado por ele o bem mais valioso de todo artesão. “Iniciativas como esta da Setur-DF ampliam processos criativos e são maneiras de pensar no escoamento do conhecimento e da produção artesanal”, afirma Amorim. “A realização do fórum é recebida pelo Mova-DF como uma resposta da Setur-DF a uma demanda do segmento. Um verdadeiro reconhecimento do artesanato como parte da cultura da capital federal”, completa Rubens Aguilar.

O ciclo de palestras ocorrerá até o dia 25/3, com programação a partir das 10h.

Catálogo do Artesanato de Brasília

Uma entrega especial marcará o encerramento da Semana do Artesão. No dia 26/3, às 17h, será lançado o Catálogo do Artesanato de Brasília, acervo virtual que reunirá obras de 35 profissionais selecionados por meio de chamando público da Setur-DF. A coletânea, que estará disponível em versão eletrônica do site da pasta, tem o intuito de promover o setor, e será distribuída a lojistas, embaixadas, setor hoteleiro e formadores de opinião.

Artesanato do DF em números

A valorização do artesanato pela atual gestão do GDF vai muito além dos números. “O artesanato brasiliense está ganhando um novo impulso e vem se consolidando como uma importante fonte de renda, geração de emprego e oportunidades para milhares de famílias no DF”, destaca a secretária Vanessa Mendonça.

O estímulo ao setor é resultado de ações integradas do atual governo que, desde 2019, vem trabalhando para oferecer mais oportunidades aos talentos da cidade, como a disponibilização de espaços para a comercialização dos produtos, chances de qualificação, visibilidade e a Carteira Nacional do Artesão, que habilita este trabalhador legalmente em todo o Brasil. O documento oferece ainda a possibilidade de participação em eventos locais e nacionais. Entre 2019 e 2020, a Setur-DF emitiu 1.466 novas carteiras e renovou 725 cadastros. Foram 45 eventos fomentados apenas em 2019 e mais 30 em 2020, além da oportunidade de comercialização nas lojas permanentes: uma localizada no Alameda Shopping e outra no Pátio Brasil. Iniciativas que geraram, apenas nos últimos dois anos, R$ 1.375.660,47 em vendas e beneficiaram mais de cinco mil famílias.

SERVIÇO:

Programação completa do I Fórum do Artesanato do Distrito Federal no site da Setur-DF: https://is.gd/uLlq41  

Transmissão pelo YouTube: https://bit.ly/YoutubeSeturDF 

FONTE: SETUR/DF

Nessa quinta-feira, 18/3, a Administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, recebeu o General de Divisão, Vinicius Ferreira Martinelli, que visitou as instalações do Posto de Recrutamento e Mobilização, lotado na Administração Regional do Plano Piloto.

Os Postos de Recrutamento e Mobilização tem o objetivo de realizar o recrutamento dos jovens brasileiros, convocados anualmente à prestação do Serviço Militar nas Forças Armadas, congregando ainda todas as atividades de mobilização militar dos reservistas de sua área de responsabilidade.

A Administração Regional do Plano Piloto possui uma Junta Militar que faz o alistamento militar dos jovens interessados em servir e também realiza as Solenidades do Juramento à Bandeira. Só em 2021, já foram feitos 1806 atendimentos na Junta Militar do Plano Piloto, de forma presencial e virtual.

Na semana passada, a Administradora também recebeu a visita do General de Brigada da 1ª Região Militar, Paulo Afonso Bruno de Melo.

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP

Texto: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

O objetivo principal com a aquisição é preservar o imóvel, que possui grande valor histórico, cultural e arquitetônico para a população do DF | Foto: Seduh

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) abriu um pregão eletrônico para adquirir materiais de cobertura provisória para duas edificações do Conjunto Fazendinha, na Vila Planalto. O espaço histórico é composto de cinco casarões de madeira, erguidos na década de 1950 para abrigar os candangos durante a construção de Brasília. O processo foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (12).

Conforme as especificações do pregão, as propostas enviadas pelos interessados serão recebidas e abertas no dia 17 de março, às 9h. O edital poderá ser retirado no endereço eletrônico www.comprasgovernamentais.gov.br. Para mais informações, é possível entrar em contato pelo telefone (61) 3214-4043.

“Com os materiais, o intuito é proteger o imóvel da ação das chuvas e evitar danos maiores ao patrimônio até que sejam concluídos os trabalhos necessários à contratação de uma empresa especializada no restauro do local, que estão sendo definidos por um grupo Executivo do GDF”Adriana Savite, subsecretária de Administração Geral da Seduh

A aquisição dos materiais de cobertura faz parte das ações emergenciais que a atual gestão da Seduh tem adotado para a conservação das edificações existentes no Conjunto Fazendinha. Nesse sentido, já foram realizadas várias ações em parceria com outros órgãos do governo, como limpeza da área, que abrangeu a poda de árvores, retirada de lixo e entulho, troca de lâmpadas e postes de iluminação danificados.

O objetivo principal com a aquisição é preservar o imóvel, que possui grande valor histórico, cultural e arquitetônico para a população do DF, impedindo que seja destruído, invadido ou descaracterizado.

“Com os materiais, o intuito é proteger o imóvel da ação das chuvas e evitar danos maiores ao patrimônio até que sejam concluídos os trabalhos necessários à contratação de uma empresa especializada no restauro do local, que estão sendo definidos por um grupo Executivo do GDF”, informou a subsecretária de Administração Geral da Seduh, Adriana Savite.

Grupo Executivo

Em novembro do ano passado, um Grupo de Executivo foi criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para definir as ações que serão realizadas na revitalização do Conjunto Fazendinha. Incluindo a elaboração da minuta do Termo de Referência para a licitação das obras de revitalização, com contratação de projetos básicos e executivos para a restauração do local.

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A Seduh integra o grupo, que é coordenado pela Secretaria de Governo (Segov). Também fazem parte os titulares dos seguintes órgãos: Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec); Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e a Administração Regional do Plano Piloto.

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: RENATA LU

*Com informações da Seduh

Com o objetivo de dar visibilidade às mulheres da cena cultural e promover reflexões sobre o feminino na cadeia da cultura e arte do DF, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) promove o evento “Mulheres na Roda da Cultura”. As inscrições para oficinas abertas a partir desta segunda-feira (15.3). A ação vai oferecer atividades on-line gratuitas envolvendo gastronomia, artesanato, produção de eventos, literatura, beleza e música, entre os dias 23 e 26 de março.

A programação inclui três oficinas e uma roda de conversa com pocket show.

Primeiros passos para produção de grandes eventos, com Ágda Freitas (Dia 23/03, das 15h às 17h, 25 vagas).

Lugar de mulher é na cozinha – Com Carmem Moretzsohn e as professoras da gastronomia do IFB, Juliana Andrade e Ana Paula Jacques (Dia 24/03, das 15h às 17h, 50 vagas).

Oficina de penteados afro e turbante, com Amanda Moreira (Dia 25/03, das 15h às 17h, 15 vagas).

 

Roda de conversa com pocket show de Dhi Ribeiro: Mulheres na roda da cultura (Dia 26/03 – das 19h às 21h30):

Debatedoras: Danielly Fernandes (gerente de cultura do Plano Piloto); Dhi Ribeiro (sambista); Carla Street (representante do segmento Pessoa Com Deficiência); Márcia Lobo (comunidade tradicional cigana, do Conselho Regional de Cultura da Candangolândia); Kika Carvalho (movimento Backstage); Luciana Barreto (literatura); Dayse Hansa (Associação de Produtoras e Trabalhadoras da Arte e Cultura/APTA).

Acesse aqui o link de inscrição.

 

MULHERES TRANSFORMADORAS

Crédito: acervo pessoal
Crédito: acervo pessoal
Crédito: acervo pessoal

 

 

Para além de fornecer o cenário para debates e promoção de novas políticas em prol do feminino, as oficinas também serão lugar de união, conhecimento e transformação de vida para as mediadoras, professoras e alunas, tendo como competência principal destacar as inúmeras possibilidades de construção para o empreendedorismo cultural e criativo feminino.

Professora da oficina “Lugar de Mulher é na Cozinha?”, a professora de gastronomia Juliana de Andrade conta que a gastronomia é um espaço onde, por meio do reconhecimento de saberes e competências, as mulheres podem se perceber como personagens principais, e não apenas coadjuvantes em uma estrutura tradicionalmente desigual.

“O mercado da economia criativa valoriza negócios baseados fundamentalmente na criatividade e no capital intelectual único. Os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e produtos ligados a essa especificidade da economia criativa são uma prática ancestral feminina”, enfatiza.

A produtora cultural Agda Freitas, responsável pela oficina “Primeiros Passos para a Produção de Grandes Eventos” revela que, até poucos anos atrás, mulheres na área de eventos só tinham serventia para cuidar de camarim e limpeza, ajudar na decoração, e “se fossem de confiança” trabalhar na bilheteira, mas nunca ocupavam cargos de comando como produção geral de evento, produção de montagem, técnica de áudio ou de luz.

“Hoje, este mercado se torna realidade, pois temos mulheres capacitadas. Esse tipo de troca de conhecimentos é de extrema importância para que nós, mulheres, continuemos mostrando a cara e provando para a sociedade que o lugar de mulher é aonde ela quiser”, completou.

Representante da primeira companhia de danças urbanas do Brasil de mulheres bailarinas cadeirantes, “Street Cadeirante”, parabenizou o debate. Presente na roda de debates, a dançarina revela a importância de um diálogo inclusivo entre mulheres, justamente para acolher e enriquecer as pautas particulares de cada uma. “O contato com as gestoras da Secec é fundamental até para elas entenderem o nosso potencial como agentes e de nossos projetos. Será uma troca muito rica de aprendizado e de compartilhamentos”, conclui.

 

SECRETARIA FEMININA

Crédito: acervo pessoal
foto: Marina Gadelha
foto: Marina Gadelha

 

Os encontros virtuais serão conduzidos por algumas das lideranças femininas da Secec, como Solisângela Montes (subsecretária de Difusão e

Diversidade Cultural), Elizabeth Fernandes (Chefe da Assessoria de Relações Institucionais) e Mirella Ximenes (Chefe da Articulação de Política Cultural).

A iniciativa faz parte da campanha da pasta em celebração ao mês da mulher, com engajamento de todas as áreas da secretaria, que conta com 90% do quadro representado por mulheres.

“Estamos a postos para abrir um diálogo autêntico com essas mulheres, para que juntas possamos mapear as reivindicações mais urgentes e propor novas políticas públicas para os diversos nichos voltados para elas,” enfatiza Solisângela.

“Essa economia que a mulher propicia vem, em grande parte, da cultura e da economia criativa. Portanto, é de muita importância solidificar a importância da mulher nesse setor e empoderá-la, para que a cada dia ela contribua e cresça mais”, avalia Mirella.

“Somos muitas, em todos os segmentos. Entretanto, historicamente, a conquista do espaço que nos cabe só é conseguida com muita luta e sacrifício”, aponta Elizabeth.

 

Mulheres na Roda da Cultura

A programação inclui três oficinas e uma roda de conversa com pocket show.

Primeiros passos para produção de grandes eventos, com Ágda Freitas (Dia 23/03, das 15h às 17h, 25 vagas).

Lugar de mulher é na cozinha –Com Carmem Moretzsohn e as professoras da gastronomia do IFB, Juliana Andrade e Ana Paula Jacques (Dia 24/03, das 15h às 17h, 50 vagas).

Oficina de penteados afro e turbante, com Amanda Moreira (Dia 25/03, das 15h às 17h, 15 vagas).

Roda de conversa com pocket show de Dhi Ribeiro: Mulheres na roda da cultura (Dia 26/03 – das 19h às 21h30)

Debatedoras: Danielly Fernandes (gerente de cultura do Plano Piloto); Carla Street (representante do segmento Pessoa Com Deficiência); Márcia Lobo (comunidade tradicional cigana, do Conselho Regional de Cultura da Candangolândia); Kika Carvalho (movimento Backstage); Luciana Barreto (literatura); Dayse Hansa (Associação de Trabalhadoras na Cultura/ATC).

Acesse aqui o link de inscrição.

Texto: Loane Bernardo/Edição: Sérgio Maggio (Ascom/Secec)

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Maria das Graças Almeida de Mendonça, mais conhecida como Dona Graça, de 69 anos, moradora pioneira da Vila Planalto, que faleceu na noite desta terça-feira, 2/3, em decorrência de parada cardiorrespiratória de causa indeterminada.

Muito querida por toda comunidade, fará muita falta para todos e todas que a conheceram. A Dona Graça sempre foi muito conhecida e respeitada por seus vizinhos por ser uma mulher alegre, trabalhadora e muito amiga de todos ao seu redor.

A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos da Dona Graça nesse momento de tristeza e dor.

Atualização: A família avisa que será realizada nesta segunda-feira, 8/3, às 19h, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, Missa de Sétimo dia de falecimento da Dona Graça.

Texto: Gabriel Ferraz sob supervisão de Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP
Imagem: Reprodução

Nesta segunda-feira 1º de março, em Brasília, a Administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro se reuniu virtualmente com a Defensora Pública-Geral do Distrito Federal e presidente do Colégio Nacional de Defensores Públicos-Gerais (Condege), Maria de Nápolis, para tratar da busca por terrenos no Plano Piloto para construção de sede própria para o órgão.

Atualmente a sede da Defensoria Pública do DF está localizada no SIA, em terreno alugado, e possui Núcleos Especializados de Assistência Jurídica gratuita por todo o Distrito Federal.

A Defensora Maria de Nápolis disse que o principal objetivo é encontrar um local central próximo do metrô e de pontos de ônibus para ser mais acessível à população que utiliza os serviços e pediu orientação da Administradora sobre possíveis locais. “Uma sede própria em local próximo aos Órgãos de Justiça, ao Poder Executivo e ao Legislativo Distrital tem grande reprentatividade sob o aspecto intitucional. Além disso, a redução de despesas a médio e longo prazo é muito significativa, tendo em vista o alto custo dos alugueis na região central de Brasília”, diz.

Para a administradora, Ilka Teodoro que também é advogada licenciada, “oferecer assistência jurídica de forma integral e gratuita, como é feito pela DPDF, é um direito fundamental que deve ser garantido da maneira mais acessível possível para toda população que não tem condições de pagar por um advogado”.

A Administradora se colocou à disposição para contribuir na busca pelo terreno em articulação com demais órgãos do Governo do Distrito Federal.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – RA-PP

Imagens: Emanuelle Sena/ASCOM – RA-PP

A participação social é um instrumento previsto na Constituição Federal, que permite que os cidadãos opinem e participem de processos decisórios importantes na esfera pública. Para ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre desenvolvimento sustentável, o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), lançou uma consulta pública para receber contribuições para os Planos de Mitigação e de Adaptação às Mudanças do Clima. O espaço está aberto até o dia 7 de março.

As contribuições devem ser feitas pelo preenchimento de formulário, e enviadas para o endereço secex@sema.df.gov.br.

De acordo com o secretário Sarney Filho, a participação da população do DF, principal afetada pelas mudanças do clima e destinatária da prestação de serviços públicos, é essencial para complementar esse processo. “Por isso, queremos receber da sociedade civil organizada, do setor privado e da academia propostas que poderão ser abordadas no processo de revisão do Plano de Mitigação e do processo de Implementação das Ações previstas na CDD-Contribuição Distritalmente Determinada”, afirma.

O Plano de Adaptação aborda a identificação de impactos, mapeamento de vulnerabilidades e de ações com foco nos eventos climáticos extremos ligados aos recursos hídricos, em especial. Já o Plano de Mitigação apresenta propostas com o objetivo de criar atividades para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa, contribuindo assim, para a recuperação sustentável da economia pós-pandemia, gerando mais empregos, energia limpa e qualidade de vida.

A iniciativa conta com o apoio do Projeto CITinova (Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis), do Global Environment Facility – GEF, coordenado nacionalmente pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, executado pela Secretaria do Meio Ambiente do GDF, com o apoio do PNUMA e CGEE.

Acesse aqui os documentos.<http://www.sema.df.gov.br/consulta-publica/>

Ilka Teodoro, Administradora Regional do Plano Piloto, participou nesta quarta-feira, 24/02, de evento de lançamento do documento "O sistema político brasileiro desde a perspectiva da inclusão: conquistas e desafios" de autoria de Ana Claudia Santano e Raquel Ramos Machado, que traz o tema da inclusão de grupos tidos como minoritários na política institucional brasileiro.

A ocasião marca um debate com especialistas: Raquel Ramos Machado (doutora pela Universidade de São Paulo, professora de direito eleitoral); Ilka Teodoro (Advogada licenciada e administradora em Brasília); Leticia Lanz (especialista em gênero e sexualidade, mestra em sociologia); Cristiano Rodrigues (Professor adjunto do Departamento de Ciência Política da Universidadede Minas Gerais).

Este documento encontra-se para download livre e gratuito em: https://transparenciaeleitoral.com.br/publicacoes/

Veja o debate na íntegra:

Para pensar estratégias para melhorar o paisagismo urbano em prol do benefício público, a Administradora do Plano Piloto, Ilka Tedoro esteve em reunião online nesta segunda-feira, 22/2, com o promotor de Justiça Roberto Carlos Batista, da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) do MPDFT. O objetivo é ampliar o debate público e esclarecer para população quais são as espécies de árvores indicadas para o plantio e em quais locais essa prática deve ser adotada sempre com a orientação de especialistas para evitar prejuízos como a queda de árvores e interferência nas redes de águas pluviais e elétrica.

A grande preocupação apontada pela Administradora da RA-PP é que, por Brasília ser considerada uma cidade parque e abrigar uma grande quantidade de árvores plantadas à época da construção de Brasília, quando ainda não se valorizava tanto as árvores de cerrado, muitas delas estão com prazo de vida limitado. Ou seja, a maioria tem mais de 60 anos e estão prestes a cair.

“As árvores trazem uma grande qualidade de vida e um grande diferencial para nós aqui no Plano Piloto, mas o paisagismo urbano precisa ser planejado de acordo com o bioma nativo no qual o território está inserido, que no caso de Brasília é o Cerrado”, explica Ilka.

O benefício do plantio de espécies nativas no paisagismo urbano, para além da adaptação ao ambiente, é a maior resistência às pragas e a contribuição para permeabilidade do solo. A plantação de espécies exóticas, ou seja de outro bioma, oferecem uma série de consequências como a interferência nas redes de águas pluviais e elétrica, a facilidade de contrair infestações e pragas e o aumento do risco de desabamentos.

Para o promotor Roberto Carlos Batista a inclusão da população no debate pode favorecer o esclarecimento e apontar os perigos causados pelos plantios sem orientação. “Não se pode impedir a população de plantar, pode-se orientar o que se pode plantar”, esclarece.

A Administradora agradeceu a parceria firmada com a 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema) do MPDFT na proposição de soluções conjuntas e ressaltou que a participação da população é fundamental em qualquer ação ou política do estado que possa impactar na sociedade como um todo.

Além de pensar melhores formas de orientar a população sobre o plantio de espécies nativas na cidade, foram debatidas na reunião online estratégias para utilização dos resíduos de podas para adubar jardins comunitários e campanhas educativas para os grandes geradores de resíduo para sugerir práticas de sustentabilidade como a compostagem e adaptação às exigências condicionantes para manter o estabelecimento em funcionamento sem prejudicar a comunidade circunvizinha.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

Prints da Tela: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

Foto da árvore caída: Emanuelle Sena/ASCOM-RA-PP

Começa nesta quinta-feira (18) a exibição da série de vídeos  Conhecendo a Administração Regional do Plano Piloto. O conteúdo produzido pela equipe de comunicação da administração regional tem o objetivo de apresentar e informar a comunidade sobre os setores do órgão, dando transparência aos temas de competência da Regional.

O primeiro vídeo foi gravado com a administradora regional do Plano Piloto Ilka Teodoro e será veiculado  às 9h, nas redes sociais da administração.

Os demais episódios serão exibidos sempre às segundas, quartas e sextas, às 18h.

Serviço:

Onde: Redes @admplanopiloto

Quando: Segundas, quartas e sextas, às 18h


Facebook: https://www.facebook.com/admplanopiloto
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCveDP9Doc84iu-xDdmE_ULA
Instagram: https://www.instagram.com/admplanopiloto/

*Com informações da Região Administrativa do Plano Piloto

A Administração Regional do Plano Piloto lamenta profundamente a morte de Francisco Maia, presidente da Fecomércio, que faleceu na madrugada desta quarta-feira, 17/2, em decorrência da COVID-19, doença que tem ceifado tantas vidas em todo mundo.

Francisco manteve a porta da Fecomércio sempre aberta para Administração do Plano Piloto para diálogos sobre parcerias para melhorar a qualidade de vida da população do Plano Piloto, por meio de oportunidade de trabalho, geração de renda e ocupação qualificada do território.

Jornalista por formação e empreendedor por vocação, Chico como era conhecido, sempre acolheu a Administração com respeito e ouviu com atenção as demandas apresentadas pela Administração com olhar atento para ações sociais e para formas de diminuir a desigualdade em nossa capital.

A Administração oferece suas sinceras condolências à família e amigos de Chico Maia nesse momento de dor.

Foto: Emanuelle Sena/ASCOM – Administração Regional do Plano Piloto

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – Administração Regional do Plano Piloto

 

Nessa segunda 08/02, foi implementado pelo GDF Presente um polo permanente e exclusivo no Plano Piloto para reforçar o trabalho de conservação e cuidado na RA-PP.


Quem circula pelas cidades conhece o programa GDF Presente. Trata-se de equipes de diversos órgãos do governo, que numa força-tarefa constante, realizam serviços como a poda de árvores, recolhimento de entulho, lavagem de paradas de ônibus, operação tapa-buraco, recuperação de meios-fios, entre outras obras.


Segundo Flávio Araújo de Oliveira, Subsecretário de Desenvolvimento Regional e Operações nas Cidades (SUDER), havia a necessidade do Plano Piloto ter um Polo Permanente, por ser grande o número de demandas na região: "Cada cidade tem sua especificidade em relação às demandas reprimidas e a zeladoria. Vimos que havia necessidade do Plano Piloto ter um Polo só pra ele, pois é muita coisa, muito trabalho, muita demanda reprimida".


O trabalho é diário e os resultados são visíveis. Só no ano passado, foram centenas de milhares de toneladas de lixo retiradas das ruas e mais de uma dúzia de lixões urbanos desativados. E isto não é nem a metade do volume de trabalho empreendido pelo GDF Presente, segundo notícia da Agência Brasília.


Sebastião Pinheiro, gerente da Gerência de Execução de Obras (GEOB), da Administração Regional do Plano Piloto, considera de suma importância a implementação do Polo Permanente, pois aumentará a frota de caminhões à disposição da cidade, facilitando assim o trabalho por toda região do Plano Piloto.


"Nós tínhamos três caminhões e com a implementação do Polo Permanente iremos receber mais seis. Com nove caminhões será maravilhoso para reforçar as ações que já fazemos diariamente na cidade", disse. 


O parque de serviços do GDF Presente, hoje, conta com 150 máquinas, porque ganhou o apoio de outras 41. 


Texto: Gabriel Ferraz/ RA-PP sob supervisão de Ramíla Moura com informações da Agência Brasília
Fotos: Emanuelle Sena/ RA-PP

O serviço de conservação e limpeza tem feito a diferença na organização da cidade e no bem-estar de toda população. Nesta quinta-feira, 11/2, colaborares da Administração Regional do Plano Piloto realizaram limpeza de bocas de lobo, nas quadras 700 da Asa Sul.

 


A população ficou agradecida com as ações realizadas na localidade. “Agradeço a você e sua equipe em especial aos colaboradores Mailton e Sandro”, disse Carlos Cezar, conhecido como Cecéu, morador da quadra 715 Sul, em mensagem de agradecimento enviada à administradora. Na quadra de Cecéu, que integra o Conselho Comunitário da Asa Sul (CCAS) e da recém-criada associação dos moradores das 700 foi realizado trabalho de desobstrução de bueiros e boca de lobo.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM-RA-PP

Fotos:Cecéu

A Secretaria de Transporte e Mobilidade do DF e o Metrô-DF informam que, neste feriado de Carnaval, o Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal circulará com programação abaixo:

Ônibus

13/02/2021 (sábado)

Tabela horária de sábado

14/02/2021 (domingo)

Tabela horária de domingo

15/02/2021 (segunda-feira)

Tabela horária de sábado (com reforço em linhas mais demandadas)

16/02/2021 (terça-feira)

Tabela horária de domingo

17/02/2021 (quarta-feira)

Tabela horária de dia útil, com reforço de viagens entre 11h e 14h

As tabelas horárias podem ser conferidas no site dfnoponto.semob.df.gov.br

 

Metrô

13/02/2021 (sábado)

5h30 às 23:30

14/02/2021 (domingo)

7h às 19h

15/02/2021 (segunda-feira)

7h às 19h

16/02/2021 (terça-feira)

7h às 19h

17/02/2021 (quarta-feira)

7h às 23h

*Com informações da Semob e do Metrô-DF

O processo seletivo para ocupação de cargos no Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp) terá início a partir da próxima segunda-feira (15). Toda a tramitação será feita de forma virtual, por causa da pandemia. Poderão fazer indicação para os 14 cargos disponíveis entidades de classe das forças de segurança pública do Distrito Federal, como sindicatos e associações, e órgãos vinculados, bem como entidades ou organizações da sociedade civil, núcleos de estudo, grupos de pesquisa, universidades e conselhos comunitários. As inscrições seguem até o dia 26 de fevereiro, por meio do formulário que estará disponível na página da Secretaria de Segurança Pública.  

“Desta forma, vamos minimizar riscos de contaminação e daremos continuidade ao processo de escolha dos membros do Conselho, mesmo de forma on-line. Não haverá nenhum prejuízo quanto ao formato escolhido, pois os critérios de escolha e desempate – como entidade com maior representatividade e antiguidade – estão muito claros na portaria que define as regras de escolha”, avalia o secretário de Segurança Pública, delegado Anderson Torres.

O processo seletivo para ocupação de cargos no Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp) terá início a partir da próxima segunda-feira (15). Toda a tramitação será feita de forma virtual, por causa da pandemia. Poderão fazer indicação para os 14 cargos disponíveis entidades de classe das forças de segurança pública do Distrito Federal, como sindicatos e associações, e órgãos vinculados, bem como entidades ou organizações da sociedade civil, núcleos de estudo, grupos de pesquisa, universidades e conselhos comunitários. As inscrições seguem até o dia 26 de fevereiro, por meio do formulário que estará disponível na página da Secretaria de Segurança Pública.  

Serão escolhidas oito entidades de classe e seis entidades da sociedade civil, que indicarão os respectivos representantes, titular e suplente, para as vagas. O período de cada mandato é de dois anos e é permitida apenas uma recondução. O resultado das candidaturas válidas será divulgado no dia 12 de março. O resultado final do processo seletivo será divulgado em 21 de abril. As reuniões do Condisp são bimestrais. O calendário com as datas dos encontros já está definido.

De acordo com o secretário-executivo do Condisp e chefe de gabinete da SSP-DF, delegado Thiago Costa, é importante que muitas entidades sejam indicadas. “O processo seletivo para a participação das entidades de classe dos profissionais da segurança pública e da sociedade civil do DF visa permitir a maior integração entre a secretaria e os demais órgãos integrantes do Condisp com a sociedade brasiliense”, afirma.

Sobre o Condisp

O Condisp é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública – Susp, previsto na Lei Federal n.º 13.675, de 11 de junho de 2018, e na Lei Distrital n.º 6.430, de 19 de dezembro de 2019. Sua natureza é consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a Política de Segurança Pública do Distrito Federal, com a participação de órgãos públicos, entidades de classe e sociedade civil.

Além disso, a instalação do Condisp, juntamente com a implementação da Política Distrital de Segurança Pública e o funcionamento do Fundo de Segurança Pública do DF, constituem contribuições do Distrito Federal à necessidade de o Estado brasileiro fazer cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável(ODS), iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), que consolida o conjunto de 17 objetivos e 169 metas que 193 países acordaram após dois anos de discussão e que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2016.

Estrutura:
É formado por um representante titular e o respectivo suplente dos seguintes órgãos, associações, sindicatos e entidade da sociedade civil:
Secretaria de Estado da Segurança Pública do Distrito Federal – SSP-DF;
Polícia Militar Do Distrito Federal – PMDF;
Polícia Civil Do Distrito Federal – PCDF;
Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal – CBMDF;
Departamento de Trânsito do Distrito Federal – Detran-DF;
Casa Civil do Distrito Federal – Caci/DF;
Secretaria de Estado de Educação – SEDF;
Secretaria de Estado de Saúde – SES-DF;
Defesa Civil do Distrito Federal.

Serviço:

Inscrições para o Condisp

Período: 15 a 26 de fevereiro;
Formulário disponível no site da SSP-DF durante o prazo de inscrição.

*Com informações da Secretaria de Segurança Pública

 

AGÊNCIA BRASÍLIA * | EDIÇÃO: CHICO NETO

A exemplo de outras capitais, lixeiras subterrâneas chegam a Brasília | Foto: Divulgação/Terracap

Um dos próximos investimentos da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) no Setor Habitacional Noroeste será em lixeiras subterrâneas. Serão instalados 40 coletores para receber resíduos orgânicos e secos. As obras de instalação começam nos próximos dias.

As lixeiras subterrâneas possuem diversos benefícios para a população e o meio ambiente. A não exposição do lixo evita a proliferação de pragas e vetores, o acesso de animais de rua aos resíduos e a poluição visual, além de reduzir o mau cheiro. Outra vantagem é a diminuição da frequência de coleta, pois os contêineres possuem volume maior que os depósitos de lixo utilizados atualmente.

O equipamento

De forma simples, o recipiente funciona como uma grande lixeira instalada abaixo do nível do chão. Para tanto, será feita a escavação de cavas, que possibilitarão implantar os coletores. Cada contêiner terá a capacidade de armazenamento de 3 mil litros de resíduos.

Nos locais onde os equipamentos estão sendo instalados haverá vários conjuntos de tubos de inox. As tampas serão de fácil manuseio para o depósito do material que, posteriormente, será recolhido pela equipe de coleta do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os espaços receberão coletores para lixo seco, que pode ser reaproveitado, e outros destinados ao lixo úmido ou orgânico.

Com informações da Terracap

O Simpósio do Serviço Militar, que seria no dia 10/02, foi adiado devido à pandemia do Covid-19 e não tem uma nova data anunciada. Portanto, a Junta Militar do Plano Piloto estará aberta nesta data.

O horário de atendimento da Junta Militar é de Segunda-feira a Quinta-feira de 08h ás 12h e   das 13h às 16h. Na Sexta-feira o horário de atendimento é apenas pela manhã, das 08h às 12h.

A equipe da Novacap realiza hoje, 3/2, a substituição de areia no parquinho infantil da quadra 313, na Asa Norte. O equipamento utilizado para o serviço foi a retroescavadeira.

Para solicitar serviços e demandas para sua quadra, baixe o aplicativo do E-GDF e acesse a funcionalidade E-Cidades.

O aplicativo E-GDF/E-Cidades tem o objetivo de aproximar a população e o Governo do Distrito Federal, ajudando a sanar, de forma mais rápida e precisa, as demandas propostas pelos cidadãos. Permite a abertura de requerimentos e demandas à distância e o acompanhamento dos processos e é totalmente gratuito.

Essa novidade facilita a vida do cidadão e dá mais transparência aos atos públicos, uma vez que o solicitante vai receber notificações sobre o andamento de sua demanda.

Clique aqui e baixe o aplicativo.

Texto: Ramíla Moura – ASCOM/RA-PP

Fotos: Da equipe Novacap

“Finalmente o SRTVS será concluído. É um setor importantíssimo na vida urbana de Brasília e que nunca teve uma conclusão dos projetos da sua área pública. Apenas 10% das calçadas que existem lá possuem um calçamento adequado. Não há nenhum trecho que garanta mais do que 85 metros lineares de trajetos contínuos. E apenas 25% desses percursos contam com algum tipo de sombreamento. É um setor hostil ao pedestre, mas que vai mudar”, explica Giselle Moll, secretária em exercício da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Atualmente, os profissionais da Pentag Engenharia Ltda., empresa responsável pela obra, concentram os serviços na demolição de concreto e asfalto; no cordão e no passeio em concreto; no assentamento das placas 40 x 40; na execução de meio-fio de concreto; na drenagem e na pavimentação asfáltica. A previsão é que a obra seja concluída no primeiro semestre deste ano.

“É uma revitalização urbanística. Estamos alargando as calçadas, organizando os estacionamentos, promovendo acessibilidade, fazendo sinalização. Há muitos anos não se via nenhum tipo de intervenção em algumas áreas do Plano Piloto, como o SRTVS, o Setor Comercial Sul e a W3”, lembra Janaína Chagas, secretária executiva de Obras da Secretaria de Obras.

Calçadas

O SRTVS vai ganhar mais 20 mil m² de novas calçadas, 130 bancos e 80 espécies de árvores para garantir sombra a quem transita na região. As calçadas, inclusive, seguem os moldes da revitalização da avenida W3, com piso pré-moldado de 40 centímetros quadrados.

Nos três pontos de entrada, serão usados tons de vermelho, cinza e branco para dar caracterização especial e atrativa. Além disso, os pontos de travessia para pedestres terão plataforma elevada – nivelando o asfalto à calçada –, reforçando a prioridade das pessoas em relação aos veículos. Outra novidade em relação às calçadas é que elas serão largas, com o mínimo de um metro e meio  e o máximo de oito metros.

O endereço também será uma Zona 30, com velocidade máxima permitida aos veículos de 30 km/h, como ocorre no Setor Hospitalar Sul. Desta forma, veículos e bicicletas podem compartilhar as vias de forma mais segura. Bicicletas estas que vão ter vez no SRTVS com a instalação de 36 paraciclos – suportes usados para o estacionamento deste tipo de transporte.

Para o servidor público e usuário de bicicleta como transporte público, Uirá Lourenço, as obras são mais do que bem-vindas. “Espero que elas garantam acessibilidade, especialmente às pessoas com deficiência, pois a região é reconhecida pelas calçadas destruídas e invadidas pelos motoristas. Por estar localizado próxima à W3 Sul, importante corredor do transporte coletivo, espero que haja incentivo para as pessoas chegarem ao setor de ônibus e metrô, com melhorias nos pontos de embarque dos ônibus e cobrança das vagas públicas de estacionamento”, comenta. Uirá também torce pela instalação de vagas para ciclistas, sinalização e, futuramente, a retomada do sistema de bicicletas compartilhadas.

Mais vagas e organização

A readequação do sistema viário no SRTVS vai gerar um aumento de 64% no número de vagas regulares e dará ênfase na acessibilidade para privilegiar pedestres e pessoas com deficiência.

Atualmente, o setor dispõe de 288 vagas públicas regulares na superfície, sendo quatro para idosos, seis para deficientes, 21 para veículos oficiais e 257 para restante do público. Com o projeto o número vai subir para 475 vagas regulares e 58 para motos. Além disso, ele organiza os estacionamentos com foco na criação de três portas de entrada: na frente da W3 Sul, onde há acesso pelo transporte coletivo; na frente do Shopping Venâncio, com a criação de um calçadão linear; e na área de terra da quadra 702 onde os carros estacionam, de frente para um colégio particular.

Toda essa reconfiguração do Setor foi feita em quatro anos de estudos pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) em parceria com o Centro de Estudos de Espaços Públicos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de Brasília (UnB).

A Administração Regional do Plano Piloto apresentou nesta quarta-feira, 3/2, para Diretora Executiva da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (FUNAP/DF), Deuselita Pereira Martins, proposta de ampliação da oferta de trabalho remunerado aos custodiados pertencentes ao Sistema Penitenciário do Distrito Federal. Recentemente a Administração Regional ampliou de 29 para 40 o número de reeducandos que contribuem nos serviços oferecidos na Regional.

Também foi apresentada para diretora, a dinâmica de avaliação de desempenho aplicada aos reeducandos no órgão. A proposta é uma continuidade da política de melhoria e ampliação das ações de zeladoria ofertadas pela Administração do Plano Piloto, de acordo com Jeanine Rocha Woycicki, chefe de Gabinete da Administração Regional. O objetivo, segundo Jeanine “é aumentar novamente a oferta de vagas para ampliar e qualificar a capacidade de intervenção”.

Segundo a Administradora do Plano Piloto Ilka Teodoro “o contrato firmado com a FUNAP/DF permite potencializar a mão de obra oferecida pela Administração, dar mais celeridade no atendimento aos pedidos feitos pela comunidade, além de promover a reinserção e qualificação dos reeducandos”, destaca.

O colaborador do Núcleo de Atendimento Protocolo e Arquivo, que prefere não se identificar, reconhece que a oportunidade de trabalho permite uma inclusão tanto no campo pessoal quanto no profissional. “É um engrandecimento enorme, que me ajuda a me sentir mais participante na sociedade. O tratamento que é dado pela equipe me faz sentir ainda mais inserido”, diz.

Avaliação

Ana Carolina Melo de Matos Dantas, Gerente de Administração da RA-PP, que supervisiona os serviços executados pelos reeducandos lotados na gerência, explica que, além da oportunidade de trabalho, a Administração aplica periodicamente uma avaliação para possibilitar a progressão de nível dos colaboradores. De acordo com Ana, “é nessa avaliação de desempenho que o colaborador conhece mais sobre o seu perfil profissional, conseguindo perceber melhor seus pontos fortes e fracos e assim buscar melhorá-los”.

Após a avaliação e identificação das potencialidades os reeducandos tem possibilidade de receber uma progressão de nível que aumenta o valor da bolsa recebida. Os colaboradores de Nível I recebem uma bolsa no valor de 912 reais, os de Nível II, 1.136,27 e os de Nível III chegam a receber 1.316,47.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – Administração Regional do Plano Piloto

Fotos: Emanuelle Sena/ASCOM – Administração Regional do Plano Piloto

 

O DER/DF realizou, nesta quarta-feira, 27/1, a substituição da sinalização vertical próxima à Igrejinha Nossa Senhora de Fátima da 307/308 Sul. Além da sinalização em frente ao templo, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), também foi realizada a instalação do totem com informação turística próxima ao local.
Por conter peculiaridades de design e integração com as escalas urbanas da cidade, a Sinalização Urbana de Brasília foi reconhecida pelo MoMA (Museu de Arte Moder de Nova Iorque) e uma réplica do totem instalado hoje, próximo a Igrejinha, integra o acervo permanente do museu internacional.


“O reconhecimento de uma peça artística em um dos principais museus do mundo é motivo para que tenhamos um zelo especial com esse patrimônio da nossa cidade”, declarou o superintendente de operações do DER, Murilo de Melo Santos.

Para a administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, “a Igrejinha, mais do que patrimônio histórico-cultural, é símbolo afetivo da cidade. E a placa sintetiza esta importância. Nossa história eternizada no MOMA”.
"A unidade de vizinhança número um, onde está a igrejinha, a rua da igrejinha e as demais quadras que foram tombadas em seu conjunto arquitetônico, tem uma importância muito grande para a cidade e passa por constantes ameaças à sua integridade. A chegada dessa nova sinalização só vem a contribuir para a valorização e importância de se preservar essa região como patrimônio cultural histórico do Distrito Federal e assim também o seu valor turístico", afirmou Fernando Bassit Costa, Prefeito Comunitário da SQS 308.

Texto: Ramíla Moura/ASCOM – Administração Regional do Plano Piloto com informações do DER/DF

Fotos: Emanuelle SenaASCOM – Administração Regional do Plano Piloto

 

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